Cuidado, CNBB, pois assim poderá ser retribuída por seus camaradas de ideologia.

Colaboração do leitor PW:

Quem gosta de Esquerda, como o infeliz padre irlandês, pode meditar no martírio do Bispo Florentino Asensio, acontecido durante a perseguição religiosa que anarquistas, comunistas e socialistas moveram contra a Igreja católica na década de 1930, na Espanha. Saldo da perseguição religiosa: foram assassinados 13 bispos, 4184 sacerdotes, 2365 frades e monges e 283 religiosas (sem contar os leigos, cujo número só Deus conhece).

O texto abaixo foi retirado do blog Mártires de Espanha.

“Na noite de 8 de agosto, foi chamado a comparecer perante a farsa que era o tribunal popular, criado pelos comunistas. Presentindo o pior, e “perante o que pudesse ocorrer” antes de abandonar a prisão, pediu ao padre Prior dos beneditinos (do mosteiro beneditino Nuestra Señora del Pueyo, também ele ali preso) para o ouvir em confissão e o absolver.

beato_florentino_asensio_barroso_aAmarraram-no em conjunto com outro homem, e os conduziram, após várias horas no calabouço a uma sala vazia onde ficaram amarrados a um poste. Entre frases grosseiras e insultuosas, uns milicianos (Héctor M., Santiago F., Antonio R., e Alfonso G.) aproximaram-se do prelado. O bispo Asensio encontrava-se a rezar silenciosamente. Santiago F. diz então a Alfonso G., que era analfabeto: “Não eras tu que desejavas comer col… de bispo? Agora tens a ocasião!” Alfonso G. não pensou duas vezes, puxou imediatamente de uma navalha de talhante, e ali, friamente retirou os testículos de D. Florentino Asensio. Jorros de sangue inundaram suas pernas e empapou o pavimento. O senhor Bispo ficou bastante pálido mas não desmaiou. Soltou um grito de dor, e teve forças para musicar uma oração ao Senhor. Sua ferida, foi cozida de qualquer maneira, a sangue frio, pior que se faz a um animal. Testemunhos afirmam que o bispo de Barbastro teria caído de dor sobre o pavimento se não estivesse amarrado em pé.

No chão encontrava-se um exemplar do jornal anarquista “Solidaried Obrera”, onde Alfonso G., recolheu os despojos, e onde os mostrou os testículos a todos, como um troféu, inclusivé nalguns bares de Barbastro.

O bispo, lancinado pelas dores, foi então empurrado à praceta diante do edíficio, onde, sem consideração alguma foi levado ao camião que o levava à morte. “Obrigaram-no a ir pelo seu próprio pé, deixando um rasto de sangue por onde passava”. Aos olhos daqueles homens, que odiavam a Santa Igreja e seus fiéis, não passava de um cão; mas aos olhos do Senhor e dos crentes, era a imagem viva, ensanguentada, e resplandecente de um novo mártir da nossa Igreja Católica.

O heróico prelado, que no dia anterior, 8 de agosto, tinha terminado uma novena ao Coração de Jesus, dizia em voz alta: “Que noite tão bela esta para mim: vou à casa do Senhor!”. José Subías, de Salas Bajas, o único sobrevivente daquelas primeiras noites de cárcere de Barbastro ouviou os seus executores dizerem: “Bem vê que não sabe para onde o levamos!…” ao que o bispo respondia: “Vós levais-me à Glória! Eu vos perdoo. No Céu, pedirei por todos vocês…”

“Anda seu porco, depressa!” diziam os carrascos. “Por mais que me façais, eu vos hei-de perdoar” dizia o bispo. Um dos anarquistas golpeou-o furiosamente na boca com um azulejo, e lhe disse: “Toma lá a comunhão!”. Extenuado, chegou ao lugar da execução, que foi no cemitério de Barbastro.

