Dando nome aos bois.

Por FratresInUnum.com, 19 de novembro de 2018 – Um pequeno experimento imaginário. Imagine que a Igreja Católica fosse gradualmente, ao longo dos anos, sendo aparelhada pelo PT. Que esta premeditada infiltração conseguisse a nomeação de Lula como Papa. Com o petismo dominando os generais do “Estado Maior” da Igreja, o que poderiam fazer os soldados e sargentos conservadores? Estariam completamente amordaçados. A hegemonia estaria garantida não apenas por força de uma imposição cultural, mas também com a coerção de um poder policial: o patrulhamento ideológico.

IMG-20181119-WA0002Não é difícil para o leitor perceber que o nome de Lula figura aqui quase de modo obsoleto. Temos Francisco! Ele é o Lula da Igreja Católica.

A corrida do partido bergogliano por aparelhar a Igreja de alto a baixo não é um segredo. Contrariamente aos papas anteriores, Francisco não adotou a política de equilíbrio de forças. Ele persegue claramente os seus opositores, reduzindo-os completamente à inércia. É assim que funciona a sua misericórdia. Tem razão Henry Sire: Bergoglio é “O Papa Ditador”.

Contudo, é menos conhecido, pelo público em geral, o lado brasileiro desta ditadura. Vamos lá, então: demos o nome aos bois!

O chefe da ditadura bergogliana no Brasil é o camaleônico Cardeal Cláudio Hummes. Sim, o mesmo que, na década de 70, subia nos palanques políticos ao lado de Lula. Mas, os tempos mudam e, assim como o comunismo pós-Gorbachov exigia um Lulinha paz e amor, Dom Claudio Hummes virou “conservador”.

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Ao lado de Lula, Dom Cláudio Hummes discursa em comício.

Em 1998, a “Máfia de São Galo” (como se autonomeou o grupo de bispos liberais que desde 1995 maquinava a eleição de um liberal como sucessor de João Paulo II) viu ascender ao cardinalato dois de seus pupilos papáveis: Bergoglio e Hummes.

Após o fracasso do conclave de 2005, eis que os dois “conservadores improvisados” aparecem, lado a lado, no balcão de São Pedro, na fatídica eleição de 2013. No dia seguinte, o recém-eleito pontífice diria aos jornalistas que o seu nome, Francisco, fora inspirado numa exortação feita pelo purpurado brasileiro no momento da sua aclamação: “não se esqueça dos pobres”!

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Durante o pontificado de Bento XVI, assume ares lefebvrianos.

Desde então, Hummes começou a dirigir a agenda da ordenação dos homens casados na Amazônia. Foi nomeado exatamente para isso. Viagens, reuniões, articulações… E tudo está montado para o sínodo fingido de 2019. Eles já decidiram de antemão e vão ordenar os homens casados.

Neste meio tempo, Hummes foi acometido por um câncer de pulmão. Mas o diagnóstico foi cuidadosamente escondido, mantido sob a mais absoluta discrição. Apesar do susto de morte e do exigente tratamento, Dom Cláudio continua a mesma missão que já anunciara em 2006, antes mesmo de decolar para Roma, onde assumiria a importante Congregação para o Clero: relativizar a disciplina do celibato.

Enquanto no norte o objetivo é ordenar homens casados que nunca foram seminaristas, no sul do Brasil, o arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, cuida de destruir a formação dos seminaristas.

Dom Jaime outorgou-se a si mesmo uma missão que se tornou praticamente o sentido de toda a sua vida: impedir a ordenação de qualquer jovem que se encaixe minimamente em perfil conservador. Muito próximo à Nunciatura Apostólica, Dom Jaime é o responsável pelos ministérios ordenados junto à CNBB. Suas reuniões com os reitores de seminários (OSIB) repetem as lamúrias de sempre: os seminaristas procuram uma formação paralela no site do Padre Paulo Ricardo, “o maior inimigo da Igreja no Brasil”. Como, então, conquistar a hegemonia na internet, território onde a esquerda já sabe que perdeu? (Bolsonaro que o diga!) O caminho é o patrulhamento e a intimidação:  monitorar o acesso dos seminaristas à internet, proibir certas leituras, coibindo-os de se confessarem com este ou aquele padre conservador e, ademais, para garantir a formação mais bergogliana possível, demitir padres professores de orientação mais tradicional, como ele mesmo fez, aliás, na PUC de Porto Alegre.

