O caso Seifert: quem está se separando da Igreja?

Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 06-09-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com: A notícia foi divulgada por Maike Hickson. Em 31 de agosto, Dom Javier Martínez Fernández, Arcebispo de Granada, após ter suspendido do magistério o filósofo austríaco Josef Seifert, demitiu-o da Academia Internacional de Filosofia, da qual é um dos fundadores, mas que hoje depende da Arquidiocese. Deve-se lembrar que o Prof. Josef Seifert é considerado um dos maiores filósofos católicos contemporâneos. Seu currículo e sua bibliografia ocupam numerosas páginas. Mas, acima de tudo, ele é conhecido por sua fidelidade ao Magistério pontifício, o que lhe valeu a nomeação como membro da Pontifícia Academia para a Vida. Qualquer universidade católica ficaria honrada em tê-lo entre seus professores. Qual é o motivo da medida drástica contra ele? De acordo com uma declaração da Arquidiocese, o motivo de sua recente demissão é um artigo no qual o Prof. Seifert fez uma súplica a propósito da Exortação pós-sinodal Amoris laetitia do Papa Francisco.

No artigo incriminado, o Prof. Seifert pediu ao Papa Francisco para retificar uma afirmação da Amoris laetitia da qual, com base em uma lógica rígida, pode resultar a dissolução de todo o ensino moral católico.

Seifert cita a sentença de Amoris laetitia segundo a qual a consciência de casais adúlteros ou, dito de outra forma, “irregulares”, “pode reconhecer não só que uma situação não corresponde objetivamente à proposta geral do Evangelho, mas reconhecer também, com sinceridade e honestidade, aquilo que, por agora, é a resposta generosa que se pode oferecer a Deus e descobrir com certa segurança moral que esta é a doação que o próprio Deus está pedindo no meio da complexidade concreta dos limites, embora não seja ainda plenamente o ideal objetivo” (AL, 303).

Em outras palavras, comenta o Prof. Seifert, além de definir o estado objetivo de pecado grave como “não ainda plenamente o ideal objetivo”, Amoris laetitia afirma que podemos conhecer “com certa segurança moral” que o próprio Deus nos pede cometer atos intrinsecamente negativos, como o adultério ou a homossexualidade ativa.

O filósofo austríaco coloca a esta altura sua questão: “Partindo desse pressuposto, eu pergunto, a pura lógica não pode deixar de perguntar: Se um ato intrinsecamente imoral pode ser permitido num caso, e até desejado por Deus, como não deve ser aplicado a todos os atos considerados ‘intrinsecamente maus’? Caso seja verdade que Deus pode desejar que um casal adúltero viva em adultério, não deverá então ser reformulado também o mandamento ‘Não desejar a mulher do próximo’? (…) Não deverão, portanto, cair também os outros nove mandamentos, a Humanae Vitae, a Evangelium Vitae e todos os documentos passados, presentes ou futuros da Igreja, os dogmas ou os concílios, que ensinam a existência de atos intrinsecamente maus? (…) Não deveriam, então, por pura lógica, ser bons e louváveis ​​por causa da complexidade de uma situação concreta, a eutanásia, o suicídio ou assistência ao suicídio, a mentira, o roubo, o perjúrio, a negação ou traição a Cristo, como a de São Pedro, ou o homicídio, em algumas circunstâncias e depois de um ‘discernimento’ adequado?”. 

Eis a súplica ao Papa Francisco: “Quero suplicar ao nosso supremo Pai espiritual na Terra, o ‘doce Cristo na terra’, como Santa Catarina de Siena chamou um dos Papas sob cujo reino tinha vivido, enquanto o criticava ferozmente (…), para retificar essa afirmação. Se as suas consequências lógicas levam com férrea rigidez a nada menos que a destruição total dos ensinamentos morais da Igreja Católica, não deveria o ‘doce Cristo na Terra’ retificar a afirmação por conta própria? Não deveria ser revogada a mencionada tese, posto que ela conduz como consequência lógica à rejeição do fato de haverem atos que devem ser considerados intrinsecamente maus moralmente em qualquer circunstância e em todas as situações, e posto que se essa última afirmação chegasse a ser negada, isso destruirá, além da Familiaris Consortio e da Veritatis Splendor, também a Humanae Vitae e muitos outros ensinamentos solenes da Igreja? (…) E não deveriam todos os cardeais e bispos, todos os sacerdotes, monges ou Virgens consagradas e todos os leigos da Igreja, demonstrar o mais vivo interesse por esse assunto e subscrever este apaixonado apelo de um humilde leigo, um simples professor de filosofia e (entre outras matérias) também de Lógica?”.

