Foto da semana.

Vaticano, 16 de fevereiro de 2018: os brasileiros Samuel Medina (à esquerda da foto) e Felipe Menegat (à direita, Cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém) se encontram com o papa emérito Bento XVI.

20 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Linda foto! Obrigado por partilha-la conosco!

  2. Parabéns meu amigo! Que Deus o abençoe sempre, com a família!

  3. Deo gratias!!!
    Muitos anos de vida, Santo Padre!!!
    A barca de Pedro, mais do que nunca, precisa da vossa presença, ainda que escondida e debilitadíssima!!!

  4. No depoimento a Michael Hesemann, o irmão de Bento XVI, Georg Ratzinger, fala da sua fragilidade, desde o primeiro instante em que ele o viu, alguns dias depois do seu nascimento, num sábado de Aleluia, tendo sido batizado naquela mesma manhã, num dia de “muita neve, que estava muito frio”. A sua vida, “desde o início foi tão profundamente imersa no Mistério Pascal”, nascido “à porta da Páscoa, sem todavia ter entrado ainda”. Ao aparecer no balcão da Basílica de São Pedro, como Papa, em 19 de abril de 2005, em sua primeira saudação, reconheceu que “o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes”, se apresentando, naquele momento solene de sua vida, como “um simples e humilde trabalhador na vinha do Senhor”.

  5. Foto que enternece o coração

  6. “Pontifex, tu Christi es Vicarius super Terram,
    rupes inter fluctus, tu es pharus in tenebris.”

    • Meu querido Papa! Como gostaria de o ver! Tenho fome e sede das suas palavras! Vi-o a poucos metros, na Capelinha das Aparições, em Fátima, na qual rezamos o Santo Terço, em 2010! Peço ao Senhor que, na sua Omnipotência e Bondade lhe dê saúde e conforto e que o faça sentir o carinho imenso e a ternura que lhe dedico nestas palavras! Um grande bem-haja Santo Padre!

  7. “É um erro pensar que a missão profética de Fátima esteja concluída” (Bento XVI).
    Aliás, “o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém” (2ª Tessalonicenses 2:7): E quem detém a manifestação do Anticristo: o papa Bento XVI.
    Detalhe: o próprio papa Bento XVI disse: “os ataques à Igreja vêm não só de fora, mas que os sofrimentos da Igreja vêm justamente do interior da Igreja, do pecado que existe na Igreja”. (sugiro leitura atenta da entrevista do papa Bento XVI em sua viagem a Portugal, no avião, em 11 de maio de 2010). E sobre o atual governo do Vaticano, fico me questionando: será que o atual timoneiro da barca da Igreja (Francisco) foi aluno do famigerado comandante Francesco Schettino, do Cruzeiro Costa Concórdia?
    A propósito, em 1969, o futuro Papa Bento XVI, então Pe. Joseph Ratzinger, escreveu que criticar as declarações papais era não só possível mas até necessário, sempre que o Papa pudesse desviar-se do depósito da fé e da tradição apostólica. O Papa Bento XVI incluiu estas observações na antologia dos seus escritos, Fede, ragione, verità e amore, de 2009. Tais observações são particularmente relevantes à luz da correção filial ao Papa Francisco.
    “O Senhor não abandona a sua Igreja, mesmo que, em alguns momentos, o barco esteja quase tão cheio ao ponto de afundar.” (Bento XVI, papa emérito)..Enfim, os dias são maus, mas “No fim, o coração Imaculado de Maria triunfará” (Fátima-1917). Quem viver, verá!

  8. Se ao tempo de feliz e fecundo pontificado do papa Bento XVI – hoje mais se parecendo um prisioneiro silenciado, debilitado por cárcere imposto – a Igreja passava por momentos cruciais de sua existencia, com ele espezinhado de todos os lados, a partir de dentro pelos relativistas!
    Pendiam sobre si àquela época varias ameaças reais de perseguição à Igreja, como até de a levar ao Tribunal de Haia por “casos de pedofilia”, por as escorias da humanidade seus desafetos globalistas conspirarem intensiva e seletivamente contra sua pessoa, embora omitissem as proprias das facções a que pertenciam, assim como dos co-irmãos protestantes, mais ainda incidentes nisso!
    Agora percebemos como tudo “se acalmou” após sua saída(?): a crise da Igreja se intensificou, inclusive trazendo muita confusão aos católicos, além de imensa debandada desses para o material-ateísmo e para as seitas – como os conspiradores planejavam e se interessavam, além de hilariantes e contemplados como nunca com a agenda do papa Francisco!

