Editorial – Um único pecado: corrigir Papa Francisco.

Por FratresInUnum.com – 5 de novembro de 2017 

Que miséria! A única pátria que restou aos cães-de-guarda do atual pontificado foi um falso argumento de autoridade, na verdade, uma falácia catalogada entre os argumentos ad hominem, chamada de apelo à autoridade.

17fev2016-fiel-quase-derruba-o-papa-francisco-e-irrita-o-lider-religioso-durante-evento-no-mexico-1455703877982_956x500.jpgA estrutura lógica – ou ilógica – do argumento seria apenas esta: “se Francisco falou, então é porque é verdade, pois ele é o papa”. O apelo chega a assumir contornos cômicos quando seus pregoeiros se disfarçam com vestes de escândalo e dizem: “onde já se viu alguém questionar o papa? Que absurdo, corrigir o Santo Padre!”, enquanto cruzam os dedos para que ninguém perceba o vexame de que acusem aquilo que eles mesmos fizeram com os papas anteriores.

Ora, os outros papas eram menos papas que Francisco? Criticar João Paulo II e Bento XVI foi o ofício dessa gente. Agora, fingem devoção papal, chegam a delírios de fervor, unicamente porque ele diz exatamente aquilo que eles querem ouvir.

Pois bem, o problema é que o argumento de autoridade não é o problema. Ao contrário, é bastante legítimo, desde que seja usado legitimamente, inspirando confiança e retidão.

Durante o Concílio de Trento, o Padre Diogo Laynez — que, depois, foi o primeiro sucessor de Santo Inácio de Loyola na condução da Companhia de Jesus —, que a convite do Papa Paulo III foi teólogo perito do Concílio, fez a seguinte afirmação, digna de nota:

“Como os dogmas da fé só podem ser definidos pelas Sagradas Escrituras e pelos escritos dos Santos Padres da Igreja, eu declaro que não irei citar, em suporte da minha opinião, nenhum texto de nenhum Padre ou Doutor da Igreja, do qual eu não tenha lido as obras completas ou que não tenha extraído todas as passagens que dão provas evidentes de que esta realmente é a opinião do autor” (Daurignac, History of the society of Jesus, Cincinnati, 1865, p. 98).

Isto é um argumento de verdadeira autoridade! Em outras palavras, o argumentador está de tal forma interessado em descobrir a verdade da fé que rastreia nas Sagradas Escrituras e nos escritos dos Padres e Doutores da Igreja aquela coerência verdadeira que debela a dúvida e estabelece, define a verdade!

Ora, isso é exatamente o contrário do que está fazendo Francisco. Ele desautoriza toda a tradição da Igreja para estabelecer o que ele quer. Este não é um uso legítimo da autoridade, mas um autêntico abuso da mesma.

Quando os fieis manifestam a sua perplexidade e mencionam essa postura autorreferencial e autoritária não estão desafiando a autoridade do pontífice, mas apenas o estão convidando a exercê-la autenticamente. Afinal de contas, o seu ofício não é criticar a fé, mas ser um custódio da mesma, o seu garante e guarda intransigente.

Esse criterioso trabalho de investigação da verdade da fé foi o que fez o Concílio de Trento demorar tanto tempo. Cada proposição devia ser analisada no contexto de toda a tradição anterior, para que não houvesse alteração no sagrado depósito.

Os protestantes romperam com este critério. Passaram a ler as Escrituras não a partir do patrimônio do cristianismo, mas de suas próprias invenções e achismos. Francisco transformou este modus operandi na estrutura mesma de seu pontificado, e colocou a sua autoridade totalmente a serviço deste programa.

Os progressistas sempre relativizaram a verdade e a autoridade; agora, se escondem por trás da autoridade para destruí-la por completo. De fato, Francisco está auto-afirmando a sua autoridade para esvaziá-la de sua função mais específica: a de ser defensor fidei, defensor da fé.

