Cardeal Sérgio da Rocha celebra missa “em memória das vítimas da transfobia”.

FratresInUnum.com, 22 de abril de 2021 – Nós nunca pensamos que ele fosse disso… Inclusive, houve até quem duvidasse, que achou que fosse fake news, mas não era: com forte e forçado sotaque baiano, Dom Sérgio da Rocha, cardeal arcebispo primaz do Brasil, anterior presidente da CNBB, celebrou uma Missa “em memória das vítimas da transfobia”, como anunciou o G1.

A transmissão começou com a saudação de uma pessoa que disse: “Boa tarde a todos, a todas e a todes (sic!), eu sou Scarlette Sangalo, sou da comunicação do CPDD, além de transformista. Eu estou aqui, na Capela das Dorotéias, no Garcia, e já já vai começar a Missa em pról dos LGBTs assassinados, trans, lésbicas, gays, travestis, enfim, todas…”

Na sequência, falou Renildo Barbosa, que disse: “vamos assistir este marco histórico, que é uma missa celebrada aqui na Igreja, pelo Cardeal”, o que demonstra bem a consciência profunda que os promotores da celebração tinham acerca do alcance deste fato.

Cada palavra do sermão foi devidamente calibrada pelo cardeal, que teve o trabalho de redigi-lo (ou pedir para que alguém redigisse), a tal ponto que ele chegou ao requinte de evitar a letra Q (de Queer) da sigla LGBTQI+. Mas, no cuidado das palavras, ele não ocultou os seus sentimentos.

“Precisamos dizer ‘não’ à violência nas suas múltiplas faces. A violência contra a população LGBTI+ é um sinal triste de uma sociedade que convive com constantes violações da vida, da dignidade, dos direitos de tantas vítimas de morte brutal. A vida, a dignidade das pessoas, principalmente de grupos sociais mais vulneráveis, têm sido continuamente violadas em muitos lugares. Não se pode justificar nem reproduzir a violência disseminada na sociedade”.

Ele também deu explicações estatísticas: “Dados divulgados este mês sobre as mortes violentas de LGBTQI+ ocorridas em 2020 apontaram que o Nordeste ocupa tristemente o primeiro lugar no número de mortes no país, seguido pelo Centro-oeste. E que as capitais mais violentas foram Salvador e São Paulo… Temos muito a fazer para transformar esta triste realidade e construir uma cultura de fraternidade e de paz, de respeito à vida e à dignidade de cada pessoa, especialmente as que vivem em situações de exclusão social”.

Dom Sérgio valeu-se, na homilia, dos dados do Grupo Gay da Bahia, liderado por Luiz Mott (que, pelo contexto das palavras da Sra. Conceição, que falou ao final da Missa, estava presente na Cerimônia). Estes dados são há muito tempo questionados por checadores, que acusam o grupo de divulgar “casos de mortes por acidente, infarto, bala perdida, troca de tiros com a polícia, disputa de ponto de prostituição entre travestis, mortes ocorridas em outros países e até assassinatos de heterossexuais cometidos por homossexuais como se fossem ‘crimes motivados por homofobia no Brasil’”.

Em todo o caso, considerando-se os dados do Grupo Gay da Bahia, o número de assassinatos de homossexuais no Brasil vem se reduzindo há três anos. A explicação dada por Luiz Mott ao Portal Aids chega a ser incrível: “a explicação mais plausível para a diminuição em 28% do número total de mortes violentas de LGBT em comparação com o ano anterior se deve ao persistente discurso homofóbico do Presidente da República e sobretudo às mensagens aterrorizantes de seus seguidores nas redes sociais no dia a dia, levando o segmento LGBT a se acautelar mais, evitando situações de risco de ser a próxima vítima, exatamente como ocorreu quando da epidemia da Aids e a adoção de sexo seguro por parte dessa mesma população”.

Como Dom Sérgio da Rocha tem coragem de emprestar a Igreja e a sua púrpura cardinalícia para isso? Como pode permitir-se usar como palanque para esse tipo de absurdo? Mas a louvação não para por aí.

Na oração dos fieis, foi feita uma prece especial pelos mortos e familiares da Comunidade LGBTQIA+ (seja lá o que isso queira dizer, é a sigla do momento, até que se adicione outras letras). O cardeal, porém, não quis distribuir a Comunhão (possivelmente para evitar fotos), deixando aos padres que o fizessem. Vale notar que a Assembleia estava constituída por pastores, pais e mães-de-santo, além de militantes do movimento gay da Bahia.

