Dom Leonardo Steiner rompe o silêncio e se pronuncia sobre a vitória de Bolsonaro.

Por FratresInUnum.com, 1 de novembro de 2018 – Em sua primeira manifestação após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, não escondeu o tom de amargura e desgosto. Pelas palavras cuidadosamente escolhidas, percebe-se claramente que a CNBB não recuará nenhum milímetro, não cederá em absolutamente nada de sua posição favorecedora do petismo. Não adianta esperar o contrário! Não se enganem, eles não vão mudar!

Steiner e Pedro Casaldáliga.

Steiner e Pedro Casaldáliga.

A seguir, transcrevemos trechos da entrevista concedida a Vatican News:

“Como será o futuro nós ainda não sabemos, dependerá muito de como se comportará o Supremo Tribunal, o próprio Executivo, mas também o Legislativo”, disse, ensejando uma eventual intervenção de um poder no outro.

“Vai depender muito destas alianças, e das propostas e as uniões que acontecerem especialmente entre o Legislativo e o Executivo. Ali existe uma preocupação porque muitas das afirmações durante o tempo das eleições não eram favoráveis aos indígenas, não eram favoráveis aos quilombolas, não eram favoráveis aos pobres, não eram favoráveis aos direitos humanos. Inclusive dizer que mandaria prender as pessoas. Quem manda prender as pessoas é o judiciário, não o executivo”. Aqui, ataca de modo praticamente explícito o presidente eleito, descontextualizando as suas declarações durante a campanha.

Um pouco mais adiante, Dom Leonardo começa a fazer como que uma autocrítica, como se estivesse falando em nome da esquerda, que precisa reaprender a fazer política e convencer o povo de que o seu discurso não é ideológico.

“E talvez um elemento importante que nós deixamos de fazer durante vários anos, e talvez por isso é que chegamos a essa divisão, é reaprendermos a fazer política. Nós reaprendermos a fazer política no sentido de discutirmos a política, porque uma democracia morre na medida em que não se faz mais política, isto é, não se discute política, não se educa para a democracia. Política no sentido do cuidado da cidade, do cuidado do país. Isso nós vamos ter que fazer de novo para que os brasileiros percebam que não se trata de ideologia. Política não se trata de ideologia, política se trata de um país. Política não se trata de excluir as pessoas, política se trata de integrar as pessoas. Então, nós temos uma tarefa muito grande pela frente”.

Ele chega a afirmar a necessidade de reformular os partidos políticos, dizendo “nós não temos mais partidos”… Nós, quem? O país?

“E, como disse, independentemente do governo que haveria de assumir – nós temos aí agora um novo presidente eleito que vai assumir em janeiro –, nós temos que, a partir de agora, trabalhar em vista de uma boa política, é preciso reformular os nossos partidos políticos. Nós, na realidade, estamos sem partidos políticos”.

Criticando o engajamento do povo através das redes sociais e defendendo uma política hegemonicamente partidária, ele prossegue:

O que aconteceu foi uma propaganda, uma política entre aspas através do WhatsApp. E isso não é política, isso é convencimento através de notícias que nem sempre são verdadeiras – muitas delas eram verdadeiras, mas nem todas eram verdadeiras. E nós temos que ajudar a recuperar agora a alma do cidadão brasileiro e vermos que o que está mais em jogo é o Brasil. Não está em jogo uma ideologia”.

O entrevistador sustenta que o país está dividido, baseado nos números da eleição e pergunta como fazer as duas metades se encontrarem. A surpreendente resposta de Dom Leonardo foi:

Será muito difícil se encontrarem, mas eu penso que, passado o tempo da eleição, há mais possibilidade de escuta. E mesmo um governo quando assume precisa ouvir a sociedade, ele não pode impor simplesmente à sociedade, senão começam os movimentos sociais a se manifestar e as ruas começam a encher, e nós temos uma tensão maior e uma divisão maior”. Trata-se de uma ameaça?

“Então, da parte do governo é preciso estender a mão, é preciso abrir-se ao diálogo. Agora, a parte da Igreja, a parte da CNBB – é claro, muitos católicos votaram no Haddad, muitos católicos votaram no Bolsonaro… são as opções de consciência que cada um faz. A CNBB nunca indicou partido, a CNBB nunca indicou nenhum candidato. O que nós sempre indicamos foram critérios. E esses critérios nós vamos levar adiante, que é o critério da democracia, o critério do diálogo, o critério da opção pelos pobres, o critério da integração de todas as pessoas, o critério da defesa da vida em todos os sentidos – não estou falando aqui apenas da questão do aborto, estou falando aqui de toda a abrangência que a palavra vida tem, inclusive a questão do meio ambiente”.

