Cardeal Burke: Papa não me concedeu audiência.

Por LifeSiteNews, Roma, 11 de abril, 2017 | Tradução: FratresInUnum.com – O Cardeal Raymond Burke revelou em uma nova entrevista que ele solicitou uma audiência com o Papa Francisco, mas até agora não obteve resposta.

Cardeal Burke também reiterou que o Papa Francisco efetivamente o removeu de qualquer ato de governo na Soberana Ordem Militar de Malta, permanecendo, no entanto, como seu patrono.

O cardeal americano conhecido por sua ortodoxia abordou vários outros temas durante a longa entrevista com Gabriel Ariza, da InfoVaticana. Ele disse que os comentários feitos por parte do novo Superior dos Jesuítas lançam dúvidas sobre a validade das palavras de Cristo sobre o casamento e devem ser corrigidos. Cardeal Burke prosseguiu dizendo que o recente convite e pública recepção a um chefe de estado e seu parceiro homossexual também jamais deveria ter ocorrido.

Cardeal Burke:

À espera de uma palavra do Papa Francisco 

Exceto por ter cumprimentado o Papa Francisco em uma reunião do Colégio dos Cardeais e da Cúria Romana por ocasião do Natal, o Cardeal Burke disse que desde novembro não voltou a falar com o papa. Ariza, então, esclareceu que cardeal pediu ao Papa uma audiência.

“Mas eu não falei com ele, e ele não me concedeu uma audiência”, disse o Cardeal Burke. “Então, eu não sei o que ele está pensando.”

Alguns consideram as ações do papa contra o Cardeal Burke, relacionadas à controvérsia com os Cavaleiros de Malta, como uma retaliação pelos dubia submetidos a Francisco por causa de seu documento Amoris Laetitia.

Cardeal Burke reafirmou para Ariza que era necessário tornar público os dubia devido à confusão desenfreada na Igreja, sobre pontos essenciais pertinentes às questões morais do mal intrínseco, da reta disposição para receber a Sagrada Comunhão e a indissolubilidade do matrimônio.

Cardeal Burke mencionou que existem outros cardeais que apoiam os dubia, além dos quatro cardeais que os assinaram.

Não está claro se haverá uma correção formal e pública ao Papa Francisco, disse ele. Normalmente, antes de tomar esse passo, os cardeais que lançaram os dubia aproximam-se do papa para lhe dizer pessoalmente que o assunto é tão grave que eles, como líderes da Igreja, devem corrigi-lo.

“E eu confio que o Santo Padre responderá naquele momento,” prosseguiu o Cardeal Burke.

O assunto deve ser abordado com “grande respeito e delicadeza”, disse ele a Ariza. “E eu não quero sugerir uma data que de qualquer forma afetaria negativamente o modo de se lidar com o assunto ou que demonstrasse desrespeito pelas partes envolvidas.”

Problemas com os Cavaleiros de Malta

Ao ser indagado por Ariza sobre a natureza de seu papel junto aos Cavaleiros de Malta, após o Papa Francisco ter nomeado o arcebispo Giovanni Angelo Becciu como delegado especial do Vaticano para a Ordem em fevereiro, o Cardeal Burke respondeu: “Eu não tenho nenhum papel no momento. Eu tenho um título, mas não tenho nenhuma função”.

O jornalista primeiramente havia perguntado ao cardeal se a crise na Ordem de Malta havia acabado. Cardeal Burke disse que era uma pergunta difícil de responder.

“No momento, estou completamente removido de qualquer envolvimento com a Ordem de Malta”, disse. “Se por um lado eu mantenho o título de Cardeal Patrono, por outro lado o papa deixou claro que a única pessoa que pode tratar das questões da Ordem de Malta em nome do Santo Padre é o arcebispo Becciu. Então, eu não sei. “

A mais antiga ordem de cavalaria do mundo tornou-se o centro de turbulência durante os últimos meses envolvendo a  identidade e soberania da Ordem. A controvérsia girou em torno do envolvimento do grão-chanceler Albrecht von Boeselager numa distribuição de preservativos através de uma Obra de caridade da Ordem e subsequente violação de sua promessa de obediência, ao recusar-se a renunciar quando foi solicitado.

