Aquilo que fez e que quer fazer o “Papa Jesus II”, o Demolidor.

Por Antonio Socci, 24 de setembro de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com: Nenhum papa até agora tinha ousado atribuir-se o nome de São Francisco de Assis, o “outro Cristo”. Bergoglio o fez. Mas ele – no livro entrevista que acaba de ser publicado, com Dominique Wolton, “Politique et societé – como uma “excusatio non petita” (porque ninguém lhe havia pedido) diz em tom de brincadeira que não foi um ato de soberba, mas, ao contrário, de humildade, porque teria podido chamar-se “Jesus II”. Obviamente, sublinha que está brincando (também Arlecchino se confessou estava brincando…) [ndt.: em italiano, Socci faz referência ao Arlequim, personagem teatral que usava máscaras para dizer, em forma de piada, as verdades que não podiam ser ditas doutro modo. Em português soa como “toda brincadeira tem um fundo de verdade”].

Mas descortina piadas sobre a presunção dos argentinos (“Sabe qual é o melhor negócio? Comprar um argentino pelo seu valor e vendê-lo pelo valor que ele pensa ter”). Acrescenta que um argentino se suicida jogando-se do alto do seu Ego…

Em suma, exibe muita auto-ironia sobre o Ego dos argentinos, e assim tenta dar a entender que ali existe um problema. Talvez um problemão, aquele que há muitos anos tentou – inutilmente – resolver com a psicanalista.

Talvez seja este o seu modo, inclusive, de pedir ajuda. Mas, a essa altura, o homem parece ser um prisioneiro da máquina de guerra que se chama Ego-latria na forma de uma papolatria planetária.

O característico deste pontificado é, de fato, a enormidade das ambições.

Bergoglio parece querer “refundar” a Igreja e quase propor-se, de verdade, como um “papa Jesus II”, coisa que significa, porém, dispensar o próprio verdadeiro Fundador, Cristo, o qual – conhecendo os seus – percebeu que as suas palavras e os seus mandamentos permenecem para sempre e não mudam com o tempo (Mt 24,35).

Jesus chegou a fulminar o primeiro papa chamando-o de “satanás”, quando Pedro se pôs a raciocinar “segundo os homens e não segundo Deus” (Mc 8, 33). O risco sempre existe. Assistimos hoje a refundação bergogliana que “corrige” o próprio Jesus, adequando-o aos tempos e aos homens.

Em Amoris Laetitia, pretende, de fato, ser mais misericordioso que Cristo (que era um rigorista, ao contrário dos fariseus, que eram “bergoglianos”) [ndt.: aqui, Socci se refere ao fato, já comentado anteriormente, que os fariseus defendiam o segundo casamento, aferrados à casuística, enquanto Cristo aboliu o divórcio em todos os casos]. 

A ambição do papa argentino foi, inclusive, declarada por um dos seus mais estreitos colaboradores, em uma entrevista ao “Corriere della sera”, em 10 de maio de 2015.

IRREVERSÍVEIS 

O seu braço direito, Dom Victor Manuel Fernández, disse textualmente: “É necessário saber que ele (Bergoglio) pretende reformas irreversíveis”. 

Uma frase que pode ter uma interpretação muito revolucionária e heterodoxa para a Igreja.

De fato, a Igreja pertence a Jesus Cristo, não ao papa. Os papas são apenas os seus custódios temporários, não os proprietários: não têm um poder que se estende pelos séculos dos séculos, como Cristo.

Por definição, “irreversível é apenas a Lei de Deus, que está nas Sagradas Escrituras e no magistério constante da Igreja. 

Os papas estão submetidos a esta lei, não são os donos dela. Estes devem ser como os motoristas do carro que leva a Esposa (a Igreja, a propósito) ao encontro do Esposo (o próprio Cristo).

Se um motorista se apropriasse da Esposa mudando o seu destino e o fizesse de modo irreversível, quer dizer que se colocaria como substituto do verdadeiro Esposo. Como se fosse um “Jesus II”.

Mas isso não é permitido ao motorista da Esposa. “Jesus é um esposo ciumento”, dizia o Cardeal Biffi.

De fato, o mandato que Jesus deu a Pedro e a todos os seus sucessores não é efetivamente o de “mudar” a Igreja (e muito menos de modo “irreversível”), mas – ao contrário – de “guardá-la” (guardar o “depositum fidei” confirmando os irmãos na fé).

