Indefensável.

Por FratresInUnum.com, 31 de agosto de 2018

As revelações do arcebispo Viganò são simplesmente irrespondíveis. A confirmá-lo estão Francisco e seu Secretário de Estado, Parolin, ambos apelando à descarada desconversa e ao favor da mídia.

img-20171105-wa00041837118083.jpgSeguiram-se aos últimos acontecimentos exatamente aquilo que já se podia prever: a imprensa esquerdista partiu para a defesa fanática de Francisco, mediante uma operação de assassinato de reputações tanto de Viganò quanto dos papas anteriores. Tudo não passa, porém, de reverberações da mesma desconversa: quer-se mudar o foco do debate, da cumplicidade de Francisco para a eventual vingança de Viganò.

O normal, nesses casos, seria que a Secretaria de Estado do Vaticano “sugerisse” aos cardeais, às Conferências Episcopais e afins que emitissem “notas de apoio” a Francisco.  A vitimização da qual se utilizam como expediente para a desconversa se tornaria, então, apenas um método de submersão, afogando-se os protestos numa onda de “espontânea” solidariedade em torno do pontífice. Isso já começou a acontecer ontem!

Ocorre, porém, que toda técnica tem o seu limite e mesmo essa não conseguirá oferecer suporte contra aquilo que os olhos de todos já estão fartos de ver há mais de cinco anos: a verdadeira causa de todo este imbróglio é Bergoglio!

Não adianta mais continuar com uma representação em quem ninguém mais acredita. O fingimento deixou de convencer, tornou-se ofensivo, uma agressão não à razão, não ao bom senso, mas à vista.

A mídia secular não crê mais em Francisco, mesmo os seus defensores precisam fazer um esforço retórico imenso para encontrar malabarismos linguísticos e conjecturas que o defendam. Mas, não adianta mais. Hoje os leigos que acompanham os assuntos da Igreja não acreditam mais em Bergoglio e percebem sem necessidade de aparatos conceituais o circo que foi montado em torno de sua imagem. O abismo entre o que diz a mídia e a realidade continuará aumentando indefinidamente até alcançar o surrealismo. Infelizmente para ele, Bergoglio se tornou o papa indefensável!

A encenação se tornará cada dia mais flagrante, cada dia mais ridícula até que chegaremos à triste comédia. Ninguém o levará mais à sério e, a este ponto, a sua permanência consistirá apenas no prolongamento de um cansaço institucional insuportável, que manterá todos na perplexidade. É o reino do marasmo.

O maior problema de Francisco é Bergoglio, mesmo. Ele sempre atacou a sua Igreja, sempre perseguiu os católicos com os piores adjetivos, sempre atacou o seu povo e sempre defendeu os inimigos.

A crise que estamos presenciando não é senão uma crise de legitimidade.

Se Francisco realmente quisesse o bem da Igreja, ele renunciaria ao papado e a deixaria escolher um novo pontífice tranquilamente, um homem que fizesse as reformas que ele não quis fazer porque estava ocupado demais com as suas politicagens e por ser o líder da esquerda mundial. Mas, como todos os ditadores, ele não abdicará.

Enquanto isso, os católicos fieis continuam o bom combate, a luta pela verdade para que, passados esses dias tenebrosos, a Igreja possa recuperar a sua glória de outrora e, conduzida por homens íntegros e cheios de fé, veja a realização daquela promessa que nos sustém na batalha: “E, por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”!

