Bento XVI e o Outro.

Uma carta que abalou um pontificado.

FratresInUnum.com, Domingo de Ramos, 14 de abril de 2019 Representantes de todas as Conferências Episcopais reunidos sob a presidência de Francisco, vítimas de abusos sexuais em depoimentos emocionantes, cerimônias sentimentais calculadas para provocar comoção mundial, jornalistas de todo o mundo mobilizados, coletivas de imprensa diárias, artigos e mais artigos, fotografias cuidadosamente selecionadas… E um simples ensaio de Bento XVI consegue causar um estrondo muito maior, em apenas 18 páginas.

Na última semana, ganhou projeção internacional o breve escrito do Papa Bento XVI sobre “A Igreja e o escândalo do abuso sexual”. Em três breves pontos, o lucidíssimo texto simplesmente reduziu a zero todas as iniciativas de fachada promovidas por Francisco, o qual evitou cuidadosamente tratar do núcleo da questão levantada por Bento: a revolução sexual e o relativismo moral que penetraram na formação dos candidatos ao sacerdócio, sob o ativismo de grupos homossexuais no clero. Francisco preferiu reputar a responsabilidade dos abusos ao clericalismo, aos jogos de poder, diluindo toda a questão em generalidades abstratas.

O resultado da Cúpula convocada por Bergoglio foi simplesmente nenhum: uma reunião inconcludente, que apenas serviu como tentativa para anestesiar os ânimos.

O entourage de Francisco recebeu o golpe e já começou a agir. Em reação à imediata acolhida positiva e aliviada por grande parte dos fieis, como acontece em todas as ditaduras, o partido bergogliano já começou a mobilizar-se para, nada mais, nada menos que censurar o pontífice alemão. É isso, mesmo! Querem calar Bento XVI, o Papa que durante anos foi o defensor da fé!

No site Vatican Insider, Domenico Agasso escreveu um artigo no qual chega a afirmar que “o Vaticano ficou pequeno demais para dois papas” e Massimo Faggioli se atreve a dizer que o ensaio escrito pelo Papa Bento XVI cria uma “questão constitucional” na Santa Sé, chegando a declarar que “o Papa emérito é novo para a Igreja como instituição e pode funcionar bem, sem particulares regulamentações ou estatutos jurídicos, apenas se ficar invisível”. Querem assassinar juridicamente Bento XVI, mediante a censura institucional mais covarde que já se viu. Por que?

A receptividade dos fieis ao texto de Bento XVI revela a falta de legitimidade e o desprestígio em que este pontificado voluntariamente se jogou. É verdade que, lamentavelmente, Bento XVI renunciou ao pontificado, mas o fez de modo papal e, mesmo retirado num mosteiro dentro do Vaticano, é reconhecido como papa, goza de autoridade intelectual e moral sobre os fieis; enquanto o pontífice argentino, ao sentar-se à Cátedra de Pedro, atua de modo totalmente irresponsável, falando e agindo não como pastor da Igreja Católica, mas como acólito de toda a esquerda internacional, personificada pela mídia, à qual não cessa de bajular.

O sucesso de Bento desmistifica o coro entusiástico que hosana incessantemente o atual bispo de Roma. Notem que Francisco acaba de publicar a Exortação apostólica pós-sinodal Christus vivit, da qual ninguém simplesmente fala, sobre a qual ninguém comenta… O breve texto de Ratzinger submergiu completamente o inócuo documento do pontífice reinante, reduziu-o ao rídico e, com porte de uma encíclica, cheio de fé e de teologia, de realismo e de sensibilidade, confortou a alma das ovelhas de Cristo em todo mundo e, de modo especial, as vítimas dos abusos sexuais e suas famílias.

