É preciso que Cristo reine na Terra de Santa Cruz.

Lucas Marchesini, Thiago Resende, Bruno Peres e Andrea Jubé, do Valor, edição de hoje, 13 de maio de 2016, contam:

Apesar de Temer reconhecer que o momento era “difícil e ingrato”, o clima era de celebração e vitória entre os seus aliados. Depois do seu discurso, o grupo de Temer se reuniu no gabinete para uma benção ecumênica. Nessa semana, o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner havia levado uma mãe de santo para benzer Dilma na mesma sala”.

Vade retro, Satana!

Um Brasil longe do verdadeiro Deus nunca será próspero e justo. É preciso que Cristo reine na Terra de Santa Cruz.

primeira missa

 

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8 Comentários to “É preciso que Cristo reine na Terra de Santa Cruz.”

  1. Temer, no entanto, é um Maçom. E, pelo que eu entendo, isso é tão ruím quanto um comunista.

  2. “Colocaram o diabo no poder e dele esperarem o quê”?
    Antecedentemente à deposição dos conspiradores comunistas do asqueroso PT, quantas vezes postei o acima em blogs católicos e políticos, pois o que tem sucedido no Brasil é de o povo estar sob as patas dos filhotes de Satã, encarnados em seres humanos, promovendo sua causa de perda das almas, seu reino infernal desde a terra e consumando-se do lado de lá para os que tiverem a infelicidade de cairem em suas garras!
    No pacote de maldades trouxeram o aborto, a pedofilia, instigação do pansexualismo, cobertura às seitas, ideologia de gênero e mais num caudal de desgraças; de quebra, uma violencia sem precedentes pois para eles, quanto pior, melhor – embora disso acusem os outros!
    O pior é que, salvas as exceções de sempre, o clero de modo geral parece estar, senão satisfeito, pelo menos acomodado, sem reação ou quase inerte, parecendo-se conformado; as reações a que tive acesso são as dos muito raros de sempre, excetuando a CNBB, sempre em “diálogos” com a bandidagem da mafia do PT e, antes de sua saída, muito irritada por o povo atentar contra a “Democracia e o Estado de Direito”!
    Espero que o Brasil se emende, como foi em 1964 com a entrada do ordeiro Regime Militar, quando os vermelhos queriam tomar o poder, infinitamente melhor que a Ditadura Comunista!

  3. Sem reclamações. QUalquer coisa é melhor que a Dilma.

    • Discordo, Tiago. A Dilma, por ser comunista, era péssima. Mas o Temer, por ser maçon, também o é.

  4. Parece – EU DISSE PARECE – que o Temer está afastado da Maçonaria. Eu tive contato esporádico com grupos envolvidos com a Maçonaria, eles que repassaram a informação, mas isso faz alguns anos. E, afinal, parece que ele não era da ala Grande Oriente, o que já é um alento.

  5. Caros fraternos, paz e bem
    Na política, não existe anjos (inclusive na alta cúpula da Igreja há cardeais satânicos, ateus…).
    Lembrem-se da histórica frase do papa Bento XVI (“os maiores inimigos da Igreja, estão DENTRO dela”).
    Não dá para comparar Temer com Dilma e PeTralhas (Lula, Dirceu, Boff, Betto…), que são ateus, materialistas e antropocêntricos.

    Graças a Deus e as orações do povo (não somente dos cristãos) que os Céus nos deram uma colher de chá, afastando – mesmo que temporariamente – o projeto Socialista do Foro de São Paulo.
    Não critico Temer (ainda), pois está no início do governo. Aliás, começou muito bem reduzindo o número de Ministérios para 22.
    Vamos continuar rezando, fazendo penitências, oferendo missas… em prol do Brasil, do papa Francisco e do mundo,

    2017 está às portas.
    Precisamos discernir os “Sinais dos Tempos” (Mt 16,3; Lc 12,56; Vat. II AA 14; LG 4; PO, 9 etc).
    Eis os Sinais dos Tempos: 2017

    a) Os 100 anos da aparição de Nossa Senhora em Fátima, Portugal. Cem anos de DESCUMPRIMENTO do pedido de consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.

