Academia para a Vida: clientelismo no Vaticano.

Publicada ontem a lista dos 45 novos membros ordinários da Academia Pontifícia para a Vida, além de cinco membros honorários.

Por Lorenzo Bertocchi, La Nuova Bussola Quotidiana, 14 de junho de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com: Instituída por João Paulo II em 11 de Fevereiro de 1994, a Academia tem como objetivo a “promoção e defesa da vida, sobretudo na relação direta que tem com a moral cristã e as diretrizes do Magistério da Igreja.” Desde agosto de 2016, o presidente nomeado pelo Papa Francisco passou a ser Dom Vincenzo Paglia, ex-presidente do antigo Conselho Pontifício para a Família, que foi agora incorporado ao novo Dicastério para os leigos, família e vida pelo cardeal americano Kevin Farrel.

Dom Paglia, ao mesmo tempo, tornou-se também chanceler do Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família, uma outra criação do papa polonês, que visa a defesa e promoção da família segundo o plano de Deus. No documento que nomeia Paglia para o duplo papel, o Papa deu as diretrizes para o desenvolvimento dessas instituições importantes, “Desde o Concílio Vaticano II até hoje, o Magistério da Igreja sobre essas questões se desenvolveu de uma maneira ampla e aprofundada. E o recente Sínodo sobre a Família, com a Exortação Apostólica Amoris Laetitia, expandiu e aprofundou ainda mais o seu conteúdo. É minha intenção que o Institutos colocados agora sob sua orientação se empenhem de maneira renovada no aprofundamento e  na divulgação do Magistério, confrontando-os com os desafios da cultura contemporânea”.

Amoris Laetitia, novo paradigma

A Pontifícia para a Vida foi, sem dúvida, a instrução da Doutrina da Fé Donum Vitae, publicada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, em 1987. Juntamente com a famosa encíclica Humane Vitae do Beato Paulo VI, a instrução coloca uma base muito sólida na defesa da vida e do autêntico amor humano. Hoje, o ponto de referência principal passou a ser Amoris Laetitia, com sua mudança de foco pastoral que muitos percebem como uma verdadeira mudança de paradigma na teologia moral, e por isso capaz de “reformar” muitas abordagens que derivam do magistério anterior. Não sabemos se a nomeação de novos membros ordinários levaram em conta essa interpretação de renovação, mas certamente nos oferecem diferentes perspectivas para reflexão.

Os demitidos

Luke Gormally (Inglaterra), Josef Maria Seifert (Áustria) e John Finnis (EUA), são três nomes que desapareceram da lista de membros da Pontifícia Academia e todos os três eram críticos abertos de algumas passagens da exortação Amoris Laetitia. A mesma sorte tiveram dois ativistas pró-vida conhecidos internacionalmente, Maria de Mercedes Arzu de Wilson e Christine De Marcellus Vollmer, que estão entre os primeiros membros da Academia diretamente nomeadas por João Paulo II e também críticas de certas posições de Francisco sobre a Vida e Família.

Chama a atenção também a  exclusão de Thomas William Hilgers (EUA), ginecologista conhecido especialmente por seus estudos sobre métodos naturais de contracepção. Sua exclusão, pelo que tudo indica, é um duro golpe para a encíclica Humanae Vitae e a Instrução Donum Vitae, visto que ele sempre foi fidelíssimo ao Magistério e um duro adversário contra a contracepção e fecundação assistida.

Outros excluídos são Philippe Schepens (Bélgica), figura bem conhecida entre os médicos católicos de seu país e da Europa por sua defesa apaixonada da ética médica hipocrática; Jaroslav Sturma (República Checa), psicólogo e psicoterapeuta, o único até agora, juntamente com o alemão Manfred Lütz (esse sim reconfirmado como membro ordinário), representante dessas disciplinas entre os Ordinários da Academia, excluído provavelmente porque se alinha o mais próximo possível de psicólogos e psicoterapeutas que consideram a homossexualidade um transtorno mental-emocional e são contrários às teorias de gênero e LGBT. Excluídos também foram os dois italianos, Domenico Di Virgilio e Gianluigi Gigli.

Os confirmados

Francesco D’Agostino (Presidente Honorário do Comitê de Bioética), Adriano Pessina (Diretor do Centro de Bioética da Universidade Católica), John Haas (presidente do Centro de Bioética da National Catholic US), ligado à poderosa Conferência Episcopal dos EUA e amigo do Cardeal Farrell, Mons. Angel Rodriguez Luno (Professor de teologia moral na Universidade Pontifícia da Santa Cruz e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, o qual é muito escutado pelo cardeal Mueller), Carl Albert Anderson (EUA, Presidente dos Cavaleiros de Colombo, que até agora têm generosamente financiado tanto a  Academia como o Pontifício Instituto João Paulo II), Jean-Marie Le Mene (Francês, presidente da Fundação Jérôme Lejeune, que cuida da difusão do pensamento e obras do primeiro presidente da Academia, cuja causa de beatificação foi aberta); Mons. Daniel Nlandu Mayi (Congo) bispo e presidente do Serviço de Educação Central para a Vida do Congo.

