Reflexão da Sagrada Escritura: São Francisco de Assis e a Eucaristia.

Por Padre Élcio Murucci | FratresInUnum.com

Nesta crise tão grande por que passa a Igreja, a fé que já era tão diminuta nos corações, corre o risco de se extinguir, e sobretudo atinente à Santíssima Eucaristia, sacramento e sacrifício que são mistérios de fé, “mysterium fidei”. Mister se faz aplicar antídotos e, um deles é meditar no que os santos pensavam  e como agiam a respeito. Assim, nesta semana da festa de São Francisco de Assis, postaremos alguns excertos de seus escritos sobre a Eucaristia, como Sacrifício e como Sacramento.

sao-francisco-de-assis2“Rogo-vos pois, a vós todos, meus irmãos, beijando-vos os pés, e comtoda a caridade de que sou capaz, que manifesteis toda reverência e toda honra que puderdes ao santíssimo Corpo e ao Santíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, no qual foram purificadas todas as coisas, assim as da terra como as do céu, e reconciliadas com o Deus onipotente (Col. I, 20). Peço ainda no Senhor a todos os meus irmãos sacerdotes, os que são, vierem a ser ou desejarem ser sacerdotes do Altíssimo, que, ao celebrar a missa, ofereçam o verdadeiro sacrifício do santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, pessoalmente puros, com disposição sincera, com reverência e com santa e pura intenção, jamais levados por qualquer interesse terreno nem por temor ou consideração de qualquer pessoa ‘como quem procura agradar aos homens’ (Col. III, 22). Seja antes todo vosso querer , na medida que vos ajudar a graça do Onipotente, ordenado para Deus, desejando assim agradar unicamente a Ele, o supremo Senhor, porque só Ele opera ali como for do seu agrado. Pois – como Ele mesmo diz: ‘Fazei isto em memória de mim’ (Lc XXII, 19)  –  quem proceder de outra maneira tornar-se-á outro Judas traidor e faz-se réu do Corpo e Sangue do Senhor (1 Cor. XI, 27).

Lembrai-vos, irmãos meus sacerdotes, que está escrito sobre a lei de Moisés que quem a transgredia nem que fosse só em coisas exteriores morria sem dó por sentença do Senhor. “Quanto maior e mais terrível castigo merece padecer aquele que pisa aos pés o Filho de Deus e tem em conta de profano o sangue do testamento pelo qual foi santificado, insulta a graça do Espírito” (Heb. X, 28 e 29)! Pois, o homem, segundo diz o Apóstolo, não discernindo nem distinguindo de outros alimentos e obras o santo pão de Cristo, o come indignamente ou, sendo indigno, o come sem o reto espírito e em atitude inconveniente, profana a calca aos pés o Cordeiro de Deus. Porquanto diz o Senhor pelo profeta:

“Maldito aquele que faz com negligência a obra do Senhor (Jer. XLVIII, 10. E condena na verdade os sacerdotes que não quiserem tomar isto a peito, dizendo: “Quero amaldiçoar as vossas bênçãos!” (Mal. II, 2).

Escutai, irmãos meus: Se honramos tanto a Bem-aventurada Virgem Maria,  como convém, por haver trazido em seu santíssimo seio o Filho de Deus; se o bem-aventurado (João) Batista estremeceu e não ousou tocar o vértice de Deus; se se presta culta ao sepulcro onde ele repousou por algum tempo  –  que santidade, que justiça, que dignidade não deve ter aquele que toca com as mãos, recebe na boca e no coração e distribui aos outros o Senhor que já não  – como outrora  –  vem para morrer, mas há de viver na glória por toda a eternidade, e “a quem os anjos desejam contemplar” (1 Ped. I, 12)!

