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6 maio, 2019

Dom Walmor eleito.

FratresInUnum.com – 6 de maio de 2019 – Como tínhamos anunciado, a 57ª. Assembleia Geral da CNBB acaba de eleger como presidente Dom Walmor Oliveira e Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, o qual teria sido indicado, segundo fontes indiscretas, pelo Secretário da Congregação para os Bispos, Dom Ilson de Jesus Montanari.

Se, de um lado, a CNBB demonstra endurecer em seu posicionamento esquerdista e contra o governo Bolsonaro, por outro lado, “hay que endurecer, pero sin perder la TERNURA“.

É muito significativo que os bispos obedeçam bovinamente a Francisco, talvez com medo das sanções previstas no Motu Proprio “Como uma Mãe amorosa”. Como Perón, Francisco não quer ser amado, mas temido pelos seus súditos.

Aliás, é sempre bom lembrar que é costume antigo de Bergoglio colocar no poder pessoas que tenham, como dizem os italianos, um “esqueleto no armário”. Depois, com um estalar de dedos, basta descartá-las na lata do lixo da história. McCarrick que o diga!

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6 maio, 2019

Dom Walmor praticamente eleito.

Por FratresInUnum.com, 6 de maio de 2019 – O segundo turno das eleições presidenciais da CNBB estão prestes a começar.

No primeiro turno,  dom Walmor, arcebispo de Belo Horizonte, venceu dom Odilo Scherer e dom Jaime Spengler. Ao que tudo indica, deve ser eleito novo presidente da CNBB, confirmando a intenção da entidade de endurecer sua oposição ao governo, dado que é o mais esquerdista dos candidatos. Também demonstra o servilismo do episcopado ao Vaticano e ao manda chuva brasileiro por lá, de quem dom Walmor é candidato, o secretário da Congregação para os Bispos, dom Ilson Montanari.

A CNBB, assim, afunda-se ainda mais no seu histórico esquerdismo.

Que os bispos acordem antes do segundo turno e tomem consciência que estão destruindo, se é que isso é possível, o pouco de credibilidade que lhes resta.

11 março, 2019

Eleições na CNBB: Dom Leonardo ou Dom Walmor?

A batalha entre o ecologismo apocalíptico e o gay-friendly.

Por FratresInUnum.com, 11 de março de 2019:  Aproxima-se a eleição da nova presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a ocorrer em sua próxima assembléia geral, no mês de maio, em Aparecida.

Duas alas, aparentemente opostas, mas complementarmente progressistas, aparecem na disputa: Dom Leonardo Ulrich Steiner, atual Secretário Geral da CNBB, e Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, despontam como os principais candidatos.

* * *

Todo esquerdista que chega ao poder continua posando de vítima. Assim, Dom Leonardo Ulrich Steiner agora tem o álibi perfeito: o infarto. Como vítima do sistema, vai preparando a sua candidatura a Presidente da CNBB.

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Dom Leonardo Steiner (esquerda) e Dom Walmor (direita).

Para alcançar seu intento, porém, Dom Leonardo precisa ser transferido para uma diocese — é praxe que a presidência seja ocupada por um bispo diocesano, e não um auxiliar. Há quem diga que o seu “cardinale protettore”, Dom Claudio Hummes, irá providenciar sua transferência para uma arquidiocese “amazônica”– possivelmente Manaus ou Cuiabá – onde poderia alimentar, de forma mais efetiva, a histeria ecológica do Sínodo Pan-Amazônico.

Em recente entrevista à mídia Vaticana, Dom Leonardo já vai entrando no clima dos dramas ecológicos e indigenistas. Nada como matar dois coelhos com uma só cajadada: agradar o ecologismo de Papa Francisco e marcar posição contra o governo Bolsonaro. Só faltou derramar lágrimas e dizer: “Que saudades do Gilberto Carvalho! Aqueles sim eram bons tempos!”