Contudo, contrariamente aos progressistas que, através da sua teoria crítica, submetem a realidade inteirinha à relativização mediante uma crítica metódica e implacável, nós não apontamos esses erros com prazer ou por esporte.

De fato, trata-se de um dever de caridade para com Francisco e de um dever de justiça para com a Igreja!

É um dever de caridade porque, com efeito, não sabemos se Francisco age por ignorância, malícia ou fragilidade. Em todo o caso, está fazendo mal à sua própria alma e às dos outros, escandalizando a muitos com sua atitude obstinada. É verdade que muitos, em sua acusação, acabam se destemperando e partindo para a agressão verbal mais grosseira. Não é possível admitirmos uma revolução contra a autoridade. Podemos apontar o erro, mas sempre com o devido respeito e amor, em vista do bem da Igreja e de sua unidade, contra qualquer cisma ou defecção.

Neste ponto, precisamos nos firmar numa objetividade lógica muito rigorosa, pois é comum na atual retórica ostensivamente apologista a este papa o deslocamento do debate para o âmbito pessoal. Querem reduzir a posição católica a uma mera questão de antipatia por Bergoglio ou ampliá-la para uma posição de crítica perpétua, projetando sobre nós aquilo que eles mesmos sempre fizeram.

Lembramos, também, que os apologetas de Francisco, sempre apressados em demonstrar-lhe total subserviência, pouco têm de caridosos ou mesmo virtuosos. Como ensina o Catecismo da Igreja Católica, “deve-se proscrever qualquer palavra ou atitude que, por bajulação, adulação ou complacência, encoraje e confirme o outro na malícia de seus atos e na perversidade de sua conduta. A adulação é uma falta grave quando cúmplice de vícios ou de pecados graves. O desejo de prestar serviço ou a amizade não justificam duplicidade na linguagem” (n. 2480).

E, neste caso, vale lembrar aos cleaners que de pouco serve cobrir a nudez de quem rasga continuamente os lençóis com que é coberto e tampouco serve fingir que nada acontece, para continuar apenas pregando a doutrina, quando o próprio Papa se coloca a desmontar a arquitetura mesma da Igreja e a sua constituição divina, o que é flagrantemente não somente contra a doutrina, mas, acima de tudo, impossibilita completamente a sua conservação, visto que o ministério petrino serve justamente para isso.

Além disso, corrigí-lo é um dever de justiça para com a Igreja. Em meio às ambiguidades do seu magistério, é evidente uma direcionalidade muito coerente. Bergoglio não é um papa que fala através das palavras, mas sobretudo através da direção para a qual encaminha a Igreja: de católica, ele a está tornando luterana.

Os progressistas sempre criticaram todos os papas, mas não apenas. Criticam as Sagradas Escrituras, os Santos Padres, os Doutores da Igreja e até eles mesmos. A crítica metódica dos progressistas é implacável. Mas, para que continuem a criticar, precisam demolir todas as autoridades enquanto eles mesmos se imunizam contra a crítica, escondendo-se por trás da autoridade papal de Francisco, à qual apelam como num refrão contínuo.
Para os progressistas, não existe moral objetiva, nem lei, nem pecado. Mas, para isso, eles precisam criar um único pecado, o pecado original do progressismo bergogliano: corrigir Papa Francisco, até no que ele tem de escandalosamente corrigível.

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33 Comentários to “Editorial – Um único pecado: corrigir Papa Francisco.”

  1. Os “bergoglianos” não são fãs de Lutero? Ora, Lutero não foi nada ‘amável’ em suas censuras contra os Papas de seu tempo… Como podem os bergoglianos incensarem Lutero – rival ardente do papado – e ao mesmo tempo defenderem Bergoglio em nome da obediência ao papa? Por que Lutero podia fazer críticas absurdas (verdadeiros xingatórios) aos papas de sua época, e nós não podemos nem abrir a boca para ao menos lamentar os desmandos evidentes daquele que hoje se senta no trono de Pedro?… O próprio “exemplo” de Lutero já condena os bergoglianos…

  2. Está parecendo os sindicalistas petistas na época que o PT governou o Brasil, quando diziam: “Tem que cumprir a lei do piso salarial”. Mas basta um governante não ser petista que eles são os primeiros a hostilizar quem é a favor da lei e da ordem.

