Um momento no espírito de “Magnum Principium” na CRB.

Missa Indiana na Conferência de Religiosos 

A página facebook da Conferência de Religiosos do Brasil do Ceará havia publicado as fotos de uma “missa” “inculturada”, indiana, celebrada com membros de congregações religiosas ali presentes.

Como havíamos anunciado em nosso último editorial, a Babel litúrgica impulsionada por Francisco levará à total destruição do Novus Ordo, a Missa proveniente do Vaticano II.

A página da CRB Ceará retirou a postagem em questão, dados aos comentários críticos de fieis escandalizados por todo o Brasil.

Abaixo, compartilhamos as fotos excluídas por eles. Os fieis católicos precisam saber que estes abusos existem para continuarem firmes em sua fidelidade, aguardando que passem os tempos difíceis que estamos vivendo em nossa Igreja. Não é de se estranhar a completa falência das ordens religiosas que aderiram ao aggiornamento conciliar.

 

34 Comentários to “Um momento no espírito de “Magnum Principium” na CRB.”

  1. “Magnum Principium” ou “Machiavelicum Principum” ?

  2. Parece que hoje em dia impera a Síndrome do vira-lata. O ocidente envergonha-se de suas raízes e quer ser tudo, menos católico.

  3. O que é essa macumba, meu Senhor amado….

    Paradoxalmente, o Papa vai empurrar o pouco de católicos que resistirem a esse liberalismo elevado ao paroxismo para os braços da Tradição Católica, o único reduto onde catolicismo ainda é catolicismo.

  4. Não consigo me reconhecer nesse tipo de coisa. Será que a fé que eu recebi ainda é a mesma? Se isso for missa:Tchau! tô fora! Acho que preciso encontrar o meu lugar.

  5. Alguém sabe que é o “padre hindu” que fez essa “missa”?

  6. Pergunta.
    O que será da Missa Tridentina, no Brasil, a partir da promulgação do “Magnnum Principium”?
    Uma vez que nosso clero é totalmente, ou a maioria, obediente ao Papa Francisco por ideologia e não por obediência??
    Pois não vi esse amor e defesa ao Papa Bento XVI.

  7. Eis aqui um vídeo mostrando como é a missa no rito sírio-malabar, na Índia. https://www.youtube.com/watch?v=DPBAP_xxrs8

    • Essa gente não está interessada num rito oriental legitimamente aprovado e dotado de profunda riqueza teológica e litúrgica. Para eles, falar de Índia (como falar de missa afro, missa crioula, missa vaqueira etc.), é falar de folclore, coisas meio exóticas inventadas ao bel-prazer dos participantes. Só existe uma norma: a proibição de seguir qualquer norma. Se existe rubrica no missal é para ser desobedecida, só vale o que se sente. É o triunfo do subjetivismo, do achismo… Uma “celebração” dessas causaria escândalo na própria Índia, entre os católicos dos ritos que lá existem.

  8. Para meditação, uma comparação entre o Pré e o Pós Vaticano II:

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    Pré-Vaticano II:

    “Lembrem-se, outrossim, os missionários de que, desde os antigos tempos a Igreja católica, enviando os arautos do evangelho às regiões ainda não iluminadas pela luz da fé, juntamente com os ritos sagrados, quis que eles levassem também os cantos litúrgicos, entre os quais as melodias gregorianas, e isto no intuito de que, atraídos pela doçura do canto, os povos a chamar a fé fossem mais facilmente movidos a abraçar as verdades da religião cristã.” (Pio XII, enc. Musicae Sacrae Disciplina, n. 34).

    “a música sacra deve possuir, em grau eminente, as qualidades próprias da liturgia, e nomeadamente a santidade e a delicadeza das formas, donde resulta espontaneamente outra característica, a universalidade” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 2).

    “embora seja permitido a cada nação admitir nas composições religiosas aquelas formas particulares, que em certo modo constituem o caráter específico da sua música própria, estas devem ser de tal maneira subordinadas aos caracteres gerais da música sacra que ninguém doutra nação, ao ouvi-las, sinta uma impressão desagradável” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 2).

