“A homilia de Francisco parece estar inspirada mais em George Soros que em Jesus Cristo”.

O ataque do filósofo Diego Fusaro ao Papa Francisco: “A sua homilia pelo Jus soli foi inspirada por Soros”.

Por LiberoQuotidiano.it, 26 de dezembro de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com: A homilia de Papa Francisco na Noite de Natal desencadeou ferventes polêmicas entre os intelectuais e comentaristas. Ao ataque de Antonio Socci, que apontou o dedo no Facebook contra a “obsessão política” de Bergoglio, juntou-se também o filósofo Diego Fusaro, que acusa o Papa de continuar fazendo propaganda pelo Jus soli, que já foi derrotado no parlamento [ver aqui].

Segundo Fusaro, Bergoglio já começa mal, por causa de sua discordância em relação ao seu predecessor: “O Papa Ratzinger tinha coragem de criticar a mundanização e o desenraizamento capitalista. Papa Francisco, lamento recordar, está sempre se colocando ao serviço disso”.

A propósito da comparação feita por Papa Francisco de “Maria e José” com os imigrantes, Fusaro esclarece, ao seu modo: “Lei do coração (Hegel) e batee coração pela humanidade (ainda Hegel) não servem para nada, sem considerar os objetivos e relações de força: os quais nos dizem que dar a cidadania a todos é o primeiro passo para aniquilar o conceito de cidadania e tornar-nos todos escravos sem estado e migrantes”.

Em suma, a suspeita do filósofo é que o pontífice, a este ponto, não se inspire mais nos textos sagrados e na teologia da Igreja Católica, mas em outros e obscuros pontos de referência, tão atuais quanto inquietantes: “Em suma, a homilia de Francisco, desta vez, parece estar inspirada mais em George Soros que em Jesus Cristo”.

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14 Comentários to ““A homilia de Francisco parece estar inspirada mais em George Soros que em Jesus Cristo”.”

  1. Esta ficando cada vez mais claro. Os lobos estão tirando a pele e devorando as ovelhas descaradamente. Dizem que se um pastor começar a matar suas ovelhas, elas só se darão conta disso quando restarem bem poucas.

  2. Não é de hoje que o papa Francisco tem se comportado em certos pontos demasiado afinado com os esquerdistas, pois só de receber os anarquistas e vândalos milicianos vermelhos travestidos de movimentos sociais no Vaticano, modelos como MST como se velhos amigos, companheiros de jornada e apoiar renomados terroristas e ainda lhes dizer “façam de suas as minhas palavras” basta-nos com que bandos tem se relacionado!
    Dessa forma, trastes, verdadeiros patifes vinculados às milicias comunistas, como J Pedro Stédile, baderneiro e invasor de terras; Juán Grabois, o advogado argentino das esquerdas, hoje membro do *Conselho de Justiça e Paz do Vaticano, logo quem, deve ser dos direitozumanos do Vaticano tendencioso ao politicamente correto; ex guerrilheiro tupamaro, homem sabio para ele, o vilão Mujica, pai do aborto, drogas e mais imundicies implantadas sob sua gestão no Uruguai e mais dezenas de relativistas.
    Assim, tem mostrado a que missão a que estaria se destinando, embora cada vez mais patente que o objetivo dele de evangelizar as nações conforme sempre se dispôs a Igreja estaria se distanciando do ideal católico.
    Se for o caso, apresente-se a que se destina para nossa melhor apreciação, embora as redes muitos já tenham tomado posição, católicos provavelmente, ou não!
    * Seria semelhante ao CBJP da CNBB-TL-PT-PCs, outro grupelho de direitozumanos!

  3. “Ouso dizer, a Igreja nunca esteve tão bem”.