    • Mas é exatamente assim que os progressistas funcionam… todos eles com um único fim, uma total subversão dos valores, uma revolução total da sociedade, a destruição do mundo. São eles a personificação, uma espécie de “encarnação”, do Diabo. Nos pontificados menos ruins de João Paulo II e Bento XVI eles criticavam o Papa, a Doutrina, tudo! Na mídia era só “escândalo do Vaticano”, “escândalo na Igreja Católica”. Com o objetivo, como pontuou o artigo, em destruir a autoridade. Nesse pontificado, terrível, Francisco é quem destrói a Igreja e sua Doutrina, então eles agora são os defensores ferrenhos da autoridade. Lembra-se da suposta orgia gay regada a drogas no Palácio do Santo Ofício, pouco repercutiu… imagina se fosse no pontificado de Bento XVI, o “Fantástico”, o “Globo Repórter”, o “Domingo Espetacular” e tantos outros meios de emburrecimento iriam vir com “matérias exclusivas”, “os segredos do Vaticano”, “informações inéditas”, “reportagens especiais”, etc. Vivemos nos dias de Fátima e Sallete…

  3. O “esteblishment” modernista que, neste pontificado, se encontra reinante, como nunca esteve em toda a história da Santa Igreja, deseja mesmo que os fiéis assistam a hecatombe desencadeada por ele na demolição dos pilares sagrados do Catolicismo, como que permanentemente entorpecidos pela dúvida acerca daquilo que move o papa: Seria ignorância, ingenuidade, fragilidade… Seria ele alguém que é manipulado, como um joguete, ou um fantoche do globalismo… Ou na verdade, trata-se de alguém hábil o suficiente para dissimular suas ações e intenções, sendo nada mais que um ardiloso estrategista, cujos passos são cuidadosamente arquitetados, calculados e previstos segundo o cumprimento de objetivos claramente traçados a ser atingidos ? A razão de ser, deste desmesurado interesse, por parte da heresia modernista, de que todos aqueles fieis ainda não tragados pelo seu “canto de sereia”, fiquem “ad seculorum” em tal estado de atonia, perante as ações do papa, reside no fato de que, assim permanecendo, todas estas pessoas acabam como que anestesiadas e sem reação perante tudo o que vem ocorrendo nesta terrível implementação da agenda modernista na Santa Igreja. Isso tanto tem funcionado que há, por exemplo, ainda, numerosas pessoas a tal ponto ingênuas e sucumbidas em tal mecanismo de alienação, que acreditam piamente que este papa seja mesmo aquele “bom mocinho” preocupado em “por em ordem” questões ligadas à cúria, ao banco do Vaticano, ou outras realidades mais que, a rigor, nada mais são que meras “cortinas de fumaça” para escamoteação de intenções inconfessáveis. Em plena esta altura do campeonato, em que o rolo compressor bergogliano esmaga todos seus opositores e passa por cima até mesmo do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, não perceber o grau de maquinação (que principia já deste a fomentação do ambiente que culminou na renuncia de Sua Santidade, o Papa Bento XVI) já não é mais nem caso de ingenuidade, mas de desinformação ou simplesmente de intencional cumplicidade mesmo com tudo isso.

    • Seria ele… Nunca se esqueçam disto: “Esther Ballestrino uma bioquímica, foi chefe do jovem técnico químico Bergoglio , quando ele tinha 21 anos em um laboratório de controle de alimentos em BsAs. No entanto a amizade entre os dois incluiu longas conversas sobre marxismo e o empréstimo mútuo de livros”… http://www.estadao.com.br/noticias/geral,a-historia-de-amizade-com-uma-comunista,1055439
      Quem ensinou a ele muito sobre política e do filósofo que o ajudou a pensar: Methol Ferré. Os vídeos com o pensamento dele estão no youtube.

