A misericórdia golpeia o IBP em Curitiba.

Por FratresInUnum.com, 27 de dezembro de 2021: A implementação a jato do motu proprio Traditionis Custodes pelo episcopado brasileiro surpreende. Repentinamente, nossos bispos, que boicotaram tanto quanto puderam a aplicação de Summorum Pontificum, tornaram-se bravos papistas ultramontanos, ardorosos defensores da honra do bispo de Roma.

O Instituto do Bom Pastor recebeu sua sentença de morte em Curitiba, Paraná. Os fieis se mobilizam e pedem apoio por meio deste abaixo-assinado. Assine!

Dom Peruzzo, o arcebispo, acaba de lançar uma nota — pessimamente escrita, como é praxe no nosso episcopado paulofreiriano — que não deixa alternativas ao apostolado do IBP. Aos fiéis católicos, nos dias de hoje, é impossível usar o adágio “vá reclamar com bispo”. Imagine, então, cogitar recorrer ao Papa!

Portanto, ao menos façamos chegar aos ouvidos empedernidos o brado de santa indignação. E que cessem as contribuições financeiras, único apelo ao qual a impiedade dos hierarcas se dobra.

14 Comentários to “A misericórdia golpeia o IBP em Curitiba.”

  1. Infelizmente não pude assistir à Santa Missa na Segunda passada, quando estive na Capela da Rua Francisco Rocha, 740, Batel – Anexo ao Hospital Geral de Curitiba. Poderiam ao menos ter deixado uma mensagem. Muitos não estavam atentos à esta notícia.

    • Prezado Salve Maria, Não havia missa programada para a Capela do Exército, como tem ocorrido nos últimos três anos, no entanto a missa de segunda-feira foi celebrada no oratório da casa do Padre, alguns metros da Capela do Exército, Rua Olavo Bilac, 76, como tem ocorrido nos últimos três anos.
      Um grande abraço em Cristo

  2. em virtude de Nossa Autoridade Apostólica, pelo teor da presente Bula, concedemos e damos o indulto seguinte: que, doravante, para cantar ou rezar a Missa em qualquer Igreja, se possa, sem restrição seguir este Missal com permissão e poder de usá-lo livre e licitamente, sem nenhum escrúpulo de consciência e sem que se possa incorrer em nenhuma pena, sentença e censura, e isto para sempre.
    Bula Quo Primum Tempo-real São Pio V

  3. Depender da “misericórdia” de heréticos modernistas para manter a missa e a Fé. Triste situação a desses fiéis. Esses institutos Ecclesia Dei estão metidos num imbróglio – palavra que lembra Bergoglio – imenso. Deveriam ter seguido a FSSPX em desobedecer o clero modernista para obedecer a Igreja. Estariam em melhor situação. Em mais perfeita situação ainda estão os que já entenderam que esse “clero” modernista não é católico e no topo está um antipapa.

  4. Há um poeta khorasani que diz, em versos: **estranho como chorar quando se tem sede**.
    Pedir clemência para quem, precisamente, só agiu por não tê-la, é tão esquisito quanto chorar por água.
    Mas é justo, e o poeta completa, se não valêssemos lágrimas, por que valeríamos goles?

    Peçamos, por mais estranho que pareça.

  5. Restringi minhas contribuições ao Óbulo de S Pedro tão logo notei que o papa Francisco teria sido colocado no pontificado, denunciado por um dos conspiradores, o falecido Cardeal Godfried Daneels que delatou a tramóia, quer verbal, também por escrito perto de falecer, de desalojar via golpes o papa Bento XVI pela Mafia de Saint Gallen – seria por encomenda da NOM?
    Assim como foi devagarinho tendendo para as esquerdas, enquanto isso, os cristãos eram crucificados em cruzes ou empalados pelos muçulmanos para terem uma morte mais dolorosa e demorada pelos assassinos promotores dessa carnificina pelo ISIS – que saiba, nunca censurou-os.
    Já li pelo menos 2 vezes dizer: “apenas cumpro ordens” e pensei: se é verídico, quem lhas manda, por acaso os globalistas?

  6. Leandro, a fé pede sacrifícios e não conveniências. E nem cobrei coisa alguma pois não cabe a mim. Mas digo que um terço rezado aos domingos, para santificar o Dia do Senhor, em caso de não ter missa, é mais digno que compactuar com essa nova religião conciliar que não é católica. Essa é a realidade de muitos inclusive.

  7. As comunidades da ex-Ecclesia Dei quiserem servir a dois senhores e, nesta medida, colocaram-se em cima do muro. Elas foram toleradas e admitida a sua existência apenas com o objectivo de destruir a FSSPX. Digamos foram como mercenários ao serviço de Roma modernista, que fez cópias da FSSPX, com o único objectivo de esvaziar a FSSPX de fieis e, com isso, destrui-la. Ao longo destes anos, Roma Conciliar verifica que os seus mercenários, não cumpriram os objectivos para que foram fundados. Por isso, destruiu o muro onde estavam as comunidades da extinta Ecclesi Dei, e estas dão-se conta que afinal foram idiotas úteis. Agora vivem um tremendo dilema: se optam pelo caminho de sempre da FSSPX, que é de resistir, então percebem que a existência das suas comunidades não tinha razão de ser. Se optam para o outro lado do muro, tal como fez a Administração apostólica, revelam a sua razão de existir por parte de Roma.

    • Salve Maria!
      Quando que a situação que estamos vivendo em Curitiba virou uma batalha entre a Fraternidade e os Institutos Ecclesia Dei? Só uma pessoa que não sabe o que fala para buscar chifre em cavalo! Reze um pouco, com certeza você terá benefícios!

  8. Na pequena cidade de Itaperuçu, RM de Curitiba, Dom Peruzzo transferiu um padre que havia assumido a paróquia a pouco tempo não se sabe ao certo a causa.

    O que se sabe é que esse padre rezava missa todos os dias e também não fechou a Igreja na pandemia.

  9. O plano dos modernistas certamente é acuar o IBP de modo a que este, defendendo-se, possa ser acusado de rebeldia e suprimido oficialmente. A ideia é “executar” uma das comunidades tradicionais pra intimidar as outras e levá-las a aceitar tudo. E a escolha fatal recaiu sobre o IBP, talvez em vingança por ser ele obra de Bento XVI…

  10. Quem tem o sistema tem o poder. Pois no século XVI os católicos do norte da Inglaterra resistiram bravamente às indevidas incursões religiosas de Henrique VIII estabelecendo a Peregrinação da Graça que rumou em multidão até Londres pondo em apuros o rei que sabia que ia cair. Então o rei chamou o líder dos católicos Robert Aske, e acuado prometeu que aceitaria as reivindicações dos católicos. A imensa Peregrinação da Graça voltou ao norte e se desfez na confiança do acordado. Desmobilizado o movimento Henrique VIII deu início à perseguição dos líderes do movimento enforcando Aske dependurado-o nas muralhas de um castelo. Assim sucedeu com esses movimentos da Eclesia Dei. Acreditaram que o clero progressista, vale dizer, o sistema, ia manter os acordos. Agora entraram em uma enrascada. O sistema, que nem sempre está em conformidade com nobres princípios, não cumpriu o acordado. A lição é que não se deve precipitar em otimismo em relação ao clero progressista, e se realizar o que tiver que se realizar em consonância com os princípios e as boas condutas católicas especialmente em justa militância, apostolado, e defesa da Missa de sempre, para que um dia se retome a cidadela.

  11. O Papa Francisco e os bispos modernistas estão a ser coerentes com o Vaticano II. Eles agem em continuidade com o Vaticano II que é uma ruptura com a Tradição. Não entendo porque estão escandalizados. O que nos deve levar a pensar é como as comunidades da extinta ecclesia dei, aceitaram sujeitarem-se ao modernismo e à Igreja conciliar, sob o chapéu de chuva da hermenêutica da continuidade, quando esta, por si só, é absurda e ambigua. É evdiente que não se pode viver eternamente nesta ambiguidade. Graças ao Papa Francisco, possivelmente usado pela Divina Providência, chegou o tempo para acabar com este dualismo das comunidades tradicionais da extinta ecclesia dei. Não podem estar eternamente em cima do muro. O que Deus está a pedir a estas comunidades é que saiam do muro e se difinam, de uma vez por todas em qual lado do muro querem estar.

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