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Dom Jaime Spengler celebra a Missa da 37ª Romaria da Terra, e diz: “nesse dia, gostaríamos de rezar à mãe terra, louvar a terra, queremos agradecer a terra”.

Triste situação de quem chegou ao poder, mas não tem autoridade. Criam nos seminários uma estrutura asfixiante de “Big Brother” e vigilância, para reproduzir a mais virulenta Teologia da Libertação. No entanto, não conseguem impedir que os seminaristas prefiram o confessionário do padre piedoso da esquina ou o site de um padre cuiabano que, em tudo, quebra-lhes o estereótipo do padre que deveria fazer sucesso com os jovens. Nota-se que ter sex appeal, procurar exibir os bíceps com camisetas apertadas, cantar músicas melosas e rebolar no palco ao lado da Claudia Leitte pode até vender CD, mas não atrai jovem algum nem para a Igreja e nem muito menos para os seminários.

Especula-se que, dada a íntima amizade com o núncio, a qual o coloca numa posição privilegiada de indicações para nomeações episcopais, Dom Jaime poderia se tornar arcebispo primaz do Brasil. Contudo, circula em Roma a voz de que o futuro sucessor de Dom Murilo Krieger à frente da Arquidiocese de Salvador seria o Cardeal João Braz de Aviz, que deixaria o cargo de Prefeito da Congregação dos religiosos para Dom Ilson Montanari, agora Secretário da Congregação para os Bispos e que, caso promovido, também receberia o barrete cardinalício. Verosímil, visto que Montanari e Fabian Pedacchio, secretário pessoal de Francisco, são amicíssimos de longa data e queridinhos do atual pontífice (malgrado as insinuações pouco elogiosas a ambos feitas por Mons. Viganò em sua carta bombástica).

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Dom Leonardo Steiner, feliz e realizado, dá tapinha nas costas do companheiro petista, Gilberto Carvalho.

Hummes no norte, Spengler no sul, e o centro? Com quem fica? Com um bispo que não poderíamos chamar exatamente de “centrado”: Dom Leonardo Ulrich Steiner. Coube a ele continuar garantindo que a CNBB seja mais instrumento do PT do que do episcopado brasileiro. A pauta, todo mundo já conhece: silêncio subserviente nos governos do PT e “profetismo” quando a política nacional oscila para a direita. O instrumento para isto também já é velho conhecido: os fidelíssimos assessores servem de interface para garantir que os bispos, reunidos ou dispersos em suas dioceses, só enxerguem o mundo através de suas “leituras da realidade”.

A pilotagem da máquina episcopal brasileira pode parecer muito sofisticada à primeira vista, mas, de fato, não o é. A maioria de nossos bispos é de homens bons, porém não são homens de visão. Com isto, tornam-se facilmente manipuláveis pela “intelligentsia” esquerdista. A CNBB foi criada para que os bispos falassem através dela. O que acontece, porém, é o contrário: os bispos se tornaram porta-vozes de documentos que nunca escreveram. Dentro deste esquema, o povo faz de conta que escuta. E os bispos fazem de conta que são respeitados e obedecidos.

Ter o poder, mas não ser nem respeitado, nem obedecido. Eis a humilhação à qual são diariamente expostos os senhores bispos. Sendo assim, quem não tem autoridade tem que apelar para o autoritarismo. Na Igreja do Brasil, vivemos um ambiente policial. Não há liberdade, não há transparência. As estruturas políticas são extremamente controladoras, censurando toda e qualquer postura divergente. Não é autorizado pensar, ensinar, dialogar. Não há sequer o fingimento de debate. Há somente a hegemonia socialista em total dominação.

Dom Claudio em Roma, Dom Jaime na nunciatura, Dom Leonardo na CNBB. Mas, o que liga estes homens? O que eles têm em comum?

Todos os três são franciscanos! Trata-se daquilo que, à boca pequena e meio que ironicamente, os bispos chamam de “A máfia franciscana”. Só que agora se tornaram “franciscanos” em um novo sentido, no sentido bergogliano do termo.

Agora que se agarraram ao poder, mas jogaram fora o que lhes restava de credibilidade e de tempo de vida, só lhes resta esperar um prodígio preternatural: que Francisco Bergoglio leve a Igreja para um abismo sem retorno… Esperança vã. Non praevalebunt!