  4. Quando eu morei na Itália um dos motivos que me levou a me mudar pelo Canadá foi justamente o critério técnico-jurídico de atribuição da nacionalidade “Jus Sanguine”.
    Segundo este critério – “critério do sangue”, a nacionalidade se dá por descendência, independente do local onde se nasça.
    No Canadá, USA, Brasil e alguns outros países, o critério é o “Jus soli” expressão latina, que literalmente significa “direito do solo ou da terra”, ou mais precisamente “critério do solo”, em que a atribuição da nacionalidade originária, se dá pelo local de nascimento.
    Nunca protestei por causa disso, apenas saí em busca de uma opção melhor pra mim e minha futura família. Eu sabia que se viesse a ter filhos na Itália eles jamais seriam italianos. Poderiam até mais tarde requerer cidadania italiana, mas assim como no Japão, adquirir cidadania japonesa é uma coisa, tornar-se um japonês é algo impossível.
    Hoje eu vejo que o JUS SANGUINI é a última barreira para se conter a invasão islâmica e africana da Itália. A Itália de certo modo já foi invadida, só resta agora dar documento de cidadania aos filhos dos invasores para a tragédia ser completa!
    E é esse o cavalo de batalha de Bergoglio e dos Bispos Catocomunistas da Conferência Episcopal Italiana. Para um Pontífice que disse “não me intrometo em assuntos políticos italianos” quando da aprovação da lei Cirinná do “casamento gay” na Itália, me parece que quando se trata de leis concernentes à Imigração, ele solta o verbo! Não perde nenhuma oportunidade para disparar contra os Italianos e todos que não comungam de sua agenda.
    Não é à toa que os Italianos estão cada dia mais indignados com esse Pontífice e não escondem!
    A propósito da comparação feita por Bergoglio de “Maria e José” com os imigrantes, é o que podemos chamar de “forçar a barra” a ponto de se mostrar ridiculamente ignorante!
    Em primeiro lugar, se ele se refere ao fato de Maria e José terem voltado à sua cidade-natal para o recenseamento, isso prova que de modo algum eles eram migrantes em terra estrangeira, mas cidadãos do país cumprindo a lei.
    Em segundo lugar, se ele se refere à fuga da Sagrada Família para o Egito, pra quem não sabe, depois que Otávio, sobrinho-neto de Júlio César conquistou o Egito no ano de 30 A.C., o Egito tornou-se uma província romana.
    Então era essa a situação, a Sagrada Família tanto em Israel como no Egito estava sob jurisdição de Roma. Em nenhuma das duas situações eram estrangeiros.

    • Não tenho dúvidas de que a Sagrada Família migrou para o Egito, assim como os nordestinos migram para São Paulo sem saírem do mesmo país. Também não tenho dúvidas quanto ao dever cristão de acolher bem os imigrantes e os refugiados. Afinal, nós todos também somos imigrantes. Nossa verdadeira pátria não é neste mundo.

      Por outro lado, o que acontece hoje na Europa não é imigração muçulmana. É invasão muçulmana. Qualquer observador percebe que os muçulmanos são usados, e gostam de sê-lo, pelas forças esquerdistas para derrubar o que resta da Europa Cristã. É pena que Francisco não veja isso.

      O número de imigrantes na Europa Ocidental já é suficiente para provocar mudanças significativas dentro de algumas décadas. Mesmo que a imigração cesse e todos os imigrantes muçulmanos se convertam ao catolicismo, já é inevitável que a Europa torne-se um “melting pot” cultural semelhante ao lado de cá do oceano. Tal como acontece no Brasil, kibes e esfihas serão servidos naturalmente nos cafés de Paris e nos pubs de Londres, se é que já não o são. Pouco a pouco vamos ficando todos iguais.

    • Gercione, não conhecia essa questão do “jus sanguine” x “jus soli”. Seu comentário a respeito disso foi muito oportuno e esclarecedor.

      Isso me faz lembrar um caso envolvendo um casal de missionário italianos alguns anos atrás. A mulher tinha engravidado do marido no Brasil, mas não quiseram que a criança, uma menina, nascesse no Brasil. Interromperam a missão deles no Brasil e voltaram para a Itália. Acredito que o motivo fosse para a menina não perder a cidadania italiana, já que no Brasil vigora o “jus soli”. Mas, como na Itália, o que vigora é o “jus sanguine”, acho que a filha deles poderia ter dupla cidadania. Certo? Eu até questionei esse casal sobre a decisão deles, mas eles reagiram com certa agressividade verbal.

      Sobre a questão do Papa Francisco comparar Maria e José com os imigrantes muçulmanos também achei uma forçação de barra.