Mas, não basta recordar, é preciso articular um novo movimento político:

“Então, tudo isso é preciso de novo recordar, mas, como Igreja, é preciso de novo ajudar, articular para o diálogo e criar um movimento dentro do Brasil para que nós, de novo, possamos nos sentar junto à mesa, tomar um café juntos – aqueles que desejarem tomar uma pinga juntos, que tomem uma pinga juntos –, mas nós precisamos de novo nos sentar ao redor da mesa. Nós não podemos continuar a bradar nas ruas uns contra os outros. É um trabalho difícil, mas a Igreja não vai se furtar a essa tarefa que o Evangelho nos confia de criarmos uma fraternidade. Fraternidade significa um reino, um reino que é de justiça, de verdade e de amor”.

O entrevistador pergunta que augúrio ele faz a Bolsonaro. Ele responde:

“Um bom governo. Que ele possa governar para os brasileiros, para todos os brasileiros, todos eles. Se ele o fizer, certamente terá feito um bom governo. Existem muitos problemas: existe o problema econômico, existe o problema ético, existem muitos problemas. Mas, se ele procurar governar para todos os brasileiros, ele certamente fará um bom governo”.

Enfim, o discurso de Dom Leonardo vai na mesmíssima direção do discurso de derrota de Haddad: reanimar as bases, “fortalecer a democracia”, etc. Seria este o discurso de derrota da CNBB? Pois é exatamente para o abismo que a Igreja no Brasil irá se assim se mantiver. Os esquerdistas ditos católicos, seja por seu raso nível intelectual, seja por cegueira ideológica, são impenitentes, incapazes de enxergar um palmo diante do nariz. Depois, não adianta reclamar do protagonismo dos protestantes. Os bons bispos brasileiros assistirão passivamente — mais uma vez — a instrumentalização da Igreja para fins políticos escusos?

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20 Comentários to “Dom Leonardo Steiner rompe o silêncio e se pronuncia sobre a vitória de Bolsonaro.”

  1. CNBB é uma ONG de espertalhões subordinada ao PT, que não faz o que deve e faz o que não deve. A fina-flor da fraude e da irrelevância.

  2. É haverá choro e ranger de dentes na CNBB, pois o esquerdismofoi jogado nas trevas exteriores e D. Leonardo “Boffsteiner”, assim como toda a esquerda não entenderão oque foi a acachapante do Presidente Bolsonaro. Se vivessem o Evangelho e a Sã doutrina a exemplo dos Santos, saberiam porque perderam.

  3. Leonardo Steiner é assustador ve-lo dizer que o evangelho “nos” confia de criarmos uma fraternidade?? Onde? O Evangelho de Cristo prega o Reino de Deus através da santificação de cada cristão…
    Vocês não são cristãos , vcs são pessoas que já nem temais a noção do quanto se afastaram da Igreja. E estão o tempo todo preocupados em dar soluções coletivistas para uma sociedade onde a Igreja e a niçao de Deus está cada vez minguando mais. Vocês fazem parte dos pervertores, daqueles que dizem não ter ideologia e serem ideologia pura e nada mais. Leonardo você é um ridículo perigoso que Deus se apiede dos Buspos da CNBB, tanto dos pervertidos quanto dos omissos e mornos.

  4. “E nós temos que ajudar a recuperar agora a alma do cidadão brasileiro e vermos que o que está mais em jogo é o Brasil. ”

    Mais uma conquista do Bolsonaro: agora os comunas materialistas reconhecem que temos alma!

    No mais, que nojo desse discurso de militante! Até da Pitú ele lembrou com saudade. Referência clara ao seu chefe, que repousa tranquilo em Curitiba…

  5. “Salus animarum, suprema lex Ecclesiae”. Este princípio deita por terra toda a ação da CNPT, digo, CNBB, realizada por décadas, com suas ridículas “Campanhas da Fraternidade”, com sua cosmovisão absolutamente horizontal, agravada pela horrível escolha ideológica do marxismo, acérrimo inimigo da Fé Católica (toda ideologia é péssima, mas esta foi escolhida a dedo). Obrigado por vocês do Fratres divulgarem estas notícias, para ficarmos sempre alerta, e continuemos a rezar por todo o clero, inclusive estes senhores totalmente desorientados.