Ademais, Bento XVI pôs em evidência o nexo necessário entre a fé e a moral na doutrina da Igreja, defendendo de modo aberto o magistério da encíclica Veritatis Splendor, com uma clareza fulgurante. Isso, evidentemente, coloca em dificuldade a ação demolidora do magistério de Francisco, que se beneficia da ambiguidade justamente nestas matérias para levar adiante a destruição completa dos fundamentos da doutrina católica. Deste modo, Bento XVI respondeu discretamente aos dubia, levantados por quatro cardeais há três anos, aos quais Francisco ostensivamente ignorou, descumprindo também de modo explícito o seu dever como papa.

Em seu mencionado artigo, Agasso afirma que “o papa emérito intervém com um texto que pode representar ‘uma linha pastoral e teológica paralela à do papa”. Ora, com uma mentalidade de cortesão e de adulador, ele simplesmente parte do pressuposto de que o Papa é a Igreja, desconsiderando toda a realidade, bem como o corpo dos fieis católicos de toda a história e de todo o mundo.

É absolutamente incontestável que os fieis reconhecem na voz de Bento XVI a continuidade da fé dos papas e dos católicos de todos os tempos, enquanto sentem em relação à Francisco uma perplexidade que os faz simplesmente não se inteirarem de suas palavras e atos. O partido bergogliano é consciente da falta de respaldo da Igreja discente e procura suprir tal ausência de diferentes modos: chegaram a fraudar uma carta de Bento XVI, na tentativa desesperada de obter apoio para uma coletânea de livros acerca do “pensamento” do Papa Francisco; agora, tentam escorar-se na linha ratzingeriana, inventando a história de que o cardeal Scola teria pedido votos a Bergoglio no último conclave. Todas, tentativas patéticas de justificar o injustificável.

Enquanto Bergoglio faz sucesso nos jornais, Bento XVI é um ícone muito eloquente da Igreja Católica dos nossos dias: os católicos estão recolhidos no tabernáculo do silêncio, rezando e sofrendo, esperando a hora de Deus, que certamente chegará. O descolamento é grande demais, o povo está completamente à deriva, a rachadura não pode mais ser dissimulada: a hierarquia prevaricou e os poucos padres e bispos fieis estão sob dura censura.

Os dois papas representam duas Igrejas, uma real, outra parasita. Foi Gustavo Corção que se exprimiu nos famosos termos: “A Igreja Católica e a outra”, referindo-se à natimorta Igreja pós-conciliar. Atualmente, o fenômeno agravou-se: o parasita espalhou-se de tal modo que já ocupou toda a oficialidade, confinando o doente à resignada posição de clandestino. É assim que vive a quase totalidade dos fieis católicos: silenciados, impotentes, amarrados – exatamente como Bento XVI.

É assim que chegamos a esta triste realidade. São duas eclesiologias que se condensaram em dois papas! Contudo, Bento não está paralelo à Igreja, ao contrário, seu modus pensandi a representa; o paralelismo real é ocupado por Francisco, que ocupa, porém, apenas a oficialidade do seu cargo.

Andrea Grillo, outro teólogo progressista, escreveu nesses dias que a carta de Ratzinger é apenas “uma leitura traumatizada e traumática da virada conciliar e do 1968, como causa de todos os males da Igreja, incluindo os abusos”. Exercendo plenamente o jus sperniandi, Grillo simplesmente finge que Bento XVI não apela aos fatos, mas fica como ele, refugiado num mundo de abstrações, naquilo que poderíamos chamar de teologia da desculpa.

Mas as desculpas não convencem, elas jamais subjugarão os fatos. E é a humildade de ater-se a eles que distingue a autenticidade da cenografia. Para o povo, já está claro quem é real e quem é de plástico, quem é católico e quem não o é, e a diferença colossal entre um papa e o outro

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28 Comentários to “Bento XVI e o Outro.”