Ao receber a descarga das balas, os milicianos ouviram-no dizer: “Senhor, compadece-Te de mim”. Mas o bispo não tinha ainda morrido. O arrastaram para cima de um monte de cadáveres, e depois de uma ou duas horas de uma agonia atroz, terminaram com a sua vida terrena com um tiro. “Não lhe deram o tiro de misericórdia, logo de imediato de propósito – disse mais tarde uma testemunha – deixaram-no morrer, com grandes hemorragias, de forma a que sofresse mais”. Ouviam-no sussurrar: “Senhor, não tardeis em me abrir as portas do Céu”, “Senhor, não atrases o momento da minha morte e dá-me forças para resistir até ao último momento”.

O bispo de Barbastro, D. Florentino Asensio, foi beatificado em 04 de Maio de 1997.

18 Comentários to “Cuidado, CNBB, pois assim poderá ser retribuída por seus camaradas de ideologia.”

  1. Quanta diferença de certos ” ” ” santos ” ” ” que nos empurram atualmente.

  2. O Generalíssimo Franco é o maior herói da Espanha em todos os tempos. A Espanha hoje não é uma Cuba ou Venezuela graças a este homem que teve a coragem, a inteligência e a ousadia de desafiar a República Comunista Espanhola da época.
    Apesar da ajuda alemã, Hitler não suportava Franco. Em seu último encontro com o General, Hitler depois queixou-se com o almirante Canaris: ” – Prefiro ficar 3 horas com o meu dentista para retirar-me todos os dentes do que conversar novamente alguns minutos com este homem.”

  3. O sangue dos mártires é a semente que cresce a Igreja.

  4. Diz a lenda que quem sugeriu a Guilhotina na Revolução Francesa como eficiente método de execução humana (mais eficiente que a Forca ou o Machado), foi o primeiro a testá-la. Calculam-se 100 mil católicos (leigos e religiosos) foram mortos pela Revolução Francesa (verdadeiro genocídio). Sobrou até para o papa Pio VII, de memorável luta contra Napoleão Bonaparte. Ante a natural recusa de Pio VII, Napoleão ocupou os Estados Pontifícios, prendeu Pio VII e seu secretário, o hábil cardeal Consalvi. O Papa esteve aprisionado em Savona e depois em Fontainebleau, só podendo regressar a Roma em 1814.
    Moral: Na história da salvação, sempre existiram lobos vestidos de cordeiros (filhos da Antiga Serpente e discípulos de Judas) que investem contra a Igreja de Cristo e que pagarão (junto com os bons pastores e o povo fiel) um preço muito alto pela sua Apostasia e Traição, inclusive com a pena capital. E esses tempos já chegaram. Quem viver, verá!