  6. “Como será o futuro ainda não sabemos…”
    Pergunto: Algum dia ele soube? Quando? Será que costuma consultar o tarô?
    “Depende muito de como se comportará o STF”.
    Pergunto: e daí? Por acaso o STF está lá para satisfazer os desejos do Steiner?
    “Quem manda prender as pessoas é o judiciário, não o executivo”.
    Pergunto: quem disse isto?
    Delegado de Polícia é executivo, não faz parte do judiciário, sabia?
    E manda prender também, sabia? Isto lhe traz alguma preocupação?
    ““O que aconteceu foi uma propaganda, uma política entre aspas através do WhatsApp.”
    É bom lembrar que o Whatsapp é um telefone, nada mais que isto, apenas mais moderno e mais econômico. Por acaso o bispo agora é contra falar no telefone?
    Em resumo: a CNBB e os seus comunistas de plantão.

  7. Me chamou a atenção a citação do critério do diálogo. A esquerda, inclusive a esquerda na Igreja, gosta de evocar esse critério, mas sabemos que, na prática, não aceitam divergências. Já tive dentro da Igreja experiências de intolerância por parte da esquerda e penso que muitos que ingenuamente, como eu, tentaram levar valores conservadores ou de direita para ambientes de esquerda na Igreja sabem como a reação é de hostilidade. No mais, penso que o momento político que o Brasil viverá, poderá ser uma oportunidade para os católicos conservadores, de direita (ou seja lá o nome que prefiram usar) tentarem alcançar algum espaço, quem sabe, por exemplo, no sentido de ter mais voz nas paróquias, quem sabe no sentido de difundir mais a Tradição pelo Brasil, que, infelizmente, (me desculpem a sinceridade) está concentrada ou limitada em poucas regiões do Brasil, levando-se em conta que o Brasil é um país continental.

  8. Pobre e ingênua Igreja Católica que procura estar de braços dados com o partido CorruPTo e ideologicamente totalitário em nome de pretensas políticas sociais que mais utilizam os necessitados e frágeis como massa de manobra para perpetuar-se no poder.

  9. O que está mais em jogo é o Brasil. Não está em jogo uma ideologia” . Palavras de D.Leonardo. Infelizmente o PT só trabalhou com a ideologia Marxista Socialista pautada pelo Foro de S.P. Passou quase 20 anos roubando escandalosamente o povo, lhe tirando a oportunidade de evolução em todos os sentidos,inverteram todos os valores. E a Igreja Católica é responsável por assistir a isto e se manter à margem da situação sem se manifestar .Não me admiro, e o vejo com muita tristeza , as igrejas Evangélicas apesar da sua ganância monetária em nome do Cristo ,ainda assim, se manifestaram e fizeram oposição a uma nefanda quadrilha chamada PT.Com toda a convicção de católico Apostólico Romano ainda sou bem mais, Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

  10. “Os bons bispos brasileiros assistirão passivamente — mais uma vez — a instrumentalização da Igreja para fins políticos escusos?”
    Sim! E isso é o mais escandaloso! Os (poucos) bons bispos, em nome de uma suposta “comunhão” ou consideração com a tal fraternidade episcopal, se calam com muita facilidade. Se escondem sob o seu número minoritário para justificar a tibieza na ação “o que meia dúzia podem fazer?”. Lembremos que Dom Lefebvre era um só, Dom Castro Mayer era um só, o arcebispo Viganó é um só…
    Por isso devemos nos perguntar se há realmente bons bispos no Brasil. Onde estão que nunca se manifestam? Nem os eméritos, que já não têm nada a perder, se manifestam.
    Ao governo Bolsonaro seria interessante o corte de verbas ou qualquer tipo de recurso ao CIMI e à Pastoral da Terra.

