Operação anestesia.

FratresInUnum.com, 9 de fevereiro – Prepare-se! Os passadores de pano já estão preparados e começam a desempenhar o seu ofício: anestesia geral em todos os católicos do Brasil.

Resultado de imagem para anestesiaA operação destinada a desviar o foco do escândalo não está dando certo. Os católicos continuam a se manifestar pelas redes, o povo já percebeu do que se trata essa campanha e os bastidores estão se mobilizando para o mais pérfido trabalho de desinformação, que consiste em pedir às vozes de confiança dos católicos que se manifestem com algum tipo de “deixem disso”, “parem com isso”, “voltemo-nos à oração”, “acalmem-se”, “deixem nas mãos de Deus” etc.

Já existem áudios circulando com bispos falando mansamente, quase com voz de choro, e dizendo que tudo não passa de uma “graaaaande” confusão, que os leigos não podem se arrogar voz episcopal, que todos devemos confiar plenamente na CNBB.

Padres com pretensões mitríferas e leigos bajuladores fazem postagens se vitimizando, apelando à misericórdia dos leitores e dizendo que os católicos perplexos não sabem o que é pegar uma vassoura e varrer uma sacristia… É ruim demais!

Não é de se estranhar que, mediante ameaças e manipulações, a alta cúpula cnbbística queira chamar em causa algum eclesiástico, desses que são continuamente espezinhados por ela, algum carismático ou mesmo algum tradicionalista: afinal de contas, é para isso que eles servem, são como chicletes que, uma vez mascados, são cuspidos de volta no lixo.

Falta a esses senhores a humildade de reconhecer que eles erraram feio, que o que está acontecendo é um grande vexame, que os católicos têm todo o direito de manifestar a sua posição, que não há nada mais razoável do que isso. Enquanto eles quiserem manter a pose de infalíveis, de inatingíveis, enquanto não descerem do salto e confessarem a sua própria falha, todos continuarão a se manifestar fortemente, pois a situação é drástica em si mesma, não se trata de uma questão de explicação.

Precisamos ficar atentos e não permitir que os anestesistas mobilizem o nosso corpo. Eles querem nos convencer de que somos paralíticos e incapazes, enquanto usam a nossa Igreja para divulgar as suas heresias. Não voltaremos atrás! Fora com os anestesistas!

9 Comentários to “Operação anestesia.”

  1. Não, eles não erraram feio. Eles fizeram exatamente oq queriam. Não houve erro, mas uma tremenda má fé!

  2. Sendo um pouco delicado, é bom lembrar que existe aquele ditado bem conhecido do qual serei eufemístico em mencioná-lo: quanto mais nela mexer, mais vai feder.
    O “nela” todos já sabem do que se trata.
    Só os CNBBestas não sabem.

  3. O Bispo de Formosa,Goias em sua ultima homilia, se mostrou indignado com a Campanha da Fraternidade 2021, em sua pregação ele foi claro, “Esqueçam da Campanha da Fraternidade”

  4. Até pouco tempo atrás, a postura pública da Igreja (oriunda do Vaticano II) era a de aconselhar aos homossexuais a que guardassem a castidade. Agora, a mesma Igreja (oriunda do Vaticano II) “liberou geral”: desdizendo-se com a maior cara de pau, passa a apoiar a agenda homossexual sem fazer qualquer contraponto. É bom ter em mente que o “caminho sinodal” da Conferência Episcopal alemã prevê a implantação do assim chamado casamento homossexual.

    Este é um aspecto, digamos “intra muros”, do problema. Outro, bem distinto, embora conexo, é a questão da violência por que, não raro, passam as pessoas homossexuais: Eu não concebo a imagem de algum Santo ou mesmo a do Senhor praticando alguma violência por conta dessa questão. Não é chutando alguém que se consegue atrair para o Evangelho.
    Também não é dizendo que “está tudo bem”, vá adiante e não esqueça de cuidar da saúde…

    O problema para o qual não atinam os bispos é o de que a agenda gay é parte de um pacote político que, em TODAS as partes, promove causas como a do aborto. Logo veremos a fúnebre e desorientada CNBB advogar publicamente a legalização do aborto como “direito reprodutivo”. É claro que esse termo é contraditório, mas a CNBB não liga para as contradições…

    Disse que a CNBB “advogará publicamente” a legalização do aberto, pois parece demasiada ingenuidade pensar que já não o faça em privado.