Mas, o Apocalipse ecológico pode esperar. O Sínodo sobre a Amazônia só virá em outubro e as eleições da CNBB serão em maio.

Em 2011, para sua primeira eleição como Secretário Geral, Dom Leonardo contou com uma mãozinha do então Núncio Apostólico Dom Lorenzo Baldisseri, que “possibilitou” sua eleição, transferindo-o de São Felix do Araguaia para auxiliar em Brasília.

Já para maio de 2019, não consta que Dom Leonardo conte com as graças do atual Núncio. E, o que é pior, Dom Leonardo não parece ser o candidato do poderoso Dom Ilson Montanari, secretário da Congregação para os Bispos, o arcebispo brasileiro responsável pelas nomeações bergoglianas dos bispos do mundo inteiro.

Fontes murmurantes nos dão conta de que Dom Montanari, Secretário da Congregação para os Bispos, foi interrogado sobre uma eventual eleição de Steiner como presidente da Conferência Episcopal brasileira. A resposta teria sido incisiva: “Não! Agora é a vez de Dom Walmor”, o arcebispo de Belo Horizonte.

Dom Walmor de Azevedo, cuja simples em nosso histórico de posts demonstra a orientação. Sim, daquela mesma arquidiocese que recentemente foi denunciada pelo Instituto São Pedro de Alcântara como defensora da agenda LGBT através de uma “pastoral da diversidade”. A Arquidiocese desmentiu tudo e Dom Walmor fez de conta que não era com ele, mas… Quem convive na intimidade com Dom Walmor e com seu auxiliar Dom Joaquim Mól sabe perfeitamente que eles jamais poderão ser acusados de homofóbicos.

As pré-candidaturas de Dom Leonardo e Dom Walmor para presidência da CNBB revelam uma luta de titãs: Hummes vs. Montanari. Senhores bispos, façam suas apostas!

Mas, será que o episcopado brasileiro continuará permitindo que grupos de interesse os controle e fale por eles? Será que não darão um basta a esse aparelhamento e apresentarão uma chapa de bispos sensatos, que não tomem ações ideológicas? Será que não sairão da passividade e começarão a se organizar, a conversar entre si, a reagir, a tomar as rédeas dessa bagunça? Tudo depende só deles. Como leigos, só nos cabe esperar e rezar.

É um fato, porém, que os destinos da conferência episcopal brasileira ainda não estão determinados. A esquerda está perdida e dividida, ataca-se a si mesma, perdeu a força e a dinâmica. Há bispos inquietos com o afastamento do povo e da realidade. As urnas —  as coletas — demonstram o cansaço do povo fiel quanto a ideologias senis.

Sim, senis que, como Leonardo Boff, só sabem se lamentar que os jovens não embarcaram no seu sonho socialista: “Como pôde acontecer tudo isso e tanta insensatez em nosso país? Onde nós erramos? Como não conseguimos prever esse salto rumo à Idade Média?

Não há mais nada que se fazer? Rezemos para que os bispos, ao menos por graça de estado, sejam iluminados e se deem conta de que é chegada a hora da mudança, a hora de romper com aquilo que já está condenado ao fracasso e à total irrelevância histórica.

7 fevereiro, 2014

Apelo a Dom Walmor pela suspensão de Frei Cláudio Van Balen.

Por Hermes Rodrigues Nery

Caríssimo Dom Walmor Oliveira de Azevedo,

Rogamos a sua atenção e providências quanto a situação que aflige a igreja em Belo Horizonte, com o triste episódio envolvendo o rebelde frei Cláudio Van Balen.

