Politicagem no altar de Aparecida e clero conservador monitorado

FratresInUnum.com, 1º de agosto de 2022 – Segundo informações de um perfil do facebook, que teria sido testemunha ocular, a homilia registrada em vídeo teria acontecido no último dia 21 de julho, na Santa Missa das 9h da manhã, no altar do Santuário de Aparecida. O padre em questão aproveita para fazer politicagem de esquerda, para propagar discurso de revolta e indignação contra o governo atual e a direita. Tudo com sabor socialista e panfletário.

Ao mesmo tempo, um padre de uma diocese do interior de São Paulo fez uma homilia cujo recorte circulou entre o clero progressista, padres, bispos e ex-padres. No trecho, ele dizia que Deus nos chamou para salvar almas e não árvores. Bastou a frase, retirada do contexto, ser propalada pelos semeadores de ódio e divisão, para o Pe. Zezinho fazer um post de crítica, em que ele, como sempre, colocando-se acima e no centro, julga quem está de um lado e de outro.

Há um efetivo monitoramento do bom clero. Suas postagens e vídeos são cuidadosamente seguidos pelos progressistas para, no primeiro escorregão, serem impiedosamente massacrados, com aquela “misericórdia” cheia de ódio, típica dos tempos atuais. Enquanto os padres conservadores são amordaçados politicamente, os progressistas podem bradar nos altares de Aparecida e de todo o Brasil, com a liberdade que sonegam àqueles a quem censuram e difamam.

Politicagem no altar de Aparecida

MILAGRE | Painel de Nossa Senhora Aparecida fica intacto após fogo destruir carreta de algodão

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – G1 – Uma carreta carregada com fardos de algodão pegou fogo, na manhã da quinta-feira (28), na Rodovia Federal 267, em Bataguassu (MS). Apesar das chamas terem consumido a parte de carga do veículo, um painel de Nossa Senhora Aparecida, que estava acoplado na carroceria, ficou intacto.

O chamado cavalo mecânico, onde fica a cabine, rodas e motor do veículo, que estavam diante do painel da padroeira do Brasil, também não foi afetado pelo fogo. O motorista não se feriu.

Conforme o Corpo de Bombeiros da cidade, foram utilizados cerca de 600 mil litros de água para conter as chamas.

Foto do Corpo de Bombeiros

Card. Müller ataca a reforma da Cúria

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – InfoCatólica – O cardeal Gerhard Müller criticou duramente a reforma da cúria do Papa Francisco: “Tudo carece da ideia básica uniforme a partir da qual os elementos individuais se unem organicamente”. O ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé concedeu uma entrevista à CNA Deutsch na qual também falou do “Caminho Sinodal”.

“Muitos cozinheiros estragam o caldo”, disse Müller sobre a reforma da Cúria, em vigor há quase dois meses. “O grupo de nove cardeais que deveria trabalhar neste documento era muito heterogêneo. Também faltavam representantes verdadeiramente competentes da teologia dogmática, que pudessem entender o significado do Colégio dos Cardeais como meio de representar a Igreja Romana”, acrescentou o cardeal.

Além disso, Müller disse que “a ideia de que a cúria seja um modelo para as dioceses ou mesmo para a Igreja universal é completamente equivocada”. “Os cardeais da Cúria Romana e seus colaboradores estão lá apenas para apoiar o Papa em seu serviço especial pela unidade da Igreja na fé e pela comunhão dos bispos e de todos os crentes”, diz o cardeal.

«Fala-se muito de sinodalidade e se envolve tudo numa linguagem bíblico-espiritual de serviço, de trabalho comum, etc. O que surgiu, no entanto, é uma cúria totalmente adaptada à pessoa do Papa e às suas ideias pessoais, inclusive sobre questões que não são relevantes para a fé, de modo que a eleição do próximo Papa será determinada mais pelas limitações dessa reorganização curial do que pela vontade de Jesus para o ministério de Pedro”, afirmou o cardeal alemão.

Sobre o aumento da participação dos leigos, Müller disse: “Quando uma pessoa entra em um relacionamento pessoal com Deus por meio do batismo e da confirmação e se torna membro do corpo de Cristo, a Igreja, ninguém pode reivindicar fortalecer ou melhorar o papel de os leigos na igreja”.