    Nota importante: A Revolução Francesa foi castigo divino pela não consagração da França ao Sagrado Coração de Jesus, castigo ocorrido 100 anos após pedido feito por Nosso Senhor e não atendido pelos Reis da França.Vejamos o caso do rei da França. Trata‑se de Luís XIV, da família Bourbon, que em 1689, quando estava com 50 anos e em pleno poder, recebeu’, provavelmente através de seu confessor Père La Chaise*, o pedido de consagrar seu reino ao Sagrado Coração, pedido este transmitido a Sta. Margarida Maria Alacoque, que teve uma visão no mosteiro de Paray‑le‑Monial em 17 de junho daquele ano. Eis os termos: “Faz saber ao filho primogênito de Meu Sagrado Coração que, assim como o seu nascimento temporal foi obtido pela devoção aos méritos de Minha santa Infância, do mesmo modo ele obterá seu nascimento na graça e na glória eterna pela consagração que fará de si mesmo ao Meu adorável Coração que quer triunfar sobre o seu, e pelo seu intermédio, sobre os dos grandes da terra. Ele quer reinar no seu palácio, ser pintado nos seus estandartes e impresso em suas armas, para fazê-las vitoriosas sobre os seus inimigos, dobrando a seus pés as cabeças orgulhosas e soberbas, para fazê‑lo, triunfar sobre todos os inimigos da Santa Igreja”
    De fato, Luís XIV, embora herdeiro de uma tradicional devoção católica multicentenária não considerou o pedido, evitando mesmo revelar que o recebera. Para o rei da França, tal pedido não poderia parecer estranho como o é para a mentalidade moderna, mas, ou porque mal aconselhado, ou porque era vítima naquele momento de uma crise de grandeur, deixou de lado a devoção ao Sagrado Coração, cuja consagração era na verdade uma oferta preciosa e talvez extrema.
    Exatamente cem anos depois, no dia 17 de Junho de 1789, festa do Sagrado Coração, o Terceiro Estado despojava a monarquia dos Bourbon de seus poderes. O rei Luís XVI, descendente direto de Luís XIV e, por isto, conhecedor do pedido, já prisioneiro tentou cumpri‑lo com uma solene promessa, mas era tarde demais. Na prisão do Templo foram encontradas imagens do Sagrado Coração com a consagração da França assinada por Maria Antonieta e Mme. Elisabeth, irmã de Luís XVI, que compôs então um belo ato de resignação cristã.
    Em 1793 o rei da França foi guilhotinado e igual destino coube a quase toda a família real e a grande parte de sua corte. Era a revolução desencadeada contra a Civilização cristã e seus reis, da qual Nosso Senhor queria preservar a França católica. Mas a suprema misericórdia não foi ouvida. Talvez considerada inverosímil.

    b) Os 500 anos da “Reforma” Protestante (para esta data está sendo preparada “comemoração” pelo Vaticano (!!!).
    c) Os 100 anos da Revolução Russa (“A Rússia espalhará seus erros pelo mundo”)

    d) Comemoraremos os 70 anos da criação do Estado de Israel (1947/1948). Historicamente, Jerusalém foi destruída no ano 70 da era cristã.

    Moral: As “dores do parto” apenas começaram, antes que a Igreja renasça para uma nova era de santidade, terá que passar por etapas dolorosas e difíceis. Deus mostrou, antes de tudo, a crise da Igreja: “Minha casa está em ruínas, mas o pior está por vir”, disse, a “apostasia” (2Tes 2,3) atual (135.000 sacerdotes abandonaram o ministério nos últimos anos, mais 300.000 religiosas que, depois do Concílio, também saíram – Ap 13,7); obscurecimento da Igreja (1Tm 4,1 e 2Tm 3,1), da fé e da claridade; “Nos últimos dias virão momentos difíceis… tu, porém, persevera no que aprendeste e no que acreditaste” (2Tm 3, 1-14). “Virá um tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas arrastados por suas próprias paixões, rodear-se-ão de uma porção de mestres, pelo prurido de ouvir novidades; apartarão seu ouvido da verdade e se voltarão para as fábulas” (2Tm 4, 3-4). Deus deu a entender que os sofrimentos apenas começaram (Mt 24, 11-21); que virão dias de obscuridade (Mt 24, 29; Ap 6,12; 8,12 e 16,10); que em alguns países a Igreja está morrendo, perto da putrefação (Ap 3,10); que assim como em outros tempos, os “mercadores do Templo” a transformaram em covil de bandidos. Refere-se ao racionalismo de alguns teólogos (Ap 3,2 e 1Tm 4,1), que destroem a fé, negam a Divindade de Cristo.
    Enfim, urge a necessidade de “não perder tempo”, pois logo será demasiado tarde; pois os acontecimentos que se aproximam sucederão um depois do outro com grande velocidade; “Deus abreviará esses dias, caso contrário ninguém sobreviveria” (Mt 24,22), será a “pressuratemporum” – a abreviação dos tempos.

    Vem, Senhor Jesus!