    • Pena não ter vindo morar para Portugal, aqui a nacionalidade é atribuída mais facilmente. Que os “ventos” da Capelinha das Aparições, possam visitá-la e dar-lhe ânimo!

  5. Já reparei que o Papa Francisco tem apelado aos bispos europeus para que deem acolhida aos imigrantes muçulmanos. Desconfio que muitos não concordam com o Papa, mas se veem obrigados a obedecer. Não seria melhor Francisco fazer disso uma questão pessoal sua e deixar os bispos livres para decidirem se adotam ou não a política pró imigrantes muçulmanos???

  6. Se me permitem, gostaria de indicar um texto que cita São Tomás de Aquino sobre a imigração. Vou citar um trecho do referido texto e deixo o link do mesmo.

    “Santo Tomás de Aquino escreve: “O povo pode ter dois tipos de relações com os estrangeiros: na paz e na guerra. E a Lei incluía os preceitos necessários à regulamentação de uma e outra circunstância” (Suma Teológica I-II, q. 105, a. 3).

    São Tomás afirma, portanto, que os imigrantes não são todos iguais, e que as relações com os estrangeiros também não são todas iguais: há relações que são pacíficas e outras que são bélicas.

    Cada nação tem o direito de decidir que tipo de imigração pode ser considerada pacífica e, portanto, benéfica ao bem comum, e que tipo de imigração é, pelo contrário, hostil e portanto prejudicial.

    Um Estado pode rejeitar, como medida de legítima defesa, elementos que considera serem prejudiciais ao bem comum da nação.

    Um segundo ponto diz respeito às leis, quer divinas, quer humanas. Um Estado tem o direito de aplicar as suas leis quando elas são justas.”

    https://lumenrationis.blogspot.com.br/2017/09/vaticano-promove-migracao-que-prepara.html

  7. “Francisco” além de estragos, faz o que da vida?

    “Francisco” deu uma reprodução ilustrada da vida de Buda, como lembrança, ao presidente da Birmânia.

    Pregar o Evangelho? Que nada, “o deus” se manifesta de diversas maneiras às diversas “culturas”.

    O que se deve ainda esperar dessa caterva de APÓSTATAS doutrinais e morais que está aí inquinando a Igreja?

    Gente que só acredita em seus esqueminhas de “teologia comparada das religiões” e outras baboseiras e cretinices de antropólogos.

    Viva o asceta São João XXXIII (cujo padrinho de ordenação Ernesto Buonaiutti foi excomungado duas vezes e morreu excomungado “vitando”); viva o viril e casto Beato Paulo VI (que nunca estudou num seminário, mas fez uma espécie supletivo e estudo dirigido em casa e passou a vida fazendo intriga e palaciana na Secretaria de Estado).

    A Igreja é mesmo divina, visto que esse tipo de clero se esforça para destruí-la, mas não consegue.

    “Dopo di me il diluvio”, depois de mim, o dilúvio. (atribuído a Pio XII, parafraseando Luis XV)

  8. Bergoglio já não disfarça nada. Comparar a Sagrada Família que vai na SUA cidade natal para recensear-se com a imigração organizada de massas islâmicas que vêm com intuito de conquistar a antiga Cristandade para o seu falso profeta… é preciso ter certa dose de falta de vergonha!

  9. O apelo homilético de Francisco a receber refugiados – valendo-se da retórica de que Jesus, Maria e José foram refugiados – não se pauta, nem de perto, na norma cristã e bíblica de receber bem os peregrinos e os abandonados. O objetivo de Bergoglio é político: é, nada mais que a lenga lenga globalista do abra as fronteiras, internacionalismo e o escambal.

    O único acerto de Francisco é no que tange a estado palestino e, mesmo assim, não acerta pelas razões corretas.

  10. Glaucio, a descrição é ele mesmo quem dá no seu perfil do Tweeter:
    Allievo indipendente di Hegel e Marx. Al di là della destra e della sinistra. Anticapitalista in lotta per l’emancipazione umana.
    https://twitter.com/DiegoFusaro
    “Aluno independente de Hegel e Marx. Além da Direita e da Sinistra. Anti-capitalista em luta pela emancipação humana”.
    Então quando até um marxista assumido passa a atacar Bergoglio por sua intromissão na política Italiana, é porque o Pontífice está passando das medidas.