“O que queremos é a coerência entre Palavra e Vida”.

Íntegra do pronunciamento feito pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery a uma comissão de bispos, com a presença do Presidente da CNBB, Cardeal Dom Sérgio da Rocha, durante a 56ª Assembleia Geral dos Bispos:

Senhores Bispos e Cardeais,

Nós, CATÓLICOS, religiosos e leigos, pertencentes ao Movimento LEGISLAÇÃO E VIDA, vimos a presença de Vossas Excelências Reverendíssimas para solicitar que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), neste “Ano do Laicato”, dê atenção especial às graves denúncias que vêm sendo feitas sobre a instrumentalização política da Igreja para fins contrários à sã doutrina, e que exigem providências de esclarecimentos, o quanto antes. Estamos aqui representando muitos grupos de leigos católicos, também das redes sociais que nos procuraram, para vir pessoalmente expressar as inquietudes e apreensões de muitos católicos, e de diversas partes do País, que diante de tantos fatos expostos, de abusos cometidos, esperam dos bispos respostas claras sobre questões que precisam ser esclarecidas, para haver a coerência necessária entre Palavra e Vida, que todos nós, desejamos, enquanto fiéis católicos.

Dom Sérgio da Rocha e Hermes Rodrigues Nery.jpg

A cada dia cresce a indignação, a insatisfação, o mal-estar até, de muitos leigos, cada vez mais confusos com discursos ambíguos, atitudes incoerentes de muitos clérigos e agentes pastorais que ocupam postos de decisão na Igreja, especialmente pela falta de sintonia de tais discursos e atitudes com o Magistério da Igreja, e de modo mais preocupante, a instrumentalização política de pastorais e organismos eclesiais, para fins contrários aos princípios e valores da sã doutrina católica. Tudo isso vem se acumulando há décadas, mas chegando a um ponto de “perigo iminente” de fraturas no corpo da Igreja, com consequências danosas, já antes sinalizadas com a evasão dos fiéis. Os que ficaram resistem, com dificuldades crescentes, abandonados muitas vezes pelos pastores, que preferem o “politicamente correto”, ou os eufemismos de linguagem para disfarçar condutas que chocam cada vez mais os fiéis, especialmente os mais conscientes da verdadeira “missão profética da Igreja”. E aqui, recorrendo a Bento XVI: “Às vezes, abusa-se dessa expressão. Mas é verdade que a Igreja nunca deve, simplesmente, pactuar com o espírito do tempo. Tem de denunciar os vícios e os perigos de uma época; tem de interpelar a consciência dos poderosos, mas também dos intelectuais e daqueles que vivem, de coração estreito e confortavelmente, ignorando as necessidades da época etc. Todo bispo deve sentir-se “obrigado a cumprir essa missão”, pois são “flagrantes os déficits”: “desânimo da fé, diminuição das vocações, queda do nível moral, sobretudo entre as pessoas da Igreja, tendência crescente da violência e muitas outras questões”1. E ainda: “Lembro-me sempre das palavras da Bíblia e dos Padres da Igreja, que condenam, com grande severidade, os pastores que são como cães mudos e que, para evitar conflitos, deixam que o veneno se espalhe. A tranquilidade não é a primeira obrigação de um cidadão, e um bispo que estivesse interessado em não ter aborrecimentos e em camuflar, se possível, todos os conflitos, é para mim, uma ideia horrível”2.