    • Parece-me que há algo de leviano está critica de quem não conhece com suficíente profundidade o Santo Evangelho os Santos Papás e outros Santos Papás ( não só canonizados). Apontem os erros, indiquem os teologos de peso do mundo inteiro que os seguem e venham aqui nos ajudar na Amazônia. Se sao velhos podem nos ajudar a confessar ou orientar os fiei Terão cama e comida, o carinho do povo E, as vezes um ventilador e as vezes até ar condicionado e na cabeceira un volume do Santo Evangelho E um texto do Vaticano segundo. E lembrar s. FRANCISCO QUE MANDAVA PREGAR JESUS E NÃO UM LIVRO. ESCREVO COM O CORAÇÃO AMARGURADO
      E pena mas rezo poru vocês. Fiz teologia em Roma no Marianum e fui aprovado suma cum laude; participei dos últimos três VELAM e sou missionário na Amazônia há quase 50 anos. Nao me que queiram mal e rezem por mim. Dom Moacyr Maria Grechi.

    • Moacyr Maria Grechi,o que os movimentos sociais, as pastorais sociais, as ONGS, o CIMI, entre outros, fazem na região amazônica fazem são dignas de investigação, dignas de prisão. Como, incitação à violência e a invasão de propriedades privadas, desestabilização do agronegócio, das instituições, dos poderes constituídos, vultuosos recebimentos de organismos internacionais, recebimentos de recursos vindo do exterior para a invasão de propriedade privada, etc.
      Fontes: https://esta-acontecendo.blogspot.com.br/
      http://www.camara.leg.br/internet/comissoes/comissoes-especiais/CPI/ANEXOS/MATO%20GROSSO%20DO%20SUL/DOCUMENTO%20n%C2%B017.pdf
      Infelizmente o senhor e a sua turma enganam muita gente com esse discurso, porem tem muita gente que já está percebendo quem é quem.

  4. “Chame os outros do que v é e acuse os outros do que v faz”, do carniceiro Lênin, sendo essa a chave de ações do esquerdismo globalista que vemos a todo instante nos meios de comunicação politicamente corretos, modelos empregados por todos os partidos socialistas e comunistas, das ideologias em geral, tachando de “intransigente, intolerante, discriminador” e tantos mais quantos possam desqualificativos para conseguirem se impor à força!
    Os inimigos da Igreja ante papa Francisco, até então confinados às catacumbas até ao tempo do papa Bento XVI, após a eleição daquele, emergiram sequiosos de dessa vez de partirem para cima, vingarem, acertarem as contas, sendo grupos de fanáticos, pois entendem do esquema de serem desrespeitosos e partirem para o berreiro em caso de os contestarem, embora saibam fingir que apreciam o “diálogo”, evidentemente, pode-se combinar com esses cínicos desde que o discurso apresentado pelos desalinhados sintonizem com suas discurseiras fajutas!
    Tenho ouvido em homilias algumas alusões muito veladas ou indiretas de quando em tempo a determinados grupos ou pessoas que causam “divisões” na Igreja, porém, esses acusadores são muito amigos de L Boff e de um deputado, o padre João do PT, Pe Fabio de Melo, D Claudio Hummes como instrutor em retiros sacerdotais, como lá em BH, “celebrações ecumênicas” com protestantes e seus pastores falsos profetas, divididos em 10 001 seitas, fora as de fundo de quintal!
    Dessa forma, existem réplicas da mesma linhagem por aqui de um D Hummes, um D Sândalo Bernardino aos abraços com o abortista e comunista Lulampião, assim como lá em BH, de Joaquim Mol subindo num carro da CUT no Grito dos Excluídos – os verdadeiros excluídos estão mesmo é no inferno – e encabeçando aquela farisaica “Reforma Política para Eleições Limpas” proposta pelas aves-de-rapinas do marginal PT e de suas centrais sindicais, assim como de facções terroristas, como o MST e congêneres anarquistas e mais associados à bandalha comunista..