No entanto, uma pergunta fica no ar. Quais serão os próximos objetivos da máfia franciscana? Talvez queiram eles recuperar um caríssimo terreno perdido: a arquidiocese de São Paulo, outrora encabeçada pelos franciscanos Dom Paulo e Dom Cláudio. Decerto, os despretensiosos frades que estão nos círculos de poder cogitam a possibilidade. E não lhes seria difícil executá-la, às custas de um promoveatur ut removeatur de Dom Odilo para algum insignificante organismo curial, talvez até a ser criado propositalmente para ele, como uma Pontifícia Comissão de carimbos e charutos apostólicos.

Será que, desta vez, a arma está apontada para a cabeça do arcebispo de São Paulo? Veremos!

14 Comentários to “Dando nome aos bois.”

  1. Rezem, rezem muito pois Igreja da Esquerda desaparecerá em menos de meia década.

  2. Muito interessante o texto. Tudo o que diz é a mais pura verdade. Só ressalto que essa perseguição a seminaristas mais conservadores não está restrita à arquidiocese de Porto Alegre. Conheço um ex-seminarista da Arquidiocese de São Paulo que decidiu sair do seminário por não aguentar mais perseguições de seu reitor na Teologia.
    Com relação a Braz de Aviz em Salvador tenho minhas dúvidas, pois ele está cumprindo muito bem a missão de destruição das ordens religiosas que tenham um mínimo perfil tradicionalista (a última foi a congregação das Pequenas Irmãs de Maria: http://blog.messainlatino.it/2018/11/linutile-persecuzionela-madre-superiora.html). Por isso, não creio que ele seria liberado tão facilmente da Congregação, afinal, é um dos que melhor vem cumprindo a cartilha dos superiores.
    Não acharia impossível um promoveatur ut removeatur para Dom Odilo, é só lembrar o que aconteceu com o arcebispo Mollaghan, de Rosário, adversário de longa data de um certo prelado argentino: na ânsia de vingança, foi “transferido” para um organismo curial que ainda sequer existia.

  3. Também achei muito interessante o texto! Ele relembra fatos importantes do passado recente da Igreja e, ao mesmo, tempo conjectura outros fatos que podem acontecer.
    Em relação aos bispos, gostaria de entender melhor a dinâmica das nomeações para as dioceses no Brasil. Acompanho as nomeações através de sites católicos, e vejo que o Papa Francisco tem feito muitas transferências. Na época de João Paulo II, quando não tinha acesso à internet, parecia me que não havia tantas transferências. Bem, estou falando como um leigo no assunto; isso é só uma impressão minha. Me corrijam se estiver errado.

  4. Quem dera que os seminaristas estivessem mesmo procurando formação alternativa .

    O que vejo são padres novos repetindo os mesmos bordões cnbebistas.

  5. Estamos ainda respirando o Ano do Laicato, o que permite a mim leigo tecer algumas observações. Desde minha infância entendia que a vida de padres, bispos, papas,etc, era rezar, atender confissão, celebrar missas, fazer procissões, assistir aos enfermos, órfãos, necessitados. Hoje, já velho e com o avanço dos meios de comunicação, vejo que não é bem assim. Vezes temos relatos de cometários de fiéis que não conseguem encontrar um padre para se confessar, fazer uma direção espiritual. Tudo bem que hoje muitos padres se dedicam a administrar escolas, instituições de ajuda, universidades, mas acredito que o fim último seja a Salvação das Almas. Trabalhos burocráticos, bem, sem dúvida que uma paróquia precisa de ser administrada, manutenção, contas, pessoal de apoio e tantas outras coisas, Contudo não se pode, o clérigo se afastar de atender as almas. Sim, atender as almas, confessar, batizar, atender os enfermos, os encarcerados, hoje essas atividades foram “terceirizadas” para leigos, então padres estão ociosos. É curso para tudo quanto é coisa, é oficina, é seminário, é encontro, etc, etc, mas o bem das almas é algo distante. Infelizmente as cúrias, e até a Santa Sé não é diferente. Não me recordo, mas houve um papa que falava: a Igreja cuidado bem das almas, cuida tão bem da sociedade como se houvesse feita para isto. Ora, hoje é o contrário, padres, bispos, religiosos se envolvendo em coisas mundanas, com a desculpa de “caridade cristã”, renegando o certo para agradar ao mundo, dando assim as costas para Deus. É uma politicagem até dentro da Igreja, padre querendo derrubar o outro, bispo indo contra a magistério, religiosos e religiosas vivendo bem ás custas da Igreja, preocupados em sair bem na foto. Não admira que haja manobras covardes para se eleger bispos e até o papa, tamanha a falta de temor a Deus de seus ministros. Aos que ainda temem a Deus, seguindo as palavras de Nosso Senhor, é preciso rezar e nunca deixar de o fazer.

