A Missa Dominical ainda é obrigatória?

FratresInUnum.com, 11 de agosto de 2022 – Há mais de dois anos, os bispos alvoroçaram-se pelo mundo inteiro, especialmente no Brasil, e não perderem tempo de alertar os fieis de que, dada a emergência do coronavírus, estava decretada a desnecessidade da Missa dominical presencial. Era o lockdowm da Igreja! Não faltaram decretos, cartas, bulas, informes, memorandos, postagens para declarar aos fieis o mandamento supremo da cristandade sanitária: “fique quem casa, a missa a gente vê depois!”

Passado todo este período, não houve ainda nenhuma manifestação eloquente da nossa devotíssima hierarquia dizendo que, havendo cessado a emergência, volta a ser obrigatória – por que não dizer “de preceito”? – a assistência presencial da Missa aos domingos. Estritamente falando, os fieis continuariam dispensados pela autoridade eclesiástica que, até agora, não deu nenhuma manifestação em contrário.

Longe de nós pensar que os nossos ortodoxíssimos bispos não se preocupem com algo tão sublime como a salvação das almas, visto que a salvação do corpo é, para eles, inegavelmente muito, muitíssimo importante; também longe de nós insinuar que, como bispos, eles são excelente agentes sanitários… Mas, assim, sem querermos ser inconvenientes, vale a pena perguntar: a Missa Dominical ainda é obrigatória?

Uma das Missas on-line durante a pandemia

Pontifícia Academia pela Vida afirma, no Twitter, que Humanæ vitæ de Paulo VI NÃO É INFALÍVEL

FratresInUnum.com, 8 de agosto de 2022 – Com informações de InfoCatolica – A Pontifícia Academia pela Vida, dicastério da Santa Sé que deveria ser responsável pela conservação do ensino da Igreja sobre os temas relativos à vida humana e também pelo desenvolvimento de atividades pastorais pela promoção da vida, publicou no último sábado, em seu Twitter, uma postagem altamente esclarecedora e que confirma o ativismo oficial daqueles que, na cúpula da Igreja, querem destruir a doutrina da Humanæ vitæ de Paulo VI:

“Registros históricos feitos pelo arcebispo Lambruschini confirmam que Paulo VI lhe disse diretamente que a Humanæ vitæ não estava sob infalibilidade”.

[Vídeo] Daniel Ortega, presidente comunista da Nicarágua, fecha rádios católicas

FratresInUnum.com, 5 de julho de 2022 – Com informações de VaticanNews – Em 1º de agosto, o governo de Daniel Ortega ordenou o fechamento das rádios da Diocese de Matagalpa, do bispo Rolando Álvarez, discordane do regime. A tropa de choque chegou a invadir uma capela e confiscar todos os equipamentos da rádio.

As cenas do vídeo abaixo são chocantes. Esta foi a últimas de mais de 190 agressões à Igreja Católica registradas desde 2018.

Vale lembrar que Lula, no ano passado, em entrevista ao El País, minimizou a ditadura socialista na Nicarágua.

Nova ofensiva do Governo da Nicarágua fecha rádios católicas. Fonte do vídeo: Divergentes

Vereador do PT que invadiu Igreja será recebido pelo Papa

FratresInUnum.com, 5 de agosto de 2022 – Com informações de Metrópoles – O vereador Renato Freitas, de Curitiba, que pode ter o mandato cassado nesta sexta-feira justamente por ter liderado um protesto que invadiu a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, será recebido pelo Papa Francisco no mês de setembro.

O vereador petista, apesar da reprovação da sociedade e dos seus pares na Câmara dos vereadores, foi defendido pela Arquidiocese de Curitiba, com direito a uma carta oficial em defesa do seu mandato. O vereador irá para o evento “A Economia de Francisco” e pode ser projetado internacionalmente por ninguém menos que a… Igreja Católica e o Romano Pontífice.