Mais uma vez os fiéis católicos de Belo Horizonte vivem a angústia da omissão da autoridade eclesiástica em relação a providências cabíveis para fazer valer o que está no Catecismo da Igreja Católica, e como autoridade eclesiástica zelar pela sã doutrina. Trata-se do caso de frei Cláudio Van Balen, herege explícito, contumaz, rebelde, que já defende outra igreja que não a católica da qual ele foi ordenado e teria o dever, por juramento da Ordem, de preservar. Mas é de vosso conhecimento que o luciferino frei Cláudio Van Balen, causa de desordem e cisão na Igreja local belohorizontina, da qual Vossa Reverendísisma é o pastor, resiste a aceitar a autoridade de seu pároco, frei Evaldo Xavier, e, recalcitrante, está a mover seus apaniguados a uma vergonhosa ação de desobediência e de infidelidade, a proferir ofensas e heresias contundentes. Até quando, Dom Walmor, haverá omissão? A hora exige a vossa tomada de posição, a vossa decisão, em defesa da Igreja.

Até quando permitirá que tais acontecimentos continuem a causar dor à Igreja Católica de Belo Horizonte? Urge que a autoridade eclesiástica tome providências e suspenda frei Cláudio de suas atividades, para que a harmonia seja restabelecida, e que frei Evaldo Xavier, dentro das suas prerrogativas, inteiramente legítimas, possa conduzir a sua paróquia, de acordo com as diretrizes do Catecismo e do Magistério da Igreja: “Os presbíteros, embora não possuam o pontificado supremo e dependam do bispo no exercício do próprio poder, todavia estão-lhes unidos na honra do sacerdócio” (CIC 1564), e e esta honra justamente se confirma com a caridade na verdade, com ações em fidelidade à sã doutrina.

Se as providências não forem tomadas, o povo católico poderá as tomar, agudizando ainda mais a crise, pois a angústia é grande, especialmente dos que tem amor à Igreja. Até quando nossos bispos ficarão reféns dos lobos progressistas, que estão minando, por dentro, a sã doutrina católica? Rogamos então, encarecidamente, a Vossa Reverendíssima, urgente providência pela suspensão de frei Cláudio Van Balen e total apoio a frei Evaldo Xavier.

Que Nossa Senhora interceda para que haja discernimento e coragem para a solução desta grave questão, pelo bem da Igreja.

Prof. Hermes Rodrigues Nery

* * *

Leia também:

Frei Cláudio Van Balen quebra o silêncio, fala sobre celibato, casamento gay e outras polêmicas

Archidiócesis brasileña cede a las presiones y un sacerdote heterodoxo impide su remoción

2 outubro, 2013

Apelo a Dom Walmor, Arcebispo de Belo Horizonte, para evitar evento pró-aborto em faculdade Jesuíta.

Prof. Hermes Rodrigues Nery (da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB) exorta os fiéis leigos e religiosos a cobrarem das autoridades eclesiásticas a identidade católica das instituições ditas católicas:

 

Veja do que se trata nesta reportagem feita por Pedro Canísio de Alcântara:

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10 maio, 2019

Uma Conferência empedernida e irremediável.

Por FratresInUnum.com, 10 de maio de 2019 – Popular, sorridente, amigo de todos. Dando bom dia até para as paredes. Assim entrou Dom Jaime Spengler na Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que termina hoje, em Aparecida, SP. Mas, como diz o famoso ditado: “No conclave, quem entra papa, sai cardeal”. E assim se fez! A chamada “máfia franciscana”, capitaneada por Dom Cláudio Hummes e Dom Leonardo Steiner, perdeu a presidência da CNBB. Com a eleição de Dom Joel Portella Amado para o cargo de Secretário Geral  e de Dom Walmor de Oliveira Azevedo para a presidência, eles tiveram de se contentar com a modesta posição de vice.

Eleição na CNBB 2019 – Da esquerda para a direita: Dom Jaime Spengler, eleito vice-presidente. Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, eleito presidente. E Dom Mário Antonio Silva, bispo de Roraima, segundo vice-presidente.

