Os bispos fizeram um pacto.

Por FratresInUnum.com, 20 de outubro de 2019 – Foi hoje, às 7 horas da manhã, na catacumba de Domitila. Cerca de 40 bispos celebraram uma missa, presidida por ninguém menos que Dom Claudio Hummes, em que selaram um pacto!

Não é a primeira vez que isto acontece. Em 1965, sob a liderança de Dom Hélder Câmara, alguns bispos firmaram um pacto no mesmo lugar, e este pacto serviu como base de ativação para toda a teologia da libertação, que explodiu nos anos seguintes.

A palavra “pacto” soa como algo demoníaco. É muito diferente da palavra “aliança”, usada no antigo testamento para designar os compromissos dos patriarcas com o Deus de Abraão.

Mas parece que os bispos da recém-fundada religião Amazônia não se incomodam muito com o demônio. A propósito, é bom que não nos esqueçamos daquilo que aconteceu no dia 4 de outubro, nos jardins Vaticanos, antes da abertura do Sínodo.

O diabo entronizado no Vaticano?

Foi uma cerimônia de consagração. Supostamente, a São Francisco de Assis. Mas, além de ali não haver nenhuma imagem do santo, a tal “oração de consagração” não foi senão um louvor pela criação, acompanhado anteriormente por um ritual pagão.

Estendidos sobre um pano, ao centro do jardim, estavam entronizadas imagens de falsos deuses: um ídolo com o órgão sexual masculino ereto e de tamanho desproporcional, uma deusa nua e grávida, a pachammama, e outras representações do paganismo indígena. Depois, eles todos se prostraram, com o rosto no chão, adorando a terra e invocando, com chocalhos, os espíritos da floresta.

Vale lembrar que, de início, o Vaticano afirmou que aquela imagem feminina, posteriormente carregada em adores pelos bispos, era Nossa Senhora (uma blasfêmia!), mas, depois, teve de reconhecer que não era. Na sala de imprensa, não se reconheceu, entretanto, que era um ídolo pagão, ninguém menos que a pachammama, Gaia, a quem chamam de mãe, pois, ao invés de se considerarem filhos de Deus, consideram-se filhos da terra.

Cenas de rituais pagãos como esses se tornaram comuns nos últimos dias em Igrejas romanas.

As imagens causaram indignação pelas redes sociais e enorme desconcerto em muitos fiéis, mas não podemos reduzir o seu significado a uma mera agressão interreligiosa, mais uma entre as dezenas já realizadas nas últimas décadas. Aqui, trata-se de uma consagração! E o Papa Francisco ali estava, presidindo aquele momento, consentindo em tudo o que acontecia.

Abriram o poço do abismo”

Não há neutralidade no mundo espiritual. São Paulo ensinou aos Coríntios que aquilo que os pagãos sacrificam, “sacrificam aos demônios” (1Cor 10,20). E ordena: “fugi da idolatria” (1Cor 10,14).

Pacto assinado com sangue ou urucum?

Satanás é astuto e se serve de todas as aberturas para poder entrar e destruir as almas. Imagine o que representa para ele que um papa abra as portas do Vaticano para todos aqueles ídolos e permita que sejam cultuados em um rito de consagração! O que pode acontecer com a Igreja? Ainda mais, o que significa 40 bispos fazendo um pacto dentro de um cemitério?

Em Apocalipse, São João diz: “vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E abriu o poço do abismo” (Ap 9,1-2).

Ninguém pode alegar que não viu a cerimônia de consagração no Vaticano. As imagens são públicas, não deixam margem para a dúvida! Os bispos, ao contrário, não aceitaram testemunhas. Expulsaram Bernardo Kuster, que tentou acompanhar o ato. O pacto que fizeram foi às escuras, abaixo da terra, sozinhos.

