Papa Francisco com cocar indígena mais arcaico que as rendas da vovó

FratresInUnum.com, 20 de junho de 2022 – com informações de UOL – Na série de visitas Ad Limina, o Papa recebeu bispos da região amazônica que lhe entregaram um relatório do CIMI e um cocar, que o Pontífice orgulhosamente ostentou, mais arcaico que as rendinhas da vovó e os barretes sacerdotais.

Papa Francisco com cocar

17 comentários sobre “Papa Francisco com cocar indígena mais arcaico que as rendas da vovó

  1. Velhos políticos brasileiros dizem que cocar indígena na cabeça de político ou de mandatário dá um azar danado e que representa fim de mandato ou derrota eleitoral.

    No mais, achei que combinou. Não consigo imaginar Bergoglio usando a Tiara. A propósito ele ganhou uma réplica da Tiara em uma visita do presidente da Bulgária, país majoritariamente ortodoxo, fez cara de nojinho e nem arriscou uma olhadela no espelho. Que o cocar e os espíritos da floresta tragam a Francisco a sorte merecida!

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    1. O papa João Paulo II cansou de usar cocar indígena, o que fazer? Para mim é o mesmo que um sacerdote judeu usar uma mitra ou um sacerdote católico usar um quipá, ou seja, não faz sentido.

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  2. O fenômeno do ocidental que se enfada com a própria cultura — pela falsa presunção de a conhecer em razão da longa e superficial exposição que o ensino formal prometeu-lhe sobre ela, mas não entregou — e, por isso mesmo, deslumbra-se quando faz sobre as outras culturas aquilo que não fez pela sua — isso é, mergulhar em fontes (de variada qualidade) a seu respeito — costuma acometer figuras de formação e caráter bastante débil, medíocre, fungível: universitários e artistas são o exemplo arquetípico dessa “ignorância letrada”. Queiramos crer que o Santo Padre seja um exemplar sui generis, algo rousseauneano, conquanto atrasados nos séculos.

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  3. Que palhaçada é esta?! Leva jeito para cacique, não é verdade?
    Meu Deus, que falta de senso…
    Realmente, só lhe incomoda a Santa Missa de Sempre. Aceita tudo …tudo, mas Missa “antiga”, sem pensar.

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  4. Adornos de índios e comunistas sim.
    Não podemos esquecer o sacrílego crucifixo com foice e martelo que o argentino recebeu do ditador comunista boliviano.
    Missa verdadeira não…

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  5. Quando começaram anos atrás a fazer manifestações de “líderes” e grupos “indígenas”, militantes vestidos como nativos pontificavam em coberturas jornalísticas sobre questões ecológicas com palavras de ordem revolucionárias, até que os mais atentos repararam que havia “índios” de pele preta e cabelos afro nesses grupos, ou brancos com feições europeias e cabelos finos cacheados. A partir daí, começaram a acrescentar cocares à indumentária de apresentação dos homens e uma espécie de coroinha de penas para as mulheres, para disfarçar os cabelos, até que tivessem índios verdadeiros doutrinados para reclamar do governo. Se há caboclos e cafuzos nas aldeias, não têm status especial, já que estão miscigenados como os demais brasileiros.

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  6. Esse cocar está muito estilizado para ter sido feito por indígenas primitivos. Deve haver aí, pelo menos, a orientação de um artista contratado pelos financiadores das agendas ecológica e de gênero.

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  7. A paz de Cristo.

    Ver o Papa Francisco com esse cocar, me lembra os políticos em ano de eleição, como este de 2022.

    Para políticos, tudo vale, pois eles, na maioria, não creem em Deus, apenas pensam em garantir votos “agradando” a todos, mas um Papa?

    Rezemos por esse papa, para que ele erre cada vez menos, pois do jeito que está, só desce a ladeira.

    Salve Maria.

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  8. Não gostaria de ver as fotos sem deixar de mencionar algo que me preocupa, me preocupa muito. Eu me pergunto: Que falta de senso!!! Indumentária antiquada. Onde está a moda indígena?? Qual a necessidade de usar penas dos tempos das vovós??? Por favor, vamos atualizar isso….

    E que essa insularidade não impeça a verdadeira autalização da moda indígena!

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    1. Sr. Pedro, Bom Dia! eu acredito que o Sr. leu apenas “palavras soltas” de um texto e de outro. Por gentileza leia os dois por completo, então o Sr entendera o “jogo de palavras”.

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    2. Isso mesmo Pedro. Se a questão é moda litúrgica também temos o direito de preferir um estilo e utilizar o mesmo argumento contra o gosto do Papa do “fim do mundo”. Parabéns pelo comentário!

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  9. Senhor Pedro
    A comparação foi engraçada, mas atente para o fato de a causa indígena estar sendo instrumentalizada sutilmente pelos globalistas até na agenda LGBT. Nas manifestações, já vi índios idosos – provavelmente porque se informam menos sobre hábitos culturais brancos – terem o tronco pintado com listras verticais pretas ou preenchido com outro desenho, deixando o colo sem pintar, de modo que pareça estar usando uma blusa com decote arredondado ou tomara-que-caia.

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