  5. Lembram dessa do fariseu PT? BRASIL, UM PAÍS DE TODOS(apenas de todos que pertencerem á mafia comunista)!
    Não se trata de exagero de, quando alguém tacha os comunistas de falanges ainda encarnadas de demonios ambulantes, nessa afirmação, trata-se por lutarem traiçoeiramente e com extremo empenho para implantarem tudo quanto sejam ações e desafios ao Senhor Deus, às suas leis e lutarem para sedimentação do reinado do anti cristo-ONU-NOM,
    Observe que eles surgem e vicejam apenas onde o cristianismo inexiste, ou é falso, caso Russia ou foi banido, no Ocidente, advindo essa verdadeira peste e assentando seus alicerces, sendo a Venezuela a vitrine dessa recente desgraça quando consumada na sua IIIª fase e, onde se assenta, traz inexoravelmente atraso, miseria, extrema violencia, convulsões internas, desagregação social, miseria e mortes, além de perseguição aos católicos, em especial e algumas gerações para desmantelaram o quanto tenham tenham pervertido as mentes – isso se os novos governos forem de fato anti comunistas e cristãos católicos – protestantes, caso atual, dá para se duvidar!
    Aqui, essa perfidia quase chegou a esse patamar, mas até à IIª fase e, no momento,parece estar em parte contida, tendo como base a quantidade de ameaças proferidas por eles e zero de execuções como “muito sangue se depusessem a bandida Dilma e ousassem tocar no mega vilão Lula” – tudo até então apenas circo-teatro-novela-picadeiro – e de vermelho simulando sangue, apenas tinta vermelha no piso do Palacio do Planalto e na frente do apartamento da ministra Carmen Lucia do STF,
    Sendo uns utilitaristas e anti liberais que se propagam como democráticos – jamais se referem a si como comunistas, pega mal – esses farsantes com muita pericia, usam pessoas ou instituições, o que for conveniente à causa, porém, apenas enquanto lhes convier, caso CNBB, que caiu nas rede martelo e foice e depois sem cerimonial algum, se necessario descartam-nas como fossem materiais depositados nas caçambas para conduzirem ao aterro sanitario!
    Assim, aplica-se a esses diabolistas marxistas, escorias da humanidade e quem lhes dá suporte: “Na estrada dos ímpios não te embrenhes, não sigas pelo caminho dos maus. Evita-o, não passes por ele, desvia-te e toma outro, Porque eles não dormiriam sem antes haverem praticado o mal, não conciliariam o sono se não tivessem feito cair alguém, tanto mais que a maldade é o pão que comem e a violência, o vinho que bebem. Pro 4 14-17.

  6. Artigo de Nelson Rodrigues de 1968 SANGUE COMO GROSELHA

    Foi na paróquia de Navalmorales. Seguraram o padre: — “Estás preso, velhinho”. O ancião suspira: — “Seja o que Deus quiser”. Outro miliciano (eram milicianos) pergunta: — “Estás com medo, padre?”. Responde: — “Quero sofrer pelo Cristo”. Os milicianos riam, sem nenhuma maldade. Batiam nas costas do sacerdote: — “Pois morrerás como Cristo”. Em seguida, disseram: — “Tira a roupa, amigo. Ou tens vergonha?”. — Olha as caras que o cercam: — “Tudo?”. E os outros: — “Tudo”.

    O padre vai-se despindo. E, de repente, pára. Pergunta, súplice: — “Basta?”. O chefe diz, e não isento de doçura: “Eu disse tudo”. E tirou tudo. Alguém faz o comentário: — “Como tu és magro, hem, velho?”. De fato, o ancião era um esqueleto com um leve, diáfano revestimento de pele. Foi açoitado furiosamente. Perguntaram: — “Não choras, padre?”. Arquejou: — “Estou chorando”. As lágrimas caíam-lhe, de quatro em quatro.

    Por fim, os homens cansaram-se de bater. Resmungavam: — “O velho não grita, não geme”. Houve um momento em que um dos milicianos teve uma dúvida: — “Padre, vamos fazer um trato. Blasfemas e serás perdoado”. Responde: — “Sou eu quem os perdoa e abençoa!”. E repetiu: — “Quero sofrer como o Cristo”. Os milicianos se juntam, num canto, e discutem. Como matar o padre, eis a questão. Um deles voltou: — “Padre, vamos te crucificar”. Estende as duas mãos crispadas: — “Obrigado, obrigado”.

    Mas três ou quatro milicianos esbravejavam: — “Vamos acabar com isso!”. Realmente, fazer uma cruz dava trabalho. A maioria optou pelo fuzilamento: — “Fuzila-se e pronto!”. Puxaram o padre nu: — “Vamos te fuzilar. Anda” . o velho tinha um último pedido: — “Quero ser fuzilado de frente para vocês. Pelo amor de Deus. De frente para vocês”. E repetia: — “Quero morrer abençoando vocês”. Atracou-se a um miliciano, escorregou ao longo de seu corpo, abraçou-se às suas pernas; soluçava: — “De frente para vocês, de frente, de frente, de frente!”. Levou seus últimos cachações terrenos: — “Sai pra lá, velho!”.