  5. Na verdade apoiamos aqueles que estão de acordo com os verdadeiros princípios cristãos, o que não era o caso de outros papados, Francisco é o Papa que de fato representa o cristianismo em sua totalidade. Viva Francisco!

  6. Não concordo com editorial. Quando é pra atacar, é pra atacar, em verdade. Quando é pra parar, é pra parar. Vocês criticaram muitas coisas desnecessárias, como Laudato Si, opção por pobres etc. Coisas que estão perfeitamente de acordo com a Doutrina Social dos Papas antes do CV II. Agora, na moral, vocês querem tirar o pé do acelerador. Só discordo. Att,

  7. Estudem mais sobre as origens do comunismo.

    • Ao invés de nos mandar estudar sobre a origem do comunismo, compartilhe com conosco o que você sabe sobre esse regime ditatorial me matou mais de cem milhões de pessoas no mundo, inclusive cristãos.Disserte!

    • A família Rockefeller e a família Rothschild?

  8. O Papa é uma persona muito interessante desde o Papa João ll. É o complemento que faltava no caminho da igreja católica. Ele é bom e tudo que é bom incomoda.

    • Ora, incomoda a quem? Certamente não ao mundo, nem ao establishment do politicamente correto, do globalismo internacional… Esses estavam incomodados, e muito, antes, quando dos pontificados anteriores. Agora estão nadando de braçada, como Jezabel rodeada dos seus profetas de Baal, funcionários de corte… Converteram-se todos em devotos fiéis do papa, ou melhor, numa caricatura demoníaca disso.
      Ai de vós quando vos louvarem os homens, porque assim faziam os pais deles aos falsos profetas (Lc 6, 26).

    • O Papa não incomoda, os comunistas/socialistas, entre eles o foro de São Paulo e seus representantes nos governos da AL,Barack Obama, os Clinton,as Farc, etc. Ele também não incomoda o Estaco islâmico, a ONU,os ecoterorristas, o globalismo/ nova ordem mundial, os abortistas, os eugenistas,o George soros, a fundação Ford, fundação rockefeller, fundação rockchild, ou seja ele não incomoda o mundo,já os verdadeiros cristão ele incomoda muito.

  9. Uma pergunta ao prezado autor do artigo:
    Você reclama o direito de correção sobre o comportamento da pessoa do Sumo Pontífice ou quer o direito de correção sobre seu magistério?

  10. De acordo com suas retóricas, vazias diga-se de passagem, sou progressista. Sou defensor da Teologia da Libertação, mas sempre alicerçada em profunda espirtualidade, deixando-se mover pelo Espírito. Precisamos pontuar as coisas. Não é uma multidão contra as posições de Francisco. Muito ao contrário. É uma imensa multidão ao lado dele – “Vox populi, Vox Dei”. Só li barbaridades contra Francisco aqui. Quem são vocês para darem conselhos e direção ao pontificado petrino de Francisco. Os equívocos (são normais) de S.Joao Paulo II vocês sempre fizeram”ouvidos moucos” e olhares furtivos. Qualquer pessoa menos desavisada, cristã ou não, vê o viés fundamentalista e, portanto belicoso de vocês. Isto está cristalino! Não tem como tapar o Sol com peneira. Os pecados de vocês conservadores e arautos das antigas tradições, estão escondidos. Ordens religiosas cujos gerais foram afastados, e sabemos porque e que não o foram por Francisco, e outros pecaditos más, são fatos escrupulosamente abafados. Embora alguns viessem à público. Mas sempre se deu um jeito de serem rapidamente deletados. Não conheço ninguém da Igreja libertadora que questione as doutrinas dos Padres da Igreja. Pessoalmente tenho profunda devoção e amor aos seus ensinamentos. Francisco, que veio do “fim do mundo”, que esteve sempre em contato com o povo, cristão ou não, que conhece como latino-americano o sofrimento e a deserdade dos que nunca tiveram voz e vez(aqui está a verdadeira razão desse movimento todo contra ele), tu não estás sós. Não estás abandonado. Estamos como cristãos católicos, unidos a ti(é nosso dever!) em total comunhão e orações, pois o Espírito está contigo, e não poderia ser de outra forma, pois és o Próprio Cristo na Terra, pois és seu Vigário. Conta connosco. Na linha de frente! Ad majorem Dei gloriam

