“E isso, senhora, é colonização”.

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9 Comentários to ““E isso, senhora, é colonização”.”

  1. Se as “feministas” realmente quisessem o bem geral das mulheres, não labutariam para diminuir ou tolher aquilo que é mais próprio à mulher, o que é realmente distintivo à feminilidade: a aptidão natural ( conforme a vontade de Deus Criador ) à maternidade!

    Alexandre V.,
    alepaideia@gmail.com .

  2. Estupenda, sensacional, maravilhosa!
    Detonou com a “democrata” dinamarquesa!
    Obrigado, Obianoju Ekeocha!

  3. Nocaute a la Mike Tison na dinamarquesa.

  4. Entrou com os dois pés no peito da ideóloga de esquerda e lá, no centro do olho do furação da casa do inferno na terra: a ONU. O Berço de onde virá o poder do anti-Cristo.

    Palmas para a fiel que defendeu Cristo na sinagoga.

  5. Os defensores do aborto já nasceram – RReagan.
    Tendo por base o acima, queria ver como a burguesinha ‘politicamente correta” dinamarquesa reagiria, ainda dentro do ventre materno se tivesse a capacidade de saber que sua mãe estaria disposta a abortá-la e a nascitura estaria de acordo em a descartar, sabendo que seu corpo devidamente industrializado seria aproveitado como saborizante, como num tremendo caldo de carne defumado, picanha etc., – e depois vendida num supermercado em tabletes!
    Será que concordaria?

  6. Acabei de falar com Obianoju Ekeocha agora, de passagem por Toronto pra participar da Marcha pela Vida no dia 12 de maio em frente ao Parlamento Homicida, Infanticida e Gayzista do Canadá.
    Ela é uma guerreira conta o aborto e a tentativa da ONU de enfiar a agenda do aborto e da sodomia na África. Doçura e meiguice combinada com bravura. Ali sim está uma Católica iluminada pelo Espírito Santo:
    _ “…não vos preocupeis com o que haveis de falar em vossa defesa, porque o Espírito Santo vos inspirará naquela hora o que deveis dizer”.

    • Que privilégio. Gostaria de estar em seu lugar.
      Mandei cumprimentos no Twitter dela, e ela curtiu!!! Pirei!

  7. Obianoju Ekeocha tem um grande papel a desempenhar principalmente nos Estados Unidos onde o maior alvo da eugenia pelo aborto são justamente as comunidades negras. Ela fala com autoridade e legitimidade.
    A pioneira do aborto nos EUA, Margaret Sanger (1879-1966), o defendia como meio de esterilização social.
    Como fundadora da Planned Parenthood, organização voltada à promoção do aborto e do controle de natalidade, Margaret Sanger afirmava que o aborto livre era um método eugenista que purificaria os EUA. E assim, na década de 30 a Planned Parenthood iniciou o famoso Projeto Negro como um esforço conjunto com a Liga Americana de Controle da Natalidade para eliminar o “impróprio” da população americana nativa. Por impróprios subentenda-se “negros pobres”.
    Calcula-se que mais de um milhão de negros tenham sido abortados pela organização fundada por Margaret Sanger. Ela como todo racista queria prevenir o nascimento daqueles que considerava inferior ou impróprio.
    E esse projeto continua a todo vapor porque os açougues da Planned Parenthood são construídos estrategicamente naqueles bairros de maioria negra e pobre nos Estados Unidos. Some-se a isso a cultura “rap-hip-hop” que doutrina e promove entre os negros americanos um estilo de vida imoral, promíscuo, violento e anti-família e está pronta a receita para o desastre!
    As estatísticas comprovam o grande número de negros americanos nascidos fora de um casamento regular, alta taxa de gravidez entre adolescentes e igualmente de abortos.
    Nada disso é característico das sociedades negras na África. Como a própria Obianoju disse: “culturalmente, a maioria das comunidades africanas acredita, por tradição, devido ao seu padrão cultural, que o aborto é um ataque direto à vida humana”.
    Então vem a tal feminista européia tentando promover a mesma destruição no coração da África usando como eufemismo a “defesa do direito da mulher decidir sobre seu próprio corpo”.
    Jesus disse: “Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração”. E foi com essa humildade e sabedoria que Ele venceu o demônio quando esse quis usar a própria Escritura para tentá-lo. Ele derrotou o adversário usando a mesma linguagem que esse usou para tentá-lo.
    O que deixou a adversária dinamarquesa totalmente desarmada foi o fato de Obianoju Ekeocha tê-la derrotada em seu próprio jogo, tomando como arma suas próprias palavras. Jogada de mestre!

  8. Tão bonita e graciosa quanto corajosa e inteligente. Parabéns.