    “Todavia, como a música moderna foi inventada principalmente para uso profano, deverá vigiar-se com maior cuidado por que as composições musicais de estilo moderno, que se admitem na Igreja, não tenham coisa alguma de profana, não tenham reminiscências de motivos teatrais, e não sejam compostas, mesmo nas suas formas externas, sobre o andamento das composições profanas.” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 5).

    “Entre os vários gêneros de música moderna, o que parece menos próprio para acompanhar as funções do culto é o que tem ressaibos de estilo teatral” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 6).

    “A língua própria da Igreja Romana é a latina. Por isso é proibido cantar em língua vulgar, nas funções litúrgicas solenes, seja o que for, e muito particularmente, tratando-se das partes variáveis ou comuns da Missa e do Ofício.” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 7).

    “A música da Glória e do Credo, segundo a tradição gregoriana, deve ser relativamente breve.” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 22).

    “Nós vos exortamos ainda, veneráveis irmãos, a que tomeis cuidado em promover o canto religioso popular e a sua acurada execução feita com a dignidade conveniente, podendo isso estimular e aumentar a fé e a piedade das populações cristãs.” (Pio XII, enc. Mediator Dei, n. 179).

    “sejam eliminadas essas canções profanas que, ou pela moleza do ritmo, ou pelas palavras não raro voluptuosas e lascivas que o acompanham, costumam ser perigosas para os cristãos, especialmente para os jovens” (Pio XII, enc. Musicae Sacrae Disciplina, n. 32).

    “cuidem atentamente os ordinários e os outros sagrados pastores, que desde a infância os fiéis aprendam ao menos as melodias gregorianas mais fáceis e mais em uso, e saibam valer-se delas nos sagrados ritos litúrgicos, de modo que também nisso brilhe sempre mais a unidade e a universalidade da Igreja” (Pio XII, enc. Musicae Sacrae Disciplina, n. 22).

    “Estas qualidades [da música sacra] se encontram em grau sumo no canto gregoriano, que é por conseqüência o canto próprio da Igreja Romana, o único que ela herdou dos antigos Padres, que conservou cuidadosamente no decurso dos séculos em seus códigos litúrgicos e que, como seu, propõe diretamente aos fiéis” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 3, entre [ ] meus).

    “A essa santidade se presta sobretudo o canto gregoriano, que desde tantos séculos se usa na Igreja, a ponto de se poder dizê-lo patrimônio seu.” (Pio XII, enc. Musicae Sacrae Disciplina, n. 20).

    “Em todas as coisas da liturgia devem brilhar sobretudo estes três ornamentos de que fala o nosso predecessor Pio X: a santidade, que rejeita toda influência profana; a nobreza das imagens e das formas, às quais serve toda arte genuína e superior; a universalidade, enfim, a qual – conservando os legítimos usos e costumes regionais – exprime a unidade católica da Igreja.” (Pio XII, enc. Mediator Dei, n. 173).

    “o canto gregoriano foi sempre considerado como o modelo supremo da música sacra, podendo com razão estabelecer-se a seguinte lei geral: uma composição religiosa será tanto mais sacra e litúrgica quanto mais se aproxima no andamento, inspiração e sabor da melodia gregoriana, e será tanto menos digna do templo quanto mais se afastar daquele modelo supremo” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 3).

    “É proibido, na Igreja, o uso do piano bem como o de instrumentos fragorosos, o tambor, o bombo, os pratos, as campainhas e semelhantes.” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 19).

    “É rigorosamente proibido que as bandas musicais toquem nas igrejas, e só em algum caso particular, com o consentimento do Ordinário, será permitida uma escolha limitada, judiciosa e proporcionada ao ambiente de instrumentos de sopro, contanto que a composição seja em estilo grave, conveniente e semelhante em tudo às do órgão.” (S. Pio X, motu proprio Tra Le Sollicitude, n. 20).

