CNBB emite nota contra o aborto diante da decisão do STF.

Por CNBB – Os bispos conclamam as comunidades a se manifestarem publicamente em defesa da vida

Nesta quinta-feira, 01 de dezembro, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta nota oficial na qual reafirma a posição da Igreja de “defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”.

Os bispos reafirmam também “incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto. Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção”.

Leia a Nota:

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA VIDA

“Propus a vida e a morte; escolhe, pois, a vida ” (cf. Dt. 30,19)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, manifesta sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural (cf. Constituição Federal, art. 1°, III; 3°, IV e 5°, caput).

A CNBB respeita e defende a autonomia dos Poderes da República. Reconhece a importância fundamental que o Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha na guarda da Constituição da República, particularmente no momento difícil que atravessa a nação brasileira. Discorda, contudo, da forma com que o aborto foi tratado num julgamento de Habeas Corpus, no STF.

Reafirmamos nossa incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto.

Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção.

Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe, interceda por nós, particularmente pelos nascituros.

Brasília, 1º de dezembro de 2016

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador-BA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

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19 Comentários to “CNBB emite nota contra o aborto diante da decisão do STF.”

  1. Interessante essas “notas oficiais”, com aquele tom de texto pronto, quando não é do interesse deles, mas na “defesa” de seus dogmas comunistas, como a pec 241, que emitiram uma senhora nota, no aborto que é defendido pela esquerda, a quem são capachos e os ditos bons não se manifesta ou não não são tão bons assim, manifestam veementemente. Os dogmas comunistas estão para eles acima dos de Nosso Senhor.
    Não tem como não ver um cisma branco formado ou se formando.

  2. A CNBB, sempre em sintonia com os PCs mundiais representando as esquerdas e doravante em profundas recessão e depressão, ou muda de lado ou cai no ostracismo, pois na América Latina restam poucos vermelhos!
    CNBB: confira de como internamente o maldito comunismo converteu no presente a Venezuela numa violentíssima e misérrima nação!
    Assim, ainda mais com a morte do caudilho e “mito” Fidel Castro foi mais um desalento; nos EUA, caiu Obama que nem deveria ter entrado, muito menos reeleito; na França, a caótica esquerda aliada do tal qual asqueroso Islã certamente sairá derrotada e a avalanche anti globalista continuará!
    Nossos políticos – nossos funcionarios, por nós subvencionados para trabalharem em nosso favor – doravante para se reelegerem e não serem acossados, terão de tomarem as decisões em favor do povo via redes e similares – a não ser que provenham de esquerdistas querendo beneficiar seus mafiosos, embora em fase de extinção – e não as medidas que contemplam interesses pessoais e ou corporativistas, como recentemente varios deputados e senadores querendo depreciar e obstruir a Lava Jato de todas as formas para escaparem à Justiça.

  3. Perceberam o mesmo que eu? Foi só o Fratres publicar um post sobre a omissão da CNBB quanto a esse caso, e rapidamente a referida entidade lançou uma nota pertinente a ele. Sinal de que alguém lá na sede da CNBB anda acessando o Fratres também…
    Os bispos atuais são, na verdade, muito vaidosos, e não suportam serem alvo de críticas públicas; gostam de fingir indiferença diante dos protestos contra eles, mas na realidade se mordem de desgosto com seus criticadores. Logo, parabéns ao Fratres por dar voz às justíssimas críticas dos católicos contra seus maus bispos – nem que seja só por ferir o orgulho, a vaidade e o amor próprio desregrado desses bispos, algum efeito se obterá…

    • Pois é, Bhartolomeu, e foi uma “notinha rápida e fulera”, só para calar a boca desses “tradicionalistas reacionários” Bem diferente das “monografias” contra a PEC 241 e a demarcação de terras indígenas pelo legislativo.

  4. Não ao aborto. Sim pra vida.

  5. Eu sou contra o aborto, isso é absurdo. Não temos o direito de tirar a vida de ninguém, ainda mais sendo tão indefessos.