Ao final da Missa, uma transformista cantou “Ave Maria do Morro”. O Cardeal agradeceu emocionado a execução, dizendo, por fim: “espero que, cada vez mais, a Igreja seja misericordiosa, acolhedora e solidária”, sugerindo discretamente maior “abertura”…

O que está acontecendo na Igreja? Além das absurdidades vistas na Alemanha, aqui no Brasil, duas sedes cardinalícias, Rio de Janeiro e, agora, Salvador, tornam-se palcos para a ostentação e naturalização da homossexualidade… O que está acontecendo com os cardeais? Serão ordens recebidas de cima? O que se está preparando? Qual será o apogeu disso tudo? A eleição de um papa abertamente homossexual? 

A que nível chegamos! O Primaz do Brasil, que tradicionalmente é um arcebispo sensato, equilibrado, austero, agora se presta a este tipo de panfletagem… Precisamos rezar muito, pois, com pastores assim, o povo fiel ficará cada dia mais desorientado e a cólera divina será cada vez mais insultada. Eles estão provocando a ira de Deus e isso não pode terminar bem.

29 Responses to “Cardeal Sérgio da Rocha celebra missa “em memória das vítimas da transfobia”.”

  1. Pelo amor de Deus !
    Agora estão se revelando demais !
    Tá escancarado…
    Misericórdia Senhor da sua Igreja!
    Ninguém mais disfarça…
    Apostasia!
    Creio q o peixe vai morrer pela própria boca!
    Quanta blasfêmia …
    Volta Jesus ! Renova sua Igreja , q esses Judas sejam banidos …. imediatamente…

  2. Não há mais dúvidas que vivemos a maior crise na história da Igreja. O clero quase todo parece que perdeu a fé, contam -se nos dedos os bons bispos no Brasil – todos ocupam dioceses pequenas ou são apenas auxiliares. Altos prelados não têm mais qualquer pejo de usar a Igreja para promover, ainda que obliquamente, pecados mortais, sob a falsa desculpa de acolher, misericórdia (falsa, claro), não julgar e quejandos. Até mesmo o pontífice em pessoa toma parte ativa de cultos heréticos.
    Eu cheguei a ter esperança de que a imensa confusão pós CVII começava a quietar, estava enganado evidentemente. Mas o mais triste de tudo é saber que a tendência é que tudo piore, as nomeações episcopais e cardinalícias não são, digamos, das mais felizes.

  3. Após o dito pelo papa Francisco, logo abaixo, recordo-me de um programa humorístico que ao final de uma das diversas cenas apresentadas perguntava: “apenas uma pergunta: isso é normal”?
    O mesmo poderia se atribuir ao acima, ações das esquerdas-maçonaria que fazem muitos Altos Hierárquicos arautos de suas deformidades, nem de nada desconfiam de serem serviçais dos projetos da Nova Ordem Mundial-Maçonaria!
    Após o papa Francisco dizer que: *”Defender a verdade, não é defender ideias, ou sendo guardiãs de um sistema de doutrinas e dogmas, significa permanecer ligado a Cristo e ser devoto de seu evangelho. Verdade é o próprio Cristo”, por ora, dispensam-se mais comentarios!
    *thselfolord.blogspot.com

  4. O Nordeste parece ser o líder da “transfobia”, por sinal, dito pelas demais línguas local que seria um antro petista e de esquerda. Fica então o registro aqui de quem realmente alimenta tais sentimentos em todo o pais.
    Lembrar ainda que o maior líder da fobias homossexuais é o famoso criminoso condenado cujo nome já é execrado em todo o país e que utilizou um dos seus advogados togados para “anular” sentenças de sua condenação dadas e confirmadas por 25 juízes federais.
    Quanto à missa em si, rezada por um antigo assecla da CNBB, tudo como dantes no quartel de Abrantes.
    Veremos ainda coisas bem piores sendo feitas em missas e showmissas.