    Ficou de frente. Quando viu os fuzis apontados, esganiçou-se: — “Eu perdôo vocês! Eu abençôo vocês! Eu amo vocês, amo, amo, amo”. Os milicianos atiraram. Um tiro na cara, outro no peito, outro no ventre, outro não sei onde. E ficou, lá, horas, varado de balas, aquele cadáver tão magro e tão nu.

    Aí está um episódio da Guerra Civil Espanhola. Iguais a esse, e piores do que esse, ainda mais hediondos, houve milhares, houve milhões. De parte a parte acontecia tudo. Matava-se, violava-se, enforcava-se, sangrava-se sem nenhum ódio e, até, sem nenhuma irritação. O padre de Navalmorales teria escapado se tivesse dito um palavrão contra Deus ou contra a Virgem Maria. E sairia com vida e ninguém lhe tocaria num fio de cabelo.

    Contei o episódio do sacerdote e proponho ao leitor: — façamos de conta que isso vai acontecer no Brasil dos nossos dias. Não é mais a Guerra Civil Espanhola, nem Espanha, nem Navalmorales. É a Guerra Civil Brasileira. A toda hora e em, toda parte, brasileiros fazem apelos à Guerra Civil. Há muita gente interessada em que os brasileiros bebam o sangue uns dos outros. E vamos admitir que, tão solicitada, tão sonhada, a Guerra Civil venha a explodir no Brasil.

    Sei que estou, aqui, sugerindo uma fantasia cruel. Mas vamos lá. Tiremos de cena os milicianos. Somos agora nós, brasileiros, cariocas, paulistas, gaúchos, pernambucanos ou lá o que seja, quem prende um padre bem velhinho como o de Navalmorales. Vejo um nosso patrício rosnando: — “Velho, fica nu, velho!”. Algum leitor há de pedir: “Licença para um aparte?”. Respondo: — “Pois não”. E o leitor, enfático: — “Mas nós somos brasileiros!”.

    Ledo engano. Ou, por outra: — nós somos brasileiros, sim, mas os espanhóis também eram espanhóis. E os americanos eram americanos, e os franceses eram franceses, e os chineses eram chineses. Mas aqui começa o pavoroso mistério da condição humana. Quando um povo chega à Guerra Civil ninguém é mais brasileiro, ninguém é mais francês, ninguém é mais americano ou cubano. Cada qual é o anti-homem, a antipessoa, o anticristo, o antitudo.

    Nós ouvimos falar em Guernica. Pelo amor de Deus, não sejamos cínicos. Na Guerra Civil, cada lado faz uma Guernica em cima do outro lado. São massas de canalhas contra massas de canalhas. Cada uma das nossas inocentes passeatas propõe Cuba, propõe Vietnã, propõe a matança espanhola, propõe a linha chinesa etc. etc. E isso sem nenhuma sutileza, da maneira mais límpida, líquida, taxativa. As passeatas picham os muros confessando suas intenções.

    Até há bem pouco, a história tinha-nos feito o favor de não testar a nossa crueldade. Eu próprio escrevi, certa vez, com certa humilhação de subdesenvolvido: — “Nunca tivemos um vampiro”. Mas vejo muita gente querendo beber sangue como groselha. E já o mito da nossa bondade começa a ruir. Em São Paulo, massacraram um oficial americano porque era americano. A vítima estava com o filho, um garotinho. O filho foi testemunha auditiva e ocular do fuzilamento do pai.

    E quem fez esse crime, de uma irracionalidade apavorante, não foi chinês, nem espanhol, nem tirolês; foi brasileiro. Portanto, convém desconfiar dos nossos bons sentimentos. Mas voltemos à história que o aparte do leitor interrompeu. O padre velhinho, de oitenta anos ou mais, está nu. A dez passos, ou quinze, estamos nós, de fuzil apontado. Vejam bem: — nós — brasileiros, torcedores do Flamengo, do Fluminense, do Botafogo, do Vasco massacrando um velhinho, magro, santo e nu. Queremos sangue.