  6. Lamento que os considerados bons bispos não tenham se ajuntado e publicamente tenham discordado da CNBB por ela se alinhar aos fanáticos esquerdistas, num front anti revolucionario, como aos citados acima e a mais ideologistas, afinados à famigerada TL, como a D Carlos Hummes, amigo particular do comuno-abortista vilão Lula e de seus cupinchas!
    Tempos em tempos, das proximidades ou de bem longe, onde ouço sempre certos sacerdotes algo ingenuos ou formados sob a ótica do papa Francisco, envio-lhe uns e-mails, começando assim:
    Revmo Pe, com todo respeito, veja bem se pode suceder de “enganar o povo simples e humilde, modere-se com rasgados elogios ao nosso “querido papa Francisco”, ouço sempre suas homilias e essa de ficar nos “nosso querido papa Francisco para lá e para cá”, citando só frases interessantes dele, muito apreciaria explicar algumas bastante estranhas dele para nós – nunca nada disso ouvi até hoje, objeção alguma, muito ao contrario, subserviencia total e irrestrita, como em:
    – “Ninguém pode ser condenado para sempre, porque está não é a lógica do Evangelho” – dessa forma, extinguindo o purgatorio, o inferno e mesmo o Juízo Final, já que ninguém poderia ser condenado para sempre.
    – Lutero, testemunho do Evangelho e mais a respeito de grandes semelhanças nossas com os hereges protestantes.
    – Declarar que a pena de morte é “inadmissível”, mudando uma doutrina da Igreja em favor da pena de morte de 2 mil anos.
    – O porque de tantas afinidades como os nossos desafetos comunistas e maçons e destrato aos conservadores.
    – O mesmo acima como os escandalosos e devassos LGBTs, parecendo serem tratados com o máximo “respeito”, neles encontrando coisa boas, aproveitaveis.
    – Ao ultra discriminador e intolerante aos cristãos católicos em particular, o Alcorão com sua ideologia totalitarista, o Islã, religião de paz.
    A 17/03/17 aos membros do CTEWC (Catholic Theological Ethics in the World Church) o papa Francisco falando improvisadamente que * “A Santíssima Trinidade, Ela, as tres Pessoas Divinas, passam o tempo discutindo a portas fechadas quem seria a maior, embora no exterior dão imagem de unidade”.
    – Permitindo o Pe James Martin na maior cara dura propagar o LGBTismo e dizer que tem apoio do papa Francisco, sem recato algum agindo.
    **James Martin SJ: O Papa Franciso nomeia bispos e cardeais pró-gay para mudar a Igreja Católica
    16 de Novembro de 2018
    Acabaram-se as ambiguidades, os misericordistas próximos do Santo Padre falam agora de forma aberta e desinibida das estratégias políticas de Francisco para mudar a Igreja de Cristo.
    – *** “A menção das mulheres – nenhuma das mencionadas na genealogia tem a hierarquia das grandes mulheres do Antigo Testamento – nos permite uma abordagem especial: são elas, em genealogia, que anunciam que ATRAVÉS DAS VEIAS DE JESUS CORRE SANGUE PAGÃO… aqueles que se lembram de histórias de adiamento e submissão. Em comunidades onde ainda carregamos estilos patriarcais e machistas, é bom anunciar que o Evangelho começa enfatizando as mulheres que marcaram tendência e fizeram história”.
    “Todos os erros dos hereges sobre Jesus Cristo podem ser reduzidos a três classes: as relativas à sua divindade, a sua humanidade ou a ambos”. S Agostinho, Quæstiones Evangeliorum, 5,45.
    * https://adelantelafe.com/cambian-los-tiempos-cambiese-a-dios/
    ** https://odogmadafe.wordpress.com/2018/11/16/james-martin-sj-o-papa-franciso-nomeia-bispos-e-cardeais-pro-gay-para-mudar-a-igreja-catolica/#comments
    *** https://w2.vatican.va/content/francesco/es/homilies/2017/documents/papa-francesco_20170908_omelia-viaggioapostolico-colombiavillavicencio.htm.