“Algo de errado não está certo…”

Renato Freitas dentro da Igreja, no protesto

Incoerências culposas. Breve análise do quadro eclesiástico pré-eleitoral

FratresInUnum.com, 2 de agosto de 2022 – Coerência, lógica, linearidade são luxos que nos foram sonegados há muito tempo, especialmente na Igreja. Não é preciso ter uma memória de elefante para sabê-lo. Basta lembrar-se, por exemplo, do desespero magisterial de Francisco durante a presidência de Trump, que culminou com a sinistra encíclica Fratelli Tutti, na qual ele se ressentia da ameaça de guerra oriunda do perigo inconfesso da reeleição do presidente americano, e compará-lo com o silêncio cúmplice com o qual brinda o governo Biden, este sim um dos responsáveis por ter causado a guerra na Ucrânia. A esquerda gritava histericamente contra a truculência belicosa de Trump enquanto se preparava para, ela mesma, causar a guerra da qual acusava os seus oponentes.

Brasil, 2022. O cenário está armado. A esquerda reconquistou os países perdidos, desde os EUA e por toda a América Latina. Resta apenas o Brasil.

A posição da CNBB, longe do isentismo que caracteriza instituições que precisam transcender a política para garantir um Status permanente, é política, politizada e politiqueira. As notas, as mensagens, as cartas, enfim, todos os documentos emanados pela Conferência Episcopal têm uma direção clara: reconduzir à presidência da república o ex-presidente Lula. De fato, parte significativa do episcopado brasileiro formou-se nas fileiras da militância petista mais fanática e triunfalista, não poderia ser diferente.

Contudo, foi esta mesma CNBB que se empenhou tanto no projeto de lei “Ficha Limpa”, sancionado por ninguém menos que o então presidente Lula (suma incoerência!). Quem não se lembrará da comemoração de toda a esquerda igrejeira, com todo aquele tom moralista autobeatificante, em 2010?… A CNBB, triunfante, celebrava o projeto que iria salvar a “ética na política”, vociferando o mote bradado pelo PT nos anos 90.

Agora, depois da apuração de escândalos de corrupção que chegaram a 900 bilhões de desvios na Petrobrás e 400 bilhões no BNDS durante os governos do PT, onde está a mesma CNBB para desfraldar o seu projeto “Ficha Limpa”? Todos sabemos que Lula foi desencarcerado, que seus processos foram anulados e que ele foi tornado elegível por manobras judiciárias meramente formais, que se eximiram completamente da matéria dos crimes cometidos. O dinheiro foi desviado, a corrupção consumada e a tentativa de equivaler tudo às acusações de corrupção desmesuradamente menores do governo Bolsonaro é apenas cinismo retórico, fingimento de negar o senso das proporções.

O dinheiro roubado dos brasileiros não foi usado para fins pessoais, mas para favorecer a articulação do Foro de São Paulo e de toda a esquerda latino-americana, que inclui grupos terroristas, narcotraficantes e ditaduras genocidas da mais alta periculosidade. Agora, estes mesmos posam como defensores da “democracia”, dessa democracia que eles sonegam aos países governados pela incompetência de ditadores que se precisam manter com o nosso dinheiro.

Não é atoa que o secretário de defesa dos EUA veio Brasil para avisar o que o governo Biden espera do nosso. Isso pode ser normal? Isso é realmente democrático?

Os olhos do mundo se voltam para o nosso país justamente porque se interessam pelos bens que nos pertencem. A esquerda, mais do que nunca, vendeu-se para o entreguismo internacionalista mais descarado. Recentemente, Leonardo Boff declarou que a Amazônia deve ser internacionalizada e ter gestão global. É exatamente isso que está por detrás de todo o ecologismo eclesiástico atual: roubar o nosso país mais uma vez, não apenas econômica, mas territorialmente.

Não estamos diante de uma eleição. É preciso dizê-lo de modo claro: estamos diante de uma movimentação unificada de forças internacionais e nacionais que visam a reedificação da cleptocracia, da qual sempre se beneficiou a elite deste país, os países estrangeiros, a mídia, a classe pensante e falante. É tudo apenas isso! E a Igreja se vendeu, desde cima, para este objetivo.

Temas como aborto e ideologia de gênero não irão figurar em discursos e cartilhas políticas. O clero progressista considera tais temas como secundários, para não dizer obscurantistas: eles acham que a ciência moderna é capaz de interromper sem grandes dores uma gravidez indesejada e o sofrimento de velhinhos e que a família natural é um tótem autoritário que precisa ser remodelado na sociedade inclusiva do futuro. Trata-se de ignorar essas temáticas de maneira solene para não escandalizar os ouvidos católicos e avançar com todo colaboracionalismo para com os militantes da nova esquerda.