A eleição de Dom Walmor, por sua vez, não foi fruto de uma decisão autônoma dos bispos brasileiros. Muito pelo contrário! Se até então eles sempre manifestaram reservas quanto às indicações romanas – a própria presença do núncio apostólico nas assembleias da conferência sempre foi encarada com antipatia –, agora, deram provas da mais absoluta submissão às indicações de Francisco. Como anunciamos meses atrás, a eleição de Walmor veio pronta da Cúria Romana e sua autoria, segundo fontes, é do brasileiro Ilson Montanari, Secretário da Congregação para os Bispos.

Porém, o surto de papismo do episcopado tupiniquim não se limitou ao chancelamento de uma decisão romana quanto à eleição do presidente da CNBB, mas também derramou-se em manifestações de uma devoção papal calorosa e entusiasmada. A autoridade de Francisco foi evocada como argumento inapelável e a sua vontade sondada como se fosse o querer do próprio Deus! Os bispos, tais como adolescentes histéricos diante de um popstar, não economizaram hosanas à autoridade de Bergoglio.

Falsidades à parte, é obvio que o teatro é fruto não de uma convicção teológica, mas do medo, do temor servil, do pânico de serem suspeitos de qualquer crítica ao bispo de Roma. Controlados por fiscais de todos os lados, mais temerosos de uma pena canônica seguida de remoção do episcopado que cobiçosos de uma ascensão na carreira eclesiástica, os bispos brasileiros se reduziram (ou foram reduzidos) abaixo do nível dos coroinhas de qualquer sacristia e, como noviças apavoradas, fazem as graças com um postiço sorriso amarelo.

Enquanto isso, Francisco alegremente celebra o poder, pois prefere ser temido que amado, assim como os ditadores, cuja mera lembrança provoca nos remotos súditos chiliques de uma obediência idolátrica e cega.

O desespero papista fez os bispos se rivalizarem no esquerdismo e, portanto, aclamarem euforicamente qualquer protesto contra o governo como se fosse a proclamação de um dogma. Todos comentam, nos corredores da CNBB, que há muito não se via um ambiente tão libertador quanto nesta assembleia.

Quando a esmola é demais, o santo desconfia. Embora todos soubéssemos que, tão cedo viesse um governo de direita, o “profetismo” adormecido nos tempos do PT acordaria com violência, todo esse papismo subserviente pouco ou nada combina com a rebeldia corajosa de quem se encoraja apenas quando protegido pelos muros da discrição e pela aprovação de seus pares.

A assembleia termina exatamente como começou: em um clima de medo e insegurança. Os bispos são cientes de que estão mais desprotegidos do que nunca, quer pela ameaça papal que paira sobre as suas cabeças, quer pela vulnerabilidade diante de um clero astuto e articulado, quer pela vigilância dos leigos, não mais passivos e silenciosos como nas décadas anteriores. De fato, “nós estamos no meio deles” e sabemos muito bem quem eles são.

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5 maio, 2019

Eleição da CNBB – A corrida.

Por FratresInUnum.com, 5 de maio de 2019 – Já foi dada a largada para a eleição do futuro presidente da CNBB. Correm pelos corredores os seguintes nomes: Dom Walmor Oliveira e Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte; Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre; e Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo.

As urnas de votação na Assembleia dos bispos.

O nome do arcebispo mineiro cresce nas últimas horas. O lobby que o representa está a cada segundo menos tímido. Como anunciamos em artigo anterior, Dom Walmor teria sido objeto pessoal da promoção de ninguém menos que Dom Ilson Montanari, secretário da Congregação para os bispos. Enfim, um time não propriamente homofóbico.

A eleição parece que correrá entre Walmor e Spengler, um representante muito estimado da conhecida “máfia franciscana”, cujo expoente maior é Dom Cláudio Hummes, hoje nomeado por Papa Francisco como relator do Sínodo da Amazônia.

Neste embate, não é impossível que desponte o terceiro candidato, Dom Odilo, cuja eleição representaria, sem dúvida, a vitória de uma ala mais moderada e de menor oposição ao governo Bolsonaro.