  9. Ele realmente parece que já está com a mente mais na eternidade do que aqui…saudades da época em que olhávamos para Roma ávidos de ver um verdadeiro pastor a nos guiar…

    • Ele realmente parece que já está com a mente mais na eternidade do que aqui…saudades da época em que olhávamos para Roma ávidos de ver um verdadeiro pastor a nos guiar…(2)

  10. Linda Foto.
    Saudades do papado de Bento XVI.
    Vemos Bento XVI hoje fragilizado em sua saúde, mas, ainda assim, sua presença é importante para a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nesses tempos difíceis ainda contamos com as suas orações silenciosas pela Barca de Pedro.

  11. Caros fratres. Desculpe a falta de sensibilidade, mas não foi o Padre Ratzinger perito dos mais dedicados do Vaticano II? Se hoje o Santo Padre Francisco faz o que faz, foi porque Ratzinger e seus mestres fizeram o que fizeram no Concílio! Não me entendam mal: rezo sim por ele, mas acho esquisito que muitos saudosistas aqui venerem a Bento XVI como quase santo… Bom, pensando melhor, não me estranha tanto não: hoje não temos São João XXIII e São João Paulo II? E não nos esqueçamos do Beato Paulo VI… só nos resta rezar muito mesmo para que Deus tenha piedade de nós…

    • Caro Diogo…não é falta de sensibilidade, da sua parte…entendo onde quer chegar! Ratzinger foi sim um perito no Concílio! Mas não podemos desprezar um pormenor: ele era muito jovem! E os jovens são, por si, sempre inovadores e cheios de novas ideias. Essas ideias liberais já vinham de longe! É bem provável que tivesse uma grande vontade de ver a Igreja diferente! Acredito, depois de conhecer uma parte de seu trabalho teológico que a intenção não era a de “demolir” a Igreja (digo eu).

      Todos assistimos a sua tentativa em travar o descalabro da Liturgia, por exemplo… A maturidade ensinou-o a ver que, talvez o que tentou construir na juventude, não corresponderia ao expectaste, no início da sua intervenção, como perito, quem sabe influenciado por “mestres”pouco escrupulosos!
      Ainda tentou remediar o que era possível! É bem provável que o resultado fosse muito mais frutífero se tivesse sido eleito Papa um pouco mais novo! Enfim, algo foi feito, o tempo e os “conselheiros” é que não o favoreceram! A “conjuntura” eclesial e política e, também “infernal” constitui um impedimento brutal ao trabalho que se propunha realizar!

      Estou convencida que, actualmente pensa de forma diferente!

      Concluindo…não deixou de se revelar um grande Papa, mesmo, perante a esmagadora quantidade de “lobos”, infiltrados no redil! Foi uma grande perda não o terem auxiliado porque o seu trabalho seria mesmo levar em frente a Reforma da Reforma… ! Bom está é a minha humilde opinião!
      Abraço fraterno, caro Diogo! Acredite que o entendo

    • Diogo,
      Quem lê a história, vê muitas coisas boas e muitas coisas más. Assim também é a vida do homem: variam entre ações más e boas.
      A pessoa de Bento XVI não poderia trazer contradições diferentes. Ora ele tratou sobre muitos conceitos construídos e aprovados no CVII, ora ele mesmo foi o responsável por um retorno, quase milagroso do Catolicismo.
      Assim como as ações do papa emérito, nossos julgamentos são contraditórios. Como podemos esquecer do mal e confusão que ele foi responsável, também não podemos esquecer do bem que ele proporcionou!
      Não seria assim a vida de vários santos??? Não seria assim a nossas vidas, cheias de defeitos, imperfeições e pecados veniais???… mas também não estão também cheias de virtude e vontade reta de seguir a Deus?
      Acredito que a balança de Bento XVI será colocada, e só Deus sabe qual o lado pesará mais.
      Contudo, grande parte do mundo que conheceu a Verdadeira Igreja, nesses últimos anos, são gratos pelos poucos anos em que ele foi Bispo de Roma.

    • E Pio IX, Diogo? Agora estamos confortavelmente distantes no tempo para pesar os erros do começo de seu pontificado e os acertos do final… Com ele podemos ser condescendentes. Com Bento XVI será igual. O Summorum Pontificum, por si só, para quem CRÊ na Santa Missa, basta para redimir todos os erros que ele cometeu. E sobre esses erros, só Deus é juiz dos pormenores. Só o tempo dará a verdadeira dimensão desse pontificado, embora o racionalmente inexplicável SURTO de apreço pela Tradição desde Bento XVI já sirva de antegosto.