  1. Maravilhosa análise…a carta do Papa Bento XVI Simplesmente foi maravilhosa…tudo que queríamos falar e estava intalado…
    Graças a Deus ainda ele vive !
    Oremos pelo nosso Papa Bento XVI…

  2. Fico perplexo quando me deparo com este estilo de declaração. Obediência é relativa?
    Parece que não, então o papa deve ser respeitado como o foram os demais.
    Bergolio pediu a renúncia de Bento? Parece que não, então não há conflito.
    Se pudéssemos (só se pudessemos) perguntariamos: onde estava esta lucidez do emérito antes? Sempre existiu , não foi posta em prática por não haver oportunidade de vida.
    Irmãos, rogo , rezo, voltai à obediência, não semeiais a dúvida entre o povo. A fala é menor do que a obediência nos ensina Sta. Catarina de Sena.
    Paz e Bem

  3. Porque Bento XVI então não resolveu a crise na Igreja e renunciou?

  4. Bento XVI pode ser elevado pelos seus adeptos, mas a realidade é que quem está de fato assumindo essa Igreja em turbulência é Francisco…o “Outro” fugiu. Agora fica mais cômodo pra ele dar a opinião que quiser. Não está mais com a pimenta nos olhos!!!

  5. Excelente artigo, mostrando a realidade da Igreja hoje. Aliás, pata quem conhece a Igreja na sua essência, já sabia dessa divisão que viria acontecer, bem antes do Concílio Vaticano II. É duro. Segundo essas fontes, teremos capítulos bem mais pesados pela frente. A verdadeira Igreja ficará fraca, machucada, mas voltará com imenso vigor no futuro.

  6. A carta do papa emérito pode ter sido fora de propósito, num momento em que o papa Francisco expõe concretamente suas diretrizes. Contudo, em momento algum Bento se contrapõe a Francisco. O próprio emérito saúda os esforços do reinante.

  7. Que O Bom Deus, em sua perfeita existência, abençoe e proteja os católicos do mundo todo, e que a fumaça que está instalada no coração da igreja, seja dissipada! Parabéns pela análise feita!

  8. Precisamos que Bento se pronuncie mais, seja mais incisivo, e deixe de vez todo resquício de sua formação modernista.Faço uma ideia da pressão que ele ainda sofre. Os lobos não descansam. Rezemos por ele. Ele tem muito o que dizer. Vai fazê-lo. Quando Deus quiser.

  9. Porque ele não tomou providências quando era o papa? E até antes, ele era poderoso. Deixou esses problemas acontecendo fazendo de conta? Agora vem ….

  10. Os mafiosos de Saint Gallen estão com a pulga (ou grilo) atrás da orelha.

  11. O articulista só esquece que Gustavo Corção se referia à Outra como a igreja surgida após o Concílio Vaticano II, cuja doutrina o cardeal Ratzinger confirmou: para ele, a crise da igreja vinha duma má interpretação do concílio. Enquanto papa, Bento XVI confirmou os erros dos predecessores: ecumenismo, reunião de Assis em 2011, um Motu Proprio onde a verdadeira missa e sua falsificação modernista são o mesmo rito romano… Na verdade, Bento XVI também confirmou a Outra. A visão de dois papas e duas igrejas não confirma que um papa está para cada igreja. O que acontece com o Papa Francisco é apenas mais uma etapa evolutiva da Outra, essa igreja deformada de Vaticano II… Na verdade, o jogo entre Francisco e Bento XVI é como o velho jogo direita-esquerda: ambos são revolucionários, essa revolução que gerou o mito da Outra, que o próprio articulista parece ignorar. A crise da igreja começou com o Vaticano II, não com o Papa Francisco. A igreja conciliar segue com uma sucessão de papas que não favorecem a fé católica, INCLUSIVE BENTO XVI.

  12. #Fakepope não convence!
    De resto Bento XVI ainda faz muito bem o óbvio para um papa: nos confirma na fé. Por isso causa estranhamento nos filhos da #Fakechurch e arrebanha os fieis carentes de um verdadeiro pastor.

  13. Ele tem que ter consciência de que é emérito, e como tal passou o seu tempo. Ele tem que reconhecer e respeitar a autoridade de Francisco e não provocar racha na Igreja.