Também foram levantadas questões sobre o envolvimento de alguns cavaleiros com a Maçonaria, e um potencial conflito de interesses envolvendo membros de uma comissão do Vaticano nomeada para investigar a Ordem, além de uma grande doação feita aos Cavaleiros de Malta.

Cardeal Burke confirmou na entrevista que o Papa Francisco já havia pedido a ele para expulsar qualquer maçom de dentro dos Cavaleiros de Malta.

No entanto, em um movimento sem precedentes e controverso, o Papa Francisco assumiu a Ordem Soberana, pediu a renúncia do Grão-Mestre e reinstalou Von Boeselager, além de designar um delegado especial, eliminando efetivamente o papel do Cardeal Burke como Patrono.

Alguma coisa não está certa.

Cardeal Burke disse a Ariza que, no tocante à desordem dentro dos Cavaleiros de Malta, alguns pontos específicos precisam ser esclarecidos.

“Porque qualquer pessoa com bom senso percebe que há algo muito estranho acontecendo”, disse ele. “Em relação a esta grande doação, uma parte da qual foi deixada à Ordem de Malta, não há conhecimento claro sobre quem é o doador, qual é a natureza exata da doação nem como está sendo administrada, e isso não está certo. Essas coisas têm que ficar claras”.

Cardeal Burke prosseguiu dizendo achar muito estranho que as três pessoas diretamente envolvidas na doação feita à Ordem estivessem no chamado “grupo” que estava investigando a demissão do grão-chanceler e fazendo recomendações para que ele fosse reintegrado.

E “me parece estranho”, o Cardeal Burke sugeriu, “que pouco depois o irmão de Von Boeselager foi nomeado para a Comissão de Controle do Banco do Vaticano”.

“O senhor ficou com as mãos atadas,”  disse Ariza ao Cardeal Burke, o qual o respondeu: “Sim. Eu respeito a ordem do Santo Padre e não tenho nada para fazer na Ordem agora”.

O cardeal mencionou à InfoVaticana que ele não sabia dizer se sua remoção como Cardeal Patrono foi parte de uma crise armada dentro dos Cavaleiros de Malta. “Certamente, uma coisa é clara, e é que o restabelecimento do grão-chanceler era o objetivo principal”, disse ele.

Totalmente incorreto

Cardeal Burke abordou os recentes comentários feitos pelo novo Superior Geral dos Jesuítas, Padre Arturo Sosa Abascal, de que as palavras de Jesus contra o divórcio eram ‘relativas’ e sujeitas a ‘interpretação’.

“Isso é completamente errado”, Cardeal Burke afirmou. “Na verdade, acho incrível que ele possa fazer esse tipo de declarações. Elas também precisam ser corrigidas “.

O chefe dos jesuítas argumentou que as palavras de Cristo “devem ser contextualizadas”, porque “ninguém tinha um gravador para gravar as Suas palavras.” O Cardeal Burke chamou isso de  “irracional”.

“E de pensar que as palavras nos Evangelhos, que são palavras que, depois de séculos de estudos, foram compreendidas como sendo as palavras diretas de Nosso Senhor, agora já não são mais as palavras de Nosso Senhor porque não foram gravadas,” disse ele. “Eu não consigo entender isso.”

“É um erro grave que precisa ser corrigido”, continuou o cardeal, e pela Congregação para a Doutrina da Fé, “órgão do Papa para salvaguardar a verdade da fé e da moral”, ela pode fazer a correção.

A impressão errada

Cardeal Burke também criticou as boas-vindas recentemente dadas pelo Vaticano ao primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, com seu parceiro homossexual por ocasião do 60º aniversário da assinatura do Tratado de Roma.

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Vaticano: Papa Francisco se reúne com primeiro-ministro homossexual do Luxemburgo, Xavier Bettel.