  6. Outra coisa a observar é ausência do aspecto religioso nestas notas. Vejam que excomunhão, pecado mortal, condenação eterna, etc. tudo é deixado de lado. Na minha pobre opinião é o que mais faria bem as almas e levantaria maiores reações. Afinal deixemos os aspectos religiosos de lado e só atenção seja dada a vida presente.

  7. Aborto é o maior ato de covardia….. É assassinato! !

  8. “Outra coisa a observar é ausência do aspecto religioso nestas notas. Vejam que excomunhão, pecado mortal, condenação eterna, etc. tudo é deixado de lado. “…

    Você está brincando caro irmão…Pedi a CNBB que fale de excomunhão, de pecado mortal, de novíssimos???? É mais fácil dizer “a igreja nunca esteve tão bem…

    Daqui há mais 50 anos pode ser..Mas, enquanto o ranço asqueroso da maldita tl estiver a infectar lá, enquanto o Bispo de Roma for o atual…

    Deixe ela nos mandar os famosíssimos subsíiiiiidios da CF, das vias sacras materialistas e atoas, deixa… A fogueira é grande!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Porque nem para papel higiênico essas pestes servem…

    Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

  9. Assinem essa petição p/ revogar a decisão diabólica e genocida do stf, Fratres se possível divulgue: http://www.citizengo.org/pt-pt/node:nid%5D-anulem-decisao-do-stf-em-favor-do-aborto-0

  10. Eu fico envergonhado ao ler essa nota. Cadê a coragem do Episcopado Brasileiro de dizer que o STF ERROU por liberar -afinal, foi isso que eles fizeram indiretamente- o assassinato de inocentes? Por que não falaram também que o STF ERROU por se portar como Congresso, usurpando, assim, uma prerrogativa que NÃO é sua? CNBB diz que discorda…faça-me o favor CNBB. Se discorda de colocar uva passas na comida, de torcer por tal ou tal time etc, mas aborto não se discorda: se condena !!!!!

  11. Como católico, sou radicalmente contra o aborto.
    Na verdade, o STF não descriminalizou o aborto (ainda).
    A decisão foi tomada por maioria de votos na 1ª turma daquela Corte, tendo sido o voto vencedor o do Ministro Barroso, o mesmo que ganhou notoriedade no julgamento da descriminalização do aborto de bebês anencéfalos quando ainda era advogado.
    Lendo o voto dele (disponível aqui: http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/HC124306LRB.pdf), achei oportunista a exposição de sua opinião sobre a descriminalização da “interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre”. Tomando partido pelos direitos fundamentais da mulher, ele vai eximindo o Estado de responsabilizar criminalmente mãe e colaboradores que praticarem o aborto até o 3º mês de gestação. Foi escolhido este período gestacional, haja vista, segundo ele expõe, ser a partir dali que se formaria o sistema nervoso central do bebê.
    Não tem como não lembrar das obras de Monsenhor Juan Claudio Sanahuja. O Ministro até cita as Conferências do Cairo (1994) e de Pequim (1995). Conferências estas tratadas nas obras do Monsenhor.
    Acho muito válido o repúdio dos leigos e clero já neste momento, pois mostra a reprovabilidade da conduta perante a sociedade e que estamos vigilantes.
    O que eu acho que realmente aconteceu e deverá se seguir foi um “sinal verde” para que Judiciário e Legislativo reavaliem a aplicação dos arts. 124 e 126 do CP.
    Certamente, a repetição de recursos e ações nas turmas do STF com a mesma temática acabará por criar firme jurisprudência até o ponto de uma consolidação do entendimento da Corte, quiçá uma Súmula Vinculante ou medida análoga que “engessará” o entendimento dos juízes de primeiro grau que ousem discordar.
    Esperemos ações em breve para firmar o entendimento do Ministro Barroso e torná-lo definitivo.
    Mas lutemos firmes pela promoção da vida.

  12. “Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção”: – Por que a nota não insta, por exemplo, todo o episcopado nacional a ordenar que em todas as paróquias e capelas do Brasil o leit-motiv dos sermões até a Semana Santa de 2017 seja a gravidade do crime do aborto e as consequências espirituais e físicas para quem o pratica, bem como uma nota de repúdio à medida despótica do STF e o pecado em que incorreram os ministros que o aprovaram e as penas canônicas a que estão sujeitos? Seria bem diferente de apenas pedir às comunidades para rezarem e se manifestarem publicamente, pois quando aqueles que são “o sal da terra e a luz do mundo” decidem agir, não há adversário que lhes possa resistir. Incumbe a eles, portanto, a vigência ou não do aborto no Brasil.