  7. Desde a capital da Bela e Santa Catarina, a vergonha nos toma conta de ter estes frades prelados como conterrâneos – Frei Leonardo e Frei Jaime, OFM – agindo como lobos em pele de pastor! Dom Leonardo é o grande articulador TL/PT na CNdoB (creio que aqui no Fratres se desmantelou a possibilidade de ser Arcebispo de POA) e Dom Jaime, não menos esperto e astuto, é até então o Visitador Apostólico Internacional – de indicação papal direta – aos Arautos do Evangelho. Acredito que o Frater Murilo SCJ também não deixará de ser o Primaz, visto que perderia o cargo Vice-sem-vez-nem-voz da CNdoB.
    São Francisco de Assis. Rogai por nós!

  8. Além do texto estar impecável, verossímil, as fotos são reveladoras, emblemáticas!! Tudo isso faz parte de um pacote de sementes que foram cuidadosamente plantadas nos últimos 40 anos…
    Creio firmente na justiça Divina!

  9. “O Céu e a Terra passarão, mas as minhas Palavras não passarão”! (Mc 13,31).
    Toda a estrutura que estiver apodrecida na Igreja Católica pelo pecado da soberba, da mundaneidade está fadado a finitude!
    Quem perseverar até o fim será salvo! Nosso Senhor nos deu essa garantia! Então confiemos e rezemos!
    Se Ele está permitindo que tudo isso aconteça, há um propósito divino que somente pela oração teremos a segurança que não seremos atingidos!
    Para nós que cremos se tudo ruir, não será o fim, mas o começo de um Novo Tempo: O Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo!

  10. Claro que existe essa sensação de “déja vú”, o esquema é o mesmíssimo e ocorre a muito! Quem conheceu o histórico de Bergoglio não teve a mínima dúvida do que viria para a Igreja, já detonada pelo comunismo teológico da libertação. O que acontecerá? Teremos um Moro entre a hierarquia eclesiástica?, talvez um Trump entre os sacerdotes?. Que papel teremos nós diante desse quadro terrível, teremos que lutar pela Verdade? Virá um cisma?… quem sabe o que nos espera?! Rezemos pois e peçamos por Misericórdia!

  11. Alô Bernardo Kuster, que tal colocar esse material em um de seus vídeos?

  12. apenas um ressalvo…ou melhor dois

    1- com relação ao uso da casula pelo Cardeal Hummes em Roma, os que moravam la o viam usando estes paramentos algumas vezes quando celebrava em sua Basílica Titular. e sinceramente não diz nada. conheço padres que usam casula romanas e até góticas e são tudo,menos Padres.

    2- se o Cardeal Braz de Aviz se tornar o Primaz pobre Salvador…. foi uma pena não ter Dom Murilo ter sido feito cardeal…

  13. O modus operandi da CNBB permanece o mesmo. A questão é que chegará um momento em que eles não mais consguirão sufocar as novas gerações. Como aconteceu na política, acontecerá na Igreja do Brasil, e isto é apenas uma questão de tempo. Até lá, que a tribulação nos sirva de meio para alcançar a virtude.
    Quanto ao xadrez de nomeações, especula-se que o indicado para Salvador seria o Arcebispo de Curitiba, que usa do mesmo método do Arcebispo de Porto Alegre na perseguição aos seminaristas e ao clero que não lhe agrada.
    Em São Paulo, o senhor Cardeal retirou da cartola um sínodo arquidiocesano que terminará somente em 2021. Até mesmo o clero reconhece que esta invenção teve como motivação, entre outras, assegurar a permanência de Dom Odilo até lá, pois o cardeal já estaria ciente de que não demoraria muito mais tempo à frente de São Paulo. Dom Odilo, aliás, que tem estado cada vez mais isolado entre os bispos do Brasil.
    Confiemos nossa amada Igreja à Mãe Aparecida. Que seu Imaculado Coração triunfe o quanto antes com o Reinado de Cristo!