Trata-se, em quase todos estes casos, de personalidades que têm posições, por assim dizer, “clássicas” no campo da teologia moral, mas também são “figuras muito diplomáticas”, que dificilmente serão capazes de se posicionar abertamente contra a corrente.

Duas confirmações de outro perfil e sã doutrina são, certamente, os holandeses Cardeal Willem Jacobus Eijk e o Arcebispo Australiano de Sidney Dom Anthony Colin Fisher. Teremos que descobrir como eles vão se comportar neste novo contexto.

Novidades

A primeira inovação importante é a entrada de Angelo Vescovi, que tem um ótimo relacionamento com Dom Paglia. O biólogo e farmacologista italiano é o diretor científico da Casa Alívio do Sofrimento em San Giovanni Rotondo (cargo para o qual o próprio Paglia não economizou palavras). Ele se ocupa, em particular, da pesquisa com células-tronco adultas, mas, de acordo com os especialistas em publicações da área, ele jamais se expressou contra as pesquisas com células tronco embrionárias feitas por seus colegas. Alguns anos atrás, chegou mesmo a estar envolvido em um incidente macabro que ocorreu na Universidade Bicocca de Milão. No laboratório do qual ele era responsável, foi encontrado um feto humano morto com idade aparente de 4-5 meses. Ele falou de “sabotagem” e não houve consequências penais.

Nova nomeação é também a do filósofo americano Nigel Biggar, EUA. De acordo com relatórios do Catholic Herald, em um diálogo com Peter Singer, em 2011, sobre o aborto, ele disse que “não está claro se o feto humano é o mesmo tipo de coisa que um adulto. Torna-se então uma questão de onde vamos traçar a linha”.

Existe ainda a nomeação de não-católicos, como o japonês Shinya Yamanaka, Professor e Diretor do Centro de Pesquisa e Aplicação de células-tronco da Universidade de Kyoto, Prêmio Nobel de Medicina de 2012; o Professor Judeu Avraham Steinberg (Israel, Diretor de Ética da Medicina no Centro Médico Shaare Zedek, em Jerusalém, Diretor do Conselho Editorial da Enciclopédia talmúdica) e o Árabe Tunisiano Professor Mohamed Haddad, professor de Civilizações árabes e Religiões Comparadas junto ao Instituto Superior de Línguistica da Univerisade de Cartago, na Tunísia.

Em geral, o que saem das conversas dos salões sagrados é que os novos filósofos e teólogos moralistas recém-nomeados são mais relativistas sobre questões como a contracepção, a fertilização in vitro, orientação sexual, eutanásia passiva e outras questões delicadas. Por exemplo, o professor italiano, padre Maurizio Chiodi, Professor de Teologia Moral Fundamental no Instituto Superior de Ciências Religiosas, em Bergamo, e na Faculdade Teológica do norte da Itália, em Milão, em suas palestras e conferências nunca escondeu críticas a muitos aspectos do ensinamento da Humanae vitae e da Donum vitae, e também contra alguns parágrafos da Evangelium vitae.

Os membros honorários

Eles são Cardeal Carlo Caffara, o espanhol Monsenhor Carrasco de Paula e o Cardeal Elio Sgreccia, presidentes eméritos da Pontifícia Academia, a Senhora Birthe Lejuene, viúva do primeiro presidente da Academia Pontifícia para a Vida, o Servo de Deus Jérôme Lejeune, e Juan de Dios Vial Correa, Magnífico Reitor emérito da Pontifícia Universidade Católica de Santiago de Chile (Chile).

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14 Comentários to “Academia para a Vida: clientelismo no Vaticano.”