  14. Vejo que há muitos mistérios inalcançáveis por nós católicos que verdadeiramente desejamos uma igreja justa e de acordo com uma real doutrina.
    O liberalismo atrapalha todo um rigor do que está escrito há milhares de anos.
    As pessoas estão confundindo a aceitação de Deus, o amor fraterno com as regras que cada um com seu ponto de vista quer colocar.
    O Papa Bento XVI representa toda a organização e realidade do que se deve verdadeiramente ser na igreja católica. Papa Francisco é o “bonzinho”acolhedor que passa por cima do rigor. Tornando-se o “Salvador da pátria”.
    Ao meu ver, todo cristão é bem vindo na igreja, desde que não queira infringir e nem mudar as doutrinas. Chega de eresia em nossa amada religião católica. Chega de achismos. Os sacerdotes que também se dispõem a seguir esta caminhada, devem ser cientes de que é imprescindível seguir as regras com respeito e obediência. Do contrário, certamente estão em lugares errados.
    A igreja católica está exaurida de tanta calúnia e conflitos jogados contra ela.

    • Só lendo os comentários de muitos que aparentemente não acompanharam o trabalho do card Ratzenger e de Bento XVI e que agora querem vir criticar sua postura como Papa Emérito. É cada uma viu…

  15. Deus proteja o Papa Bento XVI. Que Nossa Senhora o Guarde.

  16. As chamas do inferno consumindo Notre-Dame de Paris! Sinal dos terríveis tempos por que passa a Santa Igreja no mundo e na França revolucionária, laicizada e ora islamizada! E o Sucessor de Pedro aos pés dos ímpios! Volta, Senhor!!! Ora pro nobis sancta Dei Genetrix!!!

  17. A lacra comunista dos infernos que domina e se assenta no Trono de Pedro pensou que não haviam mais vozes da Verdadeira Igreja capazes de serem ouvidas, tomaram naquele lugar sujo. Deo Gratias! Uma voz débil de um homem débil porém retumbou como trovão em céu de brigadeiro!

  18. Sempre respeito absoluto ao Papa Emérito, possivelmente um novo Doutor da Igreja.
    O que causa estranheza é que não é mais um teólogo falando, mas um teólogo que foi Papa, porque ele não apresentou isso enquanto era reinante e porque não combateu veementemente esses problemas em seu pontificado, poderia ele ter promovido uma reforma na formação presbiteral a fim de expurgar tudo isso que menciona, assim como podia ter iniciado uma verdadeira revolta contra os abusos, mas também não o fez.

  19. É um grande equívoco dizer que o Papa Bento XVI não fez nada com relação aos casos de pedofilia enquanto era pontífice reinante . Ele fez sim e muito! Dizer que teve o poder nas mãos e nada fez é pura insensatez. Enfrentou corajosamente toda este mal, não só enquanto papa , mas também quando cardeal. Seu texto – luminoso e iluminado – é extremamente pertinente e conveniente! Se existe um homem virtuoso e santo em nosso meio, este homem chama-se Joseph Ratzinger – Bento XVI

  20. Irmãos, me permitam fazer um parêntesis aos comentários ao texto. Me lembrei que hoje, 16 de abril, é o aniversário de Bento XVI. Que possamos rezar por ele neste dia.

  21. Pessoal….menos né….o papa bento xvi agradece ao papa francisco a oportunidade da publicação doa artigo logo no início….seria muita inocência pensarmos que o papa francisco não sabia o que estava escrito de antemão

  22. Gostaria de chamar a atenção para esta passagem do ensaio de Bento XVI sobre os abusos sexuais:

    “O Deus Criador é confrontado com o diabo que fala a toda a humanidade e a toda a criação. Ele fala não só a Deus, mas acima de tudo ao povo: Veja o que este Deus fez. Supostamente uma boa criação. Na realidade, Ele é cheio de miséria e desprazer. O desânimo da criação é, na realidade, o desprezo de Deus. Ele quer provar que o próprio Deus não é bom e afastar-nos dEle.”

