Felix Sit Annus Novus!

O Fratres in Unum deseja um Santo Ano de 2018!

Entramos em um pequeno recesso e retornamos na segunda quinzena de janeiro. Até lá!

 

A seguir, os posts de 2017 mais lidos:

  1. Niterói: gravíssimo ataque a Nosso Senhor e a Sacerdote durante Missa Tradicional.
  2. Bispo de Caicó, RN: Homossexualismo é dom dado por Deus.
  3. Explosivo – Antonio Socci: Cardeais da Cúria que elegeram Francisco querem convencê-lo a renunciar.
  4. Aos pés de Buda.
  5. Mons. João Clá renuncia a posto de Superior Geral dos Arautos do Evangelho.
  6. Roma fará visita apostólica aos Arautos do Evangelho e comissão já está sendo formada.
  7. Geo-estrategista italiano alimenta debate sobre a renúncia do Papa Bento XVI.
  8. Editorial: Francisco humilha Sarah. O apogeu da Babel litúrgica.
  9. Editorial – Um único pecado: corrigir Papa Francisco.
  10. Boff: Ajudei o papa a escrever a ‘Laudato si’. Haverá uma grande surpresa. Talvez padres casados ou mulheres diáconos.

 

 

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6 Comentários to “Felix Sit Annus Novus!”

  1. Feliz Ano Novo para você, Ferreti, e a todos os colaboradores deste site!

    Feliz Ano Novo também para todos os irmãos e irmãs em Cristo que aqui comentam!

    Que a misericórdia de Deus venha ao nosso encontro nos momentos em que precisarmos dela.

    Por Cristo e em Maria, assim seja!

  2. Agradeço e retribuo os votos de um Feliz e Santo Ano Novo aos caríssimos do FRATRES IN UNUM e todos os leitores e comentadores deste benemérito e conceituado blog.

  3. CHRITUS VINCIT, CHRISTUS REGNAT, CHRISTUS IMPERAT

    Tempora bona veniant, Regnum Christi veniat,

    DEO GRATIAS.

    AMEN.

  4. Feliz Ano Novo de 2018 a todos, rezemos bastante a N Senhora que junto a Jesus por nós interceda, pois pelo andar da carruagem o ano vindouro às portas “promete”!
    Uma noticia a se confirmar seria o Cardeal Burke pretendendo passar a Correção Filial a 22 de fevereiro, dia comemorativo da Cátedra de S Pedro; aguardemos, nada de oficial.

  5. Feliz Ano Novo a todos ! Muito obrigado !

  6. Comecemos o ano circuncidando os nossos corações. Ano novo, vida nova; vida nova porque, circundando nós o “homem velho” com os seus vícios e as suas paixões, crescerá em nós o “cristão”; criatura nova, purificada com o Sangue de Cristo, vivificada e alimentada com a Sua graça, de modo que não mais vivamos nós, mas que Cristo viva em nós. O ano que hoje começa só tem valor se, dia após dia, a graça triunfar cada vez mais em nós, fazendo crescer nas nossas almas a vida de Cristo.

    Outra lição da festa de hoje é a humilde submissão de Jesus à vontade de Seu Pai manifestada através da lei; vejamos nisto um convite a aderir docilmente à vontade de Deus, qualquer que ela seja. Nenhum de nós pode saber o que nos espera neste ano novo; mas Deus sabe. Disponhamo-nos a aceitar e abraçar com coragem e prontidão todo o querer divino, toda a permissão divina, certos de que só na santa e santificante vontade de Deus encontraremos a nossa paz e poderemos levá-la aos demais.

    “A paz, diz Santo Agostinho, é a tranquilidade da ordem. É necessário ter bem em mente que há uma ordem nas coisas, e que esta ordem tem de ser reconhecida e respeitada. Acima de tudo está Deus; um Deus pessoal, eterno, infinito nas Suas perfeições, pelo qual tudo foi criado e de quem tudo depende. Ele é o nosso Senhor, o nosso Legislador e Juiz e sobretudo o nosso Pai. Viemos de Deus, dependemos d’Ele e para Ele devemos voltar, a fim de vivermos a eternidade no Seu amor. A vida presente é uma viagem a terras longínquas, destinada a provocar a nostalgia do lar paterno, é uma peregrinação no tempo para nos fazer sentir a necessidade da eternidade, é a vida no contingente e no finito para despertar em nós a necessidade do absoluto e do infinito.