  1. Fazendo abstração do amplo espectro de heresias que esse relaxamento da moral tradicional implica, gostaria apenas de ressaltar a perfeita inutilidade pastoral desse procedimento. Se o que os clérigos da religião do Vaticano II pretendem é atrair pessoas para a frequência de seus serviços religiosos, o simples fato de pregarem uma moral “light” não vai garantir a presença de ninguém nos seus cultos – salvo a daqueles que temporariamente ainda existem para ir lá: as velhinhas, que não entendem nada, e cujo passatempo é a religião. Ora, de todas as pessoas que eu conheço, raríssimas vão à igreja, e não porque lá se pregue ou se deixe de pregar seja lá o que for, mas simplesmente porque há coisas muito mais agradáveis ou financeiramente úteis a fazer do que perder tempo com as chatices religiosas. Esse é o espírito do mundo. Francamente, será que os modernistas acham que as novas gerações vão trocar as diversões do mundo pela ida a missas (ainda que ‘novas’), só porque lá se defende uma moral imoral? Com a destruição da moral tradicional, só o que os modernistas conseguirão é tornar a religião do Vaticano II mais fútil ainda, mesmo aos olhos dos mundanos. “Fútil” é o adjetivo que se aplica a coisas tão desnecessárias que chega a ser ridículo e desprezível perder tempo com elas – eis a neo-igreja-católica…

    • Comentário lúcido e inteligente. Ninguém quer sair de casa pra ouvir besteirol e mimimi de gente de fala mansa e boca mole que, afinal, nem sabe o que veio fazer no mundo.
      Não espanta que tantos desses (des)animadores de auditório façam as malas ou se enforquem sem dizer adeus ao “bispo”.
      Ou o cristianismo reafirma sua identidade, e larga a mão do baal Iluminista que o considera a causa de todos os males do mundo, ou é melhor fechar as portas desde já para não continuar enganando às velhinhas e aos incautos.
      Somente os esquizofrênicos renunciam à sua identidade por não saberem quem são ou se pensarem outros. E p que corrói o cristianismo por dentro é esse descolamento entre sua real identidade e os múltiplos projetos de mundanismo encapados por uma lidarença inepta e derrotista.
      Bento XVI indicou o caminho.Reafirmar nossa identidade em todos os setores, algo bem diferente desse flagelo de Deus chamado Jorge Bergoglio.

  2. O que se nota no cenario internacional é que a midia globalista emudeceu praticamente ao todo em críticas ao Vaticano após a saída do papa Bento XVI e, quando as esquerdas e associados silenciam, ao menos não estão sendo contestados, podendo agirem sem grandes estorvos, pois as suas agendas estão sendo, nem que seja mais devagar, implantadas.
    Todos os planos desses relativistas têm tido apoio desde diversos dentro do Vaticano, como do cardeal D Maradiaga, D Walter Kasper etc., do Pe Arturo Abascal, sacerdote-chave na Igreja, proferindo heresias à revelia sem ser reprovado pelo papa Frnacisco, assim como outros similares noutros segmentos eclesiásticos, tão caros às esquerdas, por sinal cada vez mais patentes e agressivas, cada qual contribuindo com seu bocado de alienação e relativismo na perversão dos católicos!
    As trocas confirmariam a tendencia atual de afastarem cada vez mais os eclesiásticos e eventuais leigos tradicionais por adoção de liberais, os quais compartilham com os planos globalistas da ONU-NOM, sendo seus apoiadores comparsas de suas eventuais más obras.
    Será necessario aguardar um certo tempo para ver quais serão primeiros passos desses, se na adoção do progressismo anti cristão ou volta ao tradicional da Igreja, embora naquela direção seja o indicativo; aguardemos as primeiras medidas.
    NB: continuemos a rezar pela nossa anti relativismo Gercione!

  3. O tom deveria ser outro. Ou se adaptassem ou seriam excluídos. Resisti de todas as formas, sofrendo a imposição de silêncio por parte dos adversários (que simplesmente passaram a ignorar a existência da Associação, agindo como se ela simplesmente não existisse), com boicotes ao nosso trabalho no Congresso Nacional, e muito mais. Mas não renunciei ao meu mandato, que devo entregar brevemente. Trabalharei até o último dia para fazer avançar a PEC pela Vida no Congresso Nacional, para honrar o compromisso assumido, apesar de tantas dores e dissabores.

  4. Quando o querido amigo Prof. Humberto leal Vieira [ https://fratresinunum.com/2015/09/26/saudade-e-gratidao/ ] me chamou para assumir a Presidência da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, em agosto de 2015 [ http://misericordia.org.br/6204/ ], e não pensei que viriam tantas dificuldades para fazer valer a missão evangelizadora, com obstáculos inclusive de próprios grupos pró-vida do Brasil (omissos diante do avanço do relativismo até mesmo dentro da PAV), tudo fizeram para liquidar a minha atuação como leigo católico, buscando manter-se fiel à sã doutrina católica. Estive com o Presidente da PAV, em outubro de 2015, durante o controverso Sínodo da Família, e lá mesmo na Via della Conciliazione, depois de conversar com o pessoal, já sabia que viriam mudanças, e seriam excluídos os que insistissem com ênfase no apelo feito pela Evangelium Vitae, em priorizar a defesa da vida e da família, em conformidade com a sã doutrina moral e social da Igreja. O tom deveria ser outro. Ou se adaptassem ou seriam excluídos. Resisti de todas as formas, sofrendo a imposição de silêncio por parte dos adversários (que simplesmente ignorar a existências da Associação, agindo com ela simplesmente não existisse), boicotes no nosso trabalho no Congresso Nacional, e muito mais. Mas não renunciei ao meu mandato, que devo entregar brevemente. Trabalharei até o último dia para fazer avançar a PEC pela Vida no Congresso Nacional, para honrar o compromisso assumido, apesar de tantas dores e dissabores.