No exorcismo de Leão XIII, este Pontífice deixou registradas as seguintes palavras, para que meditássemos: “Eis que o antigo inimigo e homicida tem se erguido com impetuosidade. Transfigurado em ‘anjo de luz’ (2Cor 11,14), com a escolta de todos os espíritos malignos, cercou e invadiu a terra inteira, e se instala em todo lugar, com o desígnio de manchar ali o Nome de Deus e de Seu Cristo, de roubar as almas destinadas à coroa da Glória Eterna, de destruí-las e perdê-las para sempre. O dragão maldito transvasou, como rio imundíssimo, o veneno de sua iniqüidade em homens depravados de mente e corruptos de coração: incutiu-lhes o espírito de mentira, impiedade, blasfêmia, e seu hálito mortífero de luxúria, de todos os vícios e iniquidades. Os mais maliciosos inimigos tem enchido de amargura a Igreja, esposa do Cordeiro Imaculado, tem-lhe dado a beber absinto, tem posto suas mãos ímpias sobre tudo o que para Ela é mais sagrado. Onde foram estabelecidas a Sé do Beatíssimo Pedro e a Cátedra da Verdade como Luz para as Nações, eles tem erguido o Trono da Abominação e da Impiedade, de sorte que, ferido o Pastor, possa dispersar-se o rebanho”.

Precisamos abrir os olhos e tomar posição. Não se trata de uma divergência de opiniões, mas de uma batalha entre Cristo e satanás. Já é hora de despertar! Diante dos nossos olhos, o diabo foi entronizado no Vaticano.

Abaixo, o texto completo do Pacto que os bispos fizeram nas catacumbas.

Pacto das Catacumbas pela Casa Comum

Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana.

Nós, participantes do Sínodo Pan-amazônico, partilhamos a alegria de habitar em meio a numerosos povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, migrantes, comunidades na periferia das cidades desse imenso território do Planeta. Com eles temos experimentado a força do Evangelho que atua nos pequenos. O encontro com esses povos nos interpela e nos convida a uma vida mais simples de partilha e gratuidade.  Marcados pela escuta dos seus clamores e lágrimas, acolhemos de coração as palavras do Papa Francisco:

“Muitos irmãos e irmãs na Amazônia carregam cruzes pesadas e aguardam pela consolação libertadora do Evangelho, pela carícia de amor da Igreja. Por eles, com eles, caminhemos juntos”.