    Parece que, enfim, alguém resolveu abrir a ferida e apontar o mal. Explico-me. Para certas doutrinas muito antigas, mas com incontáveis de adeptos até hoje, o mundo não teria sido criado por um Deus bom. A criação material não procede de um Princípio Bom, mas de um Princípio Maligno. Por outras palavras, Deus, tal como o conhecemos pela Revelação, especialmente nos primeiros capítulos de Gênesis, não é o verdadeiro Deus, mas uma espécie de divindade subalterna (em geral designada de “arconte” ou “demiurgo”), alguém, descrito por Bento XVI, como “cheio de miséria e desprazer”. Um deus mau: o Deus Criador seria um deus mal, que teria criado um mundo caricato, especialmente por haver, em tal mundo, dor, sofrimento de inocentes, doenças, contradições e a morte.

    Criam nisso, por exemplo, os maniqueus combatidos por Agostinho; os albigenses combatidos pelos doutores medievais. Para gnosticismo – que é o nome de fantasia desta doutrina – o Deus criador é mau. Ele precisa ser desbancado e odiado. Muita crê nisso. Muita gente infiltrada na Igreja católica pelas seitas esotéricas.

    Quem quer “desbancar”, o verdadeiro e único Deus, o Deus Criador ? Ratzinger responde: “o diabo”.

    Não é de estranhar que o documento de Bento XVI tenha suscitado tanto alvoroço.

    * * *

    Ernesto Buonaiuti (1881-1946) o maior expoente do modernismo na Itália, escreveu um livro – Il Gnosticismo – no qual entusiasta apologia da pretensa superioridade do gnosticismo sobre a religião institucional. O gnosticismo,segundo ele, é para as almas “refinadas”, aquelas que não estão presas a nenhum sistema dogmático e institucional. Nessa altura, p. 17, Buonaiuti menciona Helena Blavatsky (+1891), esotérica anti-cristã e perseguidora dos cristãos, fundadora da Sociedade Teosófica. Refinadíssima alma…

    O mencionado livro de Buonaiuti pode ser achado em no site https://archive.org/.

    Morreu excomungado “vitando” padre Ernesto Buonaiuti; seu colega de seminário romano e íntimo amigo Angelo Roncalli, futuro João XXXIII, chamou um Concílio em cujo nome, e por cuja autoridade, a Igreja católica foi reduzida a pouco mais que um punhado de cinzas arrastado pelo vento da loucura clerical. E clericalista.

    Boa Páscoa.

  23. Um dos melhores artigos que já li sobre a atuação situação do papado.

    Uma conclusão que é plenamente lógica e salta aos olhos: temos dois papas ao mesmo tempo.
    Só sendo cego ou escasso de inteligência para negar essa realidade.

    E se temos dois papas, resta a nós esperar que, futuramente, os cardeais tomem vergonha e declarem publicamente qual dois dois é falso e deve ser rejeitado.

    Porque deve haver um só rebanho e um só pastor.

  24. É incrível como esse homem não muda! Bate e alisa como sempre!
    Criticou CVII e elogiou.
    Fala da Bíblia agora mas fez livros dizendo ser ficção.
    Foi cardeal, esteve o tempo todo na sombra de JPII, teve a cadeira de Pedro NÃO FEZ NADA!
    Revoltada!

  25. Cadê o Kasper? Alguém pode dar informação?

  26. Querem conhecer o refinadíssimo Ratzinger? Querem conhecer o sapientíssimo Dr. Ratzinger e seu verdadeiro pensamento? Querem conhecer o homem que durante anos colaborou com o cardeal Sodano, secretário de Estado de João Paulo II, cuja vida, ao menos no período em que foi núncio apostólico em Santiago do Chile, fala por si mesma?
    Por favor, leiam “Al cuore di Ratzinger, al cuore del mondo”, do Prof. Enrico Maria Radaelli, curador da obra de Romano Amerio.

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