  11. Os generais doravante serão os que darão o tom junto com nosso presidente, Bolsonaro, antibanditismo, anti CNBB, nós que desbancamos o PT, até agora ainda os vermelhos estão atordoado tal a bordoada que ele e seus milicas, estando na dúvida, se perderam as eleições e devem estar pensando – verdade ou mentira que essa maldição sucedeu – ou estamos num pesadelo?
    Enquanto isso, o STF e os petistas dele parecem estar em clima de velorio, sim, em ambiente sepulcral, retraíram-se e muito, pois o que mais detestavam são generais e influencias deles no poder e doravante os vigiarão passo a passo!
    Sabia de uma CNBB? Depois da vitoria dos anti esquerdistas, onde estão os hilariantes petistas do STF, os arroubos de G Mendes, do Lewandowsky, do Tóffoli, esse achando que estaria a todo vapor e sua primeira medida seria soltar o mega vilão Lula?
    Porque Toffoli não soltou Lula nem nisso mais foi versado? O Gen Villas Boas declarou que o Gen Fernando Azevedo foi colocado por ele como assessor direto do Toffoli para se evitarem petralhices dele, e esse disse na maior cara dura que o “convidou” – essa foi demais – petista convocando um general como assessor direto: bem, é circo-teatro: m’engane, qu’eu gosto!…
    Porém, cristianófoba CNBB, esse novo governo é incerto, segundo seus criterios, mas para os martelo e foice da estrela vermelha que representa o pentagrama satânico e tributarios da maçonaria-NOM, governo ideal seria a sequencia dos salteadores do Brasil sob a tutela do vampiro e sanguessuga do povo, o atrevido e carrasco déspota Lula e cangaceiros comparsas!
    De qualquer forma, de minha parte agradeço à revolucionaria totalitarista comunonazifascista CNBB-Foro de S Paulo explícita e ostensivamente ter se manifestado de forma tão patente de que lado está! Forneceu-nos munição à vontade e de alta qualidade explosiva, suficiente para descermo-lhe o cassetete, balas de borracha, gás-pimenta e a mesclarmos entre os apostásicos conspiradores contra a Igreja católica – cultuadora do deus Lula – e inimicíssima do povo e do Brasil!

  12. D. Leonardo teria que tomar vergonha na cara, é tão esquerdista mas, não aguentou a Prelazia de São Félix…
    Por que não ficou lá junto dcom Casaldáliga e terminou de acabar a destruição que este último fez?
    É fácil falar de pobreza mas viver na riqueza…
    Casaldáliga, ao menos, era coerente…
    Essa nota dele ao nosso Presidente tem o mesmo valor do papel higiênico nos banheiros…
    Será que ele é tão burro que não percebe que a dona cnb do b perdeu o trem ha história e ficou aguerrida na tragédia dos anos pós conciliares?
    Será que ele não percebe que nem uma grande parte dos Bispos e padres não estão nem aí para suas notas e subsídios( PALAVRA NOJENTA) das trocentas comissões, sub comissões, inferno comissões da nebulosa enada CATÓLICA CNBB?
    É D. Leonardo, diante de um texto confuso, mal escrito, revoltoso, bagunçado, se continuasses calado nada teria perdido…
    Fica aí sonhando com a década podre e pestilenta de 70 junto com seu Bispo de Roma…
    CRUZ CREDO!!!!!!!

  13. “Não nos deixaremos recuperar” era um dos propósitos do Encontro de Quebec ( Cristãos para o Socialismo- Quinta Comissão de Quebec, abril de 1975). Pois sua opção é absoluta, sem disposição para o diálogo, sem abertura para uma possível correção. Declaram-se irrecuperáveis, absolutamente decididos e obstinados na direção tomada. É inútil falar com eles para que mudem. Se estão presentes em alguma reunião ou curso, tomarão a palavra oportuna e inoportunamente para repetir pela milésima vez seus lugares comuns e rejeitar qualquer consideração mais profunda ou serena de crítica às suas posições. Quem não pensa como eles é catalogado de “direita”, é proclamado capitalista e burguês, dele se dirá que ideologiza a fé ou até que é “fascista”. “Para nós já é impossível viver a fé de outra maneira, porque qualquer outra forma é, para nossa consciência, vivê-la ao lado e em apoio dos opressores”. Dizem.

    Igreja Popular- pag 80- Dom Boaventura Kloppenburg O.F.M

  14. Será que o clero brasileiro está ápito para dialogar sobre política? Ajudar o povo a fazer política? Então por que se omitem?