No “Caminho Sinodal” (Alemão), explicou o cardeal na mesma entrevista, a questão do abuso sexual “só foi apresentada como motivo”. Em vez disso, as questões abordadas como parte do “Caminho Sinodal” “não estão relacionadas à prevenção de crimes sexuais”, afirmou Müller.

“O Caminho Sinodal não é legítimo sob o direito canônico”, enfatizou Müller. Ele também acrescentou que este processo está tentando “anular a lei divina dada por Jesus Cristo para estabelecer uma Igreja diferente, uma Igreja que se apresenta como moderna e eleva o mainstream que está atualmente no poder para o próprio fundamento de sua própria concepção do igreja. Essa concepção reflete exatamente o contrário da Igreja e, portanto, não é compatível com os fundamentos teológicos da Igreja”, afirmou o ex-Prefeito para a Doutrina da Fé.

Card. Müller e Papa Francisco

Ministério Público de Crotone-Italia abre inquérito sobre a Missa na praia por “ofensa à confissão religiosa”

FratresInUnum.com, 28 de julho de 2022 – CrotoneNews – “O Ministério Público da República de Cortone informa ter feito uma denúncia e começado um inquérito por ‘ofensa à uma confissão religiosa’ relativamente a uma presumível celebração religiosa realizada no mar que está na praia de nossa cidade, cujas imagens foram difundidas pela mídia. Os indícios foram delegados à Divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais de Cortone”.

É impressionante que o Estado laico tenha mais fé, reverência e seriedade que as instituições da Igreja Católica! Para defender a fé religiosa, os católicos agora precisam recorrer à polícia laica.

O padre e os fiéis em trajes de banho

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT – Divinópolis-MG

FratresInUnum.com, 26 de julho de 2022 – No último sábado, 23 de julho, fieis católicos rezaram diante da Igreja Santa Cruz, Divinópolis-MG, em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT e ao seu candidato ao governo de MG, Kalil.

Chama a atenção a clareza com que os simples fieis percebem a doutrina de fé católica, segundo a qual ninguém pode ser comunista e católico ao mesmo tempo. Em crises tão absurdas como a que vivemos, na qual boa parte do clero sucumbiu à revolução anticatólica, a resistência dos fieis deve nos servir como estímulo e inspiração.

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT

Padre celebra Missa na praia, dentro do mar, sobre uma boia – Milão, Itália

FratresInUnum.com, 25 de julho de 2022 – Com informações de CrotoneNews – Dias de calor intenso na Itália, férias, praia de Crotone (Italia). O Pe. Mattia Bernasconi, da Paróquia São Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Milão), teve uma ideia pitoresca: como não encontraram um lugar na sombra, tendo em vista o grande calor e as águas tão convidativas, propôs celebrar a S. Missa dentro do mar, com todo mundo em trajes de banho. A notícia rapidamente correu pelo ambiente e uma família ofereceu a sua boia para servir de mesa do altar… As imagens são desconcertantes.

Contudo, não podemos nos esquecer: o grande problema da Igreja no século XXI é a Missa Tridentina! É ela que precisa ser abolida, segundo o espírito inquisitorial de Traditionis Custodes. Bem… Já que os bispos são os custódios da tradição, caso os leitores queiram, podem deixar o seu protesto na página da arquidiocese de Milão reservada para atender o público: https://newsletter.chiesadimilano.it/contatti-chiesa-di-milano/

Kyrie, eleison!

Padre celebra Missa dentro do mar, sobre uma boia, em trajes de banho

O bispo e a leiga que presidem o Caminho Sinodal Alemão mostram seu espanto e irritação com a declaração da Santa Sé 

FratresInUnum.com, 23 de julho de 2022 – InfoCatólica – Na noite de quinta-feira houve uma declaração conjunta do presidente da Conferência Episcopal Alemã e da presidente do Comitê Central dos Católicos Alemães (ZdK), no qual, além de demonstrarem o seu “assombro” ante a Declaração do Vaticano, escrevem:

“Não é testemunho de um bom estilo de comunicação dentro da Igreja que sejam publicadas declarações que não sejam assinadas por um nome. A igreja sinodal vai para o outro lado, de acordo com o nosso entendimento”.

Da mesma forma, eles afirmam que o Presidium do Caminho Sinodal se esforçou desde o início para encontrar canais de comunicação direta com as autoridades romanas:

“A nosso ver, este seria o local para esses esclarecimentos. Infelizmente, a Presidência sinodal não foi convidada para um debate até agora. Lamentamos irritadamente que esta comunicação direta não tenha ocorrido até agora. Em nosso entendimento, uma igreja sinodal é diferente”.

Além disso, Bätzing e Stetter-Karp também rejeitaram o conteúdo da declaração da Santa Sé:

“Não cansamos de sublinhar que a Igreja na Alemanha não seguirá um ‘caminho especial alemão’. No entanto, consideramos nosso dever expor claramente as mudanças que consideramos necessárias. Ao fazê-lo, sentimos que os problemas e questões que nomeamos são semelhantes em todo o mundo”.

Mons. Georg Bätzing e Irme Stetter-Karp, presidentes do Caminho Sinodal alemão

Declaração da Santa Sé sobre o Caminho Sinodal na Alemanha

FratresInUnum.com, 21 de julho de 2022 – Hoje foi publicada uma declaração da Santa Sé, mediante o Boletim da Sala de Imprensa. Apresentamos uma nossa tradução apressada e, obviamente, não oficial:

Para proteger a liberdade do povo de Deus e o exercício do ministério episcopal, parece necessário precisar que o “caminho sinodal” na Alemanha não tem o poder de obrigar os bispos e os fiéis a adotar novas formas de governo e novas abordagens da doutrina e da moral.

Não seria lícito iniciar, antes de um entendimento acordado no nível da Igreja universal, novas estruturas ou doutrinas oficiais nas dioceses, o que representaria uma ferida à comunhão eclesial e uma ameaça à unidade da Igreja. Como recordou o Santo Padre na carta ao povo de Deus que está em caminho na Alemanha: “A Igreja universal vive nas e das Igrejas particulares, assim como as Igrejas particulares vivem e florescem na e da Igreja universal, e se se encontram separadas de todo o corpo eclesial, se enfraquecem, apodrecem e morrem. Daí a necessidade de manter sempre viva e eficaz a comunhão com todo o corpo da Igreja” [1]. Por isso, espera-se que as propostas do Caminho das Igrejas particulares na Alemanha convirjam no caminho sinodal que a Igreja universal está percorrendo, para um enriquecimento mútuo e um testemunho daquela unidade com a qual o corpo da Igreja manifesta sua fidelidade a Cristo o Senhor.

[1] FRANCISCO, S.S., Carta ao povo de Deus que está em caminho na Alemanha, n. 9.

Card. Kasper e Papa Francisco

Com honras e dignidades de chefe de Estado e grande repercussão, o príncipe imperial, Dom Luiz Orléans e Bragança, foi sepultado em São Paulo

FratresInUnum.com, 21 de julho de 2022 – No dia 18 de julho, última segunda-feira, foi solenemente sepultado Dom Luiz Gastão de Orléans e Bragança, príncipe imperial, chefe da casa real brasileira, quinto Imperador, de Iure, do Brasil.

Sua Majestade deixou-nos um legado de fidelidade incondicional à fé católica, de amor a Deus e de intenso patriotismo. Apesar de ter passado a sua vida de maneira sóbria e discreta, seu falecimento trouxe grande comoção em todo o país. Foram inúmeras as manifestações de luto, que comprovam o fato de que o Brasil conserva ainda a sua alma profundamente monárquica.

E não poderia ser diferente, já que a nossa pátria se tornou independente como monarquia, fato que comemoramos neste ano, o ano do bicentenário da nossa Independência, ocorrida em clima de paz, visto tratar-se de uma cisão feita com um reino verdadeiramente irmão. Graças à coroa, o nosso país conservou a unidade e a integridade nacional, tornando-se uma unidade geográfica de dimensões continentais, sem ser banhado por sangue fratricida.

Após a proclamação da República, realizada num ato golpista e ditatorial, a família real foi exilada. Apenas por ocasião do centenário da Independência, a lei do banimento foi suspensa e os nossos dois Imperadores, bem como a Princesa Isabel, primeira chefe da casa imperial do Brasil, puderam ser oportunamente trasladados e sepultados no Brasil.

Dom Pedro Henrique de Orléans e Bragança, legítimo sucessor da Princesa Isabel, foi repatriado no Brasil, mas teve modestos funerais em Vassouras-RJ, que decretou luto oficial pelo seu falecimento.

O seu sucessor, Dom Luiz Gastão de Orléans e Bragança, assumiu a chefia da casa real brasileira. Ele soube se posicionar com grande dignidade e maestria nos momentos mais delicados que se seguiriam no Brasil e no mundo. Atuou junto à Assembleia Constituinte solicitando um plebiscito sobre a forma de governo: após 99 anos, graças aos seus esforços, a causa monárquica saía da ilegalidade no Brasil.

Em 1993, após uma campanha de intensa sabotagem por parte do establishment, Dom Luiz Gastão e seu irmão, Dom Bertrand de Orléans e Bragança, conseguiram organizar o movimento monárquico brasileiro e, não obstante todos os boicotes, obtiveram não apenas mais de 7 milhões de votos pelo retorno da monarquia, mas também deram visibilidade à causa monárquica, que deixava de ser uma mera ideia, uma utopia, para se tornar uma efetiva causa política.

Durante o seu reinado, Dom Luiz obteve o sucesso esplendoroso de que a causa monárquica seja aquela que mais cresce organicamente no Brasil, constituindo-se numa força política impossível de ser desprezada e de grande peso no cenário político nacional.

Por tudo isso, Dom Luiz de Orléans e Bragança, chefe da casa real brasileira e quinto Imperador, de iure, do Brasil, foi o primeiro em sua condição a obter projeção nacional em seu funeral. No dia do seu falecimento, bandeiras a meio-mastro puderam ser vistas em várias cidades do país. O próprio presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, decretou luto oficial mediante documento de governo, em que reconheceu o herdeiro do nosso último Imperador como chefe da casa real brasileira.

Após três dias de velório, o corpo de Sua Alteza Imperial e Real – de iure, Sua Majestade – Dom Luiz de Orléans e Bragança foi conduzido pelas guardas de honra da Marinha do Brasil, como prevê o privilégio concedido a essa força armada, para a Santa Missa exequial, celebrada na Igreja Matriz de Santa Teresinha, em São Paulo.

Entre os presentes, estavam Dom Bertrand de Orléans e Bragança, agora chefe da casa real do Brasil e sexto Imperador, de iure, do Brasil; Dom Antônio de Orléans e Bragança, atual Príncipe Imperial do Brasil; e Dom Rafael de Orléans e Bragança, atual Príncipe do Grão-Pará.

No sepultamento dos veneráveis despojos de nosso Imperador, de iure, o seu irmão e sucessor, Dom Bertrand, proferiu comovente discurso, em que não somente enalteceu a justa e feliz memória das virtudes de Dom Luiz, mas demonstrou as profundas afinidades que, transcendendo os laços de sangue, culturais e políticos, manifestaram-se sublimemente na comunhão da mesma fé católica, que ambos receberam de seus devotos pais, os quais proveram que sua educação intelectual e moral estivesse sob a guia do Prof. Dr. Plínio Corrêa de Oliveira, de quem herdaram os mesmos ideais contrarrevolucionários que os engajaram numa militância aguerrida e varonil.

A notícia do falecimento de Dom Luiz foi impressionantemente divulgada pelos principais canais de televisão, por sites de notícias e por centenas de blogs. Ele foi homenageado não apenas pelas três forças armadas, especialmente pela honradíssima presença do Comandante do Exército do Sudeste, mas também por uma centena de coroas de flores, enviadas de todas as partes do Brasil.

Toda a repercussão demonstra a mais acentuada ascensão da causa monárquica no Brasil, que evidencia o esplendoroso sucesso obtido pela dedicação verdadeiramente heróica do nosso quinto imperador de iure.

Dom Luiz de Orléans e Bragança foi, efetivamente, um exímio exemplar do significado mesmo da nobreza: um filho do Brasil que elevou, em seu porte e em sua atuação, todas as características do nosso povo àquele grau de refinamento que o fez merecer, com toda a honra, o distintivo de nobre! Que ele repouse em paz e que seja ainda mais bem-sucedido o seu herdeiro, Sua Alteza Imperial e Real Dom Bertrand de Orléans e Bragança, novo chefe da casa real brasileira e sexto Imperador de iure do Brasil.

Dom Bertrand de Orléans e Bragança, na abertura do bicentenário da Independência do Brasil