Assim agem os lobos.

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Do vaticanista do National Catholic Register, Edward Pentin: “Um encontro secreto para discutir estratégias para o próximo Sínodo da Amazônia, envolvendo majoritariamente prelados e intelectuais de língua alemã, ocorreu hoje em um mosteiro em Roma. Os Cardeais Hummes, Baldisseri, Kasper, Schönborn participaram, juntamente com os bispos Krautler, Overbeck de Essen. Mais informações em breve”

16 Comentários to “Assim agem os lobos.”

  1. Pelo que lemos e vemos, em resumo, alemães discutem secretamente o destino que será dado à Amazônia.
    Muitos dirão: não é nada disto!.O sínodo é somente sobre religião.
    E você aí, acredita?
    Por trás, temos: ONU, George Soros, a União Europeia, a Alemanha em particular, a Noruega.
    AAAAh! … A Noruega! Tão boazinha…
    Bom, aquele criminoso que roubou acintosamente a Petrobras via contratos com empreiteiras para tirar proveito próprio e para partido, lembram-se?
    De execrável memória, porém, se fez algo de bom (nem todos são maus inteiramente) foi dizer claramente em público que a Amazônia brasileira pertence aos brasileiros.
    Espero que a sinistra esquerda brasileira e mundial lembrem-se disto sempre.

  2. A mafia GERIÁTRICA do Vaticano ataca de novo!

  3. Alguém sabe me explicar o motivo da grande maioria do lixo dos “intelectuais católicos” surge da Alemanha?

  4. Sincretista, multicultularista, regionalista, adaptável aos novos tempos; em suma, relativista são alguns dos desqualificativos merecedores do denominado Sínodo da Amazonia, bem ao agrado dos globalistas e dos traidores da Igreja, bem à luz do dia, à vista de todos.
    No pontificado do papa Francisco sairam de suas tocas, estão divulgando para todos que apreciam cultos pagãos e tudo quanto seja anti Igreja católica, como o nada recomendável D Carlos Cardeal Hummes, amigo particular do aborto-comunista Lula e mais trastes da humanidade; quem saberia, maçon infiltrado na Igreja; ao menos, as características de o sê-lo possui.
    Enquanto isso, os outros seus companheiros de episcopado até ao momento, que se conheçam, silentes, que se poderia deduzir por coniventes; o importante é que sabemos das pérfidas intenções do pacotão de novidades dessa igreja petulante e marginal à católica, em breve sedimentada e oficialmente propagada como ao regionalismo e aos cultos pagãos dos mais diversos padrões, similares, como à umbanda, candomblé, kardecismo etc. – espiritismo-satanismo!
    Sínodo bem temperado, bem ao sabor e estilo de uns cultos a Baal, Moloc, Thor etc. embora atualizados, como nas primeiras palavras escritas na primeira linha acima.
    Nossa missão, por outro lado, como cristãos da Igreja católica é de não nos dobrarmos a essa impostura, cabendo-nos refutar seus ensinamentos alienantes e propagarmos os nomes desses soberbos e desafiantes das leis do Senhor Deus e de sua Igreja de sempre – ousados e atrevidos!

  5. “Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos” (Sl 1)

  6. “O Reno se lança no Solimões – O Sínodo Desconhecido”

  7. Ah… o tempo passa, mas as táticas continuam as mesmas…
    Ainda me lembro da época do Concílio, nos anos sessenta, que um Bispo que participou das sessões conciliares contava a organização dos prelados germânicos e seus afins…
    Até mesmo as simpatias e o apoio total do papado estes confabulastes têm!
    Só faltam os termos dúbios para as interpretações destrutivas …
    Passados quase sessenta anos, querem o mesmo protagonismo e os métodos idênticos àqueles empregados no Concílio dos Papas João e Paulo…
    Se conseguirem, os resultados serão tão devastadores como os que vivemos naquilo que sobrou do catolicismo…
    Que o Bom Deus tenha piedade de nós!
    Imaculado e Doloroso Coração de Maria, rogai por nós!

    • Onde se lê “confabulastes”, entenda-se CONFABULADORES.
      Desculpem, mas a falha foi percebida após o envio.

  8. 【Tradução livre de um artigo do blog unamsanctamcatholicam.blogspot.com】

    ◆ Sempre há uma escassez de sacerdotes em áreas missionárias

    A razão ostensiva pela qual a ordenação de “anciãos” casados está sendo discutida na Amazônia é devido a uma falta crítica de padres na região.
    Deixemos de lado por um momento o fato de que o ideólogo do Sínodo Amazônico, o bispo Fritz Lobinger, afirmou [onepeterfive.com/amazon-agenda] que a falta de padres não é a verdadeira razão para a proposta de ordenar homens casados; olhemos para o contexto histórico da “escassez de padres” em geral.

    A Amazônia é mais ou menos uma região missionária, não nego que haja falta de padres ali. Mas sempre houve falta de padres [porque essa é a razão de haver uma missão] nas áreas de missão. Como isso pode ser um “novo” problema na Igreja Católica? Os territórios de missão geralmente não têm densidade populacional ou base católica para produzir um nível suficiente de padres indígenas. É por isso que os esforços evangélicos nos países da missão têm sido tipicamente liderados por sacerdotes estrangeiros apoiados por assinaturas ou doações dos fiéis em áreas mais cristianizadas. Isso é apenas senso comum.

    Vamos rever alguns eventos históricos:
    ● Houve uma falta de clero em Samaria como descrito em Atos dos Apóstolos; onde diz que mesmo depois de terem pregado e convertido naquela região, não havia ninguém no território para administrar a Crisma, logo os apóstolos tiveram que fazer uma viagem até eles (Atos 8:14~17).
    ● Houve uma falta de padres missionários dispostos a ir para a Irlanda antes da conversão daquelas terras, embora já houvesse pequenos grupos de irlandeses cristãos vivendo ali antes de São Patrício.
    ● Houve uma falta de padres na Inglaterra anglo-saxã durante o tempo de sua conversão; inumeros sacerdotes enviados da Gália muitas vezes se recusavam a atravessar o Canal e ir para a Inglaterra. Alguns dos próprios companheiros de Santo Agostinho de Cantuária se recusaram a deixar a Gália para evangelizar aquela região.
    ● Houve uma falta de padres na Alemanha durante a Era Carolíngia. Missionários como São Bonifácio voltavam constantemente para a França, Itália e Grã-Bretanha em busca de mais assistentes.
    ● Houve uma falta de sacerdotes na Ásia durante a dominação mongol do século XIII. Não era incomum que os frades enviados a leste abandonassem a jornada antes de chegar ao território mongol.
    ● Houve uma falta [colossal] de sacerdotes no Japão durante o período das perseguições cristãs. Os católicos japoneses passaram gerações sem ver um padre católico [recomendo fortemente o filme “Silêncio”].
    ● Houve escassez de padres na Nova Espanha (México) por muitos anos até que os espanhóis realmente começaram a vir em massa. Os convertidos católicos por muitas vezes ficavam um ano ou mais sem acesso aos sacramentos.
    ● Havia escassez de padres entre os jesuítas que evangelizavam a Nova França. Um único padre como Santo Isaac Jogues ou Jacques Marquette poderia estar no comando, cobrindo milhares e milhares de quilômetros de território.
    ● Houve uma falta de padres na fronteira americana durante a maior parte da história dos Estados Unidos. Sacerdotes viajaram ao longo de circuitos excepcionalmente amplos, às vezes cobrindo milhares de quilômetros, a fim de ministrar ao seu rebanho; suas cartas para a Europa estão cheias de pedidos por mais padres para ajudá-los em seu trabalho.

    Tenho certeza de que poderíamos encontrar muitos outros exemplos, mas o ponto é que sempre houve falta de padres nas áreas de missão. A situação na Amazônia não é absolutamente única. Em nenhuma das situações listadas acima, alguém na Igreja parece pensar que a solução estava ordenando homens casados; mesmo no caso da Nova França, onde os jesuítas estavam sendo mortos pelos índios iroqueses e, ao mesmo tempo, deveriam administrar um território eclesial do tamanho do Texas [terrorio maior do que todo o estado de Minas Gerais], não havia nenhuma sugestão ou ordenação de homens casados, e mesmo na falta de homens, os noviços jesuítas ainda eram obrigados a seguir os anos e anos de educação jesuíta sem falta. A diminuição do treinamento antes da ordenação e a rápida ordenação dos povos indígenas foi rejeitada — embora qualquer um deles pudesse ter “resolvido” o problema, fornecendo mais sacerdotes para ministrar aos fiéis [por vias novas, como quer o sínodo].

    Historicamente a Igreja nunca viu isso como um problema que poderia ser resolvido jogando corpos mais quentes no moinho. A cristandade não foi construída sobre a mentalidade de “precisamos de alguém para fazer esse trabalho… uhnnn~ vai lá você!”.

    Isso é mais do que claro, esse sínodo não é realmente sobre a falta de padres na Amazônia de qualquer maneira. Mas quem liga?

    • Azaliyyah, concordo, exceto com a parte em que ‘recomenda fortemente assistir o filme ‘Silêncio’.
      Esse filme, que começa bonito, termina como uma apologia da apostasia, tipicamente escrito por quem perdeu a fé.
      Péssima indicação.

  9. Não é coincidência a Merkel ter dito ontem que quer ter uma “conversa clara com o Bolsonaro sobre a Amazônia”. Está explicado o interesse repentino e aparentemente estão todos interligados, cumprindo uma agenda globalista.

  10. Hermano, agora ficamos numa posição incerta, irmão; pra mim ambos não apostataram, apenas acovardaram-se, o filme me deu a clara imagem de uma diferença de intensidade para com a Fé, mas não de intenção. Não senti que nenhum dos dois negaram Cristo em seus corações.
    Esse certamente é um assunto complicado, já que o formato de um filme permite um entrosamento muito diferente entre os espectadores, uns veem coisas que os outros não veem e assim vai indo, mas eu recomendei o filme por pouco se ter noção de como terrível fora as perseguições na Ásia, lugar onde por aqui [Brasil] se pensa haver só budistas desde sempre quando na verdade não era assim.