Tags:

15 Comentários to “Indefensável.”

  1. Eminência Reverendíssima
    CARDEAL PIETRO PAROLIN
    DD. SECRETÁRIO DE ESTADO DE SUA SANTIDADE
    Palácio Apostólico
    Cidade do Vaticano, VA.
    Eminentíssimo Senhor Cardeal Secretário de Estado,
    Segue, em anexo, a correspondência de solidariedade que enviei ao Santo Padre, o Papa Francisco, unindo-me em oração ao seu ministério petrino. Os mesmos desejos e votos de unidade são extensivos à pessoa de Vossa Eminência Reverendíssima.
    Suplicando a Deus as mais especiais bênçãos do céu para o querido irmão,
    Devotadíssimo no Senhor,
    Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
    Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
    São Sebastião do Rio de Janeiro, 30 de agosto de 2018.
    Santo Padre Papa Francisco,
    Com filial reverência, dirijo-me, muito cordialmente, a V. Santidade a fim de lhe expressar, mais especialmente, minha proximidade, comunhão e oração ante notícias midiáticas sensacionalistas recentes que parecem visar a desestabilização da unidade da Igreja atingindo, inclusive, o maior sinal visível dessa unidade, que é o ministério petrino no qual, hoje, serve V. Santidade, querido Papa Francisco.
    Tenho a certeza da fé que Cristo, Nosso Senhor escolheu Pedro – e seus sucessores – para estar à frente da Sua Igreja e confirmar seus irmãos na fé (cf. Mt 16,17-19; Lc 22,31-32 e Jo 21,15-18). Não há dúvida de que Pedro, foi o escolhido pelo Senhor para conduzir a Igreja, enquanto Bispo de Roma. Dessa verdade até mesmo o historiador reformado Justo L. Gonzáles, muito usado nos estudos da História da Igreja em comunidades evangélicas, após referir-se ao fim historicamente incerto dos demais Apóstolos, afirma a respeito de Pedro: “De todas as tradições, provavelmente a que é mais difícil de pôr em dúvida é a que afirma que Pedro esteve em Roma e que sofreu o martírio nessa cidade durante a perseguição de Nero. Este fato encontra testemunhos fidedignos em vários escritores cristãos dos fins dos primeiros séculos e de todo o século segundo e, portanto, deve ser aceito como historicamente certo.” (A Era dos Mártires. 13ª reimpressão. São Paulo: Vida Nova, 2005, p. 40-41. v. 1. Coleção: Uma História Ilustrada do Cristianismo).
    Ora, isso que o historiador confirma em seu trabalho, faz parte da Tradição da Igreja, de modo que, no fim do século I, tendo surgido um litígio entre os fiéis de Corinto, o Bispo de Roma, São Clemente, lhes escreveu uma carta autoritária: “Se alguns não obedecem ao que Deus mandou por nosso intermédio, saibam que incorrem em falta e em perigo muito grave” (c. 69).
    Em meados do século III, S. Cipriano, Bispo de Cartago, chamava a cátedra de Roma “cátedra de Pedro, a Igreja principal, donde se origina a unidade sacerdotal (isto é, a unidade dos Bispos)” (epist. 55, 14).
    É certo haver alguns que, tentando fundamentar-se em Gl 2,11-14, tenham a pretensão de resistir, hoje, ao Papa ou mesmo de enfrentá-Lo como se o referido trecho bíblico lhes desse aval. Na verdade, não compactuamos com tal postura por duas grandes razões: 1) pela Escritura e pela Tradição, como vimos, não é possível servir a Cristo, em Sua Igreja, sem estar em plena comunhão com o Sucessor de Pedro. 2) podemos observar que, em suas cartas, São Paulo, longe de se opor, conserva sempre especial respeito pela pessoa de São Pedro: 1Cor 9,5: “…como os outros Apóstolos e os irmãos do Senhor e Cefas”; Gl 1,18: “Depois de passados três anos, subi a Jerusalém para conhecer Cefas, e permaneci com ele quinze dias”; 1Cor 15,3-5: “Desde o princípio vos ensinei o que aprendi: que Cristo morreu… e ressurgiu e foi visto por Cefas e depois pelos onze”.
    De modo que tendo considerado o episódio de Antioquia e os demais textos paulinos, conclui o racionalista Alfred Loisy: a atitude de São Paulo “atesta ter sido Pedro o chefe do serviço evangélico, o homem com o qual era preciso entrar em acordo, sob pena de trabalhar em vão” (Les Evangiles Synoptiques 14). Segundo escreve o estudioso luterano G. Bornkamm: “para ser justo diremos que não há motivo para formular uma tal acusação”. A passagem de Gl trata “da unidade dos cristãos de origem judaica e provenientes do paganismo numa comunidade mista. Cefas [Pedro] e Tiago não devem, portanto, ser acusados de deslealdade, e os judeu-cristãos de Antioquia, com o caráter de um Barnabé, certamente não arremessaram no mar toda a sua compreensão do Evangelho libertador da Lei” (E. Cothenet. A Epístola aos Gálatas. São Paulo: Paulinas, 1984, p. 34). Quem viu ou vê aí um álibi para acusar ou questionar o Papa, engana-se.
    De resto, Santo Padre, todos os Papas, de um ou de outro modo, sofreram críticas e perseguições, nem João Paulo I, em apenas 33 dias de Pontificado, escapou da sanha acusatória. Se perseguiram o Mestre com toda sorte de sofrimentos físicos e morais, com seus ministros não será diferente, em graus diversos, de modo que tais sofrimentos toquem também os que mais estão perto. Só Deus e os verdadeiros irmãos podem estar próximos de nós nas horas em que somos traídos por um dos doze, um dos membros do Colégio Apostólico. Foi a triste realidade a que o Senhor esteve submisso. Conosco não é, nem poderia ser, diferente. Carregamos um pouco da Cruz de Cristo!
    Santo Padre, termino com as palavras de carinho filial com as quais comecei esta Mensagem: sinta o meu incondicional apoio, minha proximidade espiritual e humana. Tenha-me como um filho devotado, na graça divina, que o Bispo de Roma pode ter sempre ao seu lado, especialmente em tempos de mar revolto a parecer ameaçar a Igreja de Cristo.
    Nesta oportunidade, Santo Padre, transmita também minha afetuosa e fraterna proximidade ao meu irmão no Episcopado e no Colégio Cardinalício, Sua Eminência, o Senhor Cardeal Pietro Parolin, DD. Secretário de Estado de Vossa Santidade. Esteja ele certo de minha oração e amizade.
    Colocando-me ao Vosso inteiro dispor, suplico-Lhe, Santo Padre, Vossa Bênção Apostólica extensiva a todo o Povo de Deus desta Igreja Particular de São Sebastião do Rio de Janeiro,
    Vosso devotado filho, no Senhor,
    Orani João, Cardeal Tempesta, O.Cist.
    Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

    • Dom Orani:
      Rápido e rasteiro: ninguém está perseguindo Bergoglio e não há toda “sorte de sofrimentos físicos e morais”. Não há sanha acusatória.
      Apenas estão suplicando que fale e oriente, coisa que, como pastor que é, deveria fazer e não faz.
      Pior: se recusa.
      Foge à sua obrigação petrina perante o mundo católico. Só isto.
      Lamento apenas que um arcebispo não tenha esta visão.

    • Essa carta tem um erro conceitual grave, e uma interpretação míope da situação.

      O bispo diz que “pela Escritura e pela Tradição não é possível servir a Cristo, em Sua Igreja, sem estar em plena comunhão com o Sucessor de Pedro”.

      Mas isso é pressupondo que o papa esteja em comunhão com as Escrituras e a Tradição, o que não é o caso de Francisco!!

      Francisco rompeu com as Escrituras, com a Tradição e com o Magistério milenar.
      Logo, quem não está em comunhão com a Igreja é ele e seus seguidores!

      Se querem provas, consultem o site denzingerbergoglio.com, e lá estará demonstrado que Bergoglio não está em comunhão com a Igreja.

      Esse é o ponto nevrálgico que desmonta toda esse raciocínio de Dom Orani!

      .

    • Enquanto vários bispos norte-americanos se movimentam para, em nome da decência e da justiça, levar adiante a questão, o Frade Cardeal mandou algum seminarista do Propedêutico copiar citações da enciclopéia Barsa (ou de Dom Estêvão Bittencourt) para enfeitar este arreganhado preito de bajulação gratuita e grosseira (há bajuladores de certo refinamento). Tanta rasgação de seda eclesiástica deve ter provocado gargalhadas ao destinatário vestido de branco.

      Realmente, no Brasil quintomundista em que purgamos os nossos pecados, basta saber andar para ser feito cardeal. Em um passado não muito distante, o Frade Cardeal teria sido, quando, irmão converso e ajudante de cozinha (sem desmerecer esta útil e digna profissão). Ei-lo agora a mostrar a exibir toda a sua têmpera de latoeiro.

  2. Francisco, o Flagelo de Deus.

  3. Tudo aponta para o ápice do terceiro segredo de Fátima, em que a apostasia da Igreja (Seita Vaticana) chegará ao seu cume, e o Falso Profeta coroará o Anticristo em Roma (La Salette), e o “pusillus grex”, guiado por Petrus Romanus, exilado em Fátima, manter-se-á firme na verdadeira fé católica, porque “portae inferi non praevalebunt”.

  4. Eu diria que muito além de uma crise de legitimidade vivemos uma crise de preferência. Onde facilmente se prefere Bergoglio a Cristo.
    E qualquer outra coisa a Jesus…
    Espero que os membros dessa Igreja um dia voltem a ser católicos. E que até lá, Deus guie os responsáveis pelo poder civil, a fazerem as obras de justiça e caridade, às vítimas de abuso, que esses membros do clero se esqueceram. Porque a preferência deles foi tudo, menos o Cristo.
    Que a Santa Igreja um dia brilhe através de seus membros. A comecar pela contrição, penitência e coerência evangélica deles.

  5. Desde a época de Buenos Aires, o Papa Francisco não era um bom bispo. Eu me pergunto: como ele foi eleito, mesmo com todo o péssimo histórico dele? Maior culpa tem quem o elegeu.

  6. Artigo muito lógico e bem escrito, e infelizmente tenho que concordar com o que está nesse tópico: “como todos os ditadores, ele não abdicará”

  7. Interessante notar que papa Francisco quase sempre deixa algo aberto para interpretação de outrem, nada dogmático, de forma que sobejamente já demonstrou não ser muito apegado às diretrizes “rígidas”, como sempre tem sido, comportando-se bastante maleável em suas exposições, como na A laetitia, flex, a seu criterio, q v acha, está bom assim?
    Nesse trecho, por ex., dela mesma, dentre mais: “Ninguém pode ser condenado para sempre, porque esta não é a lógica do Evangelho”, quanta tranquilidade oferece aos pecadores de se manterem aferrados no pecado, endurecendo cada vez mais seus corações, sem problema algum e talvez os animaria a um; “já estou salvo”, para que procurar a santidade, como no relativista protestantismo? Porém, bastam as preocupações que tenho com meus negocios, embora descartando e se tornando vítima de preferir o relativismo!
    “Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. 2 Tes 2 10-12.
    Assim, as esquerdas estão para confundir, não para esclarecer e, sentindo se acuadas e prensadas, partem para auto vitimização, por ex., como nos pobristas PT e PCs do mundo inteiro: “azelites nos atacam – nunca nomeadas quais são, existiriam no Além? – invejam-nos por defendermos os pobres, as minorias, somos políticos presos, odeiam nossos programas de governo para os mais desprezados, nada a declarar e 1001 mais chavões para descartarem suas irresponsabilidades frentes a assumirem seus inúmeros erros, a não ser sob extrema pressão, quase tipo via torturas!
    Não se deu assim como sucedeu no Chile, quando vazaram as fotos na midia e etc, o papa Francisco viu-se compulsionado a um pedidozinho de desculpas pois também antes desse fato, não se comportava e sugeriria “de nada saber”? o papa francisco
    Hoje mesmo na homilia de um sacerdote: “o papa Francisco é o profeta de nossos dias, embora hajam divisionistas que o atacam, portanto, a cruz dele”…Como a D Orani”!…

  8. Infelizmente, o comportamento de Bergoglio lembra o de alguém que, diante da turba que condenava Cristo, “lavou suas mãos”.