Por isso, nós leigos, estamos aqui para dizer que as coisas não estão bem. Há muitos simulacros hoje dentro da Igreja. E a água está chegando à beira do balde. Temos o dever de fazer o alerta, e de exortar os bispos a não deixarem de dar a devida atenção àqueles que realmente tem compromisso e amor à Igreja. Por isso estamos aqui, para requerer dos bispos que aceitem tratar das questões espinhosas, para que tais espinhos não façam ferir ainda mais (e mais gravemente) o corpo da Igreja. Pois é certo, e os fatos comprovam com evidência, que nesse campo, a teologia da libertação (ou as “teologias da libertação”, pois há muitas faces dessa distorção) é hoje com mais força, um desses venenos, um câncer, um pus, dentro da Igreja, e se os bispos não tiverem a coragem de extirpar esse pus, os padecimentos serão ainda maiores. Os leigos sabem reconhecer o joio do trigo, senhores Bispos, e sabem que grassa mais joio do que trigo, e que não dá mais para dissimular o joio, e que as redes sociais não se calarão diante das incoerências e até das vilezas dos que se utilizam da Igreja para fins nada cristãos.

Durante muito tempo questionamos os motivos pelos quais tantos padres e bispos se silenciam diante do aparelhamento ideológico, deixando que paróquias e movimentos (Pastorais sociais, da juventude, etc.) fossem utilizados como espaços de propagação da teologia da libertação, que não havia sido minada, pelo contrário, era disseminada por outros meios (inculturação, ecumenismo, ecologismo e tudo mais), com padres e até bispos agindo como intelectuais orgânicos, gramscianos para difundir uma “outra Igreja” que não a católica. E o que vimos, ao longo de décadas, foram paróquias e movimentos se descaracterizarem, perderem a sua identidade católica, para servir a um projeto de poder que visa destruir a verdadeira fé. Os fatos mostram com evidência que a Igreja da América latina se comporta como braço social de partidos socialistas, há décadas. E o socialismo é condenado pela Igreja, desde o papa Pio IX. E mais: muitos clérigos abandonam os fiéis quando o socialismo irremediavelmente falha, com nos casos da Venezuela e de Cuba. Com o relativismo, o discurso de muitos foi ficando cada vez mais ambíguo, justificando assim uma subversão inimaginável.

Por isso, solicitamos aos bispos, que seja formado um Grupo de Trabalho ou uma Comissão de leigos e bispos, para o mapeamento dessa situação, o levantamento dessas questões que afligem os leigos e que levou, e que há anos o nosso Movimento vem denunciando e outros, por exemplo, o jovem Marco Rossi a denunciar, e outros que vem se manifestando para expressar a indignação de muitos, quanto aos abusos cometidos, como recentemente o youtuber Bernardo Kuster, em vários vídeos, expôs fatos graves, cuja realização do 14º intereclesial motivou tais denúncias e cujas respostas são aguardadas, com clareza.

“As perguntas do tipo [diz Kuster]: por que aqueles temas, aquela abordagem sobre gênero nas cartilhas da Via Sacra, que a CNBB fez, por exemplo, aquele apelo excessivo ao desarmamento que a CNBB fez nas cartilhas também da Via Sacra, que vai contra o Catecismo da Igreja Católica? Por que por exemplo, aquela nota que a ABONG emitiu e a CNBB não respondeu. A ABONG disse, no dia 26 de fevereiro, que ela mesmo administra os recursos da Campanha da Fraternidade, que ela recebe, e não a Plataforma, como disse a CNBB. A isso a CNBB também não respondeu, precisa dar explicações. Porque mandou dar dinheiro para uma organização favorável ao aborto, ao casamento homossexual, à liberação sexual, a reforma agrária, não do jeito correto, mas do jeito socialista? Ela precisa dar uma explicação sobre os repasses ao grupo Esquel, que é administrado pela ABONG, pelo MST, pela Cáritas, e a CNBB tem que responde também perguntas sobre a Cáritas. Por que a Cáritas tem como parceiro e apoiadores, empresas e organizações internacionais como a Fundação Ford, que notadamente trabalha contra a Igreja? Eles receberam milhares de dólares, nos últimos anos, e isso precisa sim de uma explicação. A CNBB precisa responder por exemplo, os repasses de 2013, que eu levantei em meus vídeos, que a CNBB passou dinheiro para sindicatos de trabalhadores. Por que isso CNBB? Isso não está respondido.” E ainda: “Os abusos litúrgicos cometidos no 14º Intereclesial, a excessiva e patente politização no 14º intereclesial, a isso a CNBB não respondeu. A completa omissão da CNBB, em relação à corrupção dos partidos como o PT, o PP, o PMDB, e os políticos que se dizem católicos envolvidos nisso, a CNBB também não se manifestou, o próprio documento da CONIC, da “Hospitalidade Eucarística”, que certamente coloca em dúvida a fé dos fiéis, causando confusão a respeito de sacrifício, a respeito da transubstanciação, a respeito da co-celebração, do ecumenismo, e ainda relacionado ao CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs), aqueles dois milhões que não foram prestadas as contas, cujo tesoureiro da CONIC, é da CNBB. A CNBB precisa explicar aquela afronta ao sacerdócio católico, naquele evento da quadragésima romaria da terra, no Rio Grande do Sul, em que duas pastoras celebraram uma missa, com vários bispos, como já foi denunciado no Brasil inteiro. A isso a CNBB tem que responder.”

