É uma guerra de religião.

Por Roberto de Mattei, Il Tempo, Roma, 10-4-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.comOs massacres de Tanta e Alexandria são um brusco chamado à realidade para o Papa Francisco, na véspera de sua viagem ao Egito. Os atentados no Oriente Médio e na Europa não são desastres naturais, evitáveis com encontros ecumênicos, como o que o papa Bergoglio terá em 28 de abril com o Grande Imã de Al-Azhar, mas são episódios que nos lembram a existência na Terra de divisões ideológicas e religiosas profundas que só podem ser remediadas pelo retorno à verdade. E a primeira verdade a recordar, se não quiser mentir para si mesmo e para o mundo, é que os autores dos atentados do Cairo, como de Estocolmo e de Londres, não são desequilibrados ou psicopatas, mas portadores de uma visão religiosa que desde o século VII combate o Cristianismo. Não só a Europa, mas o Ocidente e o Oriente cristão, definiram ao longo dos séculos a sua própria identidade defendendo-se de ataques do Islã, que nunca renunciou à sua hegemonia universal.

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Diversa é a análise do papa Francisco, que na homilia do Domingo de Ramos reiterou sua proximidade com aqueles que “sofrem com um trabalho de escravos, sofrem com os dramas familiares, as doenças… Sofrem por causa das guerras e do terrorismo, por causa dos interesses que se movem por detrás das armas que não cessam de matar”. Erguendo os olhos por cima do papel, o Papa acrescentou que reza também pela conversão do coração “daqueles que fabricam e traficam as armas”. O Papa Bergoglio repetiu o que tem declarado muitas vezes: não é o Islã em si mesmo, e nem o seu desvio que ameaça a paz do mundo, mas os “interesses econômicos” dos traficantes de armas. Na entrevista com o jornalista Henrique Cymerman, publicada no diário catalão “La Vanguardia” em 12 de junho de 2014, Francisco disse: “Descartamos toda uma geração para manter um sistema econômico que não se sustenta mais, um sistema que para sobreviver deve fazer a guerra, como sempre fizeram os grandes impérios. Mas, já que não se pode fazer a terceira guerra mundial, então se fazem guerras locais. O que isso significa? Que se fabricam e vendem armas e, assim, fazendo os balanços das economias idólatras, as grandes economias mundiais que sacrificam o homem aos pés do ídolo de dinheiro, obviamente se curam.”

O Papa não parece acreditar que se possa escolher entre viver e morrer para realizar um sonho político ou religioso. O que moveria a História seriam os interesses econômicos, que antes eram os da burguesia contra o proletariado, e hoje são os das multinacionais e dos países capitalistas contra “os pobres da terra”.

A esta visão dos acontecimentos, que provém diretamente do economicismo marxista, contrapõe-se atualmente a geopolítica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente da Federação Russa, Vladimir Putin. Trump e Putin redescobriram os interesses nacionais dos seus respectivos países, e no tabuleiro do Oriente Médio travam uma dura partida no jogo diplomático e midiático, não excluindo transpô-la para o plano militar. O Islã agita por sua vez o espectro da guerra religiosa no mundo.

Quais são as palavras que, na véspera da Santa Páscoa, os fiéis esperam do Chefe da Igreja Católica? Esperamos ouvi-lo dizer que as verdadeiras causas das guerras não são nem de ordem econômica, nem de ordem política, mas acima de tudo de ordem religiosa e moral. Que as guerras têm suas origens mais profundas nos corações dos homens e sua raiz última no pecado. Que foi para redimir o mundo do pecado que Jesus Cristo sofreu a sua Paixão, que é agora também a Paixão de uma Igreja perseguida em todo o mundo.

Na oração pela paz que compôs em 8 de setembro de 1914, assim que eclodiu o primeiro conflito mundial, Bento XV exortou a implorar privada e publicamente “a Deus, árbitro e dominador de todas as coisas, para que, lembrando-Se de sua misericórdia, afaste este flagelo da ira com o qual faz justiça pelos pecados dos povos. Imploremos que, nas nossas orações, nos assista e ajude a Virgem Mãe de Deus, cujo felicíssimo nascimento, que celebramos neste mesmo dia, refulja para o transviado gênero humano como aurora da paz, devendo Ela dar à luz Aquele no qual o eterno Pai queria reconciliar todas as coisas ‘ao preço do próprio sangue na cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus’ (Col. 1, 20) “.

