Viganò clama a bispos americanos a enfrentarem crise de abusos corajosamente.

ROMA, 13 de novembro de 2018, LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com — Hoje o Arcebispo Carlo Maria Viganò emitiu uma mensagem sucinta aos bispos dos EUA, instando-os a enfrentar os abusos sexuais como “pastores corajosos”, em vez de “ovelhas assustadas.”

Atualmente, os bispos dos EUA estão em Baltimore, na muito aguardada assembleia anual de outono, na qual eles deveriam votar em propostas concretas para responsabilizar os bispos por suas falhas após as revelações sobre o ex Cardeal Theodore McCarrick.

A mensagem de hoje do ex Núncio Apostólico para os Estados Unidos (2011-2016) chega um dia após o Vaticano ter instado aos Bispos dos EUA que na assembleia de outono não votassem em duas ações para prevenir o encobrimento de abusos sexuais: padrões de prestação de contas para bispos e a comissão especial para recebimento de reclamações contra bispos.

Publicamos abaixo o texto oficial da mensagem do Arcebispo Viganò aos Bispso dos EUA, datada de 13 de novembro.

Dom Carlo Maria Viganò.

Dom Carlo Maria Viganò.

Queridos Irmãos Bispos dos EUA,

Escrevo-lhes para recordar-lhes o mandato sagrado que vocês receberam no dia de sua ordenação episcopal: guiar o rebanho para Cristo. Meditem em Provérbios 9:10: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria!” Não se comportem como ovelhas assustadas, mas como pastores corajosos. Não tenham medo de falar abertamente e fazer a coisa certa pelas vítimas, pelos fiéis e pela sua própria salvação. O Senhor dará a cada um de nós conforme as nossas ações e omissões.

Estou jejuando e orando por vocês.

Arcebispo Carlo Maria Viganò
O seu ex Núncio Apostólico

13 de novembro de 2018

4 Comentários to “Viganò clama a bispos americanos a enfrentarem crise de abusos corajosamente.”

  1. ontem ele foi sentenciado a pagar ao seu irmão, o dinheiro que ele roubou. vcs viram isso?

  2. Recordar é viver!
    Na “carta aberta de uma arcebispo sobre a crise na Igreja, seu *autor, muito bem formado e informado, anota: “Estou ciente de possíveis reações à minha carta aberta. Mas, ao mesmo tempo, a voz da minha consciência não me permite permanecer em silêncio enquanto a obra de Deus está sendo vilipendiada. Jesus Cristo fundou a Igreja Católica e nos mostrou em palavras e atos como se deve cumprir a vontade de Deus. Os apóstolos, a quem Ele conferiu autoridade na Igreja, cumpriram com zelo o dever que lhes foi confiado, sofrendo por amor à verdade, a qual tinha que ser pregada, já que eles “obedeciam a Deus ao invés dos homens.”
    Infelizmente, em nossos dias, está ficando cada vez mais evidente que o Vaticano, por meio da Secretaria de Estado, tomou a estrada do politicamente correto.
    E continua: “Em nossos dias, a voz da maioria dos bispos se assemelha ao silêncio dos cordeiros diante de lobos furiosos, os fiéis são abandonados como ovelhas sem defesa. Cristo foi reconhecido pelos homens como alguém que falava e agia em uníssono, que tinha poder e é este poder que Ele concedeu a Seus apóstolos. No mundo de hoje, os bispos precisam se libertar de todos os laços mundanos e – depois de terem feito penitência – converterem-se novamente a Cristo, para que fortalecidos pelo Espírito Santo possam anunciar Cristo como o único Salvador. Em última análise, deve-se prestar contas a Deus por tudo o que foi feito e por tudo o que não foi feito”.
    Tão verdade quanto à insidiosa crise religiosa-ética-moral e mesmo financeira em que o sofrido Brasil foi projetado por anuencia e/ou omissão de tantos bispos e milhares de esquerdistas revolucionarios conspiradores sacerdotes pró esquerdista TL, capacha da maçonaria – evidentemente apoiados por muitas centenas de idem relativistas pastores sectarios protestantes da mesma laia!
    Os bons muito poucos cardeais e bispos remanescentes devem encorajar-se sob o Espírito de Cristo Jesus, tornarem-se reedições de Santo Atanasio atualizado, modelo século XXI, enfrentarem o papa Francisco e aguardando a solene bula excomunicatoria dele que seria sob o – na (minha) igreja não tereis acesso – alijados!

  3. Faltante: *https://fratresinunum.com/2015/02/10/carta-aberta-de-um-arcebispo-sobre-a-crise-na-igreja/

  4. É estarrecedor que se chegue a este ponto. Hoje com as “redes sociais” nada fica às escuras, alias o Nosso Senhor mesmo já dizia que nada feito ás escondidas não viria a público. Quando se trata de pecado, é essa a palavra que se omite covardemente, esse quando pessoal, ou seja não causa escândalo ao próximo, ficar restrito ao pecador, só esse responde por ele. Quando o pecado envolve mais de um pecador, uma vítima, esse ato deve sim ser repudiado por todos, pois causa escândalo e ai daquele que vem o escândalo. Pecados contra carne, do 6º e 9º mandamentos, juntamente com o pecado capital da luxúria, na grande maioria das vezes envolve mais de uma pessoa: o que comete o pecado e a vítima: pecado forçado de estupro, coibir outro a pecar consigo, ou ainda a tal liberdade sexual na qual a vida desregrada passa a ser regra, sem dúvida alguma não se pode calar diante dessas aberrações contra a natureza e por conseguinte contra Deus. Relatos frequentes de autoridades eclesiásticas que usam de seu status para satisfazer suas paixões nefastas, levando almas inocentes a caírem na lama do pecado, deve sim ser denunciadas aos seus superiores e aos responsáveis por essas vítimas. Não se trata aqui de fofocas, pois se for falsa, o acusado saberá sofrer por amor a Deus, se for verdade e se esse verdadeiramente se arrepender, é isso que Deus deseja, saberá se sujeitar a penitência imposta e se mortificará pelo perdão. Agora, se for um pecador desenfreado, o qual não se corrige, esse será retirado do meio dos povo e deverá cumprir sua pena pelo Direito Canônico e pelas leis daquele Estado que o julgou. Mas jamais se pode encobrir tamanho pecado, pois quem a sim o fizer se torna cúmplice e merecedor da condenação eterna. Ao contrário do julgamento temporal das leis humanas, o Juízo Divino depende unicamente do arrependimento sincero do pecador, pois de nada adianta a vítima, a sociedade e até o padre na confissão perdoar, se o penitente de fato não estiver arrependido. Não se pode enganar a Deus. Aproveitemos esse mês dedicado a devoção às almas do Purgatório e meditemos sobre os nossos novíssimos: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso. Independente de crermos ou não, de sermos ou não Católicos, desde o primeiro homem ao ultimo que virá sobre a Terra, todos passaremos pela Morte física, de imediato o Juízo particular, e dependendo de como vivemos, e assim morremos, iremos para o Céu ou para o inferno. Que Nossa Senhora nos alcance a graça de penitência final. Rezemos sempre a célebre Oração de São Bernardo: Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular,
    como a Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Amém.