Evocamos com gratidão aqueles bispos que, nas Catacumbas de Santa Domitila, ao término do Concílio Vaticano II, firmaram o Pacto por uma Igreja servidora e pobre. Recordamos com veneração todos os mártires membros das comunidades eclesiais de base, de pastorais e movimentos populares; lideranças indígenas, missionárias e missionários, leigas e leigos, padres e bispos, que derramaram seu sangue, por causa desta opção pelos pobres, por defender a vida e lutar pela salvaguarda da nossa Casa Comum. À gratidão por seu heroísmo unimos nossa decisão de continuar sua luta com firmeza e coragem. É um sentimento de urgência que se impõe ante as agressões que hoje devastam o território amazônico, ameaçado pela violência de um sistema econômico predatório e consumista.
Diante da Trindade Santa, de nossas Igrejas particulares, das Igrejas da América Latina e do Caribe e daquelas que nos são solidárias na África, Ásia, Oceania, Europa e no norte do continente americano, aos pés dos apóstolos Pedro e Paulo e da multidão dos mártires de Roma, da América Latina e em especial da nossa Amazônia, em profunda comunhão com o sucessor de Pedro, invocamos o Espírito Santo, e nos comprometemos pessoal e comunitariamente com o que se segue:
1. Assumir, diante da extrema ameaça do aquecimento global e da exaustão dos recursos naturais, o compromisso de defender em nossos territórios e com nossas atitudes a floresta amazônica em pé. Dela vêm as dádivas das águas para grande parte do território sul-americano, a contribuição para o ciclo do carbono e regulação do clima global, uma incalculável biodiversidade e rica socio diversidade para a humanidade e a Terra inteira.
2. Reconhecer que não somos donos da mãe terra, mas seus filhos e filhas, formados do pó da terra (Gn 2, 7-8),  hóspedes e peregrinos (1 Pd 1, 17b e 1 Pd 2, 11), chamados a ser seus zelosos cuidadores e cuidadoras (Gn 1, 26). Para tanto, comprometemo-nos com uma ecologia integral, na qual tudo está interligado, o gênero humano e toda a criação porque a totalidade dos seres são filhas e filhos da terra e sobre eles paira o Espírito de Deus (Gn 1, 2).
3. Acolher e renovar a cada dia a aliança de Deus com todo o criado: “De minha parte, vou estabelecer minha aliança convosco e com vossa descendência, com todos os seres vivos que estão convosco, aves, animais domésticos e selvagens, enfim, com todos os animais da terra que convosco saíram da arca (Gn 9, 9-10 e Gn 9, 12-17).
4. Renovar em nossas igrejas a opção preferencial pelos pobres, em especial pelos povos originários, e junto com eles garantir o direito de serem protagonistas na sociedade e na Igreja. Ajudá-los a preservar suas terras, culturas, línguas, histórias, identidades e espiritualidades. Crescer na consciência de que estas devem ser respeitadas local e globalmente e, consequentemente favorecer, por todos os meios ao nosso alcance, que sejam acolhidas em pé de igualdade no concerto mundial dos demais povos e culturas.
5. Abandonar, como decorrência, em nossas paróquias, dioceses e grupos toda espécie de mentalidade e postura colonialista, acolhendo e valorizando a diversidade cultural, étnica e linguística num diálogo respeitoso com todas as tradições espirituais.
6. Denunciar todas as formas de violência e agressão à autonomia e direitos dos povos originários, à sua identidade, aos seus territórios e às suas formas de vida.
7. Anunciar a novidade libertadora do evangelho de Jesus Cristo, na acolhida ao outro e ao diferente, como sucedeu com Pedro na casa de Cornélio: “Vós bem sabeis que a um judeu é proibido relacionar-se com um estrangeiro ou entrar em sua casa. Ora, Deus me mostrou que não se deve dizer que algum homem é profano ou impuro” (At 10, 28).
8. Caminhar ecumenicamente com outras comunidades cristãs no anúncio inculturado e libertador do evangelho, e com as outras religiões e pessoas de boa vontade, na solidariedade com os povos originários, com os pobres e pequenos, na defesa dos seus direitos e na preservação da Casa Comum
9. Instaurar em nossas igrejas particulares um estilo de vida sinodal, onde representantes dos povos originários, missionários e missionárias, leigos e leigas, em razão do seu batismo, e em comunhão com seus pastores, tenham voz e voto nas assembleias diocesanas, nos conselhos pastorais e paroquiais, enfim em tudo que lhes compete no governo das comunidades.
10. Empenhar-nos no urgente reconhecimento dos ministérios eclesiais já existentes nas comunidades, exercidos por agentes de pastoral, catequistas indígenas, ministras e ministros e da Palavra, valorizando em especial seu cuidado em relação aos mais vulneráveis e excluídos.
11. Tornar efetiva nas comunidades a nós confiadas a passagem de uma pastoral de visita a uma pastoral de presença, assegurando que o direito à Mesa da Palavra e à Mesa de Eucaristia se torne efetivo em todas as comunidades.
12. Reconhecer os serviços e a real diaconia do grande número de mulheres que hoje dirigem comunidades na Amazônia e procurar consolidá-los com um ministério adequado de mulheres dirigentes de comunidade.
13. Buscar novos caminhos de ação pastoral nas cidades onde atuamos, com protagonismo de leigos e jovens, com atenção às suas periferias e aos migrantes, aos trabalhadores e aos desempregados, aos estudantes, educadores, pesquisadores e ao mundo da cultura e da comunicação.
14. Assumir diante da avalanche do consumismo um estilo de vida alegremente sóbrio, simples e solidário com os que pouco ou nada tem; reduzir a produção de lixo e o uso de plásticos, favorecer a produção e comercialização de produtos agroecológicos, utilizar sempre que possível o transporte público.
15. Colocar-nos ao lado dos que são perseguidos pelo profético serviço de denúncia e reparação de injustiças, de defesa da terra e dos direitos dos pequenos, de acolhida e apoio a migrantes e refugiados. Cultivar amizades verdadeiras com os pobres, visitar as pessoas mais simples e os enfermos, exercitando o ministério da escuta, da consolação e do apoio que trazem alento e renovam a esperança.

Conscientes de nossas fragilidades, de nossa pobreza e pequenez diante de tão grandes e graves desafios, confiamo-nos à oração da Igreja. Que sobretudo nossas Comunidades Eclesiais nos socorram com sua intercessão, afeto no Senhor e, sempre que necessário, com a caridade da correção fraterna.