    “Além do órgão, há outros instrumentos que podem eficazmente vir em auxílio para se atingir o alto fim da música sacra, desde que nada tenham de profano, de barulhento, de rumoroso, coisas essas destoantes do rito sagrado e da gravidade do lugar. Entre eles vêm, em primeiro lugar, o violino e outros instrumentos de arco, os quais, ou sozinhos ou juntamente com outros instrumentos e com o órgão, exprimem com indizível eficácia os sentimentos, de tristeza ou de alegria, da alma.” (Pio XII, enc. Musicae Sacrae Disciplina, n. 29).

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    Vaticano II:

    “Não é desejo da Igreja impor, nem mesmo na Liturgia, a não ser quando está em causa a fé e o bem de toda a comunidade, uma forma única e rígida, mas respeitar e procurar desenvolver as qualidades e dotes de espírito das várias raças e povos. A Igreja considera com benevolência tudo o que nos seus costumes não está indissoluvelmente ligado a superstições e erros, e, quando é possível, mantém-no inalterável, por vezes chega a aceitá-lo na Liturgia, se se harmoniza com o verdadeiro e autêntico espírito litúrgico.” (Sacrosanctum Concilium, n. 37).

    “Mantendo-se substancialmente a unidade do rito romano, dê-se possibilidade às legítimas diversidades e adaptações aos vários grupos étnicos, regiões e povos, sobretudo nas Missões, de se afirmarem, até na revisão dos livros litúrgicos; tenha-se isto oportunamente diante dos olhos ao estruturar os ritos [criação de vários ritos novos] e ao preparar as rubricas [adaptação e criatividade total – permissivismo litúrgico].” (Sacrosanctum Concilium, n. 38, entre [ ] meus).

    “Deve a competente autoridade eclesiástica territorial, a que se refere o art. 22 § 2, considerar com muita prudência e atenção o que, neste aspecto, das tradições e gênio de cada povo, poderá oportunamente ser aceite na Liturgia. Proponham-se à Sé Apostólica as adaptações julgadas úteis ou necessárias, para serem introduzidas com o seu consentimento.” (Sacrosanctum Concilium, n. 40, § 1).

    “A Igreja nunca considerou um estilo como próprio seu, mas aceitou os estilos de todas as épocas, segundo a índole e condição dos povos e as exigências dos vários ritos, criando deste modo no decorrer dos séculos um tesouro artístico que deve ser conservado cuidadosamente.” (Sacrosanctum Concilium, n. 123).

    “Seja também cultivada livremente na Igreja a arte do nosso tempo, a arte de todos os povos e regiões, desde que sirva com a devida reverência e a devida honra às exigências dos edifícios e ritos sagrados.” (Sacrosanctum Concilium, n. 123).

    “Em certas regiões, sobretudo nas Missões, há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos como na adaptação do culto à sua índole, segundo os art. 39 e 40. Por isso, procure-se cuidadosamente que, na sua formação musical, os missionários fiquem aptos, na medida do possível, a promover a música tradicional desses povos nas escolas e nas ações sagradas.” (Sacrosanctum Concilium, n. 119).

    Artigo 39: “Será da atribuição da competente autoridade eclesiástica territorial, de que fala o art. 22 § 2, determinar as várias adaptações a fazer, especialmente no que se refere à administração dos sacramentos, aos sacramentais, às procissões, à língua litúrgica, à música sacra e às artes, dentro dos limites estabelecidos nas edições típicas dos livros litúrgicos e sempre segundo as normas fundamentais desta Constituição.” (Sacrosanctum Concilium, n. 39).

    “em alguns lugares e circunstâncias é urgente fazer uma adaptação mais profunda da Liturgia” (Sacrosanctum Concilium, n. 40).

    “Para se fazer a adaptação com a devida cautela, a Sé Apostólica poderá dar, se for necessário, à mesma autoridade eclesiástica territorial a faculdade de permitir e dirigir as experiências prévias que forem precisas” (Sacrosanctum Concilium, n. 40, § 2).

