Um inimigo comum.

Por FratresInUnum.com, 15 de outubro de 2019 – Quando uma bactéria invade o corpo, todo o organismo se une para combatê-la. O doente toma antibióticos e, com este reforço, a batalha continua e os bombardeamentos não cessam até que o invasor ceda e seja expelido.

Embora ressentido, o corpo aprende a desenvolver resistência para opôr-se e se tornar cada dia mais forte ante a presença nefasta!

Desde março de 2013, os católicos do mundo sofrem a afronta diária de um papa que se comporta como seu antagonista. Ele recebe ateus e militantes homossexuais, respalda hereges, louva abortistas, rebaixa a Igreja à inaceitável condição de escrava do mundo, é um fanático das migrações que estão islamizando a Europa, apoiador de todos os regimes de esquerda do mundo, inclusive dos mais ditatoriais, recruta-se nas fileiras ecossocialista mais psicóticas e não para de atacar os católicos, de criticar os seus apostolados, de desprezá-los, inclusive retirando a mão para que não a beijem, num gesto de completa insensibilidade…

Francisco, porém, não percebe que foi longe demais. Está radicalizando e, assim, chamando para si a rejeição de todos os fiéis.

O Sínodo da Amazônia tem se mostrado verdadeiramente muito providencial, pois as máscaras estão caindo bem diante dos olhos dos mais desavisados. E o escândalo não para de aumentar.

Os gritos têm sido tão fortes que o próprio Vaticano, nos primeiros dias tão eufórico, teve de moderar a celebração de notícias. As críticas não param. Como disse Dom Orlando em sua homilia patética da festa da Padroeira, “estão fuzilando o Papa Francisco e o Sínodo da Amazônia”!

Francisco está conseguindo o que nunca ninguém conseguiu: ele está unindo todos os católicos verdadeiros em uma consciência comum de combate, mesmo aqueles que até agora não entendiam que a Igreja passa por uma crise, ou que tentavam minimizar o problema. Todos os que têm o dom teologal da Fé não estão mais indiferentes.  O povo já tem o alvo! Francisco, infelizmente, pôs-se na posição de inimigo e faz questão de se manter lá!

O apelo à autoridade papal já não lhe vale mais de nada, pois as pessoas vêem que ele ocupa apenas um cargo, mas não se posiciona à altura dele. Não se trata mais de reconhecer ou não que ele ocupa uma cadeira… As pessoas estão vendo que ele usa esta posição para revolucionar a Igreja.

Alguém dizia que o socialismo não consegue destruir o capitalismo, mas o transforma em um inferno. É exatamente assim que trabalha Bergoglio: ele não pode destruir a Igreja Católica, que é indefectível, mas ele está infernizando a vida de seus membros e todo mundo está percebendo isso claramente.

A chateação não cabe somente a ele, mas está sendo transferida a todos os que sustentam a sua agenda ou o defendem. De fato, Francisco encorajou os esquerdistas do clero a mostrarem a cara. Eles a estão mostrando e o povo está combatendo, e vai combater ainda mais.

A verdade é que não se fazem mais comunistas como antigamente. Dom Paulo Evaristo Arns visitava os militares e fazia muita diplomacia com eles, Dom Hélder não tirava a sua batina, visitava toda a Europa falando perfeito francês e discorrendo seus erros com sutileza e simpatia.

Atualmente, os eclesiásticos se comportam como ogros militantes. Ninguém os levará a sério! A desmoralização não foi obra de ninguém senão deles mesmos e de sua própria incompetência. Esta gente está se destruindo com uma aceleração inacreditável! São suicidas! Só lhes resta, mesmo, chorar e amargar a própria carranca diante do espelho.

12 Comentários to “Um inimigo comum.”

  1. O texto é verdadeiro mas infelizmente o autor está muito otimista na minha humilde opinião. Espero estar errado.

  2. Um fato positivo na era tenebrosa de Bergoglio, é provar (que o mundo realmente odeia cristãos, muito mais ainda a Igreja Católica), as máscaras estão caindo, tanto na esquerda conhecida por todos aqui, quanto na direita. Vejo direitistas ou antipetistas tendenciosos, desinformado e difamando a Igreja por causa do clero apóstata, por ignorância, mas também por muita má fé, pincipalmente da imprensa, onde por exemplo, um jornal antipetista daqui de Manaus apoiou a liberdade de expressão de uma “cantora” imoral atacar hipócriamente a canonização da irmã Dulce usando o Nome do Nosso Senhor Jesus, a redação chamou os católicos indignados pela afronta de intolerantes religiosos!

    Alerta aos verdadeiros católicos se lembrarem que a esquerda e a direita política são inimigas da Santa Igreja, basta constatar o que fizeram contra ela nos últimos séculos (Jo 15, 18-19) O Corpo de Cristo está acima desses conceitos mundanos. (Mateus 16,18)

    • Aqui os links referentes ao que publiquei horas atrás, sobre (tanto quanto a esquerda, a direita também é inimiga da Igreja), porque são do mundo, leia os meus comentários no primeiro link via Disqus para entenderem!

      https://www.google.com/amp/s/www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/16827/os-dragoes-da-fe.amp

      Os católicos são acusados de intolerantes religiosos por esse jornal antipetista, usando o estado laico para justificar a intolerância da protestante, além de espalhar as mesmas narrativa caluniosa e racista dos inimigos da Igreja sobre a catequese dos índios:

      https://www.maskate.news/marcia-fellipe-x-irma-dulce-cade-o-respeito/

      A Santa Igreja fundamentada na Sagrada Tradição, Magistério e Sagradas Escrituras está muito acima de conceitos políticos por ser o Corpo Místico de Cristo ( Colossenses 1,18) do qual o mundo odeia (João 15,18,) quem ataca Igreja também ataca Cristo, mesmo usando o pecado dos homens como pretexto!
      Por isso eu não defendo lado ideológico.