    O brasileiro tem suas trevas interiores. Convém não provocá-las. Ninguém sabe o que existe lá dentro. Sim, ninguém sonha com as fúrias que estão por baixo das trevas, A partir do momento em que se instala o terrorismo no Brasil, tudo o mais é possível. E nós, brasileiros, estamos brincando com a nossa irracionalidade. Ainda domingo li um espantoso editorial sobre o assassinato do oficial americano. Lá está dito que foi obra da direita. Meu Deus, deixamos de raciocinar. As esquerdas levam anos promovendo, aos urros, o seu ódio aos Estados Unidos. E vem um jornal e diz que foi a direita a assassina. Ninguém entende mais nada e nem há nada para entender.

    Mas não vou acabar sem referir um outro episódio da Guerra Civil Espanhola. Prenderam uma freira que, por infelicidade, era mocinha. Se tivesse 85 anos, seria apenas fuzilada. Mas, repito, era mocinha. Um miliciano pergunta-lhe: — “Queres casar comigo?”. Não quis. E, então, ele tomou-lhe o rosário e enfiou-lhe no ouvido as contas do rosário. Em seguida, bateu-lhe na orelha com a mão aberta, até rebentar-lhe os tímpanos. Ato contínuo, fez o mesmo na outra orelha. E, por fim, a violou. Transfiram o mesmo fato para o Brasil dos nossos dias. As nossas classes dominantes estão encantadas com a letra de Vandré. Há grã-finas que a cantam, deliciadas, como se cada qual fosse a própria “Passionaria”. É uma pose, claro, mas uma pose pode comprometer ao infinito. Em caso de Guerra Civil, prendem a capa de Manchete. Um sujeito pergunta: — “Queres casar comigo?”. Não. O revolucionário faz o seguinte: — enfia-lhe pedrinhas no ouvido. Depois dá murros na orelha. Os tímpanos explodem. Faz o mesmo na outra orelha. E depois, depois. Paro aqui.

    Nelson Rodrigues

    • Na época, talvez Nelson não soubesse quem planejou o assassinato do oficial americano, só porque era americano e também (felizmente) não viveu para vê-la presidente da república do Brasil.
      Vergonha!

    • Deus nos livre de tudo isso. De qualquer modo achar sacerdotes santos para sacrificá-los dará um trabalho danado.

  7. A extravagante direita da Espanha não ouviu o recado de Fátima, então veio o castigo. Até pessoas inocentes morreram.

    O comunismo é o castigo do capitalismo. Enquanto este perdurar – com suas imoralidades condenadas em Fátima (1917) -, aquele será causa de medo para muitos, mesmo infundada e sem motivos.

    As ditaduras terminaram, como o governo do injusto, despótico, ambicioso, detestável e também carniceiro general Franco.

    A época é de democracia, mas as imaginações, criações e fantasias levam ao surreal…

    Não recorramos aos métodos injustos e já superados! Não ressuscitemos coisas ultrapassadas e enterradas, na tentativa de construir um futuro!

    Não é racional jogar a culpa de outros em cima de tantos outros, como se todo mundo tivesse a mesma culpa e defendesse os mesmos métodos, pois a Doutrina ensina que cada um terá um juízo particular.

    Um rastro de massacres, torturas, genocídios, infanticídios, escravidão e injustiças está definitivamente posto na História por pessoas que se diziam e foram consideradas CATOLICÍSSIMAS em suas épocas, durante inúmeros séculos, com as mais solenes bênçãos de Padres, Bispos e Papas.

    Quem voluntariamente entra em qualquer combate, nunca é vítima de nada. Quem com a espada fere, com a espada será, e deve esperar ser, ferido.