  9. O Cardeal Tempesta, do Rio de Janeiro, poderia ter escrito essa carta, se vivesse, talvez, em plena Idade Média, a um São Gregório VII. Pois seu destinatário mereceria os elogios nela contidos. Melhor seria, nesse caso, que fosse assinada por um simples Padre Tempesta, porquanto sua argumentação deixa a desejar quanto à ciência teológica que se espera da púrpura cardinalícia, embora tenha logrado expressar fielmente os sentimentos de um cortesão.
    .
    De certo modo, nesse ato, o Cardeal representa o clero brasileiro. A propósito, é cabível indagar: – Eminência, como vai o clero brasileiro? Não chegou ao Brasil a sodomia clerical? Há pouco tempo, não se noticiou que havia um bispo preso, envolvido em atos infames? E outro arcebispo não renunciou, sendo que foi acusado de atos análogos?
    .
    A carta já foi enviada e até divulgada pela mídia. Entrou para a história eclesiástica brasileira. E Dom Tempesta nela aparece como o Prelado que nada soube e nada viu, no Brasil, na Irlanda, nos Estados Unidos, no Chile. Faz-me lembrar a saborosa canção francesa: “Tout va très bien, madame la marquise!”
    .
    Haverá leitores que podem julgar exagerada a justa indignação do Fratres – a qual compartilho “toto corde”. Para mostrar-lhes como é possível reagir com ainda maior energia diante da gravíssima situação da Santa Igreja, apresento a opinião de leigos norte-americanos indignados. Nós, brasileiros, precisamos crescer muito mais em indignação, em inconformidade, pois, se compararmos a nossa manifestação com a deles, parecemos estar inibidos, senão amordaçados. Refiro-me ao editorial de Rorate Caeli, com o título “A RORATE Editorial: Francis Must Go“, do qual, a seguir, reproduzo um trecho expressivo.
    .
    “Francisco deve ir embora. Um fedor insuportável inunda o edifício da Igreja Católica. Emana do Trono de Pedro, no qual um corpo apodrece à vista de todo o universo. Os poderes do mundo ainda desfilam diante do cadáver, oferecendo-lhe honras seculares, mas os fiéis católicos se tomam de espanto ante o nauseabundo espetáculo pagão. O papa Francisco, Jorge Mario Bergoglio, está morto. Não está realmente defunto, mas a sua presença moral é que se foi. Seu corpo moral é o cadáver repulsivo que se senta na cátedra do príncipe dos apóstolos. E os seus únicos e verdadeiros seguidores – os liberais, os hereges, os apóstatas – já estão tramando como substituí-lo quando ocorrer o inevitável.” (tradução livre)

  10. Muitas vezes eu me pergunto como Bergoglio nega a Cristo na maior cara de pau, sem nenhum aparente problema de consciência. Mas a resposta ele mesmo nos dá naquela famosa entrevista a Ilze Scamparini no vôo de volta do Brasil em 28 de Julho de 2013

    http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2013/july/documents/papa-francesco_20130728_gmg-conferenza-stampa.html
    “Isso é importante: a teologia do pecado. Muitas vezes eu penso em São Pedro: fez um dos piores pecados que é renegar a Cristo, e mesmo com este pecado Cristo o fez Papa.”.

    Claro que essa distorção feita por uma mente doentia soa também como uma justificativa. É como se dissesse; mesmo que eu continue a renegá-lo, eu ainda continuo sendo Papa! Nenhum escrúpulo de consciência.

  11. Esta é sem dúvida a pior crise já enfrentada pela igreja nos últimos tempos.Desejo de todo o coração que a verdade venha a toma e que seja feita a vontade de Deus.até lá rezemos pelo Santo Padre….

  12. Esse cardeal do Rio de Janeiro distribuiu as Santas Hóstias em copinho de plástico a pessoas seminuas naquela malfadada jornada mundial da juventude. Um caos total. Tempesta? ou TEM FESTA?