É um sonho imaginar que um Papa venha a dirigir à humanidade palavras deste quilate, em uma situação internacional tempestuosa como a que vivemos hoje?

12 Comentários to “É uma guerra de religião.”

  1. Parece que o Papa não sabe que a origem de todos os males do mundo é o pecado e que a Santa Igreja é chamada a repetir o apelo de Jesus: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Só a conversão da humanidade, com a Graça de Deus, e que começa no coração de cada um pode curar esse mundo doente. Os discursos politicamente corretos só podem ajudar a situação a piorar cada vez mais, pois tais discursos se afastam da verdade que é Cristo.

  2. Sim, é um sonho…

  3. L’Osservatore hoje: Intervista al gesuita Henri Boulad Come rispondere alla sfida dell’islam in Egitto http://www.news.va/vaticanresources/pdf/QUO_2017_086_1304.pdf Ele falou do desafio que nos confronta Islam. Ele foi Reitor do Colégio dos Jesuítas no Cairo onde estudaram muitos, muçulmanos e cristãos. No entanto, hoje o mundo parece estar sob ataque pelo mesmo Islam. Mas de qual Islã falamos ? Esse é o ponto. No Alcorão, há versos dos habitantes de Meca e os de Medina. Naqueles escritos em Meca, Maomé tem uma conversa muito aberta sobre o amor, os judeus e os cristãos são nossos amigos, não há compulsão na religião e Deus está perto de nós. A primeira parte da vida de Muhammad, portanto, transmite uma mensagem espiritual de reconciliação e abertura. Quando Muhammad deixou Meca para fundar a Medina, houve uma mudança: de líder espiritual, torna-se um chefe de Estado, militar e político. Hoje, três quartos do Alcorão são os versículos do Medina e são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos. Muçulmanos nos séculos IX e X deram-se conta desta contradição e uniram-se para tentar resolvê-la, o resultado foi que eles tomaram uma decisão agora famosa revoga e revogada: Revogar os versos de Meca. O sufismo foi rejeitado, e bibliotecas inteiras foram queimadas no Egito e África do Norte. Em seguida, deveriam retomar os versos originais que são a fonte e que são precisamente os versos de Meca, mas estes foram revogados. E isso faz com que a religião muçulmana seja uma religião da espada. Muitos observadores e analistas, no entanto, falam de um Islã moderado. O Islã moderado é uma heresia, mas devemos distinguir entre as pessoas e a ideologia, a maioria dos muçulmanos são muito abertos, gentis e moderados. Mas a ideologia apresentada nos livros didáticos é radical. Todas as crianças a cada sexta-feira ouvem o sermão na mesquita que é um incitamento contínuo: aqueles que deixam a religião muçulmana devem ser punidos com a morte, não é preciso cumprimentar uma mulher ou um infiel…Os irmãos muçulmanos e os salafistas, querem esta doutrina. Os muçulmanos moderados não têm voz e o poder está nas mãos daqueles que se dizem interpretar a ortodoxia e a verdade. Quem tem o poder hoje não são os muçulmanos que tomaram Islã que é compatível com a modernidade e com a vida em comunidade, mas os muçulmanos radicais, aqueles que aplicam um interpretação literal, e às vezes instrumental do Alcorão, recusando qualquer diálogo. Mas desta forma negam o trabalho de todos os grandes pensadores muçulmanos, como Avicena e Al Ghazali. Sim, e este é o ponto sensível. Esta reforma que houve na história do Islam foi rejeitada. Prevaleceu o Islã fechado e rígido de Maomé ibn Abd al-Wahhab. A última reforma foi tentada pelo xeque Mahmoud Taha no Sudão, mas em Cartum foi enforcado na praça da cidade, porque ele disse que os versos de Meca tinham de revogar os de Medina. É um problema interno do Islã, que não oferece respostas às perguntas da vida moderna e é confrontado com a necessidade de reformar a si mesmo. O Islam precisaria de um Vaticano II..