Considerai a vossa dignidade, irmãos sacerdotes, e “sede santos porque ele é santo” (Lev. XI, 44)! E assim como o Senhor Deus vos honrou acima de todos, amai-O, reverenciai-O, honrai-O! É uma grande desgraça e uma lamentável fraqueza se vós, tendo-o assim presente, ainda vos preocupais com qualquer outra coisa no mundo inteiro. Pasme o homem todo, estremeça a terra inteira, rejubile o céu em altas vozes quando, sobre o altar, estiver nas mãos do sacerdote o Cristo, Filho de Deus vivo! Ó grandeza maravilhosa, ó admirável condescendência! Ó humildade sublime, ó humilde sublimidade! O Senhor do universo, Deus e filho de Deus, se humilha a ponto de se esconder, para nosso bem, na modesta aparência do pão! Vede, irmãos, que humildade a de Deus! Derramai ante Ele os vossos corações (Sl 61,9)! Humilhai-vos para que Ele vos exalte (1 Ped, V, 6)! Portanto nada de vós retenhais para vós mesmos, para que totalmente vos receba quem totalmente se vos dá! (Excertos da CARTA AO CAPÍTULO DOS FRADES MENORES).

“Peço-vos ainda com mais insistência do que se pedisse por mim mesmo, supliques humildemente aos clérigos, todas as vezes que o julgueis oportuno e útil, que prestem a mais profunda reverência ao santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo (…) Os cálices e corporais que usam, os ornamentos do altar, enfim tudo quanto se relaciona ao sacrifício, sejam de execução preciosa. E se em alguma parte o Corpo do Senhor estiver sendo conservado muito pobremente, reponham-nO em lugar ricamente adornado e ali O guardem cuidadosamente encerrado segundo as determinações da Igreja, levem-nO sempre com grande respeito e ministrem-nO com muita discrição. Em todas as pregações que fizerdes, exortai o povo à penitência e dizei-lhe que ninguém poderá salvar-se se não receber o santíssimo Corpo e Sangue do Senhor. E quando o sacerdote O oferecer em sacrifício sobre o altar, e aonde quer que o leve, todo o povo dobre os joelhos e renda louvor, de modo que a toda hora, ao dobre dos sinos, o povo todo, no mundo inteiro, renda sempre graças e louvores ao Deus onipotente” (Excertos da CARTA A TODOS OS CUSTÓDIOS DOS FRADES MENORES).

“Todos devemos confessar os nossos pecados ao sacerdote e é dele que recebemos o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Pois quem não comer a sua Carne e não beber o seu Sangue não pode entrar no reino de Deus (cf. Jo VI, 54). É preciso no entanto que se coma e beba dignamente, porquanto, quem receber indignamente, “come e bebe a sua própria condenação porque não discerne o corpo do Senhor” (1 Cor XI, 29). … Visitemos também frequentemente as igrejas e honremos e respeitemos os clérigos, não tanto por sua pessoa  –  se forem pecadores  –  mas sobretudo por causa do seu ministério em que nos administram o santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo que sacrificam sobre o altar, recebem e repartem aos outros. E estejamos todos firmemente convencidos de que ninguém pode salvar-se e não ser pelas santas palavras e pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os clérigos pronunciam e anunciam essas palavras e ministram o sacramento. E só eles estão autorizados a exercer esse ministérios e mais ninguém” (Excertos da CARTA AO FIÉIS).

“Os meus abençoados irmãos, clérigos e leigos, confessem seus pecados aos sacerdotes da nossa Ordem. Se não for possível, confessem-se a outros sacerdotes prudente e católicos. E saibam claramente e considerem que, tendo recebido de qualquer dos sacerdotes católicos penitência e absolvição, estão absolvidos, sem dúvida alguma, daqueles pecados, se procurarem humilde e fielmente cumprir a penitência imposta. (…) E assim contritos e confessados recebem o Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, com grande humildade e respeito, recordando que o próprio Senhor disse: “Quem come a minha carne e bebe o  meus sangue possui a vida eterna” (Jo VI, 55); e: “Fazei isto em memória de mim” (Lc XXiI, 19).