Senhores bispos!

Estas questões, na verdade, são apenas pontas de um iceberg, de uma problemática muito mais vasta e mais profunda, que as informações que estão disponíveis hoje (e que cada vez mais um número crescente de pessoas tem acesso) levam os fiéis católicos às angústias e aflições, pois as evidências são cada vez mais claras do quanto a Igreja, aparelhada ideologicamente, vem sendo instrumentalizada para fins políticos contrários à sã doutrina católica.

Isso tudo precisa de um basta.

O que queremos é a coerência entre Palavra e Vida, fidelidade ao Evangelho, ao Magistério, ao Catecismo. A evasão de fiéis e as baixas nas contribuições se acentuarão se novas e mais denúncias vierem à tona.

Por isso, requeremos que seja feita uma Comissão de leigos e bispos para o aprofundamento dessa situação, e que deem respostas concretas aos questionamentos feitos, e ainda, quanto aos recursos financeiros, para que haja inteira transparência da destinação de tais recursos, propomos inicialmente que haja um Portal da Transparência, para que os fiéis católicos tenham informações precisas da destinação e origem dos recursos financeiros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, evitando assim o financiamento de OnGs e entidades que defendem princípios e valores contrários à fé católica.

Esperamos dos bispos respostas claras sobre as questões aqui colocadas, atendendo o nosso apelo pelo bem da Igreja que amamos, enquanto batizados, desejamos ser fiéis ao Evangelho, para o nosso bem e salvação.

Prof. Hermes Rodrigues Nery

Coordenador do Movimento Legislação e Vida

Notas:

1. Ratzinger, Joseph, O Sal da Terra, p. 67, Imago Editora, 1997, Rio de Janeiro.

2. Ibidem.

3. Kuster, Bernardo, Considerações sobre as Notas relacionadas à CNBB:https://www.youtube.com/watch?v=pezZ0WkxZIw

 

21 Comentários to ““O que queremos é a coerência entre Palavra e Vida”.”

  1. Parabéns. Excelentes palavras.

  2. A posição de dom Sérgio na foto é emblemática: cabisbaixo, parece refletir sobre a própria culpa e do porquê a CNBB deixou a situação chegou a esse ponto.

  3. Cabisbaixo, emblemático e o que disse, ou lavou as mãos…?
    “Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” (São Mateus, 5)

    • A palavra emblema se originou a partir do grego émbléma, que quer dizer “o que está por dentro” ou “o que está encerrado”. Portanto, emblemático tem o sentido de “algo fora do comum” ou “marcante”. Foi isso que eu quis dizer, por ser algo fora do comum por aqui, a correção de um bispo, ainda mais por um leigo. A foto diz bastante. Um professor leigo dá uma aula a um bispo, de como a instituição que ele preside deve se portar. Por sua vez o bispo, abaixa a cabeça como quem diz: “você está certo, mas não tenho coragem para mudar.”