    “A tradução do texto latino em língua vulgar para uso na Liturgia, deve ser aprovada pela autoridade eclesiástica territorial competente, acima mencionada.” (Sacrosanctum Concilium, n. 36, § 4).

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    Enfim, toda essa Desgraça Litúrgica tem seu respaldo no Concílio Vaticano II.

  9. Como são numerosos os pastores que andam às cegas na escuridão, que não defendem mais o seu rebanho dos lobos vorazes. Pelo contrário, eles próprios são os lobos vestidos de ovelhas!
    Não há dúvidas de que chegou a hora da grande prova para a Igreja, sacudida pela falta de fé, obscurecida pela apostasia e ferida pelo cisma camuflado.
    Há duas Igrejas, uma fiel aos ensinamentos dos apóstolos e ao decálogo e a outra verdadeira sinagoga de satanás, nos termos do apocalipse.
    Satanás conseguiu entrar definitivamente no Templo de Deus, impregnando-o com a sua fumaça de erro e do pecado.
    A Igreja está sob o poder das forças do mal que a ameaçam destruí-la do seu interior. Há uma maré de lodo que arrasta tudo de belo, rico e casto para o esgoto moral que se transformou o mundo, a sociedade, os poderes políticos.
    O cálice da Justiça Divina deve estar cheio e prestes a transbordar.

  10. Esse piquenique não tem nada a ver com a venerável liturgia siro-malabar, rito de São Tomé, apóstolo da Índia, como a tal “missa afro” da CNBB não tem nada a ver com a África.

  11. Como é bom estar em “situação irregular” e ficar o mais longe possível dos venenosos frutos do Vaticano II.

  12. Sinto muito, muitíssimo mesmo, pelos pobres religiosos que, desejando entregar a vida à Igreja, recebem dos sacerdotes esse tipo de espetáculo, cheio de uma falsa e pretensa cultura, mas vazio de sentido, de sacralidade, de encontro com Deus.

  13. O Jornal do Recife, órgão da Maçonaria, na edição de 18 de Setembro de 1897, lançou esta pergunta: “O que adianta, que utilidade tem a Missa?” “A Missa é uma mentira convencional como outra qualquer”. Ainda do mesmo jornal: “O celibato clerical é um absurdo! o voto da castidade, uma blasfêmia!… (Livro “Um Cristão Católico” – Recife – 1898.
    Recordo aqui dois conteúdos da *”Carta aberta de um arcebispo sobre a crise na Igreja” e refletiria no caso por nossos pastores em geral – poucas exceções – estarem silentes em repressão à anarquia que gradativamente vem se instalando na Igreja, em particular desde o Vaticano II, impulsionada por infiltrados em seu interior, bem concentrados no intuito de socializar e relativizar a S Missa, como tanto fez a TL, com a ajuda da CNBB!
    Assim, os católicos estão sendo pervertidos pelo POLITICAMENTE CORRETO do MARXISMO CULTURAL nas recorrentes lavagens cerebrais, DO MATERNAL À UNIVERSIDADE, desde varias décadas. Assim, as reprimendas servem à CNBB-TL e a mais omissos e/ou coniventes com O RELATIVISMO ATUAL, advindo desde esse concilio por nele infiltrados da maçonaria, mesmo assim poderia estar bastante pior se o papa Bento XVI não mais estivesse presente!…
    1 – … *”Pode-se observar em todos os níveis da Igreja uma diminuição evidente do espírito do “sacrum”. O “espírito do mundo” alimenta os pastores. Os pecadores é que dão à Igreja as instruções de como ela tem que servi-los. Constrangidos, os Pastores se calam sobre os problemas atuais e abandonam o rebanho, enquanto cuidam de alimentar apenas a si mesmos. O mundo é tentado pelo demônio e se opõe à doutrina de Cristo. Não obstante, os pastores são obrigados a ensinar toda a verdade sobre Deus e os homens “em bons tempos e maus tempos”.
    2 – … **”Todavia, durante o reinado dos últimos Papas, podemos observar a Igreja na maior desordem no que diz respeito à pureza da doutrina e a sacralidade da liturgia, onde não se dá a Jesus Cristo a honra que lhe é devida. Em não poucas Conferências Episcopais, os melhores bispos se tornaram “persona non grata”. Onde estão os apologetas dos nossos dias, que teriam a coragem de anunciar aos homens de maneira clara e compreensível a ameaça do risco de se perder a fé e a salvação”?
    É bom notar que o terreno para sucederem fatos dessa natureza vem sendo preparado e adubado desde 1824 pelos maçons da Alta Vendita, os carbonarios e a infiltração deles é patente na Igreja, haja vista a quantidade de sacerdotes de comportamentos relativistas não repreendidos nem afastados pelo papa Francisco, socializando a S Missa à la TL – pareceria-nos confraternizar já que não os repreende, que saibamos – como as celebrações fraternalistas dos acampamentos do MST-TL etc.
    * ** https://fratresinunum.com/2015/…/carta-aberta-de-um-arcebispo-sobre-a-crise-na-igre..