“Mas também o Filho, em sendo igual ao Pai, não pode ser visto por alguém de modo diferente que o Pai e o Espírito Santo. Por isso são réprobos todos aqueles que viram o Senhor Jesus Cristo em sua humanidade sem enxergá-Lo segundo o espírito e a divindade e sem crer que Ele é o verdadeiro Filho de Deus. De igual modo são hoje em dia réprobos todos aqueles que  –  embora vendo o sacramento do Corpo de Cristo que, pelas palavras do Senhor, se torna santamente presente sobre o altar, sob as espécies de pão e vinho, nas mãos do sacerdote –  não olham segundo o espírito e a divindade nem crêem que se trata verdadeiramente do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Atesta-o pessoalmente o Altíssimo quando diz: “Este é o meu Corpo e o Sangue de nova Aliança” (cf. Mc XIV, 22); e: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue terá a vida eterna” (cf. Jo VI, 55). Por isso é o espírito do Senhor que habita nos seus fiéis quem recebe o santíssimo Corpo e Sangue do Senhor (cf Jo VI, 62). Todos aqueles que não participam desse espírito e no entanto ousam comungar, “comem e bebem a sua condenação” (1 Cor XI, 29).

Portanto, “ó filhos dos homens, até quando tereis duro o coração?” (Sl 4, 3). Por que não reconheceis a verdade “nem credes no Filho de Deus”. (Jo IX, 35? Eis que Ele se humilha todos os dias (Fil II, 8); tal como na hora em que, “descendo do seu trono real” (Sab. XVIII, 5) para o seio da Virgem, vem diariamente a nós sob aparência humilde; todos os dias desce do seio do Pai sobre o altar, nas mãos do sacerdote. E como apareceu aos santos apóstolos em verdadeira carne, também a nós se nos mostra hoje no pão sagrado. E do mesmo modo que eles, enxergando sua carne, não viam senão sua carne, contemplando-o contudo com seus olhos espirituais creram nele como no seu Senhor e Deus (cf. Jo XX, 28), assim também nós, vendo o pão e o vinho com os nossos olhos corporais, olhemos e creiamos firmemente que está presente o santíssimo Corpo e Sangue vivo e verdadeiro. E desse modo o Senhor está sempre com os seus fiéis, conforme Ele mesmo diz: “Eis que estou convosco até a consumação dos séculos” (Mt XXVII, 20) (Excertos de: PALAVRAS DE EXORTAÇÃO A TODOS OS IRMÃOS).

“Mas todos aqueles que não vivem em espírito de penitência, nem recebem o Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que praticam vícios e cometem pecados, e que vivem segundo suas más concupiscências e desejos perversos, e que não cumprem o que prometeram e com o seu corpo servem ao mundo, porque se deixaram ludibriar por suas concupiscências carnais, pelos cuidados e solicitudes deste mundo, pelo demônio, cujos filhos são e cujas obras praticam: cegos são eles, porque não são capazes de enxergar a verdadeira luz, Nosso Senhor Jesus Cristo. A sabedoria espiritual não na possuem porque não trazem dentro de si o Filho de Deus, que é a verdadeira sabedoria do Pai. E é deles que se diz: “Sua sabedoria foi devorada” (Sl 106, 27). Só enxergam, conhecem, sabem e praticam o mal e perdem deliberadamente suas almas. Reparai, ó cegos, iludidos por nossos inimigos, isto é,  –   pela carne, pelo mundo e pelo demônio  –  que é agradável ao corpo praticar o pecado, e amargo servir a Deus, porque todos os vícios e pecados procedem do coração do homem, como diz o Evangelho (Mt XV, 19). E nada tendes de vós, nem neste mundo nem no futuro. Julgais gozar por longo tempo as vaidades deste mundo, mas estais logrados, porque virá o dia e a hora na qual não pensais e que de todo desconheceis” (Excertos da CARTA AOS FIÉIS).

Carta a Todos os Clérigos: “Consideremos todos nós clérigos o grande pecado e ignorância que alguns manifestam com relação ao santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo e seu santíssimo nome e palavras escritas que tornam santamente presente o  Corpo (de Cristo). Sabemos que o Corpo não pode restar presente se antes não for tornado presente pela palavra. Pois nada temos nem vemos corporalmente dele, do próprio Altíssimo, neste mundo, senão o Corpo e Sangue, os nomes e as palavras pelas quais fomos criados e remidos da morte para a vida. Logo, todos aqueles que administram tão sacrossantos mistérios e especialmente aqueles que os ministram sem a reta discrição, considerem no seu íntimo como são vulgares os cálices, corporais e panos de linho sobre as quais é oferecido em sacrifício o Corpo e Sangue de Nosso Senhor. E muitos O guardam em lugares bem comuns e O levam de modo lamentável (pela rua) e O recebem indignamente e O ministram indiscriminadamente. … Não excitam porventura tais fatos a nossa piedade e devoção por esse bom Senhor quando se digna de vir colocar-se ele próprio em nossas mãos e nós O tocamos e O recebemos todos os dias em nossa boca? Ou ignoramos que um dia havemos de cair em suas mãos?

Emendemo-nos depressa e firmemente dessas e de outras faltas. Onde quer que o santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que O tirem dali para colocá-Lo e encerrá-Lo num lugar ricamente adornado. Sabemos perfeitamente que estamos estritamente obrigados a observar tudo isto, em virtude dos mandamentos do Senhor e dos preceitos da santa Mãe Igreja; e os que o não fazem saibam bem que deverão prestar contas perante Nosso Senhor Jesus Cristo no dia do Juízo” (Excertos da CARTA A TODOS OS CLÉRIGOS).

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6 Comentários to “Reflexão da Sagrada Escritura: São Francisco de Assis e a Eucaristia.”

  1. Vivendo no caos do Rio de Janeiro, cercado de favelas e de violência, não pude deixar de pensar na população que mora nestas localidades. A maioria dos moradores em favelas são protestantes, muitos traficantes de drogas se declaram mesmo “evangélicos”.
    É interessante refletir que o fato de um determinado ambiente ser habitado por uma maioria de “evangélicos” não impede este ambiente de se tornar violento e propenso à criminalidade. De fato, se formos comparar a expressão religiosa da população com os índices de violência no Brasil, quanto mais “evangélica” se torna a população brasileira, maiores são os índices de violência, homicídios, estupro, tráfico de drogas etc. Não há dúvida que esta realidade acontece porque falta ao protestantismo a EUCARISTIA que confere ao fiel a GRAÇA SACRAMENTAL da Comunhão sem a qual ninguém poderá ter parte com Jesus no Reino dos céus. O mundo, e o Brasil, precisam muito da Eucaristia.
    Peço ao organizador do Fratres que disponibilize ao Pe. Èlcio meu e-mail do gmail.com, quero falar com ele para fazer uma direção espiritual.
    Grato.

    • Eles seguem os ensinamentos de seu fundador:

      “Tudo se realiza segundo os decretos imutáveis de Deus: Deus opera em nós o mal e o bem. Tudo o que fazemos, fazemo-lo não livremente, mas por pura necessidade” (Weimar XVIII-709). .

      “Foi o diabo que introduziu na Igreja o nome de livre arbítrio” (Weimar VII-145).

      “O Evangelho não prega o que devemos fazer, não exige nada de nós. Antes, em vez de dizer-nos: faze isto ou aquilo, manda-nos simplesmente estender as vestes e receber: toma, meu caro, eis o que Deus fez por ti; por teu amor Ele vestiu de carne humana o próprio Filho… aceita este dom; crê e serás salvo” (Weimar XXIV-4).

      “Não só com as palavras, mas também com as nossas ações e com o nosso procedimento, exercitemo-nos com diligência em separar Cristo de qualquer ideia de legislador, afim de que, apresentando-se-nos o demônio sob a figura de Cristo para molestar-nos em seu nome, saibamos que não é Cristo, mas que é verdadeiramente o diabo” (Weimar XL. 1Abt. pág. 299).

      “A isto se reduz todo o Cristianismo: a sentir que não tens pecado ainda quando pecas, a sentir que teus pecados aderem a Cristo, que é Salvador do pecado” (Weimar XXV-331).

      E onde está a minha consciência que me acusa quando dou um passo errado? Ora consciência! Lutero manda abafar a sua voz. Diz ele: “Se a consciência do pecado te acusa, se põe ante os teus olhos a ira de Deus… não deves ouvi-la, mas contra a consciência e contra os teus sentimentos deves julgar que Deus não está irado, que tu não estás condenado” (Weimar XXV-330).

      Célebres palavras de Lutero na sua carta a Melanchton, escrita em agosto de 1521: “Sê pecador, peca fortemente, porém mais fortemente ainda crê e rejubila-te em Cristo !”

  2. O pensamento do Alcleir como o de qualquer um é livre, mas carrega aquela “terceirização” de quem parece transferir para outros toda a indolência intelectual. Impossível ler Hebreus 10: 28-29 sem ler os versículos 26 e 27. Impossível ler os excertos de São Francisco de Assis sobre a Eucaristia e esquecer que a maioria dos leigos nunca ouviu falar de Santo Antão, mas lembra do filme de Franco Zeffirelli.

  3. Os louvores e as graves admoestações justapostas em coro uníssono de S Francisco de Assis fazem nos recordar o momento atual, talvez como nunca a S Eucaristia está sendo profanada à vista de todos e tomada irreverentemente, como se fosse um pão qualquer, a começarem de tantas mulheres acederem a ela vestidas com roupas indecentes, adequadas a boites e homens em bem menor número, parecendo terem vindo de ruas de lazer, de chinelões, bermudas e camisetas.
    Muito disso sucede por falta de os sacerdotes terem coragem, deixarem de lado o respeito humano e falarem francamente aos fieis de não se aproximarem da S Comunhão em condições indevidas, a começarem das disposições interiores em estado de pecados graves, além de deles exteriormente exigirem recato no vestir e comportamentos diferenciado e respeitoso na Casa do Senhor Deus; aliás, qual deles ao acaso toma essas medidas cautelares e ostensivamente?
    *“… Saiba ainda que a Justiça Divina costuma descarregar castigos terríveis sobre nações inteiras, não tanto pelos pecados do povo quanto pelos dos Sacerdotes e religiosos, porque estes últimos são chamados, pela perfeição de seu estado, a ser o sal da Terra, os mestres da verdade e os pára-raios da Ira Divina” (II, 186).
    Para piorar, tantas S Missas são também celebradas num ambiente que muitos deles mais se pareceriam ruidosos shows de auditorio, a S Eucaristia é administrada de pé, por leigos, até por mulheres, colocadas nas mãos, facilmente desviadas para cultos maçonistas e outras mais macabras finalidades – o diabo exige que elas sejam consagradas – incluindo-se partículas se desprendem e caem no chão, sendo pisoteadas e até com exigencia de certos sacerdotes de que nem se ajoelhem ou a recebam na boca, e toda a crise por que passa o mundo atual está estritamente vinculada ao desrespeito pela S Eucaristia!
    **“ …O mesmo sucederá com a Sagrada Comunhão. Mas, ai! quanto sinto ao te manifestar que haverá muitos e enormes sacrilégios públicos e também ocultos de profanação da Sagrada Eucaristia. …. Meu Filho Santíssimo ver-Se-á jogado ao chão e pisoteado por pés imundos”.
    * ** Nossa Senhora do Bom Sucesso.

    .

  4. Eu sempre brinco nas minhas aulas de catequese aos jovens: coitado de São Francisco: lutou tanto pela castidade, um homem amante dos sacramentos e adorador de Jesus na Eucaristia, acabou ficando conhecido como o santo que gosta de cachorro… sobre a verdadeira santidade de São Francisco Léo Bife não estudou, né?

  5. Quando São Francisco sentia proxima sua morte, exigia ardorosamente o ‘porque de tamanha desordem ja no seu tempo, angustiado, bastante…
    E a resposta foi: “BASTA MINHA MORTE NA CRUZ”…
    Podemos entender ainda hoje então o cumprimento das Profecias das Sagradas Escrituras !
    Fazer nada mais, nada menos que o Maximo de nós na Diferença na Fé, o Ide do Senhor Jesus, orar, perdoar e com nossa Cruz as costas seguir os Passos do Mestre e Senhor DEUS, Filho Unigenito do Divino Pai Eterno, com ajuda aqui na terra do Santo Espirito. Levantar a cabeça e confiantes Crer, e Aguardar, felizes então o resgate à Vida Eterna. Glorias óh DEUS TRINO adorado, Pai nosso.