O papa – por definição – pode ser apenas “conservador”, de outra forma não é mais papa. O seu ministério é guardar íntegra a fé da Igreja. Não fazer dela uma prostituta a serviço do mundo.

COMO UMA ONG DE GEORGE SOROS

Por fim, vamos às mudanças “irreversíveis” do bergoglianismo. A mais vistosa é a transformação da Igreja – aos olhos do povo –, de uma realidade sobrenatural que conduz à salvação eterna, a uma agência humanitária que professa uma religião totalmente social e política, centrada nas migrações de massa como se fossem o Sumo Bem, no ecologismo catastrofista e no abraço acrítico com o Islã. A Igreja bergogliana, centrada sobre estes “direitos humanos”, notava há alguns dias Ernesto Galli della Loggia no “Corriere della sera”, “se soprepõe a outras presenças organizativas, ideológicas e políticas, que não têm nada a ver com a tradição. A começar, obviamente, pelas grandes organizações internacionais como a ONU ou a FAO”.

Galli afirma ainda que “uma análoga e ampla sobreposição existe, ademais, em relação aos componentes, por assim dizer, laico-progressistas, próprios do universo ideológico dos Países ocidentais, componentes que, também estes, nada têm a ver com a tradição católica” e que têm programas, especialmente em matéria de costumes, “que decerto são estranhos” à “Igreja de Roma”.

Galli della Loggia prossegue advertindo que os temas da Igreja bergogliana se sobrepõem também àquela ideologia humanitária “que hoje anima a transbordante presença pública de algumas riquíssima e influentíssimas figuras de ‘filantropos mundialistas’ – não teria outro modo de chamá-los: como Soros, Zuckerberg ou Bezos – já erigidos a nível de verdadeiros profetas midiáticos: também estes não apenas estranhos, mas ostensivamente hostis ao cristianismo católico”.

Uma tal transformação da Igreja era auspiciada há tempos por todos os seus inimigos. Como Ludwig Feuerbach, que escreveu que para “matar o cristianismo” não serviria recorrer à “perseguição”, a qual “ainda mais o alimenta e reforça”. A sua destruição pode acontecer apenas de outro modo: “Será através a irreversível transformação interna do Cristianismo em humanismo ateu com a ajuda dos próprios cristãos, guiados por um conceito de caridade que nada terá a ver com o Evangelho”. 

DEMOLIÇÃO 

Então, aqui estamos. Mas, antes é preciso acabar de abater a catedral bimilenar da Igreja Católica.

Depois de Amoris Laetitia que – segundo cardeais e bispos católicos – mina três sacramentos fundamentais (a confissão, a eucaristia e o matrimônio), uma outra matança se deu com o recente Motu proprio sobre as traduções dos livros litúrgicos, feito à revelia do Cardeal Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino. 

Segundo muitos, abre-se o caminho para legitimar um ataque final à Eucaristia e ao sacerdócio. Corremos o risco de caminhar rumo a uma progressiva fusão com os ritos protestantes, que seria “a abolição do sacrifício” e o fim da própria Igreja Católica (a propósito, entre os bergoglianos, já se tornou normal definir “a Reforma protestante como uma bênção para a Igreja”).

Mas em Santa Marta circulam também outras ideias “revolucionárias” (o adjetivo que Scalfari aplica sempre a Bergoglio). Uma das quais é, inclusive, a abolição do próprio Estado do Vaticano, que permitiria ao papa argentino passar para a história como aquele que definitivamente varreu com um só toque a Cúria vaticana e o “poder temporal” da Igreja (argumento a que o próprio Scalfari sempre retorna em seus colóquios com Bergoglio).

É um objetivo muito difícil. Mas, como toda esta revolução está tumultuando e pondo em guerra boa parte do mundo católico e é previsível que leve a uma sublevação no colégio cardinalício, Bergoglio está fazendo estudar-se, nas lacunas do direito canônico, a excepcionalidade de situações que permitiriam que ele mesmo nomeasse o seu sucessor, desautorizando os cardeais e tornando verdadeiramente “irreversível” a sua revolução.

No fundo, Dom Fernandez já prefigurava algo do gênero na sua entrevista ao Corriere: “os próprios cardeais podem desaparecer, no sentido de que não são essenciais. Essenciais são o Papa e os bispos”.