    Quem arrancou sangue do coro inimigo, não pode reclamar de suas chagas.

    Nesta batalha há vítimas, inocentes, conforme já se havia anunciado em Fátima. Mas estas vítimas são os que não participam do combate!!!

    Mas uma vez meditam no castigo, mas não em suas causas!!!

    Os “erros da Rússia” foram anunciados (1917) como castigos para a sociedade capitalista.

    No comunismo, obviamente os opositores são massacrados.

    No capitalismo, obviamente não serão os ostentadores as vítimas, enquanto não vier um castigo.

    O cego ainda não viu as vítimas do capitalismo e talvez não verá porque é cego e ímpio, para ir para o inferno.

    ———————————-

    Com todas as vênias ao Sr. PW e ao Fratres, péssimo post. Não condiz com a realidade presente e injustamente acusa os atuais comunistas, socialistas, esquerdistas etc de atos cometidos NO PASSADO por pessoas assim denominadas.

    “Cuidado, CNBB, pois assim poderá ser retribuída por seus camaradas de ideologia.”

    Não precisa chegar a este ponto.

    Paz e bem!

    • O comunismo ou o socialismo é a pregação da inveja e nela está baseada toda a sua filosofia. Não basta a inveja somente mas todos os sete pecados capitais desfilam no socialismo.
      Ser contra o capital é fácil. O problema é substituí-lo. Capital é dinheiro, todos sabem disto. Não há como dissociar.
      O socialismo e o comunismo sabem disto mas se sustentam roubando o próximo e, em geral, os mais pobres.
      Se querem construir um mundo onde o capitalismo não exista, ou seja, o dinheiro e o sistema estabelecido de trocas, tão velho quanto a humanidade, muito bem, que o façam. Estamos esperando sentados há séculos, há milênios.
      Querem um mundo melhor? Este é o objetivo do socialismo ou comunismo?
      Bolas, ele já existe, mas é caríssimo.
      Tornem-no mais barato e estará disponível a todos.
      O que não é possível e todos sabem muito bem é querer que uns vivam à custa do dinheiro suado dos outros com direitos a tudo e sem deveres a cumprir.
      Cego é que não vê isto…

    • É exatamente assim (como descreveram) que ocorre, é só ver na própria história o que fizeram, é simples! E eles (principalmente os que querem governar, ou q estão em alguma liderança) não costumam dizer uma palavra para condenar esses “erros”, no caso , faz parte tb quem costuma relativizar e não enxergar a natureza das coisas…capitalismo não é o antagônico do socialismo, trata-se de uma maneira de lidar com a economia q inclusive os socialistas estão usando ( o capitalismo de estado ou facismo ). Não é a mesma coisa, a não ser pra os que “escolheram o muro” e acham q isso é isenção, quando seria tb uma óbvia escolha de lado, no caso o pior.

    • São cúmplices morais do assassinato de milhões de inocentes praticados pelos seus camaradas no passado.

      Se você se considera comunista/socialista, então você está necessariamente se dizendo favorável ao roubo à mão armada e ao homicídio em massa, pois a única maneira de você confiscar os bens das pessoas (principalmente os meios de produção dos capitalistas) é estando armado e disposto a matá-las caso haja resistência.

      Socialistas deveriam ao menos ter a hombridade de admitir que precisam necessariamente recorrer à métodos brutais e ao derramamento de sangue para atingir seus objetivos diabólicos.

      Talvez por essa razão o Papa Pio XI tenha declarado que ninguém pode ser ao mesmo tempo um bom católico e um verdadeiro socialista, já que para alguém ser um verdadeiro socialista é preciso estar disposto a matar, roubar, mentir, caluniar, cobiçar as coisas alheias, et cetera.

    • Prezado,

      Do jeito que o sr. vai, nem paz nem bem.

