Foto da Semana

Rezemos pela Alma do Cardeal Meisner, que descanse em Paz. E também pelos outros 3 Cardeais que seguem na batalha de reafirmar a doutrina da Igreja e acabar – ou pelo menos diminuir – a confusão causada por Amoris Laetitia.

Em janeiro de 2014, publicávamos:

O Cardeal Joachim Meisner quis advertir o seu superior imediato, o Papa, de que não se envolvesse demais em disputas com o mundo. Não o fez por meio da imprensa ou por carta entregue na Casa Santa Marta, mas em pessoa. Um encontro olho a olho no qual “pude falar livremente ao Santo Padre sobre muitas coisas”, disse Meisner à rádio pública alemã. “Disse-lhe que seus pronunciamentos em forma de entrevistas e declarações breves deixam muitas perguntas sem respostas, que, pelo contrário, deveriam ser explicadas de modo mais amplo”. Francisco, acrescentou o prelado, “ficou surpreso e me pediu para lhe dar alguns exemplos. E eu falei acerca do que ele disse durante a viagem de volta de avião do Rio para Roma”. Ponto sensível, as frases sobre a readmissão dos divorciados recasados aos sacramentos, a comunhão primeiramente. Falar muito misericórdia de é também perigoso: “Arrisca-se cobrir com essa palavra todas as falhas humanas”.

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3 Comentários to “Foto da Semana”

  1. O sucedido com Revmo Cardeal D Joachim Meisner ocorreu como aqueles servos que creram, não duvidaram que o seu senhor conhecia a capacidade de cada um deles, lançando-se no mundo a trabalhar os talentos recebidos para que se multiplicassem o quanto possível.
    Não ficaram esperando por nada, nem com pena de si mesmos ou julgando-se indignos, sendo pecadores; no entanto, lançaram mãos à obra por deduzir que, onde havia pessoas, percebiam uma oportunidade de ganhar mais talentos.
    “E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.” Mt 25,16.
    E o papa Francisco pareceria não ter dado crédito às observações de D Joachim e, quem sabe, doutros mais similares conservadores, talvez pressionado à sua volta pelos D Maradiaga & Cia, ou em última análise, também discordaria dos primeiros.
    Dai-lhe, Senhor, o descanso e a luz eterna!

  2. O modo correto de escrever é: publicávamos, e não publicavámos

  3. Francisco, acrescentou o prelado, “ficou surpreso e me pediu para lhe dar alguns exemplos. E eu falei acerca do que ele disse etc.
    Nisso aí de cima, a gente não teria impressão que o papa Francisco falaria e nem imaginaria o que diz, e a mesma impressão que nem desconfiaria do que disse, não parece?