  13. Para promovermos melhor nossa causa contra o aborto, sugiro a todas as almas combativas e às católicas em particular que comecemos pelo básico: a palavra. A palavra aborto remete a interrupção da gravidez, a maioria das vezes acontece de forma espontânea e natural: minha irmã sofreu um aborto, minha prima também e uma colega de trabalho sofreu um recentemente. Bem diferente é o infanticídio pré-natal.

    O infanticídio pré-natal é o assassinato de um ser humano no seu momento mais frágil, onde sequer seu grito será ouvido, pelas pessoas que mais deveriam amá-lo e protegê-lo. E aqueles que defendem os direitos das mulheres são sensíveis as mulheres mortas antes de nascer?

    A primeira coisa que devemos fazer é mudar nossa narrativa e chamar as ações pelos nomes que elas merecem ser chamadas: aborto é uma coisa, infanticídio pré-natal é outra.

  14. É uma nota que poderia perfeitamente ser de algum club de serviço, tipo rotary etc. Não fala nada em Deus, em mandamento, pecado e moral. Tudo é baseado na “na Constituição” – a santa Constituição comunista – em uma nota rápida só para constar que deu um “miado” quando o momento é de um “rugido” como o que eles fizeram contra a limitação de gastos, pec 241 etc. e tal.
    As manifestações da CNBB são – rigorosamente – decepcionantes e vem com forte impressão de favorecimento do anticatolicismo.
    Só falou disso, após o fato ter ocorrido e desse jeito. Estamos francamente mal servidos. Super mal servidos com esse episcopado que deveria defender a moral católica de modo veemente, claro e corajoso.

  15. Que tal a CNBB, se ainda quiser remediar essa nota pífia e lutar para valer, organizar um abaixo assinado em todas as paróquias contra esse absurdo atentado contra a lei de Deus e da Moral Católica, conclamarem os Bispos e padres a falarem em todas as missas no Brasil e lançar uma Pastoral nacional coletiva e difundir por todo Brasil?
    E então, Eminências e Excias o que acham da idéia?
    É para por um freio nessa ofensiva nacional anticatólica. Força Srs. Cardeais e Bispos, confiem em Deus e Nossa Senhora Aparecida que é certo que lhes darão graças especiais que os levarão a vitória arrasadora.
    E é a ocasião de se cobrirem de glória e a Igreja no Brasil passando para a história nacional como um lance épico digno de ser recordado até o fim do mundo.

    É acho que estou sonhando acordado….. ou o milagre virá? Mas Deus pode tudo, então vale a pena desejar isso!

  16. “O direito à vida é um limite da democracia” (S. João Paulo II)

    Protestamos veementemente contra essa famigerada NOTA DA CNBB contra o aborto diante da decisão do STF, visto que se trata de uma manifestação pífia, insignificante, desprezível… para desencargo de consciência. Como há “Novos Pilatos” na Igreja.
    Lamentável tudo isso!

    S. João Paulo II, em seu último livro, sentenciou que:

    “O direito à vida é um limite da democracia”.

    Com efeito, ultrapassada esta linha VERMELHA a humanidade estará sujeita à barbárie!

    Como nossos supostos pastores não constataram que há no mundo uma Guerra entre a Cultura da Vida e a cultura da morte. A Cultura da Morte está na ordem do dia, no caso da Eugenia nazista (pureza racial), que culminou no Holocausto. A Nova Ordem Mundial tem como meta a redução drástica da população. E diversas personalidades mundiais defendem tal bandeira, tais como:

    – Bill Gates (Microsoft), através da Bill e Melinda Gates Foundation, destinam bilhões de dólares para Pasmem: VACINAS. Quem não se lembra que em 2011, mosquitos Aedes Aegypti, geneticamente modificados foram soltos em algumas cidades brasileiras. A mutação genética no inseto, trouxe novas doenças para os brasileiros: A Zika e a febre chikungunya.