    O repúdio dos mandamentos de Deus e de toda a autoridade, a anarquia que verificamos e deploramos, tudo isto é conseqüência lógica da situação que se criou com a negação de Deus, a negação do espírito, a negação da lei divina e dos valores superiores e eternos.

    Negada a existência de Deus, perturbada a ordem imposta por Ele, tudo se perturba, tudo se arruína, ficando só agitação e a desordem, que do coração de cada um passam para a família, para a sociedade, para o mundo inteiro. “Sinto-me como um rato que ingeriu veneno – confessava Göethe numa das suas obras: – mete-se em todos os buracos, bebe todos os líquidos, devora tudo o que encontra no caminho, mas não consegue extinguir o fogo que o devora”. Assim acontece com a sociedade moderna que ingeriu o veneno da incredulidade e do indiferentismo propinado há séculos. Não encontra descanso, nem terreno onde se sustente. Os seus ídolos caem uns atrás dos outros, os seus ideais desfazem-se miseravelmente.

    A vida é mal entendida e mal dirigida. Colocam-se os valores materiais acima dos valores do espírito, os negócios que dizem respeito ao tempo acima dos negócios que se referem à eternidade; trabalha-se incansavelmente pelas coisas que têm um valor limitado e relativo, com prejuízo das que têm valor infinito e absoluto. A atividade de uma grande parte dos homens dirige-se toda para a conquista dos prazeres fugazes. Estamos numa época de materialismo absorvente, mais prático que teórico, que conquistou largas camadas da sociedade.

    Mas alguns dizem: sempre foi assim! Na verdade, ninguém ignora que também no passado a humanidade teve os seus desregramentos e que passou por situações morais muito graves. Mas há uma grave diferença!

    Outrora o homem apercebia-se das condições à que chegara, do mal que o afligia e isso dava-lhe a força necessária para se recompor. Hoje, pelo contrário, perdeu-se o sentido dos valores eternos, de tudo o que vai além da matéria, da lei gravada no íntimo do nosso espírito, perdeu-se a noção das responsabilidades. Podemos exclamar: Ó humanidade de outrora, quando pecavas, sentias remorsos e eras infeliz; ó humanidade moderna, pecas, ris e não sentes remorsos. És mais infeliz ainda! Pois, tens mais possibilidade de sê-lo eternamente!

    Constatamos com grande tristeza: são muitos aqueles que atraiçoam Deus e a Sua Lei, sem experimentarem vergonha ou remorso, sem recearem os castigos divinos. Quando muito, têm a paz do mundo; mas esta é enganosa.

    Caríssimos e amados leitores, terminemos com a ORAÇÃO DO PRIMEIRO DIA DO ANO:

    “Ó Deus eterno e onipotente, com a vossa graça damos princípio a este novo ano! Que será de nós no seu decurso? Passá-lo-emos santamente? Chegaremos até seu fim? Só vós o sabeis, Senhor. A nós só cumpre entregá-lo totalmente em vossas mãos, confiando unicamente na vossa misericórdia. Começamo-lo oferecendo-Vos as mais devotas e fervorosas homenagens do nosso coração, como as primícias deste novo ano.

    Nós Vos adoramos, Vos louvamos e Vos bendizemos, ó fonte de todo bem. Desejamos que sejais adorado, louvado e engrandecido por todas as criaturas. Consagramo-Vos o nosso corpo, a nossa alma, todos os nossos sentidos, todas as nossas faculdades e potências, e toda a nossa vida. Nós Vos oferecemos todos os nossos pensamentos, afetos, palavras e obras. Oh, quem nos dera passar este ano em perfeito holocausto à Vossa divina glória! Tais são nossos desejos. Mas, Senhor, Vós bem sabeis quão fracos e mesquinhos somos.

    Dignai-Vos, pois, derramar sobre nós a torrente de Vossas graças, para que, com elas fortificados, superemos os obstáculos, vençamos as dificuldades e só vivamos para a vossa honra e glória, e para a santificação de nossas almas, Virgem Santíssima, São José, anjo da nossa guarda, todos os santos e santas da corte do céu, intercedei por nós no decurso deste novo ano. Assim seja.