      A história, de fato, não se repete. No entanto, conforme ensina São Tomás, a virtude prudência supõe a consideração do passado em vista de como atuar no presente e no futuro. Que tal postura seja um patrimônio imemorial, mostra-o o famoso adágio “historia magistra vitae”, não sendo outro o motivo de o “deus” Jano, cultuado pelos antigos gentios, ter duas faces: uma voltada para o passado; outra, para o futuro.

      Ora, se é verdade que estritamente falando a História não se repete – não somos como Platão a sonhar com o “Grande Ano” – isso não quer dizer que é irracional comparar situações análogas. Por exemplo, Luis XVI convocou os Estados Gerais numa situação de crise… Se João XXIII tivesse aprendido alguma coisa da sua paixão pela História, ele não teria chamado o Concílio Vaticano II (a não ser que lhe interessasse alguma Revolução…).

      Por outro lado, sendo a imitação algo extremamente notável na espécie racional que é o ser humano – e mesmo noutros animais, como os macacos, signo do diabo como soem considerá-lo os Santos Padres – não consigo entrever o motivo metafísico que leva V. Sa. a desconsiderar a possibilidade de os atuais comunistas fazerem, também hoje, ou amanhã…, o que eles sempre fizeram (sendo a Guerra Civil espanhola apenas um exemplo), a saber, praticar as mais horrendas barbáries movidos por odium fidei. Há tantos que leem Lênin, discutem táticas de guerrilha, estudam esta ou aquela resolução de não sei que Internacional… Por que diabos o sr. acha que, alimentados pelos mesmos ódios e falácias que encharcam tal literatura, eles não possam cometer as mesmas bestialidades que cometeram seus predecessores na ideologia e no crime…? É IRRACIONAL e pueril supor que haja um impedimento moral ou de qualquer ordem que os impeça de fazer o mesmo ou ainda pior.

      O sr. diz que “Um rastro de massacres, torturas, genocídios, infanticídios, escravidão e injustiças” crimes estes perpetrados por maus cristãos que teriam recebido as bênçãos (solenes!) até dos Papas… Que bispos outros tenham caído nessa enormidade, concedo. Mas os Papas…? Ser-lhe-ei muito grato se o sr. gentilmente me indicasse alguns nomes (ou pelo menos um).

      Temo que o sr seja um converso que não foi ainda desintoxicado da poeira ideológica do mundo; temo até que seja um quinta coluna.

      Quanto ao General Franco e a Guerra Civil, sugiro que o sr. leia as obras do insuspeito hispanista norte-americano Stanley G. Payne (se acham elas em PDF na rede, sabendo-se procurar no lugar devido).

      Franco and Hitler Spain, Germany, and World War II (2008, Yale University Press);
      The Spanish Civil War, The Soviet Union, and Communism (2004, Yale University Press)
      Franco: A Personal and Political Biography (2014, University of Wisconsin Press)

      Espero que a informação documentada sobre Franco e a Guerra Civil desfaça o seu ódio folhetinesco e IRRACIONAL. Se tanto não lhe bastar, sugiro-lhe ainda os livros de Pio Moa, autor espanhol, grande defensor atual da memória de Franco.

      Pio Moa é insuspeito. Marxista nas décadas de 1960-70, foi um dos fundadores dos GRAPO (Grupos de Resistencia Antifascista Primero de Octubre) de orientação marxista-maoista, braço armado do Partido Comunista Espanhol… De opositor e terrorista Pio Moa se fez defensor da memória e da obra de Franco… Bastou-lhe estudo das fontes e honestidade intelectual.

      Diz o sr:

      “Não recorramos aos métodos injustos e já superados! Não ressuscitemos coisas ultrapassadas e enterradas, na tentativa de construir um futuro!”

      Muito bem… Esses métodos de exumação são justamente os mais caros aos esquerdopatas. Veja as cruzes que estão sendo derrubadas pelos comunistas ATUALMENTE na Espanha (mercê da “Lei da memória histórica”).