Fotos foram publicadas na mídia mostrando o casal homossexual sendo recepcionado com boas-vindas. Bettel twittou depois: “Foi um grande prazer e honra para mim e Gauthier sermos recebidos pelo líder da Igreja Católica.”

“Eu acho que algo tem que ser feito para resolver a imagem pública que é promovida por tais atos”, disse o Cardeal Burke. “No passado, a Santa Sé, simplesmente, de uma forma muito discreta e respeitosa, recusava-se a permitir uma coisa dessas.”

Tais exibições enviam uma mensagem errada, disse ele.

“Nós temos que retornar ao que era porque ao permitir abertamente esse tipo de coisa, se passa uma impressão muito forte que agora a Santa Sé aprova tais situações”, disse o Cardeal Burke. “Então isso tem que ficar claro.”

Da mesma forma, o cardeal apontou para o fato do Vaticano ter permitido o mais radical promotor do controle populacional Paul Ehrlich de falar em uma conferência sobre extinção biológica. Ehrlich fez uma apresentação em fevereiro a convite do chanceler da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, Dom Marcelo Sanchez Sorondo

Ehrlich é um dos muitos indivíduos convidados oficialmente a se apresentar no Vaticano e que infringem o ensinamento da Igreja. O cardeal disse que esse convite para falar é “um excelente exemplo” da Santa Sé enviando a mensagem errada.

“Eu acho também que os termos para escolher aqueles que são oficialmente convidados para vir e falar em conferências na Santa Sé devem ser claros”, disse o Cardeal Burke. “Eu não entendo como as pessoas que se opõem abertamente à Igreja e seus ensinamentos podem ser convidados para este tipo de conferência.”

15 Comentários to “Cardeal Burke: Papa não me concedeu audiência.”

  1. Evidente que, se D L Burke estivesse de acordo com a exegese adotada pelo papa Francisco, poderia estar no alto pedestal, com todas as honras destinadas a integrantes que comungam com sua docencia doutrinaria, mas ser intransigente com possível perversão dos ensinamentos da Tradição da Igreja e por consequencia da bíblia, não adota posições que eventualmente possam gerar dúvidas!
    *“Eu não entendo como as pessoas que se opõem abertamente à Igreja e seus ensinamentos podem ser convidados para este tipo de conferência.”
    De fato, Sua Eminencia, se lhe é difícil entender o que se passa nos bastidores do Vaticano, imaginemos nós que não estamos dentro do olho do furacão, nunca em contato com altos prelados não complacentes com o relativismo, no entanto, às suas periferias?
    De fato, uns Paul Erlich da vida e similares marginais à Igreja, incluindo-se a fauna dos anárquicos esquerdistas, atuantes em diversos fronts das milicias comunistas pró relativismo, travestidas de movimentos sociais, teríamos ideia acerca dos provaveis intentos deles, citando-se os vermelhos João Pedro Stédile-BR, Juán Grabois AG etc.; incluam-se também renomados inimigos da Igreja tratados amavelmente como se fossem pertencentes a ela, e incensação de suas ações são realmente incompreensíveis!
    Incluam-se nesse pacote de maldades, como relacionados acima, a recepção de “casais” gays, assumidos abortistas etc., ao que tudo indica não teriam se convertido – desinteressariam-se, a situação pareceria ao inverso – e ainda são elogiados, caso da abortista Emma Bonino, além doutros que se comportam como depravados, sendo recepcionados com toda brandura, o supra sumo da corrupção, todos esses muito estimados pela ONU-NOM.
    Se o jornalista Mino Pecorelli estivesse vivo, Pe Arturo Abascal, por ex., bem que poderia um dos seus vanguardistas, pois o que disparatou de flagrante anti cristão tempos atrás à recepção de feministas no Vaticano o colocariam como potencial candidato ao cargo de suposto maçon!
    Teríamos a impressão que realmente nossos piores inimigos estariam mesmo é dentro da Igreja, os mais perigosos por serem dissimulados, embora pelas suas obras gerem os frutos distinguiveis dos demais que nos traduzem confiança, caso de D Burke, D C Cafarra etc.
    “Tempos funestos sobrevirão, nos quais …. aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).
    * N Senhora do Bom Sucesso.