    • OK, agora vá lá buscar seu pão com mortadela!

    • Vê se passeia menos no shopping.

    • Antônio Carlos Sulzbach da Silva, vazio é você que não sabe formular uma ideia e sim atacar as pessoas que pensam diferente de você.
      Engana-se você que tem muita gente com ele, tem pouquíssimas pessoas que estão concordando com as coisas que ele faz e fala.
      Não têm equívocos, tem erros crassos.
      Você não fala sobre as coisas que o Francisco esta abafando tanto dele como conta os seus amigos ludibriando muita gente, enganado muitas pessoas.
      As pessoas da “Igreja Libertadora” só concordam com os Padres da Igreja naquilo que os convém.
      Você diz que: “do “fim do mundo”, que esteve sempre em contato com o povo, cristão ou não, que conhece como latino-americano o sofrimento e a deserdade dos que nunca tiveram voz e vez(aqui está a verdadeira razão desse movimento todo contra ele), tu não estás sós.”O que é um das maiores mentiras, desde que ele chegou que o foro de SP, que pessoas como Maduro , Evo Morales, Juan Manuel Santos, que a família castro, que os movimentos sociais, as pastorais sociais, as ONGS, o CIMI, entre outros nunca tiveram tanto poder, tanta voz, e sempre prejudicando principalmente os mais pobres.
      Cada um se engana naquilo que quer!

  11. Ora, vejam! Os papólatras de plantão resolveram se manifestar…!! Que bom! Assim deixam mais claro o seu apego disfuncional à figura populista de Francisco e seu heterodoxo (para dizer o MÍNIMO) magistério. Tudo com ares da mais rasteira apostasia… Acaso não serão cegos guiando cegos?! P.S: O Sr. Antônio, uma vez confesso “defensor” da TL, já ele próprio atestou o seu naufrágio na fé. Oremus…