Seria muito previsível que, dado o ódio atual dos bispos da CNBB ao presidente da república, houvesse uma radicalização, a qual não seria de todo ruim. De fato, o descolamento dos bispos em relação ao povo é um fato consumado. Não seria ruim se as máscaras caíssem ainda mais e o laicato católico visse com toda nitidez que os seus bispos não abrem mão do PT e do presidiário Lula.

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23 abril, 2019

Eleições CNBB 2019. Jaime Spengler: a carta na manga?

Por FratresInUnum.com, 23 de abril de 2019 | Não, nós não nos esquecemos dele. Acontece que precisamos proceder por partes (ver artigo anterior) e, agora, nos toca falarmos do exímio candidato daquela que os próprios bispos da CNBB chamam jocosamente de “A máfia franciscana”.

Sim, é ele mesmo: Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada.

Dom Jaime Spengler

Muito chegado à Nunciatura Apostólica no Brasil, o temido Dom Jaime foi o inquisidor nomeado para investigar a conduta dos Arautos do Evangelho (dizem que militou nas fileiras da TFP durante sua juventude), trabalho que executou com muita dedicação, com vistas a agradar bastante o Papa Francisco e – quem sabe? – receber dele um barrete cardinalício.

De fato, não é de hoje que correm boatos de que ele sucederia Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e, portanto, arcebispo primaz do Brasil, mas a quem a misericórdia do papa argentino resolveu não outorgar o cardinalato. Spengler, ao contrário, foi bem mais “franciscano” e já garantiu as graças do pontífice reinante antes mesmo de ser “promovido”… Afinal de contas, “é dando que se recebe”, não é mesmo?

Rumo ao pódio cardinalício, Spengler pretenderia, antes, conquistar a presidência da CNBB? Embora Dom Leonardo Steiner, também franciscano, possa ter pretensões de perpetuar-se no poder sobre os bispos – tudo em nome do famoso “Reino”, entenda-se! –, é possível que tanto ele quanto Dom Walmor sejam apenas usados para a se destruírem e deixarem o lugar para Spengler. A propaganda eleitoral já começou.

Da ala de “centro-direita”, espera-se alguma articulação envolvendo Dom Orani Tempesta e seu bispo auxiliar, Dom Joel Portela, que, sussurram nos corredores, seria o candidato de consenso para Secretário Geral. Não surpreenderia se, no caos, surgisse o nome de Dom Odilo Scherer para apaziguar os ânimos de um episcopado cada vez mais dividido e em completo descrédito.

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8 fevereiro, 2018

Bispos ignoram danos do Lulopetismo e da Teologia da Libertação no corpo da Igreja do Brasil.

Por Hermes Rodrigues Nery

FratresInUnum.com – 8 de fevereiro de 2018: Depois do escandaloso 14° Encontro Intereclesial de CEBs, ocorrido em Londrina, PR, com atos e cenas bizarras que chocaram a tantos católicos em diversas partes do País, o Arcebispo de Curitiba, Dom José Antonio Peruzzo, em pronunciamento gravado e divulgado nas redes sociais, adotou o tom “politicamente correto” para rechaçar as abundantes críticas (especialmente de leigos) ao evento escancaradamente ideologizado e partidarizado. As palavras de Dom Peruzzo, eivadas de retórica, não convenceram, ignorando o sentimento de milhares de católicos que já não sabem mais o que fazer para estancar o lulopetismo dentro das paróquias e movimentos, que através da nefasta teologia da libertação, vem ainda causando graves danos ao corpo da Igreja.