  12. Caro Diogo, como dizia o finado jornalista Carlos Heitor Cony, imortal da Academia Brasileira de Letras, ex-seminarista, depois convertido ao existencialismo de Sartre, agnóstico, foi do conselho editorial da Folha de São Paulo: “católico é pra quem pode, não pra quem quer”. Como temos essa graça, vamos focar aqui: Item 4º do Juramento Anti-modernista São PIO X: “Eu sinceramente mantenho que a Doutrina da Fé nos foi trazida desde os Apóstolos pelos Padres ortodoxos com exatamente o mesmo significado e sempre com o mesmo propósito. Assim sendo, eu rejeito inteiramente a falsa representação herética de que os dogmas evoluem e se modificam de um significado para outro diferente do que a Igreja antes manteve. Condeno também todo erro segundo o qual, no lugar do divino Depósito que foi confiado à esposa de Cristo para que ela o guardasse, há apenas uma invenção filosófica ou produto de consciência humana que foi gradualmente desenvolvida pelo esforço humano e continuará a se desenvolver indefinidamente” – JURAMENTO ANTI-MODERNISTA.
    Méritos e deméritos todos nós temos; cumpre a nós rezar por Bento XVI que… na capa do semanário Carta Capital…logo que iniciou seu pontificado…teve o seguinte chamariz, mais ou menos assim: “Papa da Idade Média para a Igreja do Século XXI”. Um grande elogio pra nós, já que a revista é manifestamente socialista. Faço meus amigos mais em função dos inimigos que fazem.
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  13. Caro Diogo, infelizmente você tem razão…
    E logo mais já teremos São Paulo VI…
    Um Papa que permitiu uma das piores, quiçá a maior de nosso tempo, a SACRÍLEGA E MALDITA COMUNHÃO NA MÃO…
    É impensável, inadmissível que João XXIII, Paulo VI, João Paulo I ( Francisco já acenou ), inclusive num tom jocoso já disse que o Papa Bento e ele estão na fila, todos deixarem um PIO XII, um verdadeiro defensor da Doutrina da Igreja com suas Encíclicas Magnas, um verdadeiro defensor dos Judeus, que transformou Castel Gandolfo em maternidade, que através dos Bispos obrigou as clausuras a abrirem suas portas aos judeus ,que aceitava, tacitamente, que judeus recebessem certidões falsas de Batismo para escaparem do demônio chamado Hitler, que foi ameaçado de ser levado cativo para Alemanha e morto, tanto que deixou uma carta achada depois, que autorizava se ele fosse preso, que se elegesse outro Papa.
    Que recebeu homenagens da primeira ministra de Israel Golda Meier que disse:
    Com a morte de Pio XII, Golda Meir, primeira-ministra de Israel, declarou na ONU, em 1958: “Durante os 10 anos do terror nazista, quando o nosso povo sofreu um espantoso martírio, a voz do Papa se elevou para condenar os verdugos e para expressar sua compaixão às vítimas. Perdemos um grande Servidor da Paz”.
    Que recebeu elogio de Albert Einstein que disse:
    “Somente a Igreja ousou opor-se à campanha de Hitler de suprimir a verdade. Nunca tive um interesse especial pela Igreja antes, mas agora sinto um grande afeto e admiração porque somente a Igreja teve a coragem e a força constante de estar ao lado da verdade intelectual e da liberdade moral.”
    Que recebeu elogio do Rabino Eugenio Zoli (Eugenio Zolli, em seu livro “Before the Dawn” (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma; durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em 1945, foi batizado como “Eugenio” em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII] que disse:
    “Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura caíram, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz”.
    Que recebeu elogio de outro Rabino David G. Dalin rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália] que disse:
    “Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes, tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda.
    E por que tudo isso é ignorado e, perversamente, silenciado e procede-se Canonizações a toque de caixa dos Papas pós conciliares? PARA SUPER DOGMATIZAR O VATICANO II…
    Concluindo, Francisco não faria o que está fazendo, melhor, nem seria Papa, se antes os padres conciliares, auxiliadíssimos por seus PERITOS, não tivessem pavimentado a Igreja com a dubiedade do Vaticano II…
    Rainha de Fátima, rogai por nós!