E ainda: “A Cúria vaticana não é uma estrutura essencial. O Papa poderia, inclusive, ir morar fora de Roma, ter um dicastério em Roma e outro em Bogotá, e talvez conectar-se por videoconferência com os especialistas em liturgia, que morariam na Alemanha” (ndt.: essa mesma ideia já havia sido cogitada por, nada mais, nada menos que, Leonardo Boff, num artigo seu de 2013).

Será assim a Igreja do Papa Jesus II?

Antonio Socci, “Libero”, 24  de setembro de 2017.

*  * *

Nota da Tradução: ao completar-se 1 ano do pontificado Papa Francisco, nosso brilhante padre Cristóvão escreveu uma coluna em que citou a fala de Mario Staderini, secretário do Partido Radical italiano, em entrevista a uma rádio, dias depois da renúncia de Bento XVI, 25 dias antes da eleição de Jorge Mario Bergoglio. Vale a pena recordá-la, dado o seu caráter impressionantemente “programático”:

O verdadeiro desafio para o próximo Papa será o de libertar a Igreja do poder temporal, daquele imenso poder econômico e político que deriva de ser ela a maior proprietária imobiliária do mundo e de ter alguns impérios financeiros e econômicos. Daquele poder que determinou as lutas pelo controle, um poder que está em grau de condicionar os Estados, de corromper os Estados, mas sobretudo à própria Igreja. Por isso, creio que o próximo papa deva se chamar Francisco I, como São Francisco, o pobrezinho de Assis, que se libertou de todas as suas posses para viver melhor segundo o Evangelho, ao invés de viver segundo a Igreja de Roma. Francisco I teria este significado e creio que seja o auspício máximo que se possa fazer neste momento. Haverá também um motivo pelo qual há 800 anos após a morte de São Francisco nenhum papa tenha decidido chamar-se Francisco, e o entendo também porque seria difícil andar por aí com o nome do símbolo da pobreza enquanto se continua a ser o maior proprietário de coisas. Creio que este, então, será o desafio do próximo Papa, e este não é tampouco algo irrealizável. Por exemplo, se poderia converter todo o patrimônio do Vaticano em um grande fundo para benefícios universais, a ser confiado eventualmente à ONU em forma de depósito, no sentido de que, se a ONU se comportasse mal, seria retomado, segundo as regras do direito internacional; um grande fundo que tenha como objetivo garantir o direito humano a viver sem a miséria, e creio que ninguém melhor que a Igreja poderia dar início a isso, com a condição, porém, de se separar daquela que foi nestes anos a verdadeira causa que destruiu a própria possibilidade de se ocupar da religiosidade, antes que simplesmente continuar a falar de moral e sobre a vida das pessoas. Creio que seja este um desafio importante que poderia, depois, ter reflexos positivos sobre os Estados. Façamos um exemplo: todos sabem o que penso do “oito por mil” (quota dos impostos que o Estado redistribui, à escolha do contribuinte, às instituições religiosas, ndt), mas, de Francisco I, eu esperaria que dissesse ao Estado Italiano que este dinheiro alimente diretamente este fundo. Antes, melhor ainda: a garantia será que, se o Estado continuar dando-o à Igreja Católica, esta se ocupará de depositá-lo neste fundo. Então, bem-vindo, eu espero Francisco I”.

 

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12 Comentários to “Aquilo que fez e que quer fazer o “Papa Jesus II”, o Demolidor.”

  1. Independentemente de quais sejam os planos, creio que Francisco simplesmente não tem mais capital político para grandes mudanças na Igreja.
    Em minha opinião, o que de pior pode acontecer é que seu pontificado se estenda por mais alguns anos e que ele acabe por reformular por completo o Colégio Cardinalício com dezenas de candidatos a futuros franscicozinhos.

  2. É verdade que não seria surpreendente se Francisco renunciasse para nomear seu próprio sucessor.
    Mas noto que isso seria estranho à Igreja pois os Papas, desde São Lino, foram nomeados por eleição dos bispos.

  3. Ano passado, o papa Francisco falando aos jornalistas no voo de volta da sua visita à Armênia, respondendo à questão das relações com os luteranos à véspera do 500º aniversário da Reforma(Rebelião), ele disse as seguintes palavras, não constariam ser negadas:
    *”Eu acho que as intenções de Martinho Lutero não estavam erradas. Naquela época, a Igreja não era exatamente um modelo de imitação, havia mundanismo, havia apego ao dinheiro e ao poder. E então ele protestou. Além de ser inteligente e dar um passo à frente, justificando por que ele fez isso. E hoje luteranos e católicos, com todos os protestantes, concordam com a doutrina da justificação: neste ponto muito importante, ele não estava enganado. Ele deu um “remédio” para a Igreja, então este medicamento foi consolidado em um estado de coisas, uma disciplina, etc. “.
    Sabemos que o pré globalista Lutero, se deu um passo à frente, foi incentivando o relativismo, a começar das suas milhares de seitas dissensas entre si, e ele junto com seus parceiros Illuminati à sua época, daí à eclosão posterior da Rev. Francesa, além de pavimentar as vias para futuro surgimento e sedimentação de varias ideologias, como o marxismo, projetando o mundo no caos beligerante atual de: povo x povo e nação x contra nação!
    ** Pe Vicente Durán Casas: “Santo Padre, novamente, obrigado por sua visita. Eu sou professor de filosofia e gostaria de saber, em nome também dos meus colegas professores de teologia, o que Sua Santidade espera da reflexão filosófica e teológica em um país como o nosso e mesmo na Igreja, de modo em geral:
    “Eu diria, para começar, que não é uma reflexão laboratorial. Na verdade, vimos o dano causado pela grande e brilhante escolástica de Santo Tomás, quando foi decadente, decadente, decadente … até se tornar um escolástica de manual, sem vida, mera idéia, que resultou em uma proposta pastoral casuística . Pelo menos no nosso tempo, fomos formados nesta linha … Eu diria que era bastante ridículo que, para explicar a continuidade metafísica, o grande filósofo Losada fale da puncta inflata … Para demonstrar esse tipo de coisa, ele era ridículo. Ele era um grande filósofo, mas decadente, com um vôo rastejante. Mas foi um grande desse tempo … E continuou: … “Uma segunda coisa: alguns argumentam que a moralidade que está na base de Amoris Laetitia não é uma moral católica ou, pelo menos, que não é uma moral segura. Antes disso, quero reafirmar com clareza que a moral de Amoris laetitiae é tomista, a do grande Tomás. Você pode falar disso com um grande teólogo, entre os melhores de hoje e entre os mais maduros, o Cardeal ***Schönborn.
    Uma eventual igreja paralela à Igreja católica de sempre de N Senhor Jesus Cristo com ideias e ações diferenciadas ou opostas a essa, mesmo se simular ser ela mesma, só se for a seita de “sô” Gézus!
    * HEMOS VISTO
    **Antonio Spadaro, “La gracia no es una ideología: la conversación privada del Papa Francis con algunos jesuitas colombianos” , La Civiltà Cattolica , septiembre de 2017.
    *** O Arcebispo de Viena, Cardeal Christoph Schönborn confirmou no cargo do conselho de uma paróquia desta arquidiocese o jovem gay Florian Stangl de 26 anos de idade, quem tem registrada sua união com outro homem – que conselheiro… E aqui a moral da Amoris laetitia já se tornou tomista, pode?
    Com relação a ajuda aos pobres, nunca relatam o abaixo:
    Despesas militares mundiais (2014) – U$ 1,8 trilhão de dólares
    Despesas militares nações (2014).
    EUA: Ú$ 610 bilhões
    China: U$ 216 “.
    Russia: U$ 80,50 bilhões de dólares etc. etc.
    Fonte: SIPRI Military Expenditure Database.

  4. Todos os atos de Francisco doravante deverão ser avaliados segundo a medida de sua própria audácia e ambição: não há força humana capaz de deter um Papa determinado…

  5. As coisas são arquitetônicas. Tirou a base, cai tudo.

    O que se fez no “vaticano dois”? Chutou, com a maior cara de pau, pontos fundamentais da magistério da Igreja, a começar pela eclesiologia. É claro que o castelinho de cartas dos conservadores ia um dia desabar. E desabou. Pena que os obstinados ideólogos (Kloppenburg, Estêvão Bittencourt, Eugênio Sales etc etc etc) do “está tudo bem, nada mudou, você é mau, feio e está contra o papa”: pena que eles tenham batido com as botas antes de ver a infelicidade e a miséria que se instalaram por conta da impostura grosseira que ajudaram a manter com mão de ferro: ” desobedecer a Igreja em nome da obediência”.

    Não adianta fingir. Nem adianta achar que um (improvável) papa “conservador” vai restituir ordem à casa. Não dá pra varrer o lixo para debaixo do tapete. Não é possível manter apenas uma parte da doutrina, por exemplo, a moral. Vejam como está tudo entrelaçado: moral, sacramento, magistério, eclesiologia, missões. Então, resta o seguinte: enquanto a gangrena doutrinal do “vaticano dois” não foi extirpada e carregada, sob escolta, para o lixo sanitário, nós vamos viver nessa calamidade.

    Alguém duvida que o “vaticano dois” produziu outra religião? Dá pra ver agora, ou está muito difícil ainda…?

    • Tirou as palavras de minha boca!

    • Concordo com você, e por esse motivo acredito que estamos no Fim dos Tempos. Só mesmo uma intervenção sobrenatural para reverter o que já foi feito na Igreja e no Mundo.
      Estamos em um ponto em que o único caminho que é mais fundo ainda. É mais ou menos como se o Diabo dissesse “Como é? Você quer parar agora? Não, não, não. Você veio até aqui e agora vai até o final do poço.

      Não é uma ameaça que dependa apenas de uma força física para resolver. É algo que vai muito além disso. O grau de confusão na cabeça das pessoas, e má fé, parece não ter precedentes e a solução teria que passar por uma metanoia universal.

  6. O que eu proponho ao Papa Francisco:

    Deixar o Dogma e a Moral em paz. Vamos falar de Doutrina Social da Igreja. Olha quantos temas interessantes poderiam ser tratados em encíclicas exclusivamente sociais:

    Meio ambiente, Depressão, como catequizar os alcoolatras e os usuários de drogas, Imigração no ocidente, como iniciar a cura dos gays, como catequizar as crianças especiais, como amparar as mães que engravidaram por causa de estupro, Desemprego, manter o folclore separado da liturgia, qual o destino a ser dado neste mundo aos loucos, homicidas, pedófilos etc, Política entre religiões, ao invés de ecumenismo, o respeito aos seres vivos, gestos simples para se praticar a pobreza evangélica, como desenvolver a África, como resistir ao capitalismo e à maçonaria, A questão dos usuários de bombas nas academias, como um católico pode ter um lazer sadio e apartado do paganismo, como o futebol viola a santidade do domingo, A necessidade de os católicos andarem vestidos, e não pelados, como ajudar as prostitutas a saírem da promiscuidade sexual, a criação de indústrias e empresas católicas da Igreja pra dar emprego aos católicos, a distribuição de catecismos para as pessoas simples, propagar o livro da Imitação de Cristo, como celebrar missas e dar catequese nas casa das pessoas, ajudar os pobres a cursarem uma boa faculdade, como os católicos podem trabalhar e praticar esportes sem praticarem o paganismo, como os católicos podem lidar com as pessoas do mundo sem imitarem os maus costumes delas, como selecionar uma boa música profana pra ouvir, o mal da televisão, Internet e celular, etc etc.

    Enfim, são muitos temas que podem ser tratados em Encíclicas Sociais, sem violar o Dogma e a Moral como estão fazendo…

  7. Como os jovens católicos devem reagir diante da implantação dos estereótipos e sensualidade pela mídia. Tudo isso poderia ser tratado em encíclicas sociais. E isto é o ponto fraco dos progressistas! Até hoje eles não conseguiram encarar estas questões, como piscina, praia, clubes, vestes, bailes etc. Até mesmo os conservadores progressistas têm sido incompetentes nestas questões. E quando chegam a considerá-las, se restringem a acompanhar o mundo e seu paganismo.

  8. Artigo muito lúcido e incisivo! Ajuda a definir onde estão os problemas gravíssimos dessa pessoa que ocupa o trono de Pedro

  9. O tal de Mario Staderini, ferrenho anticlerical e libertário italiano, citado pelo padre Cristóvão, como um possesso de Píton, profetiza o nome Francisco a partir de 10min15ss. Será clarividência? Li em um site espanhol que Francisco era um projeto já de tempos pensado pelos infiltrados na Igreja. Até Boff sabia o nome, errou de pessoa. Mas O’Malley ficou no C9.

    https://www.radioradicale.it/scheda/373068/conversazione-settimanale-con-mario-staderini?i=367373

  10. “excusatio non petita”

    “Porque a boca fala do que lhe transborda do coração.”
    (São Mateus, 12 – 34)

    Todos nós sabemos que “Jesus II” ou aquele que se apresentará ao mundo como se fosse o verdadeiro Cristo é na verdade o Anti-Cristo, e quem abrirá o caminho para ele assentar-se no Lugar Santo é o Falso Profeta…

    “O qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.”
    (2 Tessalonicenses 2:4)