lula missaEm março de 2016, estive pessoalmente conversando com vários bispos (inclusive na Assembléia da CNBB), sobre o modo como setores progressistas instrumentalizam a Igreja para fins políticos contrários ao ensinamento da sã doutrina moral e social católica. Na ocasião, o Cardeal de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer foi enfático em dizer que a Igreja não toma posições partidárias (o mesmo tom adotado por Dom Peruzzo), também ignorando os efeitos danosos do lulopetismo nas paróquias e dioceses. Escrevi uma “Carta aos Bispos do Brasil”, fazendo um apelo “a cada membro do episcopado brasileiro, para que em cada Diocese haja uma posição clara e firme em relação aos graves danos que o Partido dos Trabalhadores (PT) causou à Igreja Católica e à nação brasileira nestas últimas décadas, especialmente nos últimos treze anos à frente do governo. Um partido que chegou aonde chegou com a conivência, a cumplicidade, a omissão (e até o favorecimento) de muitos bispos, seduzidos pela retórica do populismo e pela demagogia.” Dizendo ainda que “era preciso ter havido coragem para denunciar o PT como um partido revolucionário, de ideário socialista, aliado de governos comunistas e ditatoriais (especialmente Cuba), que emergiu com a bandeira da ética para chegar ao poder e depois dilapidar o estado brasileiro, aparelhando as instituições e implementando a agenda anti-vida e anti-família das fundações internacionais, a agenda abortista, etc. E tudo isso com a complacência do clero progressista da CNBB, e através de ONGs e pastorais atuando no seio da igreja, dos teólogos da libertação, e de toda sorte de infiltrados.”

Não somente a “Carta aos Bispos”, como o corpo-a-corpo feito com bispos durante a Assembléia da CNBB, daquele ano, foram totalmente ignorados, desprezados. Foi então que percebi que não adiantava denunciar o que ocorria de grave em tantas paróquias cúmplices da teologia da libertação e do lulopetismo. As denúncias eram feitas e ignoradas. Os apelos eram feitos e desprezados. Como, por exemplo, quando solicitamos providências a Dom Walmor de Oliveira em relação ao caso Van Balen, quando exigimos o cancelamento de palestra feita por abortista em uma faculdade católica, quando requeremos de Dom Manoel Carral Parrado providências para afastar o Padre Paulo Bezerra, etc.

Pareciam inúteis os esforços, os apelos, as denúncias, etc. O que recebíamos? Em vez de palavras de ânimo e apoio, na defesa da sã doutrina católica (o pastoreio firme na defesa da fé e da vida), eram o riso, o escárnio, o desprezo, pois que muitos bispos continuavam confortavelmente coniventes em ver espalhada a cizânia da teologia da libertação (sob diversas formas e aspectos), principalmente nos conselhos paroquiais e diocesanos.

Durante muito tempo questionamos os motivos pelos quais tantos padres e bispos se silenciavam diante do aparelhamento ideológico, deixando que paróquias e movimentos (Pastorais sociais, da juventude, etc.) fossem utilizados como espaços de propagação da teologia da libertação, que não havia sido minada, pelo contrário, era disseminada por outros meios (inculturação, ecumenismo, ecologismo e tudo mais), com padres e até bispos agindo como intelectuais orgânicos, gramscianos. E o que vimos, ao longo de décadas, foram paróquias e movimentos se descaracterizarem, perderem sua identidade católica, para servir a um projeto de poder que visa destruir a verdadeira fé. Com o relativismo, o discurso de muitos foi ficando cada vez mais ambíguo, justificando assim uma subversão inimaginável.

Mas, o mais grave nisso tudo, ainda não foi desvendado. Quem banca esse processo? O que pensar da Caritas, por exemplo, financiada pela Fundação Ford? Pois o lulopetismo  ainda se mantém, apesar de tudo o que a Operação Lava Jato expôs ao País, porque padres e bispos são beneficiados financeiramente. Uma Lava Jato em muitas paróquias e movimentos revelaria muita coisa. Certamente, muitos padres intelectuais orgânicos também terminariam seus dias na cadeia. O fato é: o que fazer diante de tudo isso? Como desaparelhar a Igreja, se bispos tomam à frente em defesa, muitas vezes, do indefensável. Enquanto tais setores da Igreja, no Brasil, estiverem reféns do lulopetismo e da teologia da libertação, o corpo da Igreja, no Brasil, estará padecendo tão grave enfermidade, a requerer remédios amargos, que os bispos procrastinam, para angústia dos católicos.