Acolhemos de coração aberto o convite do Cardeal Hummes para nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo nestes dias do Sínodo e no retorno às nossas igrejas:

“Deixem-se envolver no manto da Mãe de Deus e Rainha da Amazônia. Não deixemos que nos vença a auto-referencialidade, mas sim a misericórdia diante do grito dos pobres e da terra. Será necessária muita oração, meditação e discernimento, além de uma prática concreta de comunhão eclesial e espírito sinodal. Este sínodo é como uma mesa que Deus preparou para os seus pobres e nos pede a nós que sejamos aqueles que servem à mesa”.

Celebramos esta Eucaristia do Pacto como “um ato de amor cósmico. “Sim, cósmico! Porque mesmo quando tem lugar no pequeno altar duma igreja de aldeia, a Eucaristia é sempre celebrada, de certo modo, sobre o altar do mundo”. A Eucaristia une o céu e a terra, abraça e penetra toda a criação. O mundo saído das mãos de Deus, volta a Ele em feliz e plena adoração: no Pão Eucarístico “a criação propende para a divinização, para as santas núpcias, para a unificação com o próprio Criador”. “Por isso, a Eucaristia é também fonte de luz e motivação para as nossas preocupações pelo meio ambiente, e leva-nos a ser guardiões da criação inteira”.

Catacumbas de Santa Domitila
Roma, 20 de outubro de 2019

25 Comentários to “Os bispos fizeram um pacto.”

  1. “Ajudá-los a preservar suas terras, culturas, línguas, histórias, identidades e espiritualidades”

    Como fica a história, a tradição e a espiritualidade da Igreja? Esses bispos não acreditam em Deus, não defendem a Igreja nem o povo verdadeiramente católico. O que querem é agradar as fundações internacionais $, fonte do seu verdadeiro deus que é o dinheiro. Ideólogos, safados, a igreja não é a casa da mãe de vocês, canalhas! A verdade seja dita!

  2. A religião da ONU (a sinagoga de satanás) foi refundada, agora dentro do Vaticano, pelas mãos de um
    papa e seus piores bispos.

  3. Que horror!
    Uma ode ao paganismo.
    Um escândalo demoníaco.
    Satanás samba nas catacumbas, escarnece do povo ignorante e pisa nos restos mortais de Santa Domitila!

  4. Absurdamente demoníaco.
    Esses prelados já não possuem a Fé Católica! Falta-lhes o bom senso de sair de vez da Igreja de Cristo e fundar uma nova religião.

  5. No livro Windswept House (A casa varrida pelos ventos), escrito pelo Padre e ex-Jesuíta Malachi Martin (conhecedor do 3º Segredo de Fátima), ele denuncia uma suposta cerimônia satânica realizada dentro de uma da principais capelas do Vaticano, em conjunto com uma ainda mais abominável ainda em uma Igreja nos Estados Unidos. Tal abominação serviria para a entronização do Arcanjo Lúcifer na Igreja.
    No papado de João Paulo II também foi destruído um símbolo ocultista na sala Paulo VI no Vaticano. Aliás, a Sala Paulo VI é uma Serpente.
    Todas as obras de Malachi Martin são fantásticas!
    http://www.montfort.org.br/bra/cadernos/religiao/casa_varrida_ventos/

  6. Silêncio ensurdecedor dos cleaners do meu Facebook. Antes que perguntem porque não os excluo: mantenha-os ainda porque quero ver a reação ao final do Sínodo. Até tirei print de uma publicação de um deles esses tempos atrás.

  7. Que mau gosto pra tudo essa gente anacrônica e cafona tem. E até o pretexto deles de defender o bem da “casa comum” não faz sentido, pois eles mesmos agravarão a IRA de Deus sobre eles e todos nós. Por sua “imperícia” e “imprudência” ao agirem como doidivanas desconhecendo que DEUS existe e lhes é SUPERIOR, que bela “casa comum” subsistirá. Felizmente, a casa comum dos verdadeiros católicos será outra, e à prova desses impostores decadentes.

  8. Curioso, né? Para isso vestiram espontaneamente as vestes litúrgicas….

  9. Teologia da Libertaçao eh na verdade Diabologia da Escravizaçao… a Satanas. A profecia de Daniel se completando na integra…

  10. O problema é que voltarão com as diretrizes de mudar a missa, mudar a catequese. Atacar os que querem ensinar corretamente. Eu dou catequese tradicional, já indo contra as diretrizes do “querigma”. Imagine com o padre na minha orelha pedindo para mudar isso ou até me “desidratando”. Onde celebraremos corretamente os sacramentos? A resistência do clero bom é pífia… só silêncio e apatia. Só vejo resistência por parte de alguns leigos, que sinceramente não verei muito resultado… Só por milagre mesmo.