  14. Já perceberam como os religiosos, em especial, adoram sentar-se ou colocar coisas no chão ou fazer essas missas improvisadas em banquetas? Diocesanos também, mas acho que menos. Sempre tem um vaso com trigo e uma bíblia aberta (desrespeito!) no chão em frente ao altar, cesto com pães, frutas, arranjos diversos… Muito comum de ver em fotos de noviciados e assembleias ou capítulos de congregações. Tem sempre uma “partilha”, “vivência”, “dinâmica”, com objetos ou escritos no chão e pessoas pensativas em volta.

  15. Me lembrou o caso do Padre Joachim Andrade e sua dança indiana na Missa.

  16. Vocês perceberam como os modernistas usam manifestações TRADICIONAIS de outros povos, ou de outros credos, nas suas manifestações supostamente católicas? Perceberam como destacam a CULTURA de outros povos? Somente não têm lugar a TRADIÇÃO católica e a CULTURA católica.

  17. Nenhum cara de pau venha dizer que isso é “abuso”, pois não é. Isso é a essência mesma do sínodo Vaticano Dois e das reformas corrosivas de Paulo Sexto e da mania inculturadora de “São” João Paulo Segundo.

    Vejam as fotos de “São” João Paulo Segundo celebrando Missa (!), em Papua, Nova Guiné, em 8 de maio de 1984, com a leitora semi-pelada mostrando os seios desnudos (e outras coisas igualmente imorais e devastadoras podem ser somadas a essa). Quem tem a menor culpa é a mulher pelada, uma vez que não foi devidamente evangelizada, mas corrompida pelo clero local.

    Então, essa palhaçada não vem de longe. Os clérigos ridículos do grande mafuá “igreja do vaticano segundo” continuam por por aí, calados, contando o vil metal e apoiando, tácita ou expressamente, essa desgraça toda. Eles deviam sair se flagelando pela rua pra ver se ainda têm alguma chance de não afundarem no lago de enxofre. Pois “a quem muito foi dado, muito será cobrado”. Era melhor que não tivessem nascido.

  18. Do livro Plinio Corrêa de Oliveira: denuncia no seu nascedouro a revolução progressista, no livro Em Defesa da Ação Católica… (Juan Gonçalo L. Campbell) O Pe. José Orcar Beozzo* – (1941). Tido como um dos mais fecundos autores teológicos brasileiros e um dos mais destacados líderes da Teologia da Libertação, afirma: “Notáveis também os suportes institucionais e movimentos QUE PREPARARAM O CONCÍLIO e que depois o aplicaram. No Brasil, inegavelmente, os movimentos de ação católica foram os precursores e os mais atentos e receptivos partidários dos caminhos abertos pelo Concílio. (…) Nutridos no MOVIMENTO LITÚRGICO e na teologia de Congar e de Rahner, o Concílio foi para eles o coroamento de uma estrada que já vinham percorrendo há muitos anos. (…) Se a Ação Católica preparou o Concílio, foram as CEBs uma das principais responsáveis pelo seu desabrochar. (…)” pp.90 e 91
    * Pe. José Oscar Beozzo, Herança Espiritual de João XXIII: Olhar posto no amanhã. Ed. Paulinas, São Paulo,1993,pp.164-165.