  5. Não conseguindo a CNBB nos convencer nem por autoridade do cargo, quer apelar para outra estratégia – das dúbias vacinas – cujas fabricantes desde antemão já se eximiram que quaisquer efeitos colaterais advindos, quer graves ou não – pode-se sucumbir numa dessas?
    Está achando sermos hamsters para experimentos laboratoriais?
    Nem quer saber para eventual imposição delas que já causaram mortes, que uma vacina demora um mínimo de 05 anos para passar por várias testes e fases de experimentos, possuirem efeitos positivos e as atuais de cunho político-anestésicas possuem eficiência parcial, fazendo-nos de cobaias e quer que caiamos nessa chantagem?
    O governo britãnico admite que as vacinas são razoavelmente inúteis por não protegerem contra reinfecção e os cidadãos devem manter os procedimentos como antes: distanciarem-se, fecharem-se o quanto possam, mascararem-se até que apareça uma vacina eficiente e o consenso científico em 2020 era mais de atemorizar e poder impor por coerção para projetos obscuros da NOM!

  6. Não podemos nos calar, até porque se avizinha uma dramática situação inaudita na história da Igreja. Com efeito, boa parte do Clero está alinhada com as pautas da esquerda, inclusive a ideologia do gênero. Ora, eles estão questionando a existência do gênero, que tal é uma construção íntima advinda de compressões intectuais ou culturais, e que, portanto, é um direito da pessoa escolher seu sexo consagrando a transexualidade. Pois bem. No futuro não muito distante poderá ocorrer que uma mulher venha a se entender como homem, e nesta nova perspectiva pretenda ser padre. Como é sabido que somente homens podem ser sacerdotes, então sob a influência da ideologia do gênero, tão cara da esquerda católica, muito provavelmente a Igreja terá que receber um transexual como padre. Dificilmente a ala modernista da Igreja resistirá de tal circunstância posto que a resistência colocará todo o discurso progressista no precipício, pois como é possível a Igreja defender os direitos dos GLT+,…etc, e ao mesmo tempo proibir que transexuais sejam padres? De outra feita, se ocorrer está situação por certo ocorrerá a grita das mulheres (progressistas), pois argumentarão que como é possível transexual ser sacerdote, embora mulher nos primórdios, e não aquelas que não transmudaram. Portanto, estamos à beira do umbral do caos total dentro da Igreja justamente pela aceitação convicta, ou por conveniência, de uma teoria que afronta a natureza. Ademais, lamento usarem os homossexuais como massa de manobra de uma operação revolucionária sem precedente na história da humanidade.

  7. A CNBB é coerente com a posição do papa Francisco Bergoglio. A CF2021 traduz o mesmo pensamento dele, só que em palavras mais diretas. Os padres, bispos e leigos que seguem fielmente Bergoglio, deveriam agir exatamente dessa forma. Isso seria tirar as consequências lógicas de seus pronunciamentos. Há uma classe de retardados que insistem em dizer que “ninguém pode julgar o Papa” e daí tiram a conclusão pueril e idiota que não se pode falar um ai sequer de Francisco. Ora, qualquer um sabe que não há nenhuma autoridade no mundo com poder de julgamento do Papa, pois ele se subordina diretamente a Cristo. Mas isso não implica que devemos agir como cegos e surdos e não reconhecer os desmandos absurdos dele. Constatar erros de Francisco não são julgamentos nesse sentido, da mesma forma que ninguém pode julgar o criminoso, a não ser o Juiz da Vara Criminal na qual corre o processo. Essa obviedade é patente mas os defensores intransigentes de Francisco sequer percebem tal contradição.

  8. Que bonito ver a Igreja dando sinais que está despertando … Isso se chama “sensus fidelium”, é Deus falando uma vez mais pela boca do povo…
    Lendo a “nota” da CNbB se vê como tentam defender o indefensável, falam e não explicam nada… Eu me pergunto sempre: Qual a necessidade de colocar esse evento (CF) justo no tempo de introspecção que é a Quaresma, sendo que temos quase 30 domingos de Tempo Ordinário em que Cristo nos mostra como deve ser nossa ‘ação social’…

  9. Agradeço ao Senhor Jesus Cristo pelo trabalho executado por este sítio na internet, que nos mantém bem informados daquilo que diz respeito à Santa Igreja e à nossa fé, a única que leva à salvação. Penso, no entanto, que talvez haja alguma ingenuidade ou otimismo infundado (percebo isto há algum tempo) quando se espera que os bispos (não todos, é claro, mas a maioria, provavelmente) irão mudar de direção devido ao apelo dos fiéis. Não temos que pedir que eles corrijam seus erros e que abandonem seu “descolamento” da realidade. Por um motivo muito simples: são apóstatas! Portanto, temos que pedir a Deus pelas suas conversões! Como alguém que não enxerga seu erro poderá corrigir-se?

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