  11. “O papel do sacerdócio consiste em consagrar o mundo para que se converta em uma hóstia viva, em uma liturgia: como a liturgia não pode ser algo posto à margem da realidade do mundo, o próprio mundo deve ser tornar uma hóstia viva, uma liturgia. Esta é também a grande visão de Teilhard de Chardin: no fim nós realizaremos uma verdadeira liturgia cósmica, em que o cosmos se tornará uma hóstia viva.

    “E vamos rezar ao Senhor para nos ajudar a sermos sacerdotes neste sentido, para ajudarmos na transformação do mundo, em adoração a Deus, começando por nós mesmos. Que nossas vidas possam falar de Deus, que nossas vidas possam ser uma verdadeira liturgia, um anúncio de Deus, uma porta através da qual o Deus distante possa se tornar o Deus presente, e assim realizarmos uma verdadeira entrega de nós mesmos a Deus.” (cf. BENTO XVI ELOGIA A LITURGIA CÓSMICA DE TEILHARD DE CHARDIN)

  12. Poderia ser isso, levaria jeito: Alguns pregadores manterão silêncio sobre a verdade, enquanto outros irão pisoteá-la e negá-la. A santidade de vida será desprezada até pelos que exteriormente a professam, pois, nesses dias, Nosso Senhor Jesus Cristo enviar-lhes-á não um pastor verdadeiro mas um destruidor.
    https://odogmadafe.wordpress.com/2019/03/04/profecia-de-sao-francisco-sobre-um-futuro-papa-que-destruira-a-igreja/

  13. “No pão eucarístico a criação propende para a divinização, para as santas núpcias, para a unificação com o próprio Criador”. A Eucaristia não é mais o memorial do Sacrifício redentor de Cristo, o único Sacrifício que se consumou cruentamente sobre a cruz, e que se torna real e sacramentalmente presente sobre nossos altares sob as espécies consagradas do pão e do vinho, que se transubstanciam no Corpo e no Sangue do Senhor. Nada disso! Agora, a Eucaristia é o rito para a divinização da natureza, até que esta se una e se confunda com o próprio Criador. Para mim, isto é panteísmo, profanação, blasfêmia e heresia! E são bispos os que fazem tal afirmação. E a partir desta concepção, querem criar o rito amazônico!!! Que Deus tenha misericórdia da Santa Igreja e que a Virgem Santíssima interceda por nós.

  14. Traidores da Santa Igreja Um Cardeal aposentado fazendo rituais dentro de um cemitério.?Pacto??
    Deve estar caducando….
    Me reportou a um ritual Satânico
    A mão de Deus irá pesar…
    Mas vamos continuar orando …q Nsa Senhora intervenha …ela é mãe da Igreja..e não deixará q destruam a Igreja de seu filho .
    Perceverar na oração!

  15. Esta estratégia de estabelecer um “pacto” é realmente insidiosa, pois o tal “pacto” se torna, depois, um pretexto para “expurgar” os bispos, sacerdotes, missionários e missionárias que não concordam com esta visão. E os próximos passos já são conhecidos: primeiro, são acusados de não estarem em “comunhão” com os demais pastores, de não viverem a colegialidade e sinodalidade; em seguida, entra em ação o “batalhão de choque” e surge alguma denúncia de assédio sexual ou moral, e também de desvio de dinheiro; em terceiro lugar, após um processo sumário na Congregação da Doutrina da Fé, chega uma setença, inapelável, de remoção de Ofício ou mesmo de destituição do estado clerical ou de demissão do Instituto Religioso; enfim, para sepultar o defunto, as denúncias são entregues à justiça civil para que o indivíduo vá literalmente para a cadeia! Este é um momento de terror e de perseguições! E o mais triste é que a perseguição não vem de inimigos externos, mas surge no interior da própria Igreja, ou seja, é obra do Inimigo maligno que dissemina todo tipo de divisões. Permanece inabalável, entretanto, a promessa de Nosso Senhor: “As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja!”.

  16. Valha-nos Deus Todo Poderoso e Sua Mãe Santíssima… a hora escura chegou! Tenha piedade de nós pois estamos abandonados, os pastores dispersaram o rebanho!