  15. Senhor Leonardo Steiner é com tristeza a sua manisfetação sobre a eleição de bolsonaro, esta fratenidade não representa em nada aos valores cristões de cristo ,pois o mesmo nunca defendeu um corrupto que tirá das classes mais desfavorecidas para ambiçaõ maior perpetuar no poder e transformar o brasil no comunismo , que á mãe alerta em 1917 e nos dias de hojé em toda parte do mundo onde ela aparecer para o seu povo, sabemos que á igreja foi dividida á tempos por dentro ,pois o seus leigos estamos de pé esperando á volta triunfante de jesus ao seu povo maltrado pisoteado por sacerdotes que deveriam quia o seu rebanho , se juntaram á uma quadrilha conhecida por todos, O que homens dentro da igreja não entenderam que o povo catolico acordou , pois viram muitos dos homens que se diz representa Deus aqui nesta terra na verdade saõ lobos perigosos para beneficia o demonio.

  16. Lamento, como católica que sou, a posição da CNBB, tendendo para o que a maioria do povo não suporta mais. Acordem!!!!! Muitos frequentadores, como eu, não seguiram, nem seguirão esse caminho de ladroagem, libertinagem, etc dessa maldição comunista/socialista! Minha fé em Jesus e a certeza de que esses homens passarão, não me deixa parar de frequentá-la. Deus nos proteja!

  17. Um homem comentou no facebook que ele acha que haverá uma ascenção do protestantismo no Brasil por conta da eleição de Bolsonaro. Não sei se ele tem razão mas temo que sim e ele não disse em tom de comemoração, disse em tom de preocupação. E se assim for, será culpa do clero católico também. Os tais bons bispos e bons padres, com a exceção de uma meia dúzia de gatos pingados, não fizeram NADA para evitar isso! Uns não fizeram por pressão muito forte dos superiores, esses eu tiro da conta dos responsáveis. Talvez querendo resguardar o trabalho que fazem e que trarão ótimos frutos no futuro, preferiram ser pisados a arriscar as salvação das almas, outros sem citar candidatos explicitamente, mostraram com clareza que seria pecado mortal votar em esquerdistas. Mas fora estes onde estavam os outros? Muitos dizem pra os leigos tomarem posição política, mas eles mesmos ficam calados quando isso acontece. Depois os leigos ficam de saco cheio e eles vêm com aquela conversa de que a Igreja é hierárquica e os leigos não podem simplesmente criticar e denunciar. Aí fica difícil! Esperamos o clero bom, mas este se esconde na sacristia, fazemos a nossa parte para ajudar a Igreja e estes se unem aos maus para nos colocar em nosso “devido lugar”. Os pastores protestantes tomaram posição! Os pastores católicos (repito, com a exceção de alguns) tomaram como lema a neutralidade! Se o povo seguir os pastores protestantes é porque eles demostraram cumprir a estensão do quarto mandamento que indica para o amor a terra natal! Isso é coisa de católico! E os protestantes cumpriram o mandamento enquanto os católicos se esqueceram dele para posar de superiores neutros!

  18. O Brasil não está dividido, Dom Leonardo Steiner. Ninguém acredita nos números do Haddad, e ninguém pode provar que ele os alcançou, as urnas não são auditáveis, lembra? Foi mais uma farsa para dividir o povo.
    Quem está mesmo dividida é a Igreja. E assim ficou por gente como o senhor, que trocou o Evangelho pelo Manifesto Comunista. Três grupos hoje compõem o clero brasileiro: um pequeno número de padres e bispos valorosos e fiéis, um imenso número de clérigos covardes e omissos e, por fim, a CNBB com seu viés revolucionário e sua cumplicidade cada vez mais visível com o que há de pior no mundo, a ideologia comunista. Parabéns aos evangélicos, aos trancos e barrancos e com múltiplas divisões internas, souberam escolher o lado certo. À nossa Igreja caberá penar e se contrair por causa desses infiltrados.

  19. Acho sempre pertinente perguntar, afinal quem é o presidente da CNBB? Dom Sergio foi eleito presidente, mas quem comanda é Dom Leonardo? Não vemos, não ouvimos, não lemos uma palavra de Dom Sergio sobre nada.

  20. Prezados irmãos em Cristo, alguns sites católicos divulgaram um vídeo que mostra um show de luzes que fizeram na fachada da Basilica of Santa Maria Sopra Minerva em Roma. Que se faça um show de luzes na fachada de uma igreja, não tem nada de mais. Mas esse show, estranho, por sinal parece que continha uma mensagem. Em determinado momento, se representa a igreja se esfacelando e ruindo. Vejam!