  5. Há muitos anos, em uma noite de sábado, fui me confessar e comungar em uma notória igreja de São Paulo. Eu tive que aguardar a missa e depois me foi ministrados os sacramentos. A igreja estava absolutamente vazia, e para sair tinha que ser pela porta da sacristia. Ao entrar na sacristia observei que acabara de chegar um grupo de gays muito frenético, cheio de brincadeiras. Estava na cara que ia ter uma festinha ali. Sai e nunca mais voltei naquela igreja porque achei que o padre não era digno para me dispor os sacramentos.
    Há no seio da Igreja uma tenebrosa circunstância que beneficia fatos desabonadores como esse relatado pelo Frates. Não há revolução se antes não houve grave pecado. Muito provavelmente alguns membros da Igreja estão aproveitando o relaxamento e a falta de comando na Igreja para finalmente vingarem-se das privações que sofreram no passado devido à sua opção, já que homossexualismo no clero vem de muito tempo. Por certo algum padre de outrora que fazia festinhas tornou-se bispo. É óbvio que vão militar para expressarem que a prática homossexual é algo absolutamente normal, e jamais afirmam que é pecado contra a castidade, porque a igreja modernista aboliu o pecado quando quis adaptar-se ao mundo.

    • Cara como vc pode dizer o que teria lá se nao viu, voce esta julgando e esse nao é nosso papel, porque o demonio ja faz isso

    • Anderson.
      Em primeiro lugar somente estou revelando o fato depois de muitos anos. Muito provavelmente o referido padre já faleceu. Em segundo lugar o fato que relatei era gritante. Evidentemente eram gays, muito efeminados, não havia indicações de serem religiosos, mas tinham intimidade com o padre. Estavam muito agitados e alegrinhos. Obviamente não entraram na igreja para rezarem ou receberem sacramentos. Se tivessem entrado com uma bola, um deles com luvas de goleiro, não haveria motivos para supor que iam jogar futebol?
      Julguei não pelo que os homens falam, mas pelo que ensina a Igreja. Sacristia não é lugar para encontros duvidosos, sejam quais forem. Se é pela Igreja, pois o envolvia o clero, a denúncia extrapola o julgamento pessoal, como você quer ver, e alcança o zelo que todo católico deve ter com a Igreja. Agora mostre seu zelo pela Igreja e faça também uma crítica no teor da Missa em rezada pelo Cardeal Sérgio em prol dos transgêneros, em afronta, inclusive, à recente recomendação de Francisco, porque até agora você demonstra estar apenas indignado com o acessório (este que escreve) e não com o principal (a Igreja).
      Embora não tenha naquele momento feito qualquer atitude de indignação, pois apenas abaixei a cabeça e sai, fio-me em Jesus Cristo que expulsou os vendilhões do templo violentamente. Eu fico com Jesus Cristo, você com o demônio.

  6. 1-) Não existe assassinato de sodomitas – a não ser os cometidos por eles próprios! Basta ver os processos e estatísticas do judiciário.

    2-) O que há é a religião da maçonaria para adorar o seu deus, o bode-preto, que é um ser hermafrodita. Por isso esta seita quer transformar a todos em lésbicas e homossexuais. Por isso a infiltração que a maçonaria fez dentro da Igreja.

  7. Fiquem tranquilos, pois os mesmos bispos que combatem a ideologia de gênero têm bem perto de si padres e seminaristas efeminados e convidam profissionais para dizer em formações para todo o clero que a homossexualidade é normal.

  8. Os modernistas gostariam de aprovar o homossexualismo oficialmente. Como (ainda) não podem fazê-lo sem arranjar certos problemas, então recorrem a gestos simbólicos desse tipo. É o caso, pois, de nos lembrarmos daquele clássico artigo do Sr. Arnaldo Xavier da Silveira, sobre como heresias podem ser reconhecidas também através de atos, mesmo na ausência de declarações explicitamente opostas à fé: https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0204/P04-05.html
    Ou seja: para bom entendedor, meia palavra basta…

  9. Eu nunca achei que este prelado faria algo do gênero. Talvez por conta de sua conduta um tanto ou quanto discreta. Infelizmente, algumas atitudes dele se sobressaem. Tenho foto dele em uma cerimônia “ecumênica”, com vestes litúrgicas, ao lado da “pastora” Romi Bencke (responsável pelo texto da Campanha da Fraternidade deste ano). Lamentável.

  10. Reproduzo abaixo um trecho da declaração Persona humana, a qual ainda está no site do Vaticano; é de 1975, sob os eflúvios primaveris do conciliábulo Vaticano Dois e miasmas conciliantes de Paulo 6.