    • O Islão é uma grande mentira que nasceu para negar a divindade de Jesus Cristo e a Santíssima trindade, o Islão moderado ou não é uma heresia venenosa. A única reforma que o Islão deve ter é o seu desaparecimento da face da terra, a mentira não tem direitos, muito menos a mentira que impede o homem de aproximar-se do seu único salvador. A ação do ódio islâmico tem crescido porque o único poder que o detinha, a Igreja de Cristo, tem se apagado e os povos outrora católicos se tornaram ateus ou apóstatas, já não têm fé. Sem Deus não haverá paz, o que presenciamos é apenas o principio das dores, os povos hão-de se dar conta desta verdade mas será tarde demais, muitos hão-de de morrer e pagar pela sua revolta contra Deus.

  4. “É um sonho imaginar que um Papa venha a dirigir à humanidade palavras deste quilate…?” Sim é um sonho pedir tais palavras a quem já não tem fé em Cristo e na sua Igreja, mas numa utopia já muitas vezes excomungada, que pretende criar o paraíso na terra à custa da apostaria, da exclusão de Deus colocando o homem no lugar de Deus.
    A culpa é “daqueles que fabricam e traficam as armas” sim pois ….e aqueles que matam utilizando os seus veículos para cima das multidões em nome de Alá, ou aqueles que fazem bombas artesanais, depois de lerem as instruções num site muçulmano de “como matar infiéis” e vão para dentro das igrejas rebentarem-se???
    Sim, a culpa só pode ser daqueles que traficam as armas e os problemas resolvem-se reduzindo os males do mundo a uns quantos bodes expiatórios sem face, porque assim é mais fácil agradar todos. Enquanto isso a Verdade, Cristo e o sue sumo sacrifício ficam esquecidos e apenas tirados da cartola em momentos especiais, quando se fala com Católicos mais tradicionais e em privado. Sim porque isto de agradar a todos tem as suas dificuldades por vezes é necessário falar em Cristo e isso provoca enjoou…

  5. Sinceramente, eu acho que Francisco corre um especial risco de vida nessa sua visita ao Egito… Seria a glória das glórias para qualquer fanático islâmico matá-lo; e ele estará adentrando justo no covil dos escravos de Maomé. E sabemos que, por tudo que Francisco tem feito, a Providência Divina talvez não tenha lá muitos motivos para protegê-lo do perigo a que ele mesmo vai voluntariamente se expor – e se expor tão só para pregar uma “paz” naturalista e maçônica…

  6. Há, desde o início, uma inimizade profunda, irreconciliável, permanente. Opõe os maus contra os bons. É um ódio divino. Deus disse à serpente no paraíso de Adão: “Porei inimizades entre ti e a mulher, e entre a tua posteridade e a posteridade dela. Ela te pisará a cabeça, e tu armarás ciladas ao seu calcanhar” (Gn. III, 15).
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    O intento de estabelecer o califado universal vem desde o início do Islã, portanto, desde o século VII. Eles não vão descansar enquanto não dominarem o mundo e tornarem seus escravos os cristãos.
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    O maior favorecedor da invasão islâmica na Europa é o Papa Francisco. Isto é público e notório. Não deu absolutamente mostras de desejar a conversão desses infiéis. Pelo contrário, permitiu orações islâmicas nos jardins do Vaticano e o intento de hegemonia universal foi ali proclamado por eles. Essa política vaticana de favorecimento da entrada de muçulmanos na Europa é uma gravíssima ameaça ao Cristianismo e é lícito aos católicos oporem-se decididamente a ela. Aliás, é um direito e um dever de consciência dos leigos católicos.
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    Ademais, a estátua de Lutero foi colocada ao lado da cadeira papal meses atrás na grande sala de audiências vaticana. E os hereges anglicanos celebraram um ofício religioso dentro da basílica do Vaticano sobre o túmulo de São Pedro. A fumaça negra do ecumenismo malsão está intoxicando as almas.
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    O triunfo da Cruz é o triunfo de Cristo, a paz de Cristo no Reino de Cristo aqui na terra. Este é o sentido profundo da Páscoa cristã: a vitória sobre o pecado. Maria Santíssima pisará a cabeça da serpente e a meia-lua islâmica ficará esmagada debaixo de seu calcanhar. O triunfo do Sapiencial e Imaculado Coração de Maria sobre os erros e heresias do mundo moderno – o comunismo e o socialismo, o Islã, o liberalismo, o modernismo e o progressismo – prometido em Fátima, cujo centenário neste ano comemoramos, pode ser predito e proclamado numa singela invocação: “Maria vincit, Maria regnat, Maria imperat”. Desse modo Cristo vencerá o pecado em nossa época.