      Há muitíssimos outros videos.

      Na USP, as chapas que concorrem ao DCE exigem que seja retirado, da galeria dos Reitores, os retratos de alguns que governaram a Universidade durante o Regime Militar (1964-1985). É assim que começa, sr Faria. Logo serão as cruzes.

    • Erratum corrige: “Na USP, as chapas que concorrem ao DCE exigem que sejaM retiradoS,

  8. “É a Guerra Civil Brasileira. A toda hora e em, toda parte, brasileiros fazem apelos à Guerra Civil. Há muita gente interessada em que os brasileiros bebam o sangue uns dos outros. E vamos admitir que, tão solicitada, tão sonhada, a Guerra Civil venha a explodir no Brasil.”

    O socialismo-nacionalista (ou nazismo) baseia-se no conflito de raças ou de nacionalidades: europeus contra africanos, nacionais contra estrangeiros, nacionais contra emigrantes, ou seja, coloca os cidadãos de um País contra os de outro País.

    O socialismo-comunista baseia-se no conflito entre classes sociais, ou seja, coloca os cidadãos de um País uns contra os outros: pobres contra ricos, patrões contra trabalhadores, alunos contra professores, povo contra polícia/militares, crentes contra ateus, esquerda contra direita, portanto, uma verdadeira Guerra Civil.

    Se o nazismo é péssimo, o comunismo também é e com a agravante de ser insidioso e perverso. Porque o comunismo vem sempre com a justificação que serve para “ajudar os pobrezinhos e os desfavorecidos”, quando na verdade eles querem “dividir para reinar”. E quando os comunistas reinam, reinam para si mesmos, trazendo miséria e pobreza e destruindo a vida das pessoas.

    Quantas pessoas foram vítimas desta ideologia mentirosa, fanática, extremista, intolerante e sociopata? MUITOS MILHÕES.

  9. Sr Vitor José Faria de Oliveira,

    O senhor se incomodou muito com o post. É que a verdade incomoda muito a esquerda. Decerto o senhor não acha que já existem muitos filmes e publicações sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial, do Holocausto e etc.. Fala-se à exaustão na arte, na cultura, nos filmes e principalmente nas escolas. Esse passado jamais será esquecido, não é? E realmente não deve ser esquecido. Mas e os horrores do comunismo? Você já viu filmes sobre gulags, sobre campos de extermínio soviéticos ou chineses, em abundância por exemplo? Ou mesmo sobre as atrocidades da Guerra Civil Espanhola? Isso é falado nas escolas?! Não é, só se tem algum conhecimento se o indivíduo busca-lo por conta própria. O senhor sabe o que foi o Holodomor? É apenas mais uma das várias atrocidades comunistas, onde milhões de ucranianos morreram de fome. Muitos descendentes desses ucranianos vivem na região sul do Brasil e vieram para escapar da fome sendo que muitos aqui também morreram de fome, mas também é assunto que não interessa e deve ser esquecido na visão atual. Vc sabia que alguns países do leste europeu que integravam a ex-União Soviética, os símbolos do comunismo são proibidos como os do nazismo? A suástica é tão ilegal quanto a foice e o martelo! Por que no Brasil só a suástica é criminosa?

    Eu lanço um desafio para o senhor! Afirme agora que o senhor já conhecia a história do martírio desse bispo e das estimativas das vítimas desse conflito horrendo! Vamos ver se o problema é esquecer o que passou ou fingir que o que passou não existiu. O senhor também disse que estamos no período de democracia pelo mundo?! O que está acontecendo então na Venezuela e Nicarágua? Como é a democracia na Rússia e na China? Uma pessoa só é de esquerda por ignorância ou canalhice, não há outra opção.

LEIA ANTES: os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição de Fratres in Unum.com. Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. O espaço para comentários é encerrado automaticamente após quinze dias de publicação do post.

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