  12. Um monte de palavras jogadas ao ar.
    Nenhum católico percebeu que não é possível discutir com esse vírus mutante que aí está desde que Roncalli resolveu entregar a Igreja no caos? Será tão difícil perceber isso?
    Sabem como João XXIII chamava o “Palazzo del Sant’Uffizio” (Palácio do Santo Ofício), a sede da atual Congregação para a Doutrina da Fé ? Ele chamava o “paglaccio del santo oficio”, isto é, “o palhaço do santo ofício”. Chamava o cardeal Ottaviani de “criança” quando este o advertia que a desgraça tomaria de roldão a Igreja, caso ele chamasse mesmo um Concílio. E o que fez Roncalli? Censurou os “profetas da desgraça” publicamente no discurso de abertura do Concílio. Não vou insistir em dizer que ele censurava, implicitamente, além de Ottaviani, a profecia de Fátima, pois temo jogar pérola aos porcos.
    Para discutir, é preciso ter um campo semântico e conceitual mínimo, reconhecido pelos interlocutores. Leiam o início da “Suma contra os Gentios”, de São Tomás. Ali estão os critérios para uma discussão doutrina com acatólicos.
    Discutir teologia com apóstatas? Em Niceia, os católicos não quiseram sequer tomar assento com os hereges, e discutiam em pé. E eram “apenas” hereges. E o que é esse clero que chama Dragons Queens para distribuir comunhão e pregar, como na diocese de Palhaçal, o galego de rabo e fímbrias presas? Discutir com essa gente?
    É claro que para essa quadrilha que está aí encastoada no aparelho burocrático da Igreja a fim de financiarem sua vida de sibaritas desmunhecantes, Niceia foi apenas um “concílio imperial”, um concílio da “igreja constantiniana”, que helenizou o cristianismo e fez do “pobre revolucionário Jesus de Nazaré” um deus ao gosto dos gregos e dos cultos helenísticos. É isso o que diz a porca TL, do néscio Genéscio, uma espécie de Paulo Coelho piorado da teologia. Só numa região miserável e analfabeta como a América Latina, cheia de gente safada e ridícula no clero, é que saprófitas do tipo de Genéscio conseguem vingar. É claro que tem uns padres alemães, sem fé e sem fieis, que também gostam de surfar no esgoto da TL. “Um abismo chama outro abismo”.
    Além disso, não dá para discutir doutrina com gente que não tem o mínimo de seriedade moral. É como falar de castidade com a dona do bordel (e olha que muitas se salvaram, conforme profetizou o Senhor, obviamente por terem se arrependido e não por entrarem no tubulão da misericórdia-esgoto que pregam os anticristos do momento – antichristi multi, diz João).
    De resto, a banda apóstata do clero, isto é, o clero bufão que se sente “emancipado” com as bravatas e perdões de “Francisco”, o mais pífio e desengonçado dos antipapas, esse clero, digo, gosta mesmo é de ser cauterizado (e isso é uma metáfora) na prostituição masculina e/ou amasiados, masculorum concubitores que soem ser, como temos notícias de muitos, transtornados e incorrigíveis. Ser cauterizado, pelo jeito, vicia. E um viciado não pode ser ordenado nem mesmo na igreja do diabo, pois o diabo exige eficiência dos seus. E não há nada mais ineficiente e falido, nada mais jogado às traças e abandonado que esse arremedo de Igreja católica que está aí, com o bloco dos paspalhões fantasiados de cardeal a rebolar na passarela e nos pagodes búdicos com os símbolos de uma Religião completamente aviltada por aqueles que deviam guardá-la, honrá-la e promovê-la.
    Estão os frutos do concílio Vaticano II e da primavera de João XXIII, o embalsamado. Podiam pôr uma plaquinha em São Pedro: “embalsamado” (para que o povo seja menos enganado). Estamos mesmo num tempo de múmias.

    • É preciso ter calma a a água está turva mas acr edito que logo vai clarear
      . Cristo ensinou que o joio cresce com o trigo porém na colheita não acrescenta ao trigo a salvação das almas não depende da salvação do mundo mas misericórdia de Deus.

    • O seu Paraíso já está garantido, tal seu zelo pela ortodoxia. Agostinho de Hipona e Léon Bloy teriam inveja de vc. Quando estiver diante do Trono do Três vezes Santo, não se esqueça de implorar misericórdia pela “massa damnata” entregue a Satanás aqui na Terra. Miserere mei Deus et dele iniquitatem meam.

    • Bravo. Continue escrevendo bem.

  13. Não há mais dúvidas! a abominação da desolação já ocupou o lugar santo. Só falta agora fazerem cessar o sacrifício perpétuo (já em curso) para que a justiça divina caia sobre a cabeça desses apóstatas que tomaram de assalto a Santa Igreja. Então eles saberão que a Igreja pertence a Cristo e não a uma casta de apóstatas que acham que podem tudo que der na telha, até mesmo a santa lei imutável do Senhor.