  7. O Ocidente necessita acordar de um sono profundo em se imergiu e que lhe poderá ser letal, não pode ficar em cima do muro, como se o resultado desta historia mal contada de que o Islã seja religião de paz; para começar, islamismo e diabolismo se mesclam e como todas as religiões pagãs, promete sexo após a morte!
    Islã significa submissão e, à realidade, é uma ideologia totalitarista do mesmo estilo dos ultra opressores e sanguinolentos comunonazifascistas que não toleram nem dissidentes, menos ainda a existencia de desafetos externos!
    Se acaso o Ocidente titubear frente às suas investidas inclementes, não os combater a ferro-e-fogo e ceder às suas demonstrações de força, dessa forma os jihadistas ganharem a parada, o resto do mundo vai pagar um preço inimaginável, pois todos fora dessa “religião” são considerados seres inferiores e serão escravizados!
    Os ataques terroristas em Nova Iorque, Londres, Madri, Paris e muitos outros locais que virão são apenas o prelúdio daquilo que está por vir de forma mais abrangente, ostensiva, sem véus – basta que não se queira ver, como procedem os líderes ocidentais – embora sejam os das esquerdas, aliados de momento, casos França-Hollande, Brasil-PT e mais PCs, Merkel-Alemanha etc., e todos que compartilham com elas, incluindo-se eleitores por detrás, elegendo os comunistas, acabam por avalizarem e incrementarem o Islã, que profundamente nos odeia!
    Os atos violentos cometidos em nome do Islã de alguma maneira poderiam ser desvinculados da suposta religião em si, tendo em conta que o atrevido Estado Islãmico já relatou sem rodeios ao papa Francisco, ao insistir que o “Islã é religião de paz”, refutou-o com essa afirmação cabal: “Eu te odeio e o Islã não é uma religião de paz”!
    O Islã é religião de paz politicamente correta, aí sim!
    “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alah não encaminha os iníquos” – Alcorão, Suratra 5,51.
    “O castigo, para aqueles que lutam contra Alah e contra o Seu Mensageiro(Maomé) e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo” – Alcorão, Suratra 5,33.
    As crianças desde tenra idade sob uns ensinamentos assim, imaginem! E varias mais nessa mesma direção, do similar conteúdo!

  8. Jesus nos disse: “Aquele que está de pé cuide para que não caia”.
    E como eu tenho visto cair, até mesmo aqui entre nós, muitos…nas mentiras dos muçulmanos.
    É por isso que Jesus também nos recorda que os filhos das trevas são muito mais espertos que os filhos da luz.
    Lembram-se da “foto do dia” com aquele “pobre pai”, Abdul Alyousef, que teria perdido dois filhos, mulher, irmãos e sobrinhos em ataque químico?
    Pois é, o pobrezinho é um terrorista da Al Qaeda e suspeita-se que as crianças mostradas nas fotos foram mortas pelos próprios terroristas para provocar o bombardeio contra Assad. Muitas crianças foram depois encontradas com ferimentos de tiros e até cortes no pescoço.

    O que está ocorrendo na Síria é muito mais do que uma guerra de religião.
    Israel não quer o Hezbollah em suas fronteiras, os Xiitas iranianos do Hezbollah depois de terem dominado o Líbano querem fincar trincheira na Síria pra desafiar Israel.
    Os grupos rebeldes sunitas da Al Qaeda se uniram ao wahbita ISIS porque querem tirar Assad pra instaurar o Califado Islâmico no país, regido pela Sharia.
    A comunista Russia ( que ainda não se converteu) tem interesse em ter bases militares na região com saída para o mar Mediterrâneo.
    Os países do Golfo Árabe querem dominar o território pra passar um oleoduto e USA, como a Babilônia moderna, propagador de toda sorte de iniquidades, quer ajudá-los na empreitada.
    No meio de todos esses leões, está uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo! O Cristianismo chegou até nós passando pela casa de Ananias em Damasco, onde o Apóstolo Paulo foi batizado e as escamas lhes cairam dos olhos.
    Maalula, um pequeno povoado cristão ao norte de Damasco (Síria) é considerado um dos três últimos lugares do mundo onde ainda se fala aramaico, o idioma de Cristo.
    É necessário recordar a todos que a Síria deu à Igreja Católica quatro Papas e imperadores ao Império Romano. Isso pra não mencionar grandes santos como Santo Inácio de Antioquia, Santo Efrem, São João Damasceno, São João Crisostomo, São Cosme e Damião…etc!
    Se a Síria cair nas mãos de qualquer um desses grupos xiita, sunita ou whabiita, preparem-se para ver o maior genocídio Cristão dos últimos tempos.
    Estamos vivendo tempos apocalípticos em que Gog e Magog, representados por todas essas nações hostis a Deus, estão se reunindo perto de Israel para fazer cumprir aquela mesma profecia de Isaías que se repete no livro do Apocalipse:
    …Mas, por que essa cor vermelha do teu traje? Por que as tuas vestes se parecem com as de alguém que tenha pisado a uva no lagar? “Eu sozinho pisei no lagar e ninguém dentre todos os povos esteve comigo. Eu as pisoteei na minha ira; movido por toda a indignação que senti Eu as esmaguei; e o sangue delas respingou na minha roupa, e as minhas vestes ficaram tingidas. Em verdade, havia decidido pelo Dia da Vingança, alimentei-o em meu coração, e chegou o Ano da minha Redenção.…(Isaías 63)
    “E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice aguda, dizendo: Lança a tua foice aguda, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras.
    E o anjo lançou a sua foice à terra e vindimou as uvas da vinha da terra, e atirou-as no grande lagar da ira de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios”.
    (Apocalipse 14:18)

    • Gercione,

      Foram 6 Papas sírios, não 4.
      Em Antioquia da Síria, tivemos a primeira e a mais antiga igreja particular da Igreja Católica.
      Ninguém menos que São Pedro foi o seu primeiro patriarca, antes de dirigir-se a Roma.
      São Maroun, pai da Igreja Maronita é também sírio.
      Na Síria, no complexo de Nossa Senhora de Saydnaya, é guardado o primeiro ícone mariano, escrito (um ícone é sempre escrito, nunca “pintado”) por São Lucas, Evangelista.

      E há um infinito a ser relembrado… Mas tudo sob ameaça do quebvocê já descreveu.

  9. O islã e o comunismo foram as ideologias que mais mataram na história da humanidade. O islã praticou a escravidão por mil e trezentos anos, foram milhões de africanos em número muito superior a escravidão no ocidente. Não só escravizavam como castravam os homens para trabalhar nos haréns e as mulheres como escravas sexuais. Escravizavam também os europeus, já que qualquer não muçulmano poderia ser escravizado. A escravidão só foi abolida na Arábia Saudita em 1962!!!

  10. Sem duvida que os acontecimentos, no Líbano, Egito Israel, Iraque, Irão… e agora na Síria e talvez depois Turquia,são peças importantes no grande quebra cabeças dos Fins dos Tempos culminando com a Volta Gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo,Justo Juiz e Dominador do Mundo.
    É bom lembrar que a Síria,alem de fazer parte da vida de muitos santos,foi,no século XX e até então um país onde se podia com tranqüilidade praticar o cristianismo,sobretudo o catolicismo.Não obstante a família Al Saad ter uma postura ditatorial,mesmo assim era e é o melhor para a Síria,ou seja,um mal necessário,porque estes países citados estão cercados de milícias islâmicas corroborados pelos governos islâmicos”legais”,é o caso do diabólico ISIS que de estado não tem nada!
    Hoje a OTAN e os Estados Unidos da America quase não falam ou nunca intervém em países como Arabia Saudita e Emirados Árabes Unidos,estes de leis rijadistas,haja vista que não existem igrejas católicas bestas localidades porque os poucos “loucos”cristãos que lá existem rezem em suas casas e em silencio com medo do governo,vizinhos e até parentes. Já tive uma colega que morou anos na Arábia Saudita. Infelizmente menos de 10% da população da Síria, Iraque, Líbano é até Israel é de cristãos.
    Acredito que a Terceira Grande Guerra partira desta parte do Globo.Eles chegaram talvez na terra mais abençoada e amada do mundo por Deus,depois de Israel,-onde a Bíblia nos narra duas das conversões mais espetaculares de todos os tempos,do general Naamã e de São Paulo,onde também caiu muitas gotas de sangue dos mártires fundadores da Santa Igreja,e mais do isto,Jesus Cristo andou muito pela Síria,bem como São Paulo.É na Síria que comprimir-se-ão algumas profecias dos livros dos santos profetas Isais e Jeremias,sobretudo.
    kyrie eleson