Não houve qualquer resposta à pergunta levantada pelo Prof. Seifert. A declaração da Arquidiocese de Granada se limita a afirmar que a posição do filósofo “prejudica a comunhão da Igreja, confunde a fé dos fiéis e suscita desconfiança no sucessor de Pedro, o que, no final, não serve à verdade da fé, mas aos interesses do mundo”. A Arquidiocese de Granada acrescenta “ter feito seu, desde o primeiro momento, a aplicação do texto pontifício preparado pelos bispos da Região de Buenos Aires”, ou seja, de seguir as diretrizes dos prelados argentinos que em seu documento, aprovado pelo Papa Francisco, permitem o acesso dos adúlteros à comunhão.

A atitude do Arcebispo de Granada resume-se naquela proibição de fazer perguntas que, de acordo com o filósofo Eric Voegelin, é a característica dos regimes totalitários. Com o mesmo critério foram eliminados da Pontifícia Academia para a Vida todos os católicos fiéis à ortodoxia da Igreja, a começar pelo próprio Prof. Seifert, os professores mais ortodoxos são expulsos das escolas e das universidades católicas, os sacerdotes fiéis à Tradição são transferidos de suas paróquias e, em alguns casos, suspensos a divinis. O que acontecerá com os cardeais se e quando chegar a sua correctio fraterna?

Essa lógica repressiva é a que abre o cisma na Igreja. O único argumento que os fanáticos da Amoris laetitia são capazes de levantar contra os que a criticam é aquele, fraquíssimo, da “ruptura da comunhão”. Mas os que levantam objeções à Exortação pontifícia apelam para a doutrina imutável da Igreja, da qual não têm nenhuma intenção de distanciar-se. Se eles são sancionados oficialmente por causa de  sua fidelidade ao Magistério, aqueles que os sancionam são os que fazem um ato de auto-separação desse mesmo Magistério.

Os artigos do Prof. Josef Seifert são movidos pelo amor à Igreja e, sobretudo, à Verdade. O arcebispo que o pune se separa da lei natural e divina que proíbe o adultério, o assassinato e outros pecados graves, sem exceção ou compromisso. Acusando-o de romper a unidade com o Papa, o prelado reconhece a existência de um magistério do Papa Francisco incompatível com o Magistério da Igreja de sempre.

Dom Martínez Fernández puniu o Prof. Seifert porque este pediu humilde e respeitosamente ao Papa para retificar uma afirmação que conduz ao adultério e à dissolução da moral. Portanto, na Arquidiocese de Granada, como em Malta, na Argentina e em muitos outros lugares da Cristandade, para estar em comunhão com o Papa Francisco é necessário admitir, pelo menos em certas ocasiões, a liceidade do adultério e de outras transgressões da lei moral.

O Papa Francisco é o sucessor de Pedro, mas nosso Senhor não diz: ‘Aquele que me ama deve seguir cegamente o sucessor de Pedro’. Ele diz: “Aquele que me ama, aceita o meus mandamentos e os observa” (Jn 14: 15-21). Se o Pastor Supremo se desviar dos mandamentos divinos e convidar o rebanho a segui-lo, os fiéis devem afastar-se dele, pois “importa antes obedecer a Deus que aos homens” (Atos 5:29). Se para estar em comunhão com o Papa Francisco se é forçado a abraçar o erro, quem quiser permanecer na verdade de Cristo é obrigado a separar-se do Papa Francisco. É o que afirma publicamente Dom Martínez Fernández, Arcebispo de Granada.

 

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11 Comentários to “O caso Seifert: quem está se separando da Igreja?”