  3. Francisco trai a fé; a Providência trai Francisco.
    A falência do Vaticano: Providência trai Francisco.
    O déficit do Vaticano em 2018 foi de 70 milhões de euros, mais de 23% do orçamento, isso cria uma situação de “emergência “, escreve IlSole24Ore.com (14 de outubro). Quando o cardeal Pell era prefeito do Ministério da Economia e Libero Milone o revisor geral, o déficit era modesto. Francisco deixou ambas as posições vagas nos últimos dois anos. O orçamento do Vaticano se distingue entre a Santa Sé e o Governatorato. O déficit refere-se apenas à Santa Sé. Isso se deve a:
    • Muitos funcionários leigos.
    • Menos dinheiro dos Estados Unidos e da Alemanha.
    • Menos retorno sobre o investimento e o Banco do Vaticano.
    • Muitas viagens “apostólicas” que pedem que o proselitismo (Marrocos) não seja feito.
    • Sínodos caros que perturbam o depósito da Fé e afastam os católicos da prática religiosa.
    Como Deus pode recompensar um desastre espiritual? Lembremo-nos das palavras de Cristo: Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33. Se Francisco I não apenas não busca a salvação de si mesmo, mas também condena as almas fracas na fé, por pecados de ação e omissão, para não negar que não acredita no inferno ou na divindade de Cristo, ele certamente não pode esperar ser favorecido por Deus em questões menos transcendentes. en.news/M Ferraz

    • Ao Marcelino, esse pouco dinheiro vindo da Alemanha é por cta do afastamento dos alemães por se tornarem seculares ou por afastamento à conduta pastoral do papa Francisco?

    • Alerj, esta informação eu não tenho. Nos EUA esta acontecendo as duas coisas, mas não encontro muitas informações sobre a Alemanha. A maior parte dos site católicos que visito são de linguas inglesa e espanhola.

  4. Não apoio tudo o que é dito nesse site que postarei o link, mas a reportagem é uma excelente mostra dos reais problemas da Igreja Católica que a hierarquia eclesiástica insiste em não enxergar. Ao contrário, na cabeça de gente como sr. Brandes, o problema da igreja está no “tradicionalismo”. Em que mundo essa gente vive?:
    https://retelabuso.org/2019/10/14/i-figli-dei-preti-il-nuovo-scandalo-che-potrebbe-travolgere-il-vaticano/

  5. Texto maravilhoso, só faria uma ressalva mais pessimista, infelizmente: não são kamikazes pois não creem que morrerão junto, estão apenas destruindo a Igreja. Reparem as finanças do Vaticano, a impressão é que há um ralo drenando e que planejadamente levará à falência rápida. E que uma nova ordem de coisas, com novos recursos, tomará o lugar do que ainda vemos hoje. A infecção é muito mais ladina e grave do que imaginamos.

  6. Vejo as viúvas da comissão Ecclesia Dei e as concubinas do Vaticano II vertendo copiosas lágrimas de crocodilo por conta do festival de abjeções tribalescas promovido pelo Nefasto e demais “bispos” cultores do Vaticano II.

    Desesperados, acorrem aos altares de João Paulo II clamando auxílio, lêem alguma liturgia ecumenica, acendem um incenso para Buda, rodopiam como o padre Pinto, oferecem um sacrifício de sementes e frutas a Pacha Mama, recitam e beijam o Corão e esperam consolo…

    Pergunto, no entanto, em que difere o presente banquete de canibalismo doutrinal a convite de Bergoglio e aqueles que há décadas se realizam nos mesmos ambientes conciliares?

    Nada.

    O problema é que até a obscura entronização do Nefasto, não se havia tocado na ortodoxia da moral. Para os conservadores, tudo parecia bem, perfumado e brilhoso. Do alto de suas cátedras e de seus banquinhos de picadeiro, fulminavam seus anátemas de araque contra a humilhada tradilândia.

    Agora que o pirulito da ilusão conservadora lhes foi tirado, começaram a sentir na carne “o que é a dor de uma saudade”…

    • É como o liberalzinho modernex, que do alto do seu prédio, não se incomoda com a cracolândia pela vista, pouco se importa com os viciados, sendo ele mesmo um usuário de drogas; mas é só a cracolândia chegar no pé do seu prédio que ele começa a se desesperar — mas sem antes disso comprar sua droguinha com o traficante na esquina.
      As viúvas acharam que continuar a usar [moderadamente] a droga do Vaticano II não os faria ter com o problemas daqueles que estão 100% viciados. A cracolândia chegou, junto veio a Pachamama — todos os bons avisaram, e não foram poucas vezes.
      Quem foi que colocou Dom João Braz de Aviz no seu posto de destruidor? Não é preciso dizer mais nada.

  7. Muito bom editorial. Está escrito acima: “Todos os que têm o dom teologal da Fé não estão mais indiferentes”. Uma única exceção, eu diria: a moribunda Montfort….