    Para os srs. verem que a crise já vem antes do concílio que infelizmente oficializou tudo.

    • “Herança Espiritual de João XXXIII: desobediência, devastação e apostasia”. Ed. Fauninas, Taba da Mãe Joana, 2017, pp.666.

  19. Mais um dado: O Pe. José Ariovaldo da Silva, OFM, relata que “os trabalhos do Centro de Liturgia” se inauguraram com um retiro que Dom Martinho Michler* fez com um grupo de seis rapazes do mesmo Centro, numa fazenda do interior do Estado do Rio, de 10 a 15 de julho de 1933″.
    *Michler, Dom Martinho – (1901-1969). Beneditino em Neusheim, Maria Laach e Santo Anselmo em Roma. Exerceu grande influência no Movimento Litúrgico no Brasil a partir do Rio de Janeiro.

    E D. Isnard* referindo-se ao mencionado retiro deixa patente o mesmo espírito de “iniciação” que citamos acima: “Na sala principal ele [D. Martinho] preparou um altar para a celebração da missa. Mas, para grande surpresa nossa, em vez de encostar a mesa na parede, ele a colocou no centro da sala e dispôs um semicírculo de cadeiras, dizendo que ia celebrar de frente para nós. FOI A PRIMEIRA MISSA CELEBRADA DE FRENTE PARA O POVO NO BRASIL. Na sala de uma velha Fazenda do Estado do Rio! D. Martinho fez tudo isso com naturalidade, mas naquele momento ele consumava uma revolução dentro de nós, quebrava um tabu, e nos obrigava a segui-lo noutros passos que nos faria dar. Mas não parou aí a novidade. A missa foi dialogada. Em latim, sem dúvida. Todos rezávamos, pela primeira vez, as partes que cabiam ao coro ou aos cantores. Foi um deslumbramento! Era a primeira vez que, no Brasil, fora de uma mosteiro beneditino se dialogava a missa”.
    *Isnard, Dom Clemente – (1917-2011). Foi bispo, primeiro da Diocese de Nova Friburgo,RJ. Tornou-se monge beneditino em 1937 e sacerdote em 1942. Em 1960, foi sagrado bispo da Diocese de Nova Friburgo. Foi um dos responsáveis pelas reformas litúrgicas no Brasil.

    Isso é só um pontinha do iceberg. Rezemos!!!

    • Dom Martinho foi um grande beneditino, da corrente do autêntico Movimento Litúrgico alemão. Pena que isso possa ter debandado para missa indiana, dancinhas ou mulheres de jaleco e poncho no presbitério – naquela época até uma Escola de Canto Gregoriano foi aberta no RJ, não sei se pela arquidiocese ou pelos franciscanos, ou outros. Inspirou muitos jovens a ingressarem no Mosteiro de São Bento do RJ (e outras ordens e seminários), incluindo Dom Clemente, que foi prior durante seu governo abacial.

    • Essa denuncia do Dr. Plínio está aqui:

      O “movimento litúrgico” do século XX aparece-nos mais como um desvio do que como um desenvolvimento daquele outro movimento litúrgico promovido no século precedente pelo abade de Solesmes, D. Prosper Guéranger (25). Este entendia a renovação da vida monástica como um retorno à antiga liturgia romana tradicional, depois das devastações operadas pelo protestantismo e, no seio da própria Igreja Católica, pelo galicanismo e pelo jansenismo. O “movimento litúrgico” (26), que se iniciou na Bélgica (27) e teve o seu principal ponto de referência na abadia alemã de Maria Laach (28), foi, pelo contrário, entendido como uma “irrupção dos leigos na participação activa na vida da Igreja” (29).
      continua: http://www.pliniocorreadeoliveira.info/Cruzado0303.htm
      Nesse primeiro texto, Plínio Correa fala de “irrupção dos leigos na participação activa na vida da Igreja”
      E neste outro, atribuído ao Papa João Paulo II: “Por outro lado, a necessidade pastoral que animava o movimento litúrgico exigia que fosse favorecida e suscitada uma participação mais activa dos fiéis nas celebrações litúrgicas, através do uso das línguas nacionais, e que se aprofundasse o tema da adaptação dos ritos nas várias culturas, sobretudo em terras de missão.”
      Para ler o texto na íntegra: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2011/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20110506_sant-anselmo.html
      Francisco faz a aplicação prática de tudo aquilo que se desejou ante, durante e depois do Concilio Vaticano II.