  4. O difícil será de como a CNBB se explicará convincentemente e sair dessa de nosso meritorio representante Prof Hermes R Nery, muito difícil, pois não imaginaria de como ela se desvencilharia de suas exatas colocações de não ter colaborado para que o Brasil se tornasse esse atual caos total ético-moral e até mesmo financeiro, mais de vinte longos anos sob as patas das hordas infernais marxistas, tratando-os como se fossem amigos ou parceiros incluindo-se nesse tenebroso pacote com os elos os revolucionarios ideologistas da TL-PT-PSDB-PCs-ONU-NOM!
    Por primeiro, entraram no poder com seu aval os socialistas do sabotador PSDB, ao não prevenir o povo dos futuros males desses, os quais cederam o poder aos truculentos e desnaturados stalinistas do PT, assim, permitindo os fieis serem domesticados pelas falanges satãnicas ultra cristianófobas, politicamente corretas, adotantes do aborto, pedofilia, eutanasia, adulterio, múltifaces gayzismo, incesto, liberação ao consumo e tráfico de drogas, instigação do odio ao Senhor Deus e à Igreja por a combater, tachando-a de retrógada, discriminadora, ultrapassada, “repressora das liberdades individuais”(para poder à vontade blasfemar contra o Senhor Deus…) etc. etc!
    Assim, por desconhecimento da fé quase total dos católicos – hoje em dia grandes quantidades deles brandem o atestado de ignorancia religiosa que é adesão às heréticas e relativistas seitas protestantes – ou aderindo a elas por interesses financeiros, outro caso, pois ser pastor protestante é rentável – assim, comprovando a que grau de desinformação religiosa em que tantos incautos fieis chegaram, sem que nos constem advertencias oriundas da CNBB a essas ovelhas desgarradas sobre os imensos maleficios do protestantismo, inclusive dos riscos para a eterna condenação!
    Ah, e as admoestações públicas aos futeis programas televisivos, quantos deles, caso das alienantes novelas da Rede Globo da TeleSafadeza, além dos BBBs, cenas de quarto de motel em seu recinto sagrado, o lar, quantas delas não entronizaram todos os tipos de patifarias, canalhices, ataques à Igreja desmerecendo eventuais descomportamentos de alguns sacerdotes católicos – os quais poderiam até mesmo serem infiltrados nela com a missão de tentarem a implodir?
    Aliás, também inserindo no acima, exaltação e disseminação do espiritismo, traições, querelas familiares por adoção nas cenas de rixas e desavenças de todos os naipes, quando a CNBB admoestou os fieis para não assistirem a essa imundicies, afastarem-se dessas cenas perversas, devassas, diabólicas, contempladas de histeria e licenciosidade de todos os tipos, quando?
    Aliás, CNBB e Globolixo, e dos pastores protestantes com sexo à vontade, em geral mais incidentes e quantos possuem filiais, jamais denunciados em series televisivas e recorrentemente por décadas, sempre deixados de lado? Porque não doutras religiões e em mais segmentos da sociedade, como padrastos, tios, primos, até mesmo pais etc., recebendo o mesmo tratamento e não de forma discriminatoria, apenas aos católicos?
    Responda às nossas dubia, CNBB!

  5. “Os abusos litúrgicos cometidos no 14º Intereclesial, a excessiva e patente politização no 14º intereclesial, a isso a CNBB não respondeu. A completa omissão da CNBB, em relação à corrupção dos partidos como o PT, o PP, o PMDB, e os políticos que se dizem católicos envolvidos nisso, a CNBB também não se manifestou, o próprio documento da CONIC, da “Hospitalidade Eucarística”, que certamente coloca em dúvida a fé dos fiéis, causando confusão a respeito de sacrifício, a respeito da transubstanciação, a respeito da co-celebração, do ecumenismo, e ainda relacionado ao CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs), aqueles dois milhões que não foram prestadas as contas, cujo tesoureiro da CONIC, é da CNBB. A CNBB precisa explicar aquela afronta ao sacerdócio católico, naquele evento da quadragésima romaria da terra, no Rio Grande do Sul, em que duas pastoras celebraram uma missa, com vários bispos, como já foi denunciado no Brasil inteiro. A isso a CNBB tem que responder.”
    SOBRE ESTE TRECHO QUERIA DESABAFAR: Há 25 anos nossa comunidade greco melquita católica de Juiz de Fora realizou sua peregrinação ao Santuário Nacional com a celebração da Divina Liturgia (Santa Missa) em nosso Rito Bizantino. Sempre presidida por nosso pároco ou quando podia estar conosco o nosso Bispo como foi no ano passado. A Basílica Velha ficava repleta somente de paroquianos nossos, neste ano foi pedido a licença e a resposta que justificava a negativa foi: “um rito diferente pode confundir os demais fiéis que passam por ali durante a celebração” Ora: não são os ritos um dom e riqueza da Igreja? Não são católicos? Mas fazer elogios ao ecumenismo pode.

  6. Parabéns pelas sábias palavras professor Hermes. Espero que sejam ouvidas, entendidas e atendidas. Deus nos proteja. Salve Maria!!!!

  7. Três coisas, apenas.
    a) Não creio que o reverendo clero, pusilis cum maioribus, tenha a “coragem profética” de descer do pedestal da arrogância e do triunfalismo momesco para dar ouvidos a qualquer mortal, visto que até o Espírito Santo tem, segundo lhes parece, a obrigação de aprovar e promover suas sandices e torpezas morais e ideológicas;
    b) Embora seja uso corrente na Sagrada Escritura e na literatura eclesiástica, as doenças, quaisquer que sejam, poderiam, sem prejuízo, ser afastadas do rol das metáforas. Por isso, falar de “câncer” para qualificar a situação “eclesial” (neologismo dentre todos o mais asqueroso) parece máxime inoportuno;
    c) De resto, com o baixo nível intelectual de parte expressiva da clerazia brasílica – como temos visto, basta saber andar para ser feito cardeal – qualquer argumento que pretenda substituir a teoria do tacape e a pastoral do coice parece fadado ao nada. Lembremos, en passant, do Bispo Hispano Carnaval e suas carradas de blue cats.

  8. Ainda bem que disse fiéis CATÓLICOS. Pois a Direita Política não me representa.
    Att,

  9. Somos todos culpados. Senão, vejamos:
    Não oramos o suficiente, não jejuamos, não oferecemos sacrifícios para a santificação dos nossos pastores, não pagamos o dízimo, vivemos como pagãos vivem (Domingo se transformou no Weekend de lazer e prazer). Elegemos corruptos para nos governar…
    Eu, Renato Aguiar de Assis, sou o pior dos católicos! Faço aqui o “Mea culpa”.
    Estamos vivendo os TEMPOS FINAIS: 70 anos do Estado de Israel, após 2.000 anos sob domínio estrangeiro. Dois papas vivos. Aparições de Nossa Senhora Rainha da PAZ em Mediugórie. Rumores de Guerras, calamidades (terremotos, enchentes, fome…), apostasia…
    Denunciar sim, mas também Anunciar a Boa Nova da mensagem cristã: incentivar nossos filhos/netos a participarem do catecismo, das missas, das procissões, conduta exemplar na família, no trabalho, no namoro (santo)…
    Que Deus não nos puna na mesma proporção de nossas culpas. Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra!
    Na festa de 13 anos da eleição de Joseph Ratzinger como o 265º papa, sucessor de Pedro.

    • Excelente! Se fôssemos santos, as “consequências”, óbvias, seriam outras! E quanto a matéria, não acho q nossos pastores foram enganados, não são tão ingênuos assim, o mal estar é pq foram “descobertos”, ao menos a maioria deles, realmente creem no que militam, isso é o mais grave, é preciso uma CONVERSÃO verdadeira, para “largarem o osso”, e aí passa por estar aberto a GRAÇA DIVINA. Espero q essas conferências episcopais, não venha a se tornar um braço do Estado, como na China ( só q no caso, seria algo mais sincrético).

  10. Lamentável a frieza e omissão da CNBB perante tantos desvios da nossa Sã Doutrina que nos foi outorgada pelo Magistério Maior da Santa Igreja Católica Apostólica Romana!

  11. Parabéns, professor Hermes, pela carta…Sem dúvida alguma muito bem feita e embasada…
    Com certeza, mesmo que não venha o resultado esperado por todos nós que amamos e sofremos pelos desmandos episcopais na Igreja de Deus, a carta não será simplesmente ignorada e jogada no lixo pelo Cardeal e demais membros da presidência e do Episcopado em geral da CNBB.
    Tirando os angélicos e casaldáligas da vida, grande parte dos Bispos está preocupada com a derrocada da Igreja no Brasil, Seminários vazios, Dioceses morrendo a míngua por falta de padres, verdadeiras avacalhações da Liturgia, ou melhor, verdadeiros SACRILÉGIOS tipo o tal inter eclesial das cloacas imundas das cebs, padres playboys com calças apertadas e justas fazendo da Missa um show barato e vulgar, etc…
    A carta é muito bem pontuada e sensata…Se há tempos houvesse leigos que fizessem como o professor Hermes, denunciasse as patifarias da CNBB, comedidamente e inteligentemente, não chegássemos onde chegamos…
    “Senhores bispos!
    Estas questões, na verdade, são apenas pontas de um iceberg, de uma problemática muito mais vasta e mais profunda, que as informações que estão disponíveis hoje (e que cada vez mais um número crescente de pessoas tem acesso) levam os fiéis católicos às angústias e aflições, pois as evidências são cada vez mais claras do quanto a Igreja, aparelhada ideologicamente, vem sendo instrumentalizada para fins políticos contrários à sã doutrina católica.

    Isso tudo precisa de um basta.”
    Os teórlogos ,dortores, dortoras tucunzados tucunzadas, buchados e bofados, da teologia da maldição adoram o jargão “se calarem a voz dos profetas, as pedras gritarão”, então…as pedras estão gritando…Não é o ano do laicato???
    Nossa Senhora de Fátima nos ajude…

  12. Conte-nos professor o que disse,como reagiu o Cardeal Sérgio da Rocha e quem foram os bispos que estavam com ele…

    Bispo preso denunciado por seus leigos…
    Leigos “encurralando” aos seus pastores pedindo explicações…

    Irão pensar mais duas vezes antes de convocar um novo Ano do Laicato…

  13. Como leigo católico, espero não ler ou ouvir da CNBB respostas burocráticas e cheias de panos quentes tipo “deixa pra lá, vamos ver” ou coisa pior.
    As perguntas estão colocadas.

  14. Infelizmente vai acontecer igual : dúbia, carta de correção etc…

  15. Na reunião com a comissão de bispos, com a presença de Dom Sérgio da Rocha e Dom Mutilo Krueger, houve o comprometimento deles de formarem uma comissão de leigos para a análise minuciosa das denuncias feitas e cada questão apresentada, que serão respondidas por escrito por esta comissão, que será constituída e aprovada pelo Conselho Permanente, bem como o Portal da Transparência. Dom Rifan me assegurou que tais trabalhos serão feitos, nesse sentido. E vamos nos empenhar nisso.

  16. corrigindo: Dom Murilo Krieger.

  17. Caríssimo Prof. Hermes, só me resta congratular pela coragem e clareza com que expôs assuntos tão sérios quanto atuais de nossa Igreja Católica presente no Brasil. Conte com nossas orações, e por favor, diga-nos sobre como mais podemos ajudá-lo nessa obra. Que Nossa Senhora Aparecida o abençoe e que Deus o proteja.