  17. Tive a informação, me perdoem por não lembrar os nomes, que a tempos a grande loja maçônica, olho do oriente se não me engano, se reuniu em Paris, sob a batuta de tal grão mestre de não sei das quantas, com todos os representantes das lojas pelo mundo e decidiram que depois de tentarem derrotar o inimigo (A Igreja de Católica) de fora era hora de nova estratégia, atacar desde dentro das fileiras da Igreja. Disse que seriam seminaristas e assim seria ordenados padres, como padres chegariam a bispos e como bispos a cardeais. Como cardeais teriam direito a voto e assim elegeriam “o nosso papa”. Bem, eles conseguiram!

  18. Misericórdia! Vem Senhor JESUS, em socorro de vossa Igreja atribulada! Oh! É preciso rezar não só pela conversão dos pecadores (pagãos) mas pela conversão e santificação do Clero; afinal, eles são Sacerdotes. É claro que eles estão errados, isso é indiscutível, mas mesmo assim, precisamos rezar pela conversão e salvação deles. Pois apesar, eles são nossos irmãos em CRISTO, e DEUS os ama… JESUS derramou o Sangue por eles também; e também por eles, JESUS disse: “Pai, perdoai-lhes…” Se nós só criticarmos nossos Bispos e não rezarmos por eles, não estaremos cumprindo o mandato de caridade de JESUS: “Rezai pelos vossos inimigos, fazei o bem àqueles que vos perseguem…” E o melhor bem que podemos desejar para eles, é a conversão e salvação da alma deles, por amor à JESUS! Vejam este artigo: https://pequenoapostolado.blogspot.com/p/sacerdotes.html

  19. Caros irmãos em Cristo:
    É a concretização da Profecia de la Salette:
    “E Roma perderá a fé e se tornará a sede do anticristo.”
    Rezemos aos Corações Sacratíssimos de Jesus e Maria para que tenham piedade de nós!
    Está falsa igreja tomou-nos os Templos, mas jamais nos tomara os corações, às nossas almas e a nossa Fé!
    Viva Cristo Rei!

  20. As glosas de David de Dinand ao “De hebdomadibus” de Boécio foram refutadas tantas vezes que o panteísmo saiu de moda há uns 800 anos… Em todo caso, na questão 21 do seu “De veritate”, São Tomás faz belo resumo da estupidez de Dinand e a refuta com certo desdém.

    Quanto a certos tipos hodiernos que se prestam a ficar quatro para terem o focinho mais perto da Mãe Gay a, resta observar, com tranquilidade, que não eles têm sucessores: o futuro é nosso e o triunfo será completo.

    • Os tipos hodiernos sem sucessores são obviamente os sucessores de Judas signatários da excrescência acima reportada. Espero que alguém faça reparação em Santa Domitila pelo show das sem-noção pelancudas e carcomidas.

  21. Pacto X Aliança
    Pacto é diabólico. Aliança é divina. Pacto é provisório (Pacto de Varsovia). Aliança é Eterna (descendentes de Abraão).
    Pacto é secreto. Aliança é transparente.
    Simples assim!

  22. Vergonhoso esse pacto! Parece mais com um “Pacto de Apostasia”. Apesar de paramentados, os signatários das fotos não parecem estar com o famigerado “anel de tucum” nos dedos – já está impresso nas almas deles. Mas não entreguemos os pontos, pois Jesus, Nosso Redentor, não faz promessas vãs e está com Sua Igreja Católica Apostólica Romana. Os dois pactos, o atual e o ocorrido no CVII, suscitam reparações e desagravos. Santa Domitila, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem e rogai por todos nós! São Frei Galvão, rogai por nós! Venerável Papa Pio XII, rogai por nós! São Paulo da Cruz, fiel servo de Maria, rogai por nós! São Gabriel da Virgem Dolorosa, descanso dos cansados, rogai por nós! São Vicente Maria Strambi, rogai por nós! Papa São Eleutério, rogai por nós! Imaculado Coração de Maria, sede a nossa salvação!

  23. Gente, “Todos estamos interligados como se fôssemos um”, se isso não é Panteísmo descarado, onde tudo, no fundo, constitui um único ser.
    A primeira musica também trata de unidade plena, não em Deus, mas pelo homem que deseja ser Deus.
    Ah lá Serpente!