    – Dan brown (autor de “O Código Da Vinci”, Inferno…) a superpopulação é um problema mundial;

    E, hoje, como a história se repete: por qq motivo (gravidez com suspeita de Zika vírus, bebês anencéfalos ou com má-formação …) “justificam” a prática do ABORTO.

    Historicamente, o rei Herodes ordenou a matança escandalosa de todas as crianças abaixo dos 2 anos. Como a história se repete: atualmente existem novos Herodes (CFM, ONU: agenda pró-aborto, Governo federal, parlamentares, juízes…).

    A lei de Deus é bastante clara e objetiva: “Não matarás” (Ex 20,13). Aliás, segue a advertência de Deus:
    “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30:19).

    Não será preciso estudar embriologia para saber que, desde 1827, graças a Karl Ernest von Baer, ficou assentado que, a partir da concepção, existe uma nova vida. Detalhe: o coração do bebê-embrião começa a bater a partir do 20º dia da concepção e só irá parar de bater na sua morte. Com efeito, quando uma “civilização”, em nome da liberdade e do puro positivismo jurídico, sobrepõe a liberdade ao direito à vida, tem início um perigoso processo. A esse filme nós já assistimos no século XX (eugenia de Hitler). A maioria decidindo quando, como e em que circunstância uma minoria pode morrer. É a liberdade para o holocausto.

    É por isso que o Papa João Paulo II sentenciou, em seu último livro, que o direito à vida é um limite da democracia. Ultrapassando esta linha VERMELHA a humanidade estará sujeita à barbárie!

    “Num momento histórico em que o homem adquiriu um poder até agora impensável, esta tarefa torna-se particularmente urgente. O homem é capaz de destruir o mundo (Guerra nuclear: Coreia do Norte, Irã…). Pode manipular-se a si mesmo. Pode, por assim dizer,criar seres humanos (clonagem) e excluir outros seres humanos de serem homens (aborto). Como reconhecemos o que é justo? Como podemos distinguir entre o bem e o mal, entre o verdadeiro direito e o direito apenas aparente? O pedido de Salomão permanece a questão decisiva perante a qual se encontram também hoje o homem político e a política. Grande parte da matéria que se deve regular juridicamente, pode ter por critério suficiente o da maioria (democracia: ditadura da maioria). Mas é evidente que, nas questões fundamentais do direito em que está em jogo a dignidade do homem e da humanidade, o princípio maioritário não basta: no processo de formação do direito, cada pessoa que tem responsabilidade deve ela mesma procurar os critérios da própria orientação” (Bento XVI no seu histórico discurso no parlamento alemão, 22/09/11).

    Qualquer cidadão brasileiro (seja ele médico, enfermeiro, civil, militar, autoridade…) pode alegar a Escusa de Consciência, com fundamentos na Constituição que prevê:
    “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”. (artigo 5º, inciso VIII, CF/88).

    Pior. No caso dos magistrados não há desculpas, visto que é DEVER do juiz declarar-se Impedido ou Suspeito para julgar uma ação em casos excepcionais, podendo inclusive alegar motivos de foro íntimo, nos termos dos artigos 134 a 138 do Código de Processo Civil- CPC e legislação penal análoga. Tal medida visa garantir a imparcialidade do juiz no exercício de sua função.

    Como há enxurrada de pecados praticados todos os dias nos Tribunais, principalmente nas Varas Criminais (abortos), varas de Família (divórcio)… praticados por juízes. advogados, promotores ditos “cristãos”?!?

    Todos – sem exceção – podem alegar Escusa de Consciência!!!

    Para os médicos, o aborto afronta o Juramento de Hipócrates quando o médico promete defender a Vida Humana em plenitude. Nestas condições, a legalização do aborto é imoral, ilegal e inconstitucional, pois, atropela o princípio da inviolabilidade da vida, prescrito pelo artigo 5º da Constituição Federal, ao legalizar o assassinato de crianças no ventre da mãe. É, reitero, um verdadeiro Projeto Matar.

    Lamentavelmente, médicos, juízes, MP estão sendo “inocente útil” ou, pior, verdadeiro “lobo em pele de cordeiro”. “Se vocês se calarem, as pedras falarão”, afirmou Jesus.:

    Historicamente, o rei Herodes ordenou a matança escandalosa de todas as crianças abaixo dos 2 anos. Como a história se repete: atualmente existem novos Herodes (CFM, ONU: agenda pró-aborto, Governo federal, parlamentares, juízes…). A lei de Deus é bastante clara e objetiva: “Não matarás” (Ex 20,13). Aliás, segue a advertência de Deus: “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30:19). Não será preciso estudar embriologia para saber que, desde 1827, graças a Karl Ernest von Baer, ficou assentado que, a partir da concepção, existe uma nova vida. Detalhe: o coração do bebê-embrião começa a bater a partir do 20º dia da concepção e só irá parar de bater na sua morte. Com efeito, quando uma “civilização”, em nome da liberdade e do puro positivismo jurídico, sobrepõe a liberdade ao direito à vida, tem início um perigoso processo. A esse filme nós já assistimos no século XX (eugenia de Hitler). A maioria decidindo quando, como e em que circunstância uma minoria pode morrer. É a liberdade para o holocausto.É por isso que o Papa João Paulo II sentenciou, em seu último livro, que o direito à vida é um limite da democracia. Ultrapassando esta linha VERMELHA a humanidade estará sujeita à barbárie!

    “Num momento histórico em que o homem adquiriu um poder até agora impensável, esta tarefa torna-se particularmente urgente. O homem é capaz de destruir o mundo (Guerra nuclear: Coreia do Norte, Irã…). Pode manipular-se a si mesmo. Pode, por assim dizer,criar seres humanos (clonagem) e excluir outros seres humanos de serem homens (aborto). Como reconhecemos o que é justo? Como podemos distinguir entre o bem e o mal, entre o verdadeiro direito e o direito apenas aparente? O pedido de Salomão permanece a questão decisiva perante a qual se encontram também hoje o homem político e a política. Grande parte da matéria que se deve regular juridicamente, pode ter por critério suficiente o da maioria (democracia: ditadura da maioria). Mas é evidente que, nas questões fundamentais do direito em que está em jogo a dignidade do homem e da humanidade, o princípio maioritário não basta: no processo de formação do direito, cada pessoa que tem responsabilidade deve ela mesma procurar os critérios da própria orientação”, afirmou Bento XVI no seu histórico discurso no parlamento alemão (22/09/11).

    E por favor, parem de “ASSASSINAR” a Semântica: aborto é aborto seja aqui no Brasil ou no Japão, Jamais as frases “direito à interrupção da gravidez” ou “direito da gestante” serão reconhecidas pela Ciência Jurídica, pelo simples motivo de não serem DIREITOS, mas tão-somente “supostos direitos” ou “pseudodireitos’, tendo em vista que o verdadeiro DIREITO é a VIDA e jamais a MORTE.
    Verificamos atualmente outros eufemismo na nossa sociedade, como por ex:
    – prostituta é prostituta e não Garota de Programa ou Acompanhante.
    – Corrupção é corrupção e não desvio de recursos públicos.

    A língua portuguesa agradece!

    Lendo o Catecismo da Igreja Católica -CIC, achei ideal para o caso, chamando atenção de leigos e mais ainda do clero omisso, medroso, receoso de ser questionado por autoridades civis e se passarem por antiquados junto a certos “católicos”!

    § 2242 O cidadão é obrigado em consciência a não seguir as prescrições das autoridades civis quando estes preceitos são contrários às exigências da ordem moral, aos direitos fundamentais das pessoas ou aos ensinamentos do Evangelho. A recusa de obediência às autoridades civis, quando suas exigências são contrárias às da reta consciência, funda-se na distinção entre o serviço a Deus e o serviço à comunidade política, “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). ‘E preciso obedecer antes a Deus que aos homens” (At 5,29):
    Se a autoridade pública, exorbitando de sua competência, oprimir os cidadãos, estes não recusem o que é objetivamente exigido pelo bem comum; contudo, é lícito defenderem os seus direitos e os de seus concidadãos contra os abusos do poder, guardados os limites traçados pela lei natural e pela lei evangélica.

    § 2246 Faz parte da missão da Igreja “emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas, empregando todos os recursos – e somente estes – que estão de acordo com o Evangelho e com o bem de todos, conforme a diversidade dos tempos e das situações”.
    Não já passou da hora de uma cruzada contra o aborto e outros desmandos de políticos comprometidos com os globalistas?

    Como pode um país “cristão” (Brasil) eleger uma presidente (Dilma) que confessou que já fez aborto e, pior, defende a prática do aborto?!?
    Não obstante toda uma série de efeitos colaterais na mulher provocados pela prática de aborto, tais como: fobias, traumas psicológicos, tumores, doenças circulatórias…), gostaria de destacar um aspecto omitido nos debates jurídicos com relação ao aborto, a saber:
    Primeiro, toda a prática do Aborto, acarreta inexoravelmente um Crime ANTECEDENTE, qual seja: o Crime de TORTURA (Lei 9455/97), visto que os métodos abortivos são diabólicos:
    – Envenenamento, sucção…
    Como não se abalar com as duras advertências do Juiz Supremo:
    “E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mateus 25:40)

    Pessoas famosas que quase foram abortadas:
    – Santo João Paulo II;
    – Cristiano Ronaldo (jogador de futebol);
    – Andrea Bocelli (tenor italiano);
    – Jack Nicholson (ator Hollywood), dentre outros.

    Outros seres humanos não obtiveram a mesma sorte: disse certa vez a grande Madre Tereza de Calcutá, que o homem que iria descobrir uma vacina contra a AIDS, foi abortado por sua mãe.

    Outro agravante para os magistrados (médicos, enfermeiros…), antes do aborto, há um crime antecedente (Tortura).

    Em tempo:

    Seguem DIREITOS DO NASCITURO

    Definição: É o ser humano concebido que irá nascer (FETO).

    DETALHE: O coração de todo ser humano COMEÇA a bater a partir do 20º dia da concepção e continuará batendo até a morte do indivíduo.

    “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro” (artigo 2º , do Código Civil Brasileiro).

    DIREITOS

    1- direitos da Personalidade: nome, imagem e sepultura (tanto o nascituro como tb o natimorto);

    2- direito aos Alimentos gravídicos;

    3- ser adotado, com consentimento do seu representante legal (CC, art. 372);

    4- receber doação, se aceita pelos pais (CC, art. 1.169);

    5- adquirir por testamento, se concebido até a morte do testador (CC, art. 1.169);

    6- ter um Curador ao Ventre se o pai falecer e a mãe, estando grávida, não tiver pátrio poder, notando-se que, se a mulher estiver interdita, o seu Curador será o do nascituro (CC, arts. 458 e 462 e seu parágrafo único); ver reconhecida sua filiação e até mesmo pleiteá-la judicialmente por seu representante; suceder, seja legitimamente ou por testamento; ser representado nos atos da vida jurídica; ter garantia de direitos previdenciários e trabalhistas, como, por exemplo, direito à pensão por acidente profissional sofrido por seus pais; proteção penal garantindo-lhe a vida e o direito de nascer, etc.”

    7- direito à indenização a título de danos materiais e morais, por ser vítima de medicamentos ministrados de forma errada, resultando seqüelas no futuro.

    8- Ação investigatória de paternidade, proposta pela mãe, mas em nome do filho. Apesar de ser um direito personalíssimo, a mãe poderá propor em seu nome, para ter seu direito assegurado.

    9- Ser registrado nos livros competentes:

    Se retirado morto – registro livro auxiliar
    Se retirado com vida (respirar) – dois registros (nascimento e óbito) – art. 53, § 1º e § 2º. Da LRP

    Moral: O embrião é um ser humano, suscetível de direitos e dotado de dignidade pessoal.

    Alerta de Jesus:

    “Se vocês se calarem, as pedras falarão”.

  17. A primeira declaração que me lembre de haver visto com um chamado à oração, pois nosso combate não é contra homens de carne e sangue (Ef 6) Que esse chamado à oração e manifestação em favor da vida encontre a resposta desejada em nossas paroquia e dioceses.