Foto da semana.

fidelis

Padre Fidelis Moscinski, CFR, foi preso pela polícia no distrito de Columbia, no dia 30 de maio passado, por se recusar a deixar uma clínica de aborto enquanto tentava, pacificamente, ajudar mães a considerar uma alternativa ao aborto, entregando-lhe rosas. Ele foi autuado e liberado. Foto: American Life League.

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8 Comentários to “Foto da semana.”

  1. “imediatamente após ter se tornado bispo de Edessa, Rábula, em conjunto com outro monge, Eusébio, futuro bispo de Tela, foi até Balbeque (Heliópolis), na Fenícia Libanense, um dos últimos refúgios do paganismo, com o objetivo de conseguir o próprio martírio atacando as imagens sagradas pagãs lá. Em vez de ser morto, com esperava, sofreu uma surra severa. A “Vida de Rábula” afirma então que foi poupado da morte por conta de seu destino, que era obter o episcopado. Já o estudioso Michael Geddis nota que este é exatamente o tipo de comportamento suicida condenado por Agostinho.

    (https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rábula_de_Edessa)

    Invasão de propriedade é crime, imprudência é pecado. Quantas almas foram privadas dos sacramentos por causa da prisão desse padre ? Sigamos o conselho do Santo de Cartago

    • Gabriel Pereira, se fosse seu filho que estivesse sendo abortado pela mãe dentro daquela clínica você estaria preocupado em preservar o “direito de propriedade” da multimilionária Planned Parenthood?

  2. Toda essa injusta repressão foi muito instigada pelos 8 anos do cristianófobo marxiislamita Obama, compartilhando da cena também seus eleitores, comparsas, assim como no Brasil, o mesmo esquema, coniventes todos os que nos tempos dos asquerosos socialistas do PSDB-Alckmin, Aecio e Cia, depois os carrascos do PT + eleitores, juntos com quase todos nossos eclesiásticos desde o topo apenas apreciando os infanticidas impostores das esquerdas agindo, de igual forma acrescentando mais de 500 pastores das seitas protestantes mais importantes, denunciados até por *um deles mesmos…
    http://juliosevero.blogspot.com/search?q=Lula+diz+que+evang%C3%A9licos+n%C3%A3o+devem+retribuir

  3. “A defesa da vida é o limite da DEMOCRACIA. Ultrapassada essa faixa, a humanidade entrará na BARBÁRIE” (São João Paulo II, papa).

  4. Tempos tenebrosos, não se pode mais defender a vida e a verdade!

  5. Chegamos ao ponto de repreender, reprimir o certo, a verdade, em prol do erro, da mentira. Antropocentrismo já domina o mundo em todas as sua dimensões. Até mesmo dentro da Santa Igreja o homem como centro, destronou o próprio Deus. Basta ver as atitudes diplomáticas dos “guardiões” da igreja, que em vez de pregar a verdade, quer agrade, quer desagrade, ficam fazendo média como o erro. O encontro em Assis, a visita “tolerante” a Sinagogas, Mesquitas, veneração aos “líderes” das falsas religiões. O respeito humano, o respeito ao politicamente correto, faz calar a Verdade Divina. A pregação do Santo Evangelho dever ser feita de forma a não “agredir” aos que não concordam com a Verdade. Frases soltas, historietas de auto-ajuda são contadas, são ditas apenas com o intuito social humano, apenas para defender o que está na moda. Que os maus se comportem assim ainda vai lá, pois não se pode esperar do Demônio se contradizer, agora a covardia, o silêncio dos bons, aí sim é caso de internação. O maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas: ora só se pode cumprir esse mandamento se não fizer nada que ofenda a Deus. Logo, se dos outros 9 mandamentos, se descumpri um único que seja, estou descumprindo o maior, o primeiro. Antes que venha com a frase solta de Santo Agostinho: se não amamos ao próximo que vemos, como amaremos a Deus que não vemos; é preciso que se entenda, ou melhor, compreenda o que é amar a Deus. Como a internet não é difícil, basta jogar no Google e vira “n” manuais de teologia, livros de Santos, tratados, frases, músicas, fotos vídeos, etc, sobre amar a Deus. Mas fico com uma frase simples: amar a Deus é abandonar a nossa vontade na vontade de Deus. É simplesmente deixar-se conduzir por Deus em tudo. Salvo engano, Santa Tereza: “Ame a Deus, e faz o que queres.” Ou seja quem verdadeiramente ama a Deus, nunca i faz nada que o ofenda, e se fizer, cair em pecado, vai ser arrepender e fará novamente tudo para não ofendê-lo. O mundo de hoje pintou uma amor a Deus bem distorcido: não julgue, não condene, deixe pensar diferente, todos os caminhos conduzem a Deus, etc, etc. Podemos viver com nossos defeitos, nossas paixões, nossas ideologias, basta que procuremos o mesmo fim. Isso é o que o príncipe desse mundo deseja, que “intenções boas” conviva com as más, que atos errados sejam tolerados, que haja uma convivência saudável entre os filhos de Caim e os de Set. Para justificar isso, até prelados da Igreja usam da parábola do joio e do trigo, da rede que traz todos os tipos de peixe, de que entre os 12, havia um traidor, havia homens fracos, etc. Usar dessa retórica é o cumulo da ignorância, Todas as parábolas em que Nosso Senhor levava a ver os erros, as fraquezas eram dirigidas ao “falsos” judeus, aqueles que se agarravam as leis, as normas, muitas dessas que eram apenas para convívio social, nada de espiritual, e as que realmente possuíam cunho espiritual (Decálogo) era usada por esses “falsos” para aproveito pessoal, pois eles mesmo não mais adoravam ao Deus Verdadeiro. Quando Nosso Senhor chama-os de sepulcros caiados, é porque esses aparentavam ser verdadeiros sacerdotes, verdadeiros escribas que obedeciam as leis de Moisés, mas a exemplo de Judas, que dizia se preocupar como os pobres, apenas se preocupava consigo mesmo, em ter o status, ser apontado como referência religiosa, mas os seus corações estavam longe de Deus. A Bem-Aventurança eterna, o Céu, o Paraíso, a condenação eterna, o Inferno, isso é história pra boi dormir. Não se ouve isso mais nas igrejas católicas, aliás é comum ouvir que o inferno já é nessa vida terrena. Orações que intensificam a crença no inferno são supridas, evitadas e outras até negadas publicamente. A melhor maneira de evitar pensar no Inferno, no demônio, no pecado é ignorá-lo, evitar falar nele. Com isso chegamos a consentimento do aborto como algo natural. ao passo de católicos ficarem indiferentes sobre isso.(…)

  6. Papa Francisco em Lampedusa:
    “- VERGONHA !!!”