    • Garcia,

      Não é exacto o que dizes. Quem incentivou a entrada de numerosas vocações na Abadia beneditina de N. Senhora de Monserrat, no Rio de Janeiro, foi D.Tomás Keller OSB, que era PERFEITAMENTE CATÓLICO e não um cripto-modernista e novidadeiro litúrgico como o singularíssimo Michler. Aliás, se leste a Regra algum dia, deves saber que o “undécimo grau da humildade consiste em que o monge não seja singular”, isto é, dado a personalismos litúrgicos ou quaisquer outros. Pois é.

      O novidadeiro Michler, alemão, veio meio forçado para o Brasil. Em obediência ao visitador apostólico D. Lourenço Zeller, mudou sua estabilidade da abadia de Neresheim, na Alemanha, para a do Rio. Ficou abade em 1948, com a renúncia do VIRTUOSO E CATÓLICO D. Tomás Keller. Gostava Michler de ostentar pavonicamente o seu anel de “padre conciliar” (Vaticano Dois), uma vez que, sendo abade nullius, participou, por direito, daquele convescote de arruinadores da Igreja de Deus. Havendo renunciado ao cargo, Michler voltou correndo para Europa.

      Esperemos que a desgraça litúrgica implementada pelas sacrílegas reformas de Paulo Sexto (que não gostava da comida do seminário e voltou pra casa de mamãe) tenham aberto os olhos do novidadeiro Michler – que poderia ser alcunhado de “Michler Versus Populum” – antes de ter ido prestar contas por tantos males causados ao culto divino, mercê da singularidade vaidosa de deturpadores como ele.

  20. Já ouvi muito sobre um paralelo entre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo é a atual situação da Igreja, que também passaria por semelhante Paixão. Fico pensando se ainda estamos na parte em que os soldados cospem e batem em Nosso Senhor coroado de espinhos ou se já são aqueles que, vendo a crucificação dizem: “Aos outros salvou, salva-te a ti mesmo”
    Deus tenha misericórdia de nós.

  21. Dentro da mesma “tradição” litúrgica, tivemos a ordenação de Manoj, na Catedral de Rodez, França, 25 de junho de 2017:
    https://youtu.be/vnLKDII8LcU
    http://paroisse-millau-grands-causses.org/spip.php?article1034

  22. É a revolução francesa dentro da Igreja! Estão radicalizando até o radical! Vão destruir até a falida “missa” de Paulo VI… típico das revoluções… um dado tempo começam a se atacar… isso vai ser muito bom ou muito ruim.