Hermes Rodrigues Nery é coordenador do Movimento Legislação e Vida

7 dezembro, 2017

A agenda gayzista promovida a todo vapor na Arquidiocese de Belo Horizonte. Um fiel escreve.

Escreve o leitor Pedro, de Belo Horizonte:

Olá, me chamo Pedro e venho, através desta carta, expor publicamente a minha indignação em relação a alguns fatos que vivenciei. Por amar a Santa Mãe Igreja e me comprometer com a mesma, tenho o dever de expor os dados abaixo, apenas com o intuito de que providências sejam tomadas. Escrevo esse texto, pois as possibilidades de resolver diretamente com a comunidade católica local não existem ou são mínimas.

Como já é de conhecimento de muitos, a Arquidiocese a qual pertenço (Belo Horizonte) não é exemplo para nenhuma outra no Brasil. Não obstante, ela ultrapassou todos os limites. Alguns casos famosos tomaram as redes sociais em um passado não muito distante, como por exemplo o “Episódio Frei Cláudio´´, “Nome social na PUC- MG´´, dentre outros. Não obstante, as coisas por aqui recentemente passaram ainda mais dos limites do tolerável. Ouso dizer que se estivessemos em outros e saudosos tempos, estaríamos sob intervenção da Sé Apostólica ou, na ausência desta, haveria uma correção fraterna direta dos leigos sobre seu clero.

Há mais ou menos 1 ano, em um SANTUÁRIO de Belo Horizonte – São Judas Tadeu -, foi criada uma pastoral que se intitula “Pastoral da Diversidade sexual”. Segue Link do site do Santuário http://saojudasbh.org.br/noticias/pastoral-da-diversidade-sexual-e-apresentada-na-puc-minas/. Reparem em algumas pessoas e locais onde estão sendo feita essas apresentações.

Resolvi então me atentar a esse fato e tentar entender o que essa “pastoral” poderia oferecer aos membros da Arquidiocese de Belo Horizonte. Nessa busca me deparo com este cartaz:

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Percebam a “realização” e o “Apoio”:
.Pastoral da diversidade sexual (São Judas).
.Grupo de Pesquisa Diversidade Afetivo-sexual e Teologia (do Programa de Pós-graduação em Teologia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia – FAJE).
.Centro Loyola de Belo Horizonte.
.Filhos de Maria Imaculada (Pavonianos).
.Santuário Arquidiocesano São Judas.

Resolvi ainda ir ao evento a fim de entender com mais clareza do que se tratava. Irei colocar aqui algumas imagens na qual vocês mesmos poderão tirar as próprias conclusões:

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E quem apresentava tudo isso era o Padre Marcus, já bem conhecido na arquidiocese, vigário paroquial do Santuário São Judas.

O que nos é ensinado através dessas iniciativas não tem NADA a ver com o que verdadeiramente é a Doutrina da Igreja Católica Romana! E tudo isso tudo ocorreu, e continua ocorrendo, como vou mostrar a seguir, dentro da própria Arquidiocese de Belo Horizonte. É um absurdo que isso continue ocorrendo bem debaixo dos olhos de Dom Walmor e seus bispos auxiliares e ainda com participação fervorosa de Dom Joaquim Giovani Mol.

Mas os absurdos não param por aí: neste final de semana (02), fui participar do seguinte evento, amplamente divulgado pela arquidiocese por email:

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Reparem no panfleto que o evento se deu na PUC Minas e teve ampla divulgação por parte da própria Arquidiocese de Belo Horizonte. Me espantei ao chegar ao evento e me deparar com a composição da mesa:

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Da esquerda para Direita: Um casal que estava representando um trabalho feito com “Casais em nova União” ( ECENU), Dom Joaquim Giovani Mol, indivíduo cujo nome não registrei, Isabella Tymburibá Elian (da pastoral da diversidade sexual do Santuário São Judas Tadeu), Margareth e Pe. Aureo Nogueira de Freitas.

Como podem ver foi um evento de grande relevância, marcado pela presença de nosso bispo auxiliar e representantes da Arquidiocese que coordenam as ditas pastorais. Fica aqui o registro de uma fala de Dom Mol:

“Eu fico pensando assim na família com suas diversas configurações, fiquei imaginando um fórum sobre família e suas diversas configurações. Mas que coisa antiga! As configurações, que são diversas, da família, não são de hoje – só que agora estamos nos permitindo, de olhos abertos, para tentar registrar e nos deixarmos tocar por essa diversidade. Isso é Graça!

Contudo, olhos abertos querem exercer uma outra função, que é a de exteriorizar, colocar para fora e revelar (…) as realidades que vivemos. (…) Peço para que todos deste fórum mantenham os olhos abertos. Precisamos ter isso.

Não vamos brigar por causa das realidades; não vamos fazer condenação, mas iremos interagir. Inteirar.´´

“Temos que estar aqui com o coração aberto e mente aberta, sem restrições para reconhecer todos os tipos de família.´´

Agora uma do Padre Aureo:

“Queria fazer só um comentário rápido (…) (sobre) o assunto, (que é) quando a pessoa coloca com relação ao catecismo da igreja que deixa explicitamente essa questão… da homoafetivi(dade)… dos homossexuais, (e que ele) aceita mas não aprova as ações, a.. as relações homossexuais. É… eu penso que isso aqui a gente tem que ter um cuidado muito grande porque as pessoas acham que a fonte primeira da nossa fé é o catecismo, e não é. A fonte primeira da nossa fé é o Evangelho, a Sagrada Escritura. O Catecismo é importante como tentativa de síntese da nossa fé e o aspecto mais importante ali não é o moral, é a vivência cristã. A moral, ela… nós sabemos que ela com o tempo evolui. Hoje nós temos a maioria das mulheres com a calça comprida, antigamente nós sabemos que mulher usar calça comprida era um escândalo, um absurdo. O Catecismo da Igreja Católica já chegou a justificar a escravidão do negro, dizendo que o negro não tinha alma, portanto ele podia ser escravizado. Então a gente também tem que compreender as hermenêuticas também com crítica a Sagrada Escritura, que ilumina nossa fé e evolui nesse sentido também para não contribuir com essa violência (…) que existe com essas pessoas que são concretas, são reais. (…) Sempre há drama porque a experiência mostra uma coisa e a fé diz outra´´

“A experiência cristã (…) se dá a partir de um encontro com Jesus Cristo, e não com a moral, e não com a norma.´´

Isabella, da pastoral da diversidade, nos apresentou e falou mais sobre o seu trabalho no qual participa juntamente ao Padre Aureo…

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O link para conseguirem escutar um pouco das explanações do evento segue abaixo: https://soundcloud.com/user-183344379/sets/arquidiocese

Nele está contido o áudio da palestra inteira da Isabella (da pastoral da diversidade), em uma playlist, juntamente aos outros áudios citados acima.

Já neste link, há a parte de perguntas e respostas para a mesa: https://soundcloud.com/user-183344379/perguntas-na-integra-aquidiocese.

Escutem e constatem o óbvio:  a Arquidiocese de Belo Horizonte acaba de passar de todos os limites!

Que as coisas sejam esclarecidas por aqui, e que a verdade prevaleça.

Obrigado.

Pedro, 04 de Dezembro de 2017

Outros feitos envolvendo a cúria de Belo Horizonte podem ser encontrados aqui e aqui.