A união Lula – Alckmin é a mais pérfida que poderia existir: é o pior da esquerda unido ao pior da “direita” liberal (sabemos que Geraldo não é de direita, que é socialista fabiano, mas a sua visão de gestão econômica é música para os ouvidos liberais), o identitarismo imoral fundido com o liberalismo que vai vender até o ar para encher as burras de um governo destinado a distribuir migalhas aos pobres para engordar regimes estrangeiros e obter elogios imperialistas – “Lula é o cara!” (by Obama).

Pouco importa se o índice de violência despencou no país, se o número de empregos aumentou, se somos um dos países que mais vacinou no mundo, se conseguimos crescer enquanto todos os países despencam… Bolsonaro será chamado de genocida, ainda que exista um vírus potencialmente letal em circulação, enquanto os verdadeiros genocidas são homenageados como heróis e subsidiados pelo nosso dinheiro. Isso tudo é teatro, ilusionismo verbal, hipnose midiática.

É claro que Bolsonaro não é um santo e está longe de ser um presidente ideal – os utopismos dos puritanos católicos chegam a níveis psicóticos, às vezes! –, mas é claro que não estamos num cenário normal e que aqui já não se trata mais de uma escolha num cardápio eleitoral, mas de uma manobra de proporções globais para a indução de massa, a qual, segundo a nossa opinião, vai dar certo.

Lula está praticamente reeleito. Esta é a verdade que boa parte do negacionismo de direita não consegue admitir. Não se trata mais de ser otimista ou não, mas de lidar com fatos. A crise econômica produzida pela pandemia e a guerra favorece as revoltas de esquerda entre os pobres e a imoralidade extremista vigente nas ideologias da moda hipnotizam a elite podre, e a Igreja unge tudo com pauperismo libertador e discurso inclusivo… Voilà!

Ainda há tempo de reagir? Sim! Mas é preciso abrir os olhos de todos. Estamos sendo vigiados pelo sistema, nossa liberdade de comunicação está bem restrita e só o que nos resta é o trabalho individual. Com a ajuda de Deus e de Nossa Senhora, com uma intervenção praticamente milagrosa, será possível reverter o desastre…Rezemos e lutemos, pois pouco tempo nos resta.

Porque o seu voto é importante…

Politicagem no altar de Aparecida e clero conservador monitorado

FratresInUnum.com, 1º de agosto de 2022 – Segundo informações de um perfil do facebook, que teria sido testemunha ocular, a homilia registrada em vídeo teria acontecido no último dia 21 de julho, na Santa Missa das 9h da manhã, no altar do Santuário de Aparecida. O padre em questão aproveita para fazer politicagem de esquerda, para propagar discurso de revolta e indignação contra o governo atual e a direita. Tudo com sabor socialista e panfletário.

Ao mesmo tempo, um padre de uma diocese do interior de São Paulo fez uma homilia cujo recorte circulou entre o clero progressista, padres, bispos e ex-padres. No trecho, ele dizia que Deus nos chamou para salvar almas e não árvores. Bastou a frase, retirada do contexto, ser propalada pelos semeadores de ódio e divisão, para o Pe. Zezinho fazer um post de crítica, em que ele, como sempre, colocando-se acima e no centro, julga quem está de um lado e de outro.

Há um efetivo monitoramento do bom clero. Suas postagens e vídeos são cuidadosamente seguidos pelos progressistas para, no primeiro escorregão, serem impiedosamente massacrados, com aquela “misericórdia” cheia de ódio, típica dos tempos atuais. Enquanto os padres conservadores são amordaçados politicamente, os progressistas podem bradar nos altares de Aparecida e de todo o Brasil, com a liberdade que sonegam àqueles a quem censuram e difamam.

Politicagem no altar de Aparecida

MILAGRE | Painel de Nossa Senhora Aparecida fica intacto após fogo destruir carreta de algodão

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – G1 – Uma carreta carregada com fardos de algodão pegou fogo, na manhã da quinta-feira (28), na Rodovia Federal 267, em Bataguassu (MS). Apesar das chamas terem consumido a parte de carga do veículo, um painel de Nossa Senhora Aparecida, que estava acoplado na carroceria, ficou intacto.

O chamado cavalo mecânico, onde fica a cabine, rodas e motor do veículo, que estavam diante do painel da padroeira do Brasil, também não foi afetado pelo fogo. O motorista não se feriu.

Conforme o Corpo de Bombeiros da cidade, foram utilizados cerca de 600 mil litros de água para conter as chamas.

Foto do Corpo de Bombeiros

Card. Müller ataca a reforma da Cúria

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – InfoCatólica – O cardeal Gerhard Müller criticou duramente a reforma da cúria do Papa Francisco: “Tudo carece da ideia básica uniforme a partir da qual os elementos individuais se unem organicamente”. O ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé concedeu uma entrevista à CNA Deutsch na qual também falou do “Caminho Sinodal”.

“Muitos cozinheiros estragam o caldo”, disse Müller sobre a reforma da Cúria, em vigor há quase dois meses. “O grupo de nove cardeais que deveria trabalhar neste documento era muito heterogêneo. Também faltavam representantes verdadeiramente competentes da teologia dogmática, que pudessem entender o significado do Colégio dos Cardeais como meio de representar a Igreja Romana”, acrescentou o cardeal.

Além disso, Müller disse que “a ideia de que a cúria seja um modelo para as dioceses ou mesmo para a Igreja universal é completamente equivocada”. “Os cardeais da Cúria Romana e seus colaboradores estão lá apenas para apoiar o Papa em seu serviço especial pela unidade da Igreja na fé e pela comunhão dos bispos e de todos os crentes”, diz o cardeal.

«Fala-se muito de sinodalidade e se envolve tudo numa linguagem bíblico-espiritual de serviço, de trabalho comum, etc. O que surgiu, no entanto, é uma cúria totalmente adaptada à pessoa do Papa e às suas ideias pessoais, inclusive sobre questões que não são relevantes para a fé, de modo que a eleição do próximo Papa será determinada mais pelas limitações dessa reorganização curial do que pela vontade de Jesus para o ministério de Pedro”, afirmou o cardeal alemão.

Sobre o aumento da participação dos leigos, Müller disse: “Quando uma pessoa entra em um relacionamento pessoal com Deus por meio do batismo e da confirmação e se torna membro do corpo de Cristo, a Igreja, ninguém pode reivindicar fortalecer ou melhorar o papel de os leigos na igreja”.

No “Caminho Sinodal” (Alemão), explicou o cardeal na mesma entrevista, a questão do abuso sexual “só foi apresentada como motivo”. Em vez disso, as questões abordadas como parte do “Caminho Sinodal” “não estão relacionadas à prevenção de crimes sexuais”, afirmou Müller.

“O Caminho Sinodal não é legítimo sob o direito canônico”, enfatizou Müller. Ele também acrescentou que este processo está tentando “anular a lei divina dada por Jesus Cristo para estabelecer uma Igreja diferente, uma Igreja que se apresenta como moderna e eleva o mainstream que está atualmente no poder para o próprio fundamento de sua própria concepção do igreja. Essa concepção reflete exatamente o contrário da Igreja e, portanto, não é compatível com os fundamentos teológicos da Igreja”, afirmou o ex-Prefeito para a Doutrina da Fé.

Card. Müller e Papa Francisco

Ministério Público de Crotone-Italia abre inquérito sobre a Missa na praia por “ofensa à confissão religiosa”

FratresInUnum.com, 28 de julho de 2022 – CrotoneNews – “O Ministério Público da República de Cortone informa ter feito uma denúncia e começado um inquérito por ‘ofensa à uma confissão religiosa’ relativamente a uma presumível celebração religiosa realizada no mar que está na praia de nossa cidade, cujas imagens foram difundidas pela mídia. Os indícios foram delegados à Divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais de Cortone”.

É impressionante que o Estado laico tenha mais fé, reverência e seriedade que as instituições da Igreja Católica! Para defender a fé religiosa, os católicos agora precisam recorrer à polícia laica.

O padre e os fiéis em trajes de banho

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT – Divinópolis-MG

FratresInUnum.com, 26 de julho de 2022 – No último sábado, 23 de julho, fieis católicos rezaram diante da Igreja Santa Cruz, Divinópolis-MG, em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT e ao seu candidato ao governo de MG, Kalil.

Chama a atenção a clareza com que os simples fieis percebem a doutrina de fé católica, segundo a qual ninguém pode ser comunista e católico ao mesmo tempo. Em crises tão absurdas como a que vivemos, na qual boa parte do clero sucumbiu à revolução anticatólica, a resistência dos fieis deve nos servir como estímulo e inspiração.

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT