STF decide que o Estado pode impedir cultos presenciais. O silêncio dos bispos e a reação dos católicos.

Por FratresInUnum.com, 9 de abril de 2021 – Por 9 votos contra 2, o Supremo Tribunal Federal decidiu que os Estados e Municípios têm o direito de impedir as missas e cultos religiosos presenciais. Enquanto isso, o silêncio da CNBB grita e acusa o seu consentimento diante de uma decisão que deixa os católicos perplexos. 

Mas, e se a votação do STF tivesse sido favorável às Igrejas e deixasse o assunto para a discricionariedade dos bispos? A conclusão seria a mesma: a maioria dos bispos manterias as Igrejas fechadas. A única diferença que a decisão teve, em relação aos católicos, foi a de tirar o peso desta decisão dos ombros dos nossos prelados. O que muito lhes conveio! 

Já na noite de sábado, 3 de abril, Vigília Pascal, a liminar do ministro Nunes Marques liberava a celebração pública das missas, o que favoreceria os fieis que quisessem ao menos assistir a Missa de Páscoa. Houve bispos e padres que decidiram abrir imediatamente as igrejas, tomando todas as precauções sanitárias que o momento exige; precauções, diga-se de passagem, que não podem ser tomadas nos ônibus e trens superlotados, que o nosso povo precisa tomar todas as manhãs para tentar sobreviver no meio desse caos econômico.

A maioria dos bispos, porém, a despeito da liminar, resolveu manter as Igrejas fechadas. Há poucos minutos, o Governador João Dória Júnior disse que o Estado de São Paulo progride da fase emergencial para a fase vermelha, mas que os templos continuam fechados e o Paulistão volta a rodar (por pura pressão da Federação Paulista de Futebol).

Em outras palavras, está provado que as decisões dependem da pressão das autoridades eclesiásticas, cuidadosamente omitida por razões ideológicas.

A propósito, a decisão do STF deve ter sido comemorada efusivamente pela CNBB, que aderiu à seguinte lei: Igrejas vazias e cofres cheios, não deixem de doar.

Durante a Audiência Pública, nenhum bispo ou padre compareceu; foram apenas pastores e representantes de Igrejas evangélicas e um (hum, 01, one) católico que representou todos os fieis que desejam receber os sacramentos. A defesa de Taigara Fernandes, além de brilhante, trouxe outras realidades à tona.

Em primeiro lugar, por que não havia ali nenhum representante da CNBB ou mesmo algum bispo ou padre? Será que não existem clérigos que tenham posições divergentes a respeito, já que o assunto não é dogmático? Por que os bispos contrários à abertura das Igrejas não pediram voz e preferiram agir nos bastidores? Por que os bispos favoráveis também não resolveram falar? 

O motivo é simples: politicagem eclesiástica. Os favoráveis a que o Estado determine o fechamento das Igrejas não querem dar a cara para não atrair a cólera dos fieis; aqueles que são contrários, preferem guardar silêncio para não se indisporem contra o establishment cnbbístico. Em suma, tudo não passa daquela velha covardia dos pilantras.

Mas, em segundo lugar, a coragem de um católico leigo que, em nome do Centro do Bosco, entidade civil que agrega leigos, mostra o rosto e diz aquilo que a Igreja deveria dizer revela um panorama paradigmático.

Em 1996, o Pe. Ignace de la Potterie, conhecidíssimo exegeta, jesuíta, amigo de Joseph Ratzinger, então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e, portanto, àquela altura, custódio do segredo de Fátima, deu uma entrevista ao Jornal da Conferência Episcopal Italiana, Avvenire, em que disse: “Tem realmente razão Nossa Senhora em Fátima: os leigos salvarão a Igreja dos sacerdotes e dos bispos”. 

A frase, apesar de ser desconcertante e de não aparecer em nenhum dos documentos publicados sobre Fátima, é muito coerente com outras afirmações de testemunhas do segredo.

Dom Alberto do Amaral, bispo emérito de Fátima, numa conferência de 1984, afirma: “O segredo de Fátima não fala nem de bomba atômica nem de artefatos nucleares […]. A perda da fé de um continente é pior que a destruição de uma nação; e é verdade que a fé diminui continuamente na Europa. A perda da fé católica na Igreja é bem mais grave que uma guerra nuclear” (declaração desmentida em 1986, mas depois confirmada em março de 1995).

O cardeal Alfredo Ottaviani, numa conferência de 1967, diz: “Eu tive a graça e o dom de ler o texto do terceiro segredo. […] Posso lhes dizer apenas isto: que virão tempos muito difíceis para a Igreja e que é preciso muita oração para que a apostasia não seja grande demais”.

Ainda mais explícito é o conteúdo de uma carta do cardeal Luigi Ciappi, por muito tempo teólogo da Casa Pontifícia, endereçada ao professor Baumgartner. Na missiva, escrita em 2000, mas tornada pública em março de 2002, o purpurado revela: “No terceiro segredo se prevê, entre outras coisas, que a grande apostasia na Igreja começará do seu ponto mais alto”.

Ora, o que estamos vendo bem diante dos nossos olhos? A maioria do clero caiu na irreligião e no naturalismo e renunciou à sua missão sobrenatural, diante do silêncio cúmplice da outra parte, que resolve resistir em silêncio. A única voz que sobressai é a dos leigos. 

São os leigos, pais e mães de família honrados, a conservar a fé católica sem concessões ecumênicas ou maçônicas, são aqueles cristãos de respeito, não manchados pela torpeza da sodomia ou pelo dinheirismo, pela aburguesamento ou pelo egoísmo, aquelas famílias numerosas e destemidas que estão recebendo a graça de Nossa Senhora para este momento de grande bagunça dentro e fora dos muros da Santa Igreja.

Temos que permanecer firmes, pois os pastores nos abandonaram à fúria dos lobos. Eles realmente pensam que nós todos somos negacionistas e estão cegados por esta falsa preocupação pela vida – “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma?”.

Nós não estamos sós: a Virgem de Fátima nos está conferindo graças e mais graças para a luta. Mais do que nunca, é a hora de os fieis católicos leigos manifestarem sua filial e respeitosa RESISTÊNCIA

Tags:

20 Comentários to “STF decide que o Estado pode impedir cultos presenciais. O silêncio dos bispos e a reação dos católicos.”

  1. Não se iludam.
    Estamos definitivamente sob o regime da juristocracia brasileira.
    O STF rasga a constituição agora abertamente, quotidianamente quase, considera-se acima do poder popular, acima do poder político, do Congresso Nacional e do Poder Executivo sem mais restrição alguma imposta sabidamente pela própria Constituição Federal.
    Se havia algum escrúpulo no passado com relação a determinadas medidas, agora não mais existe.
    A porteira foi aberta e, por onde passou um boi, agora passa toda a boiada.
    A Carta Magna do país virou mero papel higiênico, em folhas apenas ou invés de rolo.
    A única diferença.
    A cada dia que passa, novas edições suas, impressas pelo Departamento de Imprensa Nacional, saem diretamente do prelo para os banheiros do STF e enfeitam, com garbo verde-amarelo e brasão da república, os cantos das privadas togadas.
    Novas edições já preveem, uma vez plenamente abastecida a Corte Suprema, servir como tal aos demais banheiros dos tribunais de justiça, sejam eles federais ou estaduais, não importa, em todo o país.
    Edições em papel mais suave, absorvente e “nevado” também estão em projeto acelerado.
    Claro. As razões são óbvias.
    Afinal…
    A CNBB fará também a sua requisição ao D.I.N.
    Questão de isonomia.

  2. Por que esse mesmo STF não DETERMINA aos Estados e Municípios a mesma coisa para os “pancadões” das periferias, a cracolândia na capital de SP, os ônibus superlotados, etc? Depois de milênios, outra “perseguição” aos cristãos? Como muitos já estão comentando no Yahoo, no Jusbrasil por ex., que hoje quem governa o Brasil denomina-se senhor STF…

  3. A diocese de BH, através de seus bispos, manifestaram-se claramente favoráveis ao fechamento das igrejas. Documento nesse sentido foi emitido e tornado público.

    • A Arquidiocese de B Horizonte é socialista e abrigo seguro e de pregações dos TLs! Além disso, D Walmor é presidente da esquerdista direção da CNBB – precisa mais?

  4. Não iremos desistir! Domingo vamos lotar a marcha cristã! Deveríamos fazer a missa campal. Vamos p frente das igrejas! Muitos padres são corajosos e honrados! Mostremos nossa força e temor a Deus!
    Desde a crucificação de Jesus aos dias de hj; está claro: uma alusão daquela época com a de hoje: condenaram o inocente e soltaram o ladrão. Havia povo também, mas o povo se vendeu pra soltar o bandido. Agora, os que estavam envolvidos nesse circo, as mãos de Deus pesou sobre eles. Pilatos, Anais, Caifás e todos os outros. Não será diferente com nem um de nós. Teremos que escolher sempre, de que lado estaremos!!!

  5. É urgente que se levante, por toda parte, exércitos de novos e destemidos CRISTEROS para defesa da Religião Católica!

    • Seria muito bom se isso de fato acontecesse, mas existem alguns entraves:
      1. Falta de um número mínimo de combatentes com vontade e treinamento para tal;
      2. Falta de uma logística mínima para tal força de combate;
      3. Resistência do aparato de segurança estatal (forças armadas, polícias militar e civil estaduais/Federal, ABIN) à serviço do STF e políticos;
      4. Necessidade de implementação das reformas política, tributária, eleitoral, penal/processual para criar um ambiente que não leve à ataques contra a liberdade religiosa.
      Infelizmente, dado o estado de gangrena em que se encontram as instituições laicas do país, uma mera resistência pela força para garantir as igrejas abertas seria insuficiente. É necessária uma transição de poder para exorcizar o país dos criminosos que formulam as regras (instituições) que regem a realidade nacional, pois é um sistema corporativista que se auto-preserva composto por traidores da fé, adoradores do dinheiro que não vão largar o osso sem resistência e não vão exitar em reagir violentamente.
      Se tudo isso não for levado em consideração, no final, os ganhos não serão maiores que os dos Cristeros ou da Vendéia, mas poderão ser como em Canudos.

  6. Vivemos definitivamente um regime comunista/socialista, nossos direitos cada vez mais sendo cerceados, infelizmente também estamos cercados por Bispos, Padres, Seminaristas, etc, todos comunistas que estão mais preocupados e arrecadar nosso dinheiro e a difundir o regime que matou milhões no mundo todo. Não me surpreendo com a atitude do sindicato dos bispos (CNBB) a respeito da decisão do infame STF ou como dizem por ai, “Instituto Lula”, Confesso que ando cada vez mais desanimado com tudo isso; só nos resta continuar rezando e pedindo ao Nosso Senhor e sua mãe Maria Santíssima que nos socorra.

  7. Muito diferente de S Pedro estão nossos bispos, como raras exceções, como D Adair José Guimarães, que bota a boca do trombeta e deleta os esquerdistas-NOM-maçonaria sem dó de misericórdia, sem se preocupar com o que der ou vier!
    “Ao que Pedro e os demais apóstolos afirmaram: “É necessário que primeiro obedeçamos a Deus, depois às autoridades humanas” e, contrariamente, agindo parecidos com o nosso episcopado nacional, aqueles que orem subservientes às autoridades profanas!
    Será que não seria mais um ensaio ao que predisse o profeta Daniel, do tempo de tribulações ainda maior quando da cessação definitiva do sacrifício perpétuo ao público?
    Porque nossas autoridades esquerdistas, aqueles que sejam serviçais em grande parte com os globalistas não se preocupam com os muitos ônibus lotados, mesmo os pontos, todos aguardando para seus bairros, amontoados uns aos outros, especialmente de manhã e à tarde etc?
    Eis as palavras de Daniel: “[…] No meio da semana [de anos] fará cessar o sacrifício e a oblação, e nesse tempo haverá abominável desolação, até que a ruína decretada caia sobre a desolação” (Dn 9,27). “Será uma época de tal devastação como jamais houve igual desde que as nações existem, até aquele momento” (Dn 12,1). E ainda: “Será num tempo, tempos e metade de um tempo [um ano, dois anos e metade de um ano], no momento em que a força do povo santo for inteiramente rompida [perseguições] que todas essas coisas se cumprirão” (Dn 9,27). “Desde o tempo em que for suprimido o sacrifício perpétuo e estabelecida a abominável desolação, transcorrerão mil duzentos e noventa dias” (Dn 12,11). Trata-se da supressão oficial da missa e da Eucaristia, dentro da própria Igreja católica, da mesma forma como já foram abolidas na maioria das seitas, ex cristãs católicas. Será a Santa Missa substituída por outras cerimônias sem qualquer valor sacramental – autêntico teatro – a não ser de mera lembrança da última ceia, quando todos sabemos que a Missa católica constitui a renovação autêntica, verdadeira, real e mística do sacrifício redentor da cruz, embora de forma incruenta!
    E o papa Francisco, silente, nenhuma resistência às esquerdas satanistas promotoreas desses descalabros, afinal, de que lado está, calado, como se tudo estivesse bem?
    “Tu não me enganas”, assim invectiva Jesus o anticristo, “porque sei que, sob tua máscara de cordeiro, escondes uma horrível catástrofe para a humanidade, tal como o mundo nunca viu. O teu objetivo é abolires o Meu sacrifício [cf. Dn 12,11] e substituí-lo pela iniqüidade e pela mentira”.
    A surpressão da Santa Missa será o grande sinal do início das calamidades!

  8. Infelizmente, o STF cometeu um erro gravíssimo que, ao meu ver, só contribui para aumentar as tensões na sociedade civil brasileira. As porteiras foram abertas para a revolução e a anarquia e, muito provavelmente, para o advento de regimes totalitários em curto prazo, que podem, inclusive, colocar em xeque a imparcialidade e a importância do STF. O próprio STF cometeu suicídio e se colocou como uma espécie de “hóstia”. Os regimes totalitários das mais variadas ideologias que podem acabar surgindo deste outro ato gravemente errôneo do STF podem ser regimes que vão destruir o próprio STF.

    Em primeiro lugar, convém colocar que: se a religião e a fé não podem ser tidas como infalíveis pelo Estado Brasileiro, menos ainda infalíveis são a ciência e os órgãos públicos.

    Em segundo lugar: é claro que as pessoas religiosas vêem necessárias as práticas presenciais de culto; ao passo que é do interesse tão somente das pessoas não religiosas a eliminação da liturgia com a presença do povo religioso.

    Em terceiro lugar: é a própria Constituição Federal de 1988 que definiu que o Estado não pode embaraçar a prática religiosa, os cultos, e não pode realizar discriminação em matéria de religião e concepções filosóficas.

    Em quarto lugar: se o Estado não está obrigado a se submeter aos dogmas cristãos ou de nenhuma outra religião, ele (o Estado) também não está obrigado a se submeter às diversas formas de ateísmo, agnosticismo e irreligião, que vêem as práticas religiosas comunitárias como algo não essencial para a vida humana, como algo desnecessário ou como algo nivelado com futebol, esportes, shows, boates etc. Para o homem religioso, a prática religiosa comunitária é um dever religioso e moral – um compromisso – e não meramente um laser ou evento do qual a pessoa pode moralmente dispor se aceita ou não participar da liturgia de sua religião.

    Em quinto lugar: a virtude de religião – a relação do homem com o seu Deus – é aquilo de mais importante e de mais sagrado na vida do homem religioso. Por isso, também inviolável da parte do poder estatal. Atentar contra a religião da pessoa, e ainda de maneira coercitiva, usando dos órgãos públicos, é grave, irreversível, irreparável e inaceitável agressão contra a vida da pessoa.

    Em sexto lugar: a Religião é o Instrumento de Controle Social mais efetivo e importante sobre os indivíduos. Mais importante do que o Direito propriamente dito, embora este é que tenha a coercibilidade, a Religião tem a coercibilidade moral, pois diz respeito ao relacionamento da pessoa com a divindade, com seu criador e com seres que a pessoa entende superiores a toda e qualquer pessoa residente na Terra.

    Em sétimo lugar: a Religião só poderia ser limitada pela coercibilidade do Estado nos casos em que a prática religiosa coloque em grave risco a integridade e a vida das pessoas. É aqui que existe o direito do Estado em intervir nas religiões, especialmente nas práticas públicas ou coletivas.

    Note-se bem que um princípio fundamental (o Direito à Vida Saudável, segundo o que dizem as disciplinas científicas) não pode eliminar nem diminuir, e muito menos se sobrepor, ao Direito à Vida Religiosa (segundo a doutrina de determinada religião).

    Num caso de excepcional gravidade no momento presente, o máximo que o Estado pode fazer é expedir recomendações e regulamentações das práticas públicas e coletivas de culto. Mas, esta regulamentação não pode, jamais, acabar proibindo a prática pública e coletiva, que é essencial para determinadas religiões, e direito secular adquirido como, por exemplo, pela Igreja Católica no Brasil, instituição presente em território nacional antes mesmo que o Estado fosse consolidado e adquirisse suas instituições e independência política.

    Logo, este poder de regulamentação estatal das práticas religiosas coletivas tem sólido e intransponível limite, não podendo embaraçar a prática religiosa de cultos coletivos. A regulamentação pode ir até certo limite, mas não pode eliminar a possibilidade do culto coletivo.

    ———————————————————————–

    O STF errou gravemente ao embasar o julgamento do caso concreto na visão de mundo e nas ideologias do ateísmo, do agnosticismo e da irreligião, que, devido suas ideologias próprias, não vêem as práticas religiosas como essenciais à vida humana e ainda as equiparam a quaisquer atividades humanas, como as de laser, recreação e dissipações orgiáticas, por exemplo.

    Para o homem religioso, a prática religiosa coletiva é um compromisso, e não um mero laser. Também para o homem religioso, o conhecimento obtido pela ciência (disciplinas científicas) não tem primazia alguma sobre o conhecimento obtido pela Fé – é o caso da religião católica, por exemplo.

    ———————————————————————–

    Ao orientar seu julgamento com base na irreligião ou na pouca importância que os Ministros do STF deram e dão para a prática religiosa coletiva, infelizmente a Corte toma partido ao lado de uma determinada orientação religiosa – que é basicamente a irreligião ou o laicismo – e com os quais concordam o ateísmo e o agnosticismo, e prejudicam outras religiões, como as que se denominam cristãs e que já possuem direitos adquiridos desde séculos no Estado Brasileiro.

    Longe de favorecer o prudente equilíbrio, tal decisão agride a religião das pessoas e pode provocar graves distúrbios sociais numa sociedade já pobre e sofrida como a brasileira.

    Como disse, em minha opinião, uma Regulamentação mais prudente, mais inteligente, com maior participação popular e maior participação das entidades religiosas seria mais adequada – mas, não pode proibir a prática religiosa coletiva.

  9. Salve Maria!
    estou intrigado com o fato de os senhores terem apagado do site o relato da colossal epopeia enfrentada pela Princesa Pallavicini em dar abrigo á Monsenhor Lefebvre para uma conferência em Roma, de como a Cúria tentou subjugar a Princesa e de como ela soube lidar, com ímpar maestria, com a Cúria da nova igreja do Vaticano II. GOSTARIA DE TER ACESO à excelente tradução que fora feita à época aqui no site.

    Em Jesus e Maria

    Maciel

  10. Eu não digo mais que a Igreja está em crise. Isso é verdade em parte. Crise ela vive desde Judas, podemos dizer assim, pois como ela é uma instituição divina e humana, sempre haverá um elemento nela precisando de conversão e crescer na santidade. E crise ela vivem todos os tempos pois a história é a luta entre a Igreja verdadeira e a anti-igreja, o dragão que quer devorar o filho da mulher vestida de sol.

    O que a Igreja vive hoje é a APOSTASIA predita por São Paulo como um dos sinais dos ultimos tempos. A duração e a extensão dela, é que não sabemos, bem como as datas da volta de Cristo. Nada explica esse momento atual da Igreja do que a Apostasia.

  11. Sobre o assunto recomendo assistir o vídeo do Reverendíssimo Padre Luis Carlos Lodi da Cruz disponível no site do Centro Dom Bosco.

  12. Missa campal é uma excelente ideia. Os austríacos expulsaram os comunistas com o Rosário rezado nas praças.

  13. Aguardando a pandemia acabar… Está demorando.

  14. Não nos esqueçamos de D Joaquim Mol de BH outro bispo martelo e foice e junto com o socialista D Walmor fazem propaganda dos vermelhos e fechamento das igrejas!
    Confiram em apenas 4,53′ o vomitório dele :

  15. É simples! “Cimbres”, a aparição mariana q fala sobre a comunalhada aqui em nosso país…e sobre os interiores sofrerem menos os efeitos ( o q é verdade e vou parar por aqui ).

%d blogueiros gostam disto: