Padre mantinha relações sexuais com enfermeiro no Instituto Bíblico em Brasília

FratresInUnum.com, 22 de junho de 2022 – Metrópoles – O jornal Metrópoles revela detalhes de uma grave denúncia feita por um funcionário do Instituto Bíblico de Brasília, que teria cedido às investidas do Pe. Brás Costa a manter relações sexuais. Tudo começou com uma abordagem indireta: elogios ao seu porte atlético e carícias físicas, até chegar, aos poucos, às partes íntimas. Como poderia perder o emprego, o enfermeiro, que é bissexual, acabou cedendo, o que o destruiu psicologicamente.

O arcebispo de Brasília, amigo pessoal do Papa Francisco, enviou nota ao jornal dizendo que o referido sacerdote pertence à diocese de Lugano, na Suíça, à qual cabe o dever de tocar adiante o processo canônico por abuso sexual e de autoridade (tendo em vista as rígidas normas canônicas atuais) e que determinou a sua não permanência no território da arquidiocese; ademais, orientou o jovem enfermeiro assediado a que procure a justiça civil a fim de obter respostas às suas demandas de justiça.

A reportagem traz as conversas de WhatsApp gravadas que provam os abusos.

Uma das fotografias do Padre assediador publicada pelo Metrópoles

15 comentários sobre “Padre mantinha relações sexuais com enfermeiro no Instituto Bíblico em Brasília

  1. 90% ou mais dos casos de abusos na Igreja são de homossexuais. Seja de menores, de rapaz ou de adultos barbudos, mas quase todos são homossexuais!

    Existe, é claro, mas pouco vejo de padres que namoram com uma mulher normal e se relaciona com ela. É escandaloso também, mas incomum de ver.

    Se eu estiver errado, me corrijam

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  2. Esta é mais uma daquelas notícias que nos deixam um sentimento de profunda tristeza, exactamente por se tratar de um Sacerdote, supostamente “assediador”. Não é o único, infelizmente.
    No entanto vejam a frase:
    “Como poderia perder o emprego, o enfermeiro, que é bissexual, acabou cedendo, o que o destruiu psicologicamente”.
    Ahh!! Coitado. “É bissexual”?? “Acabou cedendo”?! Porque é que falou agora?? Já não temia pela “perda do emprego”??
    Pois claro, o sem vergonha do Padre notou a “senvergonhice” do enfermeiro e arriscou… E agora?
    É o Sacerdote que será castigado (e muito bem).
    E o outro?? O bissexual?? Vai para a justiça, fazer o quê? Pedir indemnização porque ficou “destruído psicologicamente”?? Que corja!!… Por mim que vão os dois para trabalhos forçados na Sibéria!

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    1. A paz de Cristo.

      Cara irmã Maria Ribeiro, parabéns pelo ótimo comentário!

      Sim, o padre, está 100% errado, mas o outro, é vítima 100% também?

      Ainda vai ganhar uma indenização com isso, mesmo sendo ele um “bissexual”?

      Existe, eu sei, mulheres quem inventam assédio, para obter lucro ( veja: eu não disse que TODAS mentem sobre o assédio, mas muitas, sim ), agora tem homens adultos que também se dizem assediados e que foram obrigados a ceder aos desvios morais de um padre?

      Como a sra. disse: ele perdeu o medo de perder o emprego?

      Meu Pai, que mundo estamos? Sim, os dois estão errados e nesse caso, o padre merece uma punição forte e o adulto, pois se é enfermeiro, não é um jovem menor de idade, tem que ser responsável pelos seus atos.

      Oremos.

      Salve Maria.

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  3. Local dedicado à Missa Tridentina… Há pouco tempo algum comentarista aqui já denunciou pederastia em um seminário brasileiro muito conservador. Nos EUA, Michael Voris, jornalista especializado no homossexualismo eclesiástico (ele mesmo homossexual assumido), já denunciou casos em comunidades tradicionalistas, como a FSSPX. Devemos ficar atentos. Estas situações não são apanágio do modernismo.

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    1. Concordo. Mas quem disse que, dentro de grupos tradicionais, não há modernismo?

      Usar uma batina não faz de ninguém um tradicional. Bento XVI usava batina. Francisco usa o dia inteiro também.

      Infelizmente essa vestimenta SAGRADA é um bom sinal, mas não garante ortodoxia.

      Isso não significa que os Padres fiéis não devem usar. Devem. Seminaristas também.

      Mas nós leigos não podemos mais nos iludir, achando que apenas isso é sinal de verdade e catolicismo. Não.

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  4. Esse é o clero de Francisco e da nova religião ecumênica do Vaticano II.

    Como eu não sou ecumênico, não frequento paróquias do Vaticano II.

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  5. Os católicos do Vaticano II estão abraçando com firmeza o homossexualismo e a agenda LGBT.

    Sinceramente não sei como alguém pisa em paróquias hoje em dia.

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  6. O que é mais interessante, analisando a matéria do jornal:
    – O enfermeiro é bissexual.
    – Sendo enfermeiro é maior de idade, ou seja, acima de 18 anos. Responde pelos seus atos!
    – Como, penso, foi rejeitado pelo padre, que está também errado e é maior de idade, então resolveu “denunciar pois não ganha mais presentes”.
    – Abuso? A uma pessoa maior de idade?
    – Vontade, Consentimento, Liberdade não existem mais?
    Não defendo o Sacerdote, pois vindo a público, provoca escândalo, pecado público; no privado pecado privado.
    Só precisa-se ter cuidado em um detalhe na notícia, penso: que até pessoas heteros, investindo em galanteios para conquistar o outro(a), deixando de ser correspondido(a), poderá ser abuso?
    Para refletirmos…….

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  7. Tudo isso não passa de um grave desvio de caráter desse padre e do enfermeiro. O padre porque é homossexual e fez questão de dar continuidade aos atos comuns em seu dia a dia. O enfermeiro não é vítima, é bissexual e não sai lesado nessa história, sabia muito bem o que estava fazendo, não foi forçado a nada, se tivesse caráter, dizia não ao padre! O bispo por outro lado, tratou de passar esse abacaxi a diante. É como se dissesse: ” Toma que o filho é teu”. Como a maioria dos bispos atuais, não tem a mínima capacidade de resolver problemas, querem passar por essa vida sem um arranhão, limpos, cheirosos e sem cicatrizes de “batalha”, batalha essa que ninguém quer travar. A pergunta ao senhor bispo, se o dito padre, não era da sua diocese, o que estava fazendo em seu território???

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  8. A sociedade está desculpando e tendendo a aceitar o homossexualismo, porque a confusão da identidade provocada pela revolução cultural faz com que todas as famílias tenham algum representante nessa categoria. Principalmente pais, que receiam vir a ter um filho nessas condições e serem acusados de negligência na sua formação, apressam-se a defender essa nova agenda; outros, mesmo não entendendo a causa, buscam criar um ambiente geral de aceitação para seus descendentes afetados. É assim que a revolução consegue normalizar suas pautas.

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