  2. Que horrível a pública – e risonha – recepção do primeiro-ministro homossexual de Luxemburgo por parte de Francisco! Recordo-me de que Pio XII um dia se recusou a receber Mahatma Gandhi – e não exatamente por este não ser católico, mas apenas por o Mahatma se negar a vestir roupas ocidentais (ou mesmo orientais, mas tradicionais) para a recepção. Velhos tempos…

  3. Existe uma regra que estou adotando, e que tem sido infalível: quando vejo Francisco perseguindo ou desautorizando alguém ou alguma entidade da Igreja, é sinal de que algo de bom tem ali. É quase um atestado de boa conduta ser reprovado por Francisco. Ademais, o fato dele estar perseguindo não quer dizer nada do ponto de vista doutrinário, pois nunca houve papado mais caótico na doutrina como esse. Assim, quase que chega a ser uma honra e uma prova de santidade ser rejeitado por Francisco

    • Merece pensar no que v disse no seu comentario e <>, é o caso de pensar que será que houve ameaça de gente da Igreja aos 4 da dubia, quem sabe, hem?

  4. O que me espanta é o silêncio da parte do Cardeal Burke sobre os “Dubia”. Porque não avançou? Será que não tem coragem? Sujeitou-se? O que levou a que a “Dubia” ficasse no baú do esquecimento?

    • Baú do esquecimento? É preciso ter calma.
      Já foi muito terem tornado as dubia públicas e ninguém sabe exatamente quando nem como a tal “correção formal” se dará. Pode até já ter acontecido em privado e nós não sabermos. Pode vir na forma de um livro a ser publicado após a morte de Francisco ou numa simples nota à imprensa que nem mesmo mencione o nome do Pontífice.

  5. Realmente, se não fossem as profecias de Nosso Senhor, Nossa Senhora e de vários santos, seria inacreditável o que está acontecendo atualmente na Igreja. Os que querem ser católicos estão sendo perseguidos violentamento pelo politicamente correto, maçonaria, nova ordem mundial, esquerdismo, feminismo, gayzismo, falsos ecumenistas, falsos ecologistas, etc. Mas o pequeno grupo fiel à Cristo e sua Igreja jamais será vencido!

  6. Bergoglio é o fruto perfeito e acabado dos falsos princípios do sínodo cismático e herético que eles chamam “Concílio Vaticano Dóis”, sendo os conservadores os principais culpados por essa calamidade haver corrompido e apodrecido os ambientes católicos. E hão de arder no inferno se não se arrependerem da traição.

    • Cuidado com o juízo temerário sr. PW. Não cabe ao sr. dizer quem vai ou não para o inferno. O que os “conservadores” tem a ver com isso? Ou melhor: a quais “conservadores” o sr. se refere?

    • Sr. Carlos,
      Uma leitura minimamente atenta do meu comentário teria poupado o sr. do papel de leitor desatento e desavisado. De fato, escrevi o seguinte: “E hão de arder no inferno SE não se arrependerem da traição.” A sentença é condicional (dispenso-me de explicar o que isso quer dizer).
      Quanto aos “conservadores”, digo que são, tanto os clérigos como os leigos, figuras que pensam manter a Igreja mediante a conservação de aspectos meramente externos da Religião. Uma casca de Religião, sem miolo e sem doutrina, um castelinho de cartas, quase uma casa de boneca, que foi logo pisoteada e desbaratada pela trupe de hereges grosseiros que subiu ao poder com Jorge Bergoglio. Os conservadores estão, hoje, mais perdidos perdidos e inócuos que nunca.
      Um conservador, por exemplo, é aquele clérigo, sempre de clergyman, que até celebra com certa dignidade uma Missa segundo o “rito Paulo VI” (inventado por Monsenhor Bugnini e meia dúzia de pastores protestantes), mas meia hora depois estánum encontro ecumênico escondendo (!) a divindade de Cristo diante de judeus e maometanos.
      Não faz tanto tempo, alguns bispos talvez “conservadores” – Orani Tempesta, Fernando Riffan – participaram de um “ato ecumênico” com direito a um fotográfico despacho de macumba à beira rio. Estavam todos sorridentes na foto.
      Conservador também era o Bispo Eugênio Sales, que, anualmente, celebrava Missa nas instalações do periódico “O Globo” em presença de seu anfitrião, Sr. Roberto Marinho, cuja Emissora de TV, entretanto, promovia a mais feroz guerra contra a família brasileira mercê do vômito de suas “novelas” cheias de adultérios, bandalheira e sexo livre.
      Quer mais exemplos de conservadores? São tantos…! Sugiro um parlatório com Madre Francisca Enrolanda (Cambucy).
      Last but not least, resta lembrar que os conservadores costumam manter um poodle de laçarote e gravatinha como animal de estimação.

