Foto da semana.

Fortaleza,  10 de setembro de 2019 – Frei Roberto, OFM Cap., rezando a Missa Tridentina na Igreja de São Bernardo, no centro de Fortaleza, no dia em que completou 99 anos. Créditos das imagens.

8 Comentários to “Foto da semana.”

  1. Lindo de se ver!!! Que Deus dê muitos anos mais de vida à ele, com muita saúde!!!

  2. Bonitas fotos! Elas nos fazem ver a beleza e a sacralidade da Santa Missa, em especialmente no Rito Tridentino (me desculpe se cometo algum erro ao dizer “rito tridetino”).

    Comentário teológicos à parte, gostei dessa notícia sobre o Frei Roberto. Não o conheço, mas sou admirador da Ordem dos Capuchinhos que está presente em minha cidade e, por isso, gosto de notícias relacionadas aos frades capuchinhos.

    Paz e bem!

  3. Só uma correção, as fotos em questão foram na Quaresma do ano passado. Não no dia 10 de setembro. Frei Roberto, não celebra comumente a missa tridentina, e hoje ele celebra somente na Capela interna do convento devido a idade.

  4. Em verdade, as fotos são do primeiro domingo da paixão de 2014. Sou o rapaz ajoelhado numa das fotos.

  5. Nada mais gratificante para um obreiro, “gastar ” sua vida na atividade. Como dizia Padre Lacordeire:” “Se minha espada está gasta, gastou-se no vosso serviço, Senhor!“. Que assim entre sua boa alma a Deus, servindo como vítima em seu Santo Altar.
    Aproveito o ensejo diante da sombra do Sínodo da Amazonia, para dizer que não faltam padres, mas sim bons padres. O mesmo que acontece, em quantidade, com o chamado êxodo rural, do interior, ocorre com os padres. Os grande centros, cidades, possuem mais padres do que as do interior, dos cantões. O que se piora com a falta de “amor a camisa” usando uma expressão futebolísitica, desses padres, Há ainda o desvio de função, no qual em vez de se dedicar ao bem das almas, acabando se tornando professores, palestrantes, animadores, showman, etc. Com isso as igrejas, os confissionários, ficam abandonados. Portando não faltam padres, mas sim bons e santos padres. Recordo que em uma paróquia do interior do Rio de Janeiro, o padre chegava a celebrar até 4 missas por domingo. Era uma necessidade, mas ele dava conta do recado. E ainda atendia confissões antes dessas missas. De sorte que não se justifica, ou melhor, essa desculpa esfarrapada de faltas de padres, para empurrar caprichos de grupos com má intenção. Aliás o celibato é uma condição sine qua non para entrega total, absoluta e irrestrita do padre ao sacerdócio. Nosso Senhor deixou bem claro que aquele que ama mais seu pai, sua mãe, filhos, esposa, marido, mais do que a Ele, não é digno dEle. Ao jovem rico que O queria seguir, também foi claro: as raposas tem sua toca, as aves o seu ninho, mas Eu, não tenho onde repousar cabeça. Antes aos Apóstolos falou que aqueles que deixaram TUDO para O seguir, receberão o cêntuplo neste mundo mais a vida eterna. Como não seria complicado para o padre não poder celebrar, a missa da manhã, porque precisou levar a esposa ao médico, ou o filho? Ter que adiar tal atendimento a um paroquiano porque estava almoçando com a família? Sem contar o comportamento “não católico”seja da mulher ou dos filhos, que o obrigaria a não corrigir algum fiel que viesse a cometer o mesmo erro. Apesar do celbato não ser “dogmático”, está claro nos Evangelhos e por conseguinte na Tradição Apostólica, ser uma condição indispensável para total entrega ao serviço de pescadores de almas. Nenhum candidato ao sacerdócio é obrigado ao celibato, mas quem dá o passo ao sacerdócio o faz de livre e espontânea vontade por amor ao Sump e Eterno Sacerdote. Almas deixarão de ser salvas não por falta de padres( pois Deus Nosso Senhor não pune ninguém que não teve condição de ter os meios sacramentais para se salvar, respeitando a lei natural). Está mais que claro que essa disculpa esfarrapada é para satisfazer a vaidade humana.
    Rezemos para que esses empedernidos no mal se convertam e volte para Deus, pois o mal que eles estão fazendo costurá muitas almas, e muito sofrimento ao Sagrado Coração de Jesus.

  6. Magnífico! Quem é de Nossa Senhora, é assim.