    • Professor Hermes, o senhor com certeza acumulou, acumula e continuará acumulando tesouros no Céu. Estamos numa fase extremamente crítica da Igreja, onde os bons parecem não ter valor algum. Porém, a recordação da Paixão de Nosso Senhor é o antídoto para nos entusiasmar perante a crise que assola o Corpo Místico de Cristo.

  5. Seríssimo! Flexibilização com aborto, embriões, eutanásia e o diabo a quatro… O tempo dirá se os não Arautos tem razão… Ou melhor, já está dizendo.

  6. Vamos falar o português claro: a nomeação de um abortista para este painel é obra do DIABO. A mentira publicada no twitter de que todos eles são fiéis aos ensinamentos da Igreja sobre a santidade da vida é outra mentira do DIABO. Sem mais.

  7. E depois tem gente que fica “vermelho, azul, roxo, enfim todas as cores do arco-íris” quando eu chamo esses senhores de “impostores” e denuncio abertamente a impostura do AntiCristo que se instaurou na Igreja com esse pseudo-pontificado!
    Não fui eu que inventei esse termo, mas assim como os próprios demônios às vezes são compelidos a soltar algumas verdades durante os exorcismos, os arautos do Vaticano II também acabaram por deixar escapar essa profecia no Novo Catecismo da Igreja Católica:
    “Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra desvendará o ‘mistério da iniquidade’ sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da verdade” (CIC, 675).
    E o que temos visto acontecer? De repente na Igreja o nome de Cristo passou a ser usado apenas como desculpa para justificar em nome de sua misericórdia um monte de aberrações, As cerimônias religiosas? Só servem pra dar um vernil de Catolicismo e manter o dinheiro dos fiéis correndo para os bolsos dos impostores.
    Não se fala mais dos Novíssimos e nem se reverencia a história da Igreja e o sacrifício dos mártires. O negócio agora é se unir à ONU, aos globalistas-esquerdistas para solucionar os grandes problemas que aparentemente afligem a humanidade: fome, habitação, desemprego, saúde, desigualdade, guerra entre os povos…etc.
    Tudo isso às custas da apostasia da verdade! Fornicou e engravidou? Aborto não é o fim do mundo porque Deus perdoa tudo! Casou e não seu certo? Deus sempre dá uma chance de recomeçar de novo e com uma outra pessoa! Está se sentindo atraído sexualmente por uma pessoa do seu mesmo sexo? É só uma orientação diferente!
    E assim prossegue a Impostura promovendo o expurgo dos mornos e nomeando para cargos altos os piores demônios encarnados, que já não têm vergonha de vir publicamente acusar a Igreja de ter provocado nas pessoas um terrível sentimento de culpa, que é incompatível com a “liberdade que Deus nos deu”.
    Acusam-na e pedem “perdão” pela sua história dizendo que sua doutrina foi fonte de todo tipo de intolerância, ódio, guerras e miséria. “Precisamos amar mais nossos irmãos muçulmanos” e esticar nosso pescoço pra que eles não tenham muito trabalho ao nos degolar!
    O mais terrível é ver a perda de tantas almas que como cordeiros indo para o matadouro além de não abrirem a boca, compactuam-se com tamanha desgraça!
    “A impostura religiosa suprema é a do anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo, em que o homem se glorifica a si mesmo em lugar de Deus e do seu Messias que veio na carne””. (CIC, 675).

  8. “E depois tem gente que fica “vermelho, azul, roxo, enfim todas as cores do arco-íris” quando eu chamo esses senhores de “impostores” e denuncio abertamente a impostura do Anticristo que se instaurou na Igreja com esse PSEUDO-pontificado”…
    Esse parágrafo da d. Gercione resume claramente a situação escabrosa, perversa, sórdia e DIABÓLICA do pontificado de Bergóglio…
    Valei-nos, Nossa Senhora de Fátima…Fazei acontecer, para confundir esses impostores que tomaram os postos chaves da Mãe Igreja, vossa promessa neste ano centenário vosso, por favor… POR FIM MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ!!!!

  9. Por favor façam mas é amigos, até com aqueles que vos querem separar a cabeça do corpo, não sejam resmungões adiram à nova igreja da amizade e deixem de ser caretas.


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