  23. Fazendo uma análise bem técnica sobre a questão litúrgica, nota-se que a mudança da liturgia apenas reflete o que de fato está na essência da religião. As diversas “denominações” religiosas e até mesmo as cerimônias civis, militares, etc., trazem para os movimentos e gestos exteriores o que acreditam, defendem e respeitam. Assim, quando um militar bate continência para o pavilhão nacional, quando os cidadãos em ´posição de respeito cantam o hino de seu país, colocam para fora o que acreditam, o que respeitam, o que defendem. Nas religiões isso não é diferente, ou não deveria ser assim. Contudo, com a famosa reforma luterana, seus seguidores não acreditavam mais na Presença Real de Nosso Senhor na Santíssima Eucaristia, a Santa Missa não era a Renovação Incruenta do Sacrifício da Cruz, basta a fé de cada um e pronto, não existe intercessão de santos, etc., etc. e etc. E hoje, o que temos?; um novo “pensamento” de catolicismo, um novo “espírito soprou sobre a humanidade. Realizando o que o Apóstolo São Paula alertava sobre a multiplicação de mestres conforme nossos desejos, de fato isso hoje está a olhos nus. O relativismo, pregado pelo liberalismo arrasta multidões para a apostasia. A evolução tecnológica, que deveria ser um bem, mas os maus a transformaram numa desculpa para o afastamento dos homens de Deus, sim do Deus Vivo, pois o deus que se prega até nos templos Católicos, está longe de ser o Verdadeiro. Os padres agora são juramentados ao respeito humanos, ás necessidades de viver bem com esse mundo, pois já não creem na vida espiritual, na vida pós morte. Então, vamos viver aqui como irmãos, sem conflitos, buscando só viver bem, até que a morte chegue. Enfim, a tal da regularidade, se tornou o motivo de ser católico, e não mais a essência que é a Fé em Deus. Desta forma, como disse um douto sacerdote, prefiro erra com a igreja, do que acertar sozinho. Como seria errar com a “igreja”, bem com igreja em minúscula seria o exterior, seus membros com cargos e funções, os movimentos, etc., mas nunca a Igreja, o Corpo Místico de Nosso Senhor, que veio salvar os homens (almas), do pecado. De forma, não causa estranheza, tecnicamente falando, as reformas, contrarreformas litúrgicas, pois só refletem aquilo que seus membros acreditam, já que não creem mais no Verdadeiro Deus. Muitos já se separam da cepa, outros tantos são galhos mortos “grudados” na cepa, que serão cortados fora. Agora voltemos à Mensagem de Fátima, que para os protestantes de nada valem e para muitos que se dizem ainda católicos, deve ser uma coisa apenas espiritualizada, superficial, busca de paz temporal, de milagres, etc.; relembrando as palavras da Santíssima Virgem, não ofendamos mais a Deus, que já está muito ofendido. É preciso rezar e nunca deixar de fazer, oração e penitência, o mundo está, ou melhor os homens estão cada vez mais longe de Deus. O grande Cura D’Ars, dizia que se deixasse uma paróquia sem padre por algum tempo, o povo passaria a adorar as pedras, hoje em dia mesmo com padres, mesmo com cerimônias religiosas as pessoas e os próprios padres, estão adorando tudo, menos Aquele é devida toda adoração. Um provérbio chinês, coroemo-nos de rosas, antes que elas murchem, é o lema do mundo atual, e tristemente é da “igreja” atual. O que aconteceu a mais de dois mil anos atrás, nas horas que antecederam o nascimento do Salvador, pode-se repetir agora: Havia lugar para todos, menos para eles.

  24. Alguem pode colocar aqui fotos do Rito próprio da Índia? Poderia enviar para esse pessoal. Acho que não estão bem informados

  25. Que isso! Isso não é nada! Tem até missa erótica na Alemanha hoje!

    https://cathcon.blogspot.com.br/2017/10/erotic-mass-for-youth-organised-by.html?spref=fb&m=1

  26. Depois de ver o link do Pedro Barreto eu só consigo chorar e rezar. A Europa de hoje é definitivamente pagã e vive um período de transição entre o cristianismo e o islã. É preciso um trabalho de reevangelização da Europa, porque ela é uma fonte irradiadora de cultura no ocidente. Não adianta uma América do Sul cristã e incapaz de irradiar cultura, em comparação com uma Europa neo-pagã. Infelizmente o que vemos na Igreja hoje é justamente o contrário de qualquer movimento reevangelizador.

  27. Cosas como estas eran habituales con los carmelitas en Sucumbíos hasta que fueron denunciados y retirados de ese Vicariato: http://sucumbiosinformacion.blogspot.com/2011/06/isamis-modelo-de-iglesia-iii-parte.html