Senado argentino rejeita legalizar aborto; projeto só poderá ser reapresentado daqui um ano.

Por UOL – Após uma sessão que começou às 9h30 da manhã de quarta-feira (8) e se encerrou somente às 2h44 da madrugada desta quinta (9), o Senado da Argentina rejeitou nesta quarta-feira (8) projeto que propunha a legalização do aborto no país. por 38 votos a 31. Foram registradas uma ausência e duas abstenções.

Para avançar, era necessário que a maioria simples, 37 dos 72 senadores, tivesse aprovado o projeto. Com a rejeição da proposta, a legislação do país segue como está: o aborto é crime e pode ser punido com até quatro anos de prisão.

14 Comentários to “Senado argentino rejeita legalizar aborto; projeto só poderá ser reapresentado daqui um ano.”

  1. Amém! Deus não nos desampara!
    Mas preocupa a quantidade de adolescentes recrutados pelos movimentos abortistas, e a frieza com que esses jovens não se compadecem do feto.
    É urgente criar ações, filmes, para crianças e adolescentes, que apresentem a odisseia maravilhosa que se inicia na concepção do ser humano, um ser engendrado em alta complexidade (e por isso tão frágil e precioso), que não cessa de se desenvolver mesmo após o nascimento, e capaz de grandes obras que o diferenciam das demais criaturas.
    O reconhecimento da nossa origem precisa gerar orgulho da nossa espécie e empatia! Se essa geração não conseguir se enxergar nos bebês por nascer, será apenas uma questão de tempo aprovarem o aborto lá, e em toda parte.

  2. Link para o lindo vídeo de 3 minutos – Welcome to Life:
    https://youtu.be/b4Pw8swvo9s

  3. Exatamente por este resultado, e outros similares em diversos países, que os abortistas escolheram o ativismo judicial no Brasil para fazer prosperar a nefanda e iníqua iniciativa. Aqui os 11 deuses do Olimpo, abrigados no desmoralizado STF, arrogam-se intérpretes da vontade popular, invertendo os papéis clássicos da democracia ocidental e suprimindo o Legislativo na elaboração das leis.

  4. Glória a Deus nosso Senhor! Que a Virgem Santíssima, Nossa Senhora de Luján, continue a abençoar o nosso país irmão, afastando dele e do mundo todo o abominável crime do aborto.

  5. Graças a Deus!

  6. Graças a Deus!

  7. Prezados, o perigo ainda não passou, um canal conservador, o qual acompanho diariamente, informou que está correndo o boato de que Macri pretende mudar o código penal, para facilitar o aborto. Aguardemos.

  8. Deo Gratias!

  9. Viva a Argentina pró-vida!

  10. Deus seja louvado!

  11. O presidente Macri da Argentina nem por isso se deu por vencido: quer propor a despenalização do aborto no Código Civil, isso se daria, supõe-se, por credores da Argentina e investidores o terem pressionado para conseguir liberação de recursos para ele recompor aos poucos a combalida economia e tentar reverter as finanças deficitarias, requalificação de o país ser tradicionalmente caloteiro e outras pressões internacionais, informado por outras fontes, o mais provável.

  12. As mudanças nas leis civis dentro de um estado democrático possuem regras para serem implementadas, no nosso caso, cabe ao Legislativo aprovação e a regulamentação de leis penais. A Carta da República garante o direito a vida a todo ser humano, logo a conservação e a manutenção para que essa vida se desenvolva também é uma garantia constitucional. Caberia ao Judiciário garantir a observação dessa lei, desse princípio constitucional. É publico e notório que foi uma manobra em desfavor do nascituro essa interpretação forçada pelo Supremo em esticar a destipificação de crime até a 12 semana da concepção. Não é preciso lembrar que o nobre ministro que levantou essa aberração interpretativa foi ferrenho e ainda é, para suprimir a condenação do crime de aborto, ao crime de tráfico de entorpecentes, etc e etc. Apesar de suas, reconhecidas, posições contra a corrupção, crimes administrativos e prisão já na segunda instância. De qualquer forma essa matéria de redução, ou melhor aumento de prazo para abortar, deve ser julgada, ou melhor, contemplada pelo Legislativo. O momento atual é propício para escolhermos representantes que honrem o nome de Cristão, Católico, para combater essas atrocidades berrantes, com normas que coloquem em pratos limpos que aborto é crime de homicídio em sentido amplo, já tipificado em nosso código penal vigente, portanto não revogado. Podemos ir mais longe, é crime contra a humanidade, contra a raça humana, pois é ceifar a vida de um totalmente incapaz pelo simples fato de ainda não poder se defender, não ser uma “carinha bonita” na mídia. Nada diferencia o aborto dos crimes contra a humanidade cometidos contra grupos, culturas, povos por simplesmente serem o que eram: numa visão relativa ao dominador, eles classe inferior. Ao negar o crime de aborto, prega-se a eleição do ser mais aproveitável, em um viés totalmente subjetivo, ás necessidades daquela pessoa que aborta, e do grupo que a apóia. A literatura comprova que tribos matavam as crianças que nasciam com patologias físicas e mentais. Até algum tempo, em um determinado país, nascendo uma mulher, a família era obrigada a entregar a morte, pois além de um número de filhos, era necessário que fossem homens. Caso fosse feito o ultrassom, se possível fosse pelas aquelas tribos, e no caso desse país já com tecnologia possível, a gravidez seria prontamente interrompida, ao nascituro será decretada a pena capital de morte. Portanto é sim o aborto um crime contra a humanidade, contra o mais fraco, impotente, devendo ser rechaçado, pois fere até o juramento de Hipócrates, é incompreensível que os seus discípulos em momento algum pensem, ao menos pensem em retirar a vida de alguém que nada de mal fez, não tem culpa alguma, nem se defender pode. Ao Judiciário cabe apenas defender o direito, que é um princípio constitucional portanto deve ser respeitado, do do direito a vida. Precisamos colocar o Legislativo contra toda e qualquer violação a vida. Repito as palavras do augusto Cardeal Salles: Só é a favor do aborto, quem já nasceu.