  14. Parece que os militantes do PT resolveram invadir o site.

  15. Que as paróquias façam encontros de casais em segunda união, ninguém se escandaliza. Que Padres abençoem “casamentos” entre homossexuais, ninguém se escandaliza. Que no Vaticano já questionem a Transubstanciação, ninguém se escandaliza. Que um cardeal próximo a Francisco faça festas com cocaína e garotos de programa, ninguém se escandaliza. Que queiram transformar Lutero em santo,ninguém se escandaliza. Mas que se apontem os erros – evidentes, por sinal – do Papa reinante, aí o escândalo é grande.
    “Quando Eu voltar, acaso encontrarei a Fé sobre a Terra?”.

  16. Caro Dom Moacyr Grechi, paz e bem!

    São Paulo disse a Timóteo: “Prega a Palavra, insiste oportuna e inoportunamente […]. Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação” (II Timóteo 4.2a.3a)

    Tenho a honra de cumprimentá-lo ao tempo que que levo ao seu conhecimento a seguinte informação:
    Em 1969, o futuro Papa Bento XVI, então Pe. Joseph Ratzinger escreveu: criticar as declarações papais era não só possível, mas até necessário, sempre que o Papa pudesse desviar-se do Depósito da Fé e da Tradição Apostólica. O Papa Bento XVI incluiu estas observações na antologia dos seus escritos, Fede, ragione, verità e amore, de 2009. Tais observações são particularmente relevantes à luz da correção filial ao Papa Francisco.
    Dito isto, voltemos ao déficit vocacional na Amazônia:

    Não quero ensinar o pai-nosso ao vigário de Cristo na Terra, mas a solução é simples para aumentar o número de vocações sacerdotais, religiosas e leigas na Igreja da AMAZÔNIA:

    Bastaria a Canonização de nossos bispos, padres e religiosos!

    Quem se habilita?!?

    Saudações cristãs,

    Renato Assis (ex-seminarista franciscano).

    Em Tempo:
    Deixo para reflexão uma crítica bastante sensata, atual e pontual que o frei Clodovis Boff (teólogo católico da ordem dos Servos de Maria, que conheço pessoalmente: reza o terço todos os dias…), fez ao denunciar o grave erro epistemológico da Teologia da Libertação-TdL (que a meu ver, se trata mais de Ideologia da libertação que verdadeiramente uma Teologia, com T maiúsculo), no seu artigo:
    “Volta ao fundamento: réplica de Clodovis Boff”) publicado na Revista Eclesiástica Brasileira (REB), no. 268, intitulado “Teologia da Libertação e volta ao fundamento’.
    Vamos aos exemplos:
    “Para ilustrar esse encurtamento da ideia de pobre na TdL e na pastoral que nela se inspira, permito-me relatar duas experiências. A primeira se refere a uma ocupação dos sem-terra na região Centro-oeste do Brasil. A igreja local interveio aí, dando aos lavradores cobertura moral e social, e oferecendo os serviços jurídicos da “pastoral da terra”. Três meses depois da legalização do assentamento, vem-se a saber que todo o mundo, ou quase, se tornara “evangélico”. Por que? Simplesmente porque a Igreja católica garantira o social, mas não o religioso. Este, deixado vazio, fora ocupado pelos pentecostais. Menos mal, dir-se-ia com São Paulo, “contanto que de todas as maneiras… Cristo seja anunciado” (Fl 2,18), mas não o foi pela “Igreja da libertação”, o que depõe em seu desfavor. E agora uma experiência pessoal. Depois de ter trabalhado mais de vinte anos nas favelas do Rio numa linha “liberacionista” e tendo que me transferir para outra cidade, fiz um balanço daquela atividade toda e constatei, decepcionado, que deixava instalados trabalhos sociais de toda a sorte, mas não uma Comunidade cristã realmente consistente. Agora, em meu novo lugar de trabalho, os voluntários da pastoral social não descuidam do trabalho religioso e evangelizador. Depois do atendimento direto aos pobres, realizam com eles uma hora de adoração e louvor, entremeada de catequese. Fazem, assim, jus ao nome do centro social em que trabalham: “Marta e Maria” e mostram que o verdadeiro agente social há de ser uma “Marta com alma de Maria”.

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