  7. Pobre Companhia de Jesus! ter um Superior Geral que acredita mais num gravador do que no Espírito Sento; ter um filho papa que, gentil e sorridente, recebe no Vaticano, comunistas e homossexuais; e, no entanto, se recusa receber em audiência um Cardeal que conserva e ensina a Doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    • Imagine Pe Elcio, quanto escãndalo, colocação de confusão e em dúvidas tantos católicos por causa de posições muito absurdas de padres de alto nível, na maior cara dura, como Pe Arturo e mais de dentro do Vaticano, como o sr descreveu, dando trelas a tudo quanto são maus elementos e deixando os bons de fora.
      Será que esse padre não é de alguma seita despistado dentro da Igreja católica, algum da TL? Ele é amigo do Maduro, leva jeito!
      Para mais tumulto, o escândalo atual pode atingir a milhões num só dia e em meses seguidos, quantas dezenas de milhões podem ter o que restava da pouca fé sendo apagada, não é?
      Padres como o sr estão cada vez mais raros, pois desde que o papa Francisco entrou, nunca ouvi nas pregações nem um nada a respeito de tudo estranho que tem acontecido, são favoraveis a ele em 100%, mas a lista de ações estranhas estariam extensas!

  8. A questão Bergoglio é extremamente complexa. Porém, uma questão é singela. A sua conduta precisa ser modelar. Receber o casal gay porque um deles é primeiro-ministro (e por ironia eu disse aqui qual dos dois teve que usar o véu), bem como ter dito quem era ele para julgar aquele que deseja casar com outro do mesmo sexo, é promoção do mau exemplo. Como dizem os suíços o conselho é colina e o exemplo é montanha. Essas posições dele, principalmente pelo seu cargo, podem jogar muitos na perdição. Eu mesmo já ouvi uma pessoa dizer que certo ato não era censurável porque até o papa disse quem era ele para julgar. Aliás, essa frase ficou muito famosa mesmo no âmbito dos católicos periféricos.

  9. Pobre Esposa de Cristo! O Calvário voltou a estar presente nos dias de hoje. Com mais este escândalo do Papa Francisco. O nosso Divino Salvador, está novamente flagelado pelos ímpios do século XXI. Estes “judas” de hoje, estão dando bofetadas na face Imaculada amado Jesus. Hoje, não são os inimigos de fora que apunhalam o coração da Santa Igreja. São judas que penetraram no Templo Sagrado, para melhor ferir de dentro, o seu Mestre. Outrora, o Vigário de Cristo; era o defensor com toda têmpera, de todas as verdades católicas da Santa Igreja. Hoje com o coração partido de dor; com os olhos cheios de lágrimas, nós somos obrigado a gritar bem alto. Não! Santo Padre, não ofenda mais o nosso Divino Mestre. A sua morte, aproxima a passos largos. Em breve terá que comparecer diante Deste Juiz. Com suas mãos manchadas de tantos escândalos. O Juiz dirá: presta conta da tua administração. E agora?… O que o senhor responderá? Vamos fazer a nossa parte: dobrar os joelhos no chão, para reparar os nossos pecados; e de todos os membros da hierarquia.
    JOELSON RIBEIRO RAMOS.