  1. Virgem Dolorosa, rogai por nós!
    A Mãe Igreja está a agonizar…

  2. O caso concernente ao eminente filósofo cristão Josef Seifert não se difere de perseguições dos revolucionarios aos conservadores, se conferirmos os nefastos governos socialistas e comunistas atuais, seus desvirtuados métodos de ações “Politicamente Corretos” como membros da feroz “Ditadura do Relativismo”, perceberemos que os infames esquerdistas infiltrados dentro da Igreja simulando-se eclesiásticos agem similarmente.
    A característica uniformizada deles globalmente é de provocarem as divisões por exigirem que todos se dobrem às imposições da suas agendas relativistas e, quem deles discordar, será tachado de divisionista, intolerante, sem diálogo e não sei mais quantos embustes, além de contra seus desafetos, inescrupulosos como são, proferirem quantas necessarias calunias necessitarem e ainda por cima montarem falsas testemunhas e idem fabricarem iguais dossiês!
    Note-se que as chantagistas esquerdas em nada cedem e jamais assumem seus erros, no entanto, para se justificarem de seus fracassos, defendem-se atacando os outros, e atribuindo a eles seus erros!
    É o típico descarado e bastante conhecido: “Chame os outros do que v é e acuse os outros do que v faz”. Lênin.
    Inversamente, percebamos de como a midia globalista e seus asseclas genocidas da humanidade jamais no presente atacam a Igreja e o papado, apontando conformidade com o papa Francisco, porém, a seu antecessor Bento XVI e a Igreja, a ambos ameaçando de os levar aos Tribunais internacionais por cometimento de “crimes”!
    Podemos concordar com o abaixo e tantas mais totalmente questionaveis, como a dita em Catama, Villavicencio, Colombia, dia 08/09?
    … “A menção das mulheres – nenhuma das mencionadas na genealogia tem a hierarquia das grandes mulheres do Antigo Testamento – nos permite uma abordagem especial: são elas, em genealogia, que anunciam que ATRAVÉS DAS VEIAS DE JESUS CORRE SANGUE PAGÃO… aqueles que se lembram de histórias de adiamento e submissão. Em comunidades onde ainda carregamos estilos patriarcais e machistas, é bom anunciar que o Evangelho começa enfatizando as mulheres que marcaram tendência e fizeram história”.
    “Todos os erros dos hereges sobre Jesus Cristo podem ser reduzidos a três classes: as relativas à sua divindade, a sua humanidade ou a ambos”. S Agostinho, Quæstiones Evangeliorum, 5,45.

  3. Claríssimo o texto do professor De Mattei, assim como claríssima é a exposição do professor Seifert e claríssima foi a colocação do dubia… De quem não entendeu até agora talvez seja o caso de desconfiar que não entendeu porque não quis.

  4. Não devemos deixar nos abater pela depredação da Igreja provocada e instituída pela patologia multiforme chamada “concílio vaticano dois” e por todos os sequazes dessa espetáculo circense de barganha doutrinal (“subsistit”, “unitatis desintegratio”, “colegialidade”, blablabla feito Dilma).

    E, como o circo não pode parar, eis no picadeiro a chiquitita Fernández.

    Além disso, acho que os católicos não devem se humilhar diante dos arruaceiros de plantão. Agora é hora de refutação severa e bem documentada, e não de mimimi.

    De resto, todo o Judas acaba achando a sua cordinha e sua árvore para se suspender. Granada e Roma são bem arborizadas.

  5. Uma pequena parte do artigo resumiu todo o problema: REGIME TOTALITÁRIO.
    Bergoglio é um tirano, e ponto final.

  6. “Outros exemplos de doutrinas morais, ensinadas como definitivas pelo Magistério ordinário e universal da Igreja, são o ensinamento sobre a iliceidade tanto da prostituição (Catecismo da Igreja Católica, n. 2355) como da fornicação.(Catecismo da Igreja Católica, n.2353)” (Congregação para a Doutrina da Fé, Nota doutrinal explicativa da fórmula conclusiva da Professio Fidei, n.11).
    “O objeto da escolha por si só pode viciar o conjunto de determinado agir. Existem comportamentos concretos – como a fornicação – cuja escolha é sempre errônea, pois escolhê-los significa uma desordem da vontade, isto é, um mal moral.” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1755).
    “É errado, pois, julgar a moralidade dos atos humanos considerando só a intenção que os inspira ou as circunstâncias (meio ambiente, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir etc) que compõem o quadro. Existem atos que por si mesmos e em si mesmos, independentemente das circunstâncias e intenções, são sempre gravemente ilícitos, em virtude de seu objeto: a blasfêmia e o perjúrio, o homicídio e o adultério. Não é permitido praticar um mal para que dele resulte um bem.” (Catecismo da Igreja Católica n. 1756).
    “O divórcio é uma ofensa grave à lei natural. Pretende romper o contrato livremente consentido pelos esposos de viver um com o outro até a morte. O divórcio lesa a Aliança de salvação da qual o matrimônio sacramental é o sinal. O fato de contrair nova união, mesmo que reconhecida pela lei civil, aumenta a gravidade da ruptura; o cônjuge recasado passa a encontrar-se em situação de adultério público e permanente” (Catecismo da Igreja Católica, n. 2384).
    “O ato sexual deve ocorrer exclusivamente no casamento; fora dele, é sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental.” (Catecismo da Igreja Católica, n. 2390).
    “A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana… Além disso, é um escândalo grave quando há corrupção de jovens.” (Catecismo da Igreja Católica, n. 2353).
    E mais a ininterrupta declaração e prática dessas verdades dogmáticas na Tradição e sua clara doutrina expressa na Escritura. Portanto, além de ser Moral Natural é Moral Revelada.
    Qualquer atenuante que possa ser aplicado nestes casos, apesar de tornar o pecado menos grave, não o faz deixar de ser pecado grave (ou pecado mortal).
    Portanto, tem-se duas famílias nestes casos de divorciados recasados: 1) A família legítima oriunda do casamento legítimo e válido; 2) A família falsa oriunda do adultério e pecado grave contínuo quando os dois cônjuges separados ainda vivem.
    “o apóstata da fé, o herege e o cismático incorrem em excomunhão latae sententiae” (CDC, cân. 1364, § 1).
    “Realizada a violação externa, presume-se a imputabilidade, a não ser que conste outra coisa.” (CDC, cân. 1321, § 3).
    “Quem nega as verdades definitivas da Igreja assume uma atitude de recusa de verdades da doutrina católica e, portanto, já não estaria em plena comunhão com a Igreja Católica.” (cfr. Congregação para a Doutrina da Fé, Nota doutrinal explicativa da fórmula conclusiva da Professio Fidei, n. 6, 29 jun. 1998).
    O seguidor do herege ou que esteja em comunhão de fé com o herege, também herege o é.

  7. Pobre Granada, já governada por um arcebispo como Dom Cañizares e hoje sujeita a isso.

  8. Texto e contexto: o PARÁGRAFO em que Jorge Mário Bergoglio diz que “NAS VEIAS DE JESUS CORRE SANGUE PAGÃO” é um dos mais problemáticos.

    • Não é difícil saber de onde sai essa doutrina (de que Ele, o Unigênito, tinha sangue gentio).
      De todo modo, o escandaloso prelado argentino deve ser daqueles que acham que a divindade de Jesus Cristo é fruto da “helenização” do cristianismo. Pena que sendo ele, o prelado, tão avesso a qualquer tipo de cultura, não tenha, por isso mesmo, hábito de escrever nada. Daí seria mais fácil documentar que outras doutrinas de velho fermento ele professa (o escandaloso prelado), além da de Kasper e caducas e outras que foram superadas e abolidas pelo holocausto da Cruz.
      O peixe morre pela boca.

  9. Em primeiro lugar, concordo com o grande Professor Roberto de Mattei quando ele afirma que “O Papa Francisco é o sucessor de Pedro.” Porém, com base na leitura do artigo, bem como na aterrorizante afirmação recente de que “nas veias de Jesus corre sangue pagão”, eu me pergunto se o Papa Francisco, de alguma forma, não está “sob a influência de satanás” como o padre Malachi Martin costumava se referir ao conteúdo do TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA!!!! Leiam:

    Outra parte do castigo espiritual que ele (Malachi Martin) mencionava muitas vezes era esta: “Satanás ganharia poder, mesmo nos escalões mais altos da Igreja.” A declaração mais forte deste gênero veio de uma pessoa que telefonou para o programa de Art Bell, a dizer que um velho Jesuíta lhe tinha dito: “O último Papa estará sob o controle de satanás.” O Padre Martin respondeu que este homem “teria tido um meio de ler, ou ter- lhe-ia sido dado, o conteúdo do Segredo”. Mas, acrescentou, “a citação era imprecisa”. E isto porque ninguém estava autorizado a citar exatamente o Segredo.Mas mesmo se a citação “O último Papa estará sob o controle de satanás” estiver exata, o Padre Martin noutras ocasiões qualificou dois componentes principais daquela frase. “O último Papa,” disse, não quer necessariamente dizer o último Papa antes do fim dos tempos, mas o último Papa “destes tempos.” Quereria isso dizer o último Papa antes da Consagração da Rússia? E depois a expressão “sob o controle de satanás” pode ter vários significados.O Padre Martin costumava explicar, quando falava de atividades demoníacas e de exorcismos, que há várias maneiras em como satanás pode controlar um ser humano. Pode possuir a pessoa, quer parcial quer perfeitamente, a pessoa pode ter “vendido a alma ao demônio” a troco de algum favor, ou satanás pode controlar de tal maneira as pessoas e circunstâncias que rodeiam essa pessoa que esta não consegue fazer nada que seja contrário à vontade de satanás. O lamento do Papa Bento XVI a vários visitantes ao seu gabinete papal, de que “a minha autoridade acaba já naquela porta!” faz pensar até que ponto a Igreja já chegou àquele cenário.

    Fonte: http://catolicaconect.com.br/pistas-sobre-o-terceiro-segredo-segundo-pe-malachi-martin-que-o-leu/, acesso em 16 de setembro de 2017.

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