Dom Azcona sobre Pachamama: “Detrás de um ídolo, há um demônio”.

Homilia de  domingo, 27 de outubro, na Basílica santuário de Nazaré, em Belém, proferida pelo Bispo emérito da Prelazia do Marajó (PA), Dom José Luiz Azcona Hermoso.

9 Comentários to “Dom Azcona sobre Pachamama: “Detrás de um ídolo, há um demônio”.”

  1. Pelo que estou sabendo, não existe mais pachamama.
    O nome agora é Pachateta.

  2. Dom Azcona sabe que terá que prestar contas a Deus, e age conforme isso. Se mais bispos e padres tivessem esse zelo, não estaríamos em uma situação tão ruim.

  3. Dom Azcona está lavando a alma em cima dos participantes de pseudo Sínodo da Amazonia, cujo nome real é “Sínodo das Serpentes Endiabradas das Esquerdas-Ordo Mundialistas” e o papa Francisco-TL-L Boff – esse camufladamente – seria os intentores dessa mais descarada fraude!
    E certamente continuará nesse trabalho de desmascarar os insensatos dessas bestiais asneiras e medidas estúpidas tomadas nesse pagão, Sínodo da Amazonia, anti cristão, cristianófobo e contra os lobos vorazes compartilhantes das ideias capciosas e malucas dele!

  4. Ainda há santos pastores na minha IGREJA!!!

  5. Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum — realmente, como é bom estarmos juntos de um bom pastor.

  6. É muito bom ouvir de um bispo a verdade, parece um raio de sol na noite escura, mas vou dizer o que ninguém quer ouvir: dom Azcona está se aproveitando de uma circunstância. Qual circunstância? Da circunstância de ele agora está na condição de bispo emérito. Em 2009, dom José Cardoso Sobrinho disse que estavam excomungados aqueles que consentiram e aqueles que executaram o aborto em uma menina de poucos anos de vida que estava grávida, apanhou de sozinho de todos os lados. Onde estava dom Azcona? Outro exemplo: Em 2010, dom Luis Bergonzini (finado bispo de Guarulhos) fez vigília na frente do STF contra a aprovação do aborto. Dom Azcona era titular ordinário, mais uma vez eu pergunto: o que ele fez? Por que não se juntou ao irmão bispo que gritava contra a blasfêmia abortista na suprema corte?
    Meu argumento e minha dor são estas: por a boca no trombone quando se está fora do cargo é muito cômodo, se adquire certa notoriedade, não tem mais como se queimar com as autoridades vaticanas e ganha cartaz de herói. O meu sonho é ver no Brasil alguém como Raymond Burke que, estando no cargo com mandato efetivo e com o risco de perder tudo (como de fato aconteceu) ter a coragem de ser a voz opositora, de ser João Batista, de desagradar a prostituta Herodíades, aí sim. Será que é pedir demais? A história já mostrou que a Terra de Santa Cruz consegue produzir um bispo do quilate de João Batista, aí estão dom Geraldo de Proença Sigaud e Antônio de Castro Mayer, ou seja, nós podemos. Enquanto Deus não nos concede a graça, rezemos por dom Azcona e pelos demais bispos.
    Dá pra entender claramente por que a Bíblia repete tantas vezes “Não tenhais medo”. De fato, ter coragem é a coisa mais difícil desta vida porque nosso pecado e nossa eterna vontade de ficar bem com todos acabam por nos encurralar no cantinhos dos meninos bem comportados que às vezes ganham chocolates da mamãe, às vezes ganham paróquias ou dioceses mais ricas, às vezes ganham um barrete vermelho e por aí vai. São poucos. São muito poucos os que têm a coragem de João Batista.

    • Antônio Chagas, porque ficar procurando omissões no passado de Dom Azcona? Não é muito mais importante o que ele faz agora? Porque ficar perguntando ‘onde estava Dom Azcona quando…’? Não seria melhor perguntar onde estão os outros bispos agora?

  7. Pachamama é uma tripla fraude.
    Esse nome refere-se a uma entidade cultuada no altiplano andino, não tem nada a ver com a Amazônia.
    O ídolo entronizado em Roma é uma pura fabricação “ad hoc”. Não seria reconhecido sequer pelos índios andinos, e muito menos pelos da floresta, cujas primitivas crenças não comportam a adoração de ídolos antropomórficos.
    É tipicamente uma fabricação de “índios” urbanos, cultores do “xamanismo New Age”, da “Wicca” californiana, e do druidismo pós-moderno de fim-de-semana em Stonehenge.
    Trata-se de um paganismo pré-fabricado inteiramente carnavalesco, que será exibido ao mundo como legítima manifestação cultural dos “povos da floresta”, mas que para eles é tão estranha como a religião da ufologia.
    Mas não importa. O que interessa é afastá-los do Cristianismo, a religião opressora imposta pelo colonialismo, e que a maioria deles já adotou.