    O leitor não tão atilado logo perceberá certas formulações sibilinas, ambíguas e curiosas….

    Quando da divulgação deste documento, houve certo alvoroço causado por afamado militante da causa gaia, Peyrefitte. Mal informado ele não era. Embora nada recomendáveis, seus escritos evidenciam uma cultura eclesiástica incomum. A barafunda causada por Peyrefitte foi de tal ordem que Conferência dos bispos da Itália precisou intervir com sôfrega e deseperada defesa de certo personagem que já adentrou na sua eternidade… Mas esta é outra estória.

    Texto do Vaticano:

    “8.Nos nossos dias, em contradição com o ensino constante do Magistério e com o sentir moral do povo cristão, há alguns que, fundando-se em observações de ordem psicológica, chegam a julgar com indulgência, e até mesmo a desculpar completamente, as relações homossexuais em determinadas pessoas.

    Eles fazem uma distinção – ao que parece não sem fundamento – entre os homossexuais cuja tendência provém de uma educação falseada, de uma falta de evolução sexual normal, de um hábito contraído, de maus exemplos ou de outras causas análogas: tratar-se-ia de uma tendência que é transitória, ou pelo menos não-incurável; e aqueles outros homossexuais que são tais definitivamente, por força de uma espécie de instinto inato ou de uma constituição patológica considerada incurável.

    Ora, quanto a esta segunda categoria de sujeitos, alguns concluem que a sua tendência é de tal maneira natural que deve ser considerada como justificante, para eles, das relações homossexuais numa sincera comunhão de vida e de amor análoga ao matrimónio, na medida em que eles se sintam incapazes de suportar uma vida solitária.

    Certamente, na actividade pastoral estes homossexuais assim hão-de ser acolhidos com compreensão e apoiados na esperança de superar as próprias dificuldades pessoais e a sua inadaptação social. A sua culpabilidade há-de ser julgada com prudência. No entanto, nenhum método pastoral pode ser empregado que, pelo facto de esses actos serem julgados conformes com a condição de tais pessoas, lhes venha a conceder uma justifição moral. Segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos destituídos da sua regra essencial e indispensável. Elas são condenadas na Sagrada Escritura como graves depravações e apresentadas aí também como uma consequência triste de uma rejeição de Deus.[18] Este juízo exarado na Escritura Sagrada não permite, porém, concluir que todos aqueles que sofrem de tal anomalia são por isso pessoalmente responsáveis; mas atesta que os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados e que eles não podem, em hipótese nenhuma, receber qualquer aprovação.”

    (…)

    Em Audiência concedida ao abaixo assinado Prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, a 7 de Novembro de 1975, o Sumo Pontífice, por divina providência Papa Paulo VI, aprovou esta Declaração « sobre alguns pontos de ética sexual » confirmou-a e ordenou que a mesma fosse publicada.

    Dado em Roma, na sede da Sagrada Congregação para a Doutrina de Fé, no dia 29 de Dezembro do ano de 1975.

    Franjo Cardeal Seper
    Prefeito

    + Jerónimo Hamer
    Arcebispo titular de Lorium
    Secretário”

    ______________________________________________

  11. Vamos ser coerentes, não estão se revelando, eram apenas discretos, agora perderam a pouca vergonha que tinham.

  12. Essas pessoas que militam pela causa Gaia costumam ser as mais ferozes opositoras da Igreja. Cansam de dizer que a Igreja perseguiu os homossexuais, acusação de dificílima comprovação. Disse isso outro dia neste fórum, o que suscitou reação de um leitor apressadinho. As agências de informação católica noticiam ad nauseam os atos de violência de alguns tipos mais exaltados sobretudo na Europa. Pois a causa Gaia vem de embrulho no pacote abortista e quejandos.
    O cardeal, então, não parece levar em conta esta faceta de um megaproblema. É claro que nenhum católico pode se regozijar com o fato de alguém ser agredido ou morto por ser homossexual. Só um endemoniado se felicitaria com isso. Não concebo Nosso Senhor aprovando o apedrejamento de ninguém. Pois de fato não aprovou.

    Percebe-se então mais uma vez o oportunismo padresco de fazer palanque mesmo em cima da desgraça alheia. Não creio que seja outra a intenção do Sr. Sérgio: aparecer, palanquear como o seu Jordão histrionão no palco da armação.

  13. Seus radetrads recalcados encarquilhados! Cêis num tão vendo que Sua Eminência Reverendíssima e Baianíssima está oficiando Missa Pro Martyribus Sodomitis et Gomorrianis Missa pelos santos mártires de Sodoma e Gomorra?

  14. O homessexualismo do clero não é novidade e não se tem como ter controle sobre isso sem a verdadeira fé em Cristo, partindo logicamente, do temor de Deus. Ora, se eu não acredito em condenação e que responderei pelo meu pecado, é coerente que eu defenda essa vida louca e liberal.

    Eu não me espanto mais com essas notícias, aliás, até me alegro pois é necessário que esses senhores se manifestem. O que eles fizeram nos seminários, escolas, livros, escondidos nas sacristias, é algo muito pior do que uma missa pública que só coroa o que eles já crêem.

  15. Apenas corrigindo a palavra , pois a OMS chama de homosexualidade o que de fato é homossexualismo

  16. O que houve foi um exagero na cerimônia. Mas precisamos observar o núcleo da mesma, que foi rezar pelas vítimas da homofobia, e não apoiar a homofobia. O mesmo exagero houve por parte da FratresInUnum cujo texto deu a entender que a Igreja estaria apoiando a homossexualidade.

  17. A questão é que vivemos em uma sociedade onde falar contra o homossexualismo é crime porém, falar contra a Igreja é aceitável. Pra piorar a situação uma grande parcela dos sacerdotes (me dá desgosto de dizer “maioria”) tem tendências homossexuais. Alguns lutam contra isso, outros no entanto, se entregam e, ainda, há aqueles que militam pela “causa”.

    A grande questão é: ritos, pensamentos e preferências à parte, qual e a missão da Igreja ? Salvar o máximo de almas possível e fornecer os meios para isso, certo ? Certo! Sendo assim, militar pela causa homossexual tem trazido algum retorno neste sentido ? Não !

    Então percebemos que o problema é muito maior do que ser homossexual ou não, militar pela causa ou nao. O problema consiste em não reconhecer, não acreditar e não colocar em prática a única causa da existência da nossa Igreja: A salvação das almas.

  18. A pandemia deixou Bergoglio “de molho”; na transmissão da missa de hoje, vi que “a idade chegou”, e considerando que tem apenas um dos pulmões, sua fragilidade torna-se maior… com isso, os carreiristas já estão de olho na vaga do chefe.
    Também me surpreendi com dom Sérgio “entrar para a Ala das Baianas”; pensei que não fosse disso, mas pelo visto, não está escapando alma clerical vivente. Acrescente-se também seu desejo de agradar a mídia para ser “popular”, e quiçá Francisco II.

  19. Ou você convida essa gente pra mudar de vida ou não faz nada, o resto é blá blá blá!

  20. MISSAS DE EXÉQUIAS – Codigo de Direito Canonico Can. 1184 e 1185: SÃO PROIBIDAS para não cristãos e pecadores públicos ou escandalosos, de vida contra a Doutrina da Santa Igreja.
    Rezemos pela conversão ou renúncia desse “cardeal” lgbt, típico representante da cnbb.

  21. Nós vivemos em um mundo de zero argumento consistente e avalanches de propaganda bombástica.

    Então, põe-se de cara uma questão de método. Se o principal argumento do adversário é um erro acerca de situações factuais, provando-se a inconsistência histórica do “argumento” avança-se muito no sentido de vence-lo.

    Ficará desconcertado quem se detiver a considerar o quanto a Igreja se desmoralizou nos últimos 50 anos justamente por lhe vestirem a carapuça. Nao que ela vista, vestem-na. Basta lembrar o espetáculo grotesco de autoflagelação iniciado por Paulo 6 e magnificado vertiginosamente por João Paulo 2. Mandaram (os de fora) dizer que a Igreja é a “rainha da noite”, como fabulavam Mozart e sua patotinha, e o clero conciliabular saiu correndo, desgrenhado e bufão, para buscar a mortalha com que vesti-la.

    Assim na questão da colonização da América; assim na do neocolonialismo do século XIX e de parte do século XX; assim na velha e claríssima questão das cruzadas (como se o Islã não tivesse se expandido sobre territórios cristãos por toda a península arábica, norte da África e península Ibérica, sem contar os enclaves da Itália meridional e Sicília etc etc etc.): Quantos foram ver no mapa da França quão longe está Poitiers dos Pirineus? Pois foi em Poiters que se deteve a expansão do Islã…

    Ultimamente, a penúltima moda é a acusação de que a Igreja perseguiu os homossexuais. Um honesto e objetivo exame da questão não comprova isso. A impressão que se tem parece bem outra. Poupo-me de exemplificar. Minha sincera esperança é que os muitos gays que viveram bem nutridos à sombra do mecenato eclesiástico tenham sido vencidos pela graça e não por si mesmos.

    Mas o clero, leviano como tem sido, o que está fazendo? Vestindo a carapuça de novo. Agora a Igreja é perseguidora dos gays! Facam-me o favor.

    Vivemos no mundo do slogan. Aceitar e promover a propaganda louca e inverificável do “concorrente” é realmente ter aceito o próprio fim. E eu não tenho dúvida de que o bergoglionato é muito mais que o começo do fim.

    No dia 29 de novembro de 1900, Oscar Wilde, cuja fama é de todos conhecida, solicitou a presença de um sacerdote para que fosse recebido na Igreja católica. Veio então um padre irlandês que o batizou, deu-lhe a absolvição, a extrema unção e o viático. No dia seguinte, Wilde faleceu. Embora maçom, protestante e gay ensandecido, ele passou a vida dizendo que a “o catolicismo é a única religião em que vale a pena morrer”. E Deus o ouviu. É claro que não Wilde não é um modelo a ser seguido…

  22. “O nascimento [de Cristo] foi manifestado mesmo pelos sodomitas, que em todo o mundo foram destruídos naquela noite, como diz Jerónimo comentando a passagem “lux orta est”: “ Elevou-se uma luz tão forte que fez morrer todos que se entregavam a esse vicio. Cristo assim fez para extirpar da natureza humana que ele assumira, uma impureza tão infame”.
    Ademais, diz Agostinho, tendo Deus visto no gênero humano esse vício contrário à natureza, quase desistiu de se encarnar”.
    (Extraído da Legenda Áurea, Jacopo de Varazze).

  23. Realmente não me lembro de que o menino Ruan, torturado até a morte , por sua mãe e sua “esposa” , na periferia de Brasília, há pouco tempo, tenha tido uma missa em sua intenção…

  24. Ridículo usar a desculpa de que o presidente é homofóbico. E outra coisa, ano passado caiu o número de mortes em todos as situações, trânsito etc..
    Deus nos liberte dessa esquerda maldita, no nosso país!
    Temos que respeitar o ser humano em geral e não étimos, raça, escolhas…

  25. Não critiquemos o que é bom junto com o que é mal. Seria ótimo o sr. cardeal rezar pelos homossexuais, mesmo com uma linguagem mais “inclusiva”. Dizer a verdade sem caridade não atrai ninguém. Protestar contra a violência cometida contra eles também é bom. Sabemos que os números são “superfaturados”, mas qualquer pessoa que não viva numa bolha sabe que há muita violência sim.
    O problema número 1 é utilizar a Santa Missa. Podia-se fazer um momento de oração, uma celebração da palavra…mas, a despeito das normas, querem a Eucaristia. Esse é o ponto.
    Outra questão, levantada acima, é a seleção de causas escolhidas para se rezar. Por que rezar só pelas vítimas homossexuais de violência? De fato, isso revela muita coisa.

  26. Há dois comentários que dizem: 1- não tem como comprovar morte de trans e 2. não tem como provar que há padres homossexuais.
    Resposta: kkkkkkkk busquem tratamento!!!
    Eu sei de ao menos dois clubes de capela que têm, como gostam de dizer: sodomitas de ambos os sexos!
    Sobre a missa: provavelmente não houve presença real, SE, ENTAO, SOMENTE SE houve, quem comungou ilicitamente Nosso Senhor voltou para o altar. Sim, há relato no livro Excelências da Santa Missa que Nosso Senhor volta ao altar.
    A forma como foi conduzida pelo relato do texto é de rasgar as vestes!!!!
    Espero que vocês exaltados vivam em seu dia a dia melhor que as pessoas relatadas no texto. Se não, é hipocrisa que os definem.

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