Archive for ‘Atualidades’

17 outubro, 2019

Nossa guerreira Gercione continua firme na batalha.

Olá meus amigos do Fratres!

Continuo firme e forte na batalha contra o câncer de ovário. Esse ano tem sido cheio de altos e baixos. Como eu já disse, o início do ano foi devastador, mas a Cisplatina segurou bem a minha situação por 6 meses, até que parou de funcionar e houve novamente uma considerável progressão da doença durante a pausa de dois meses para encarar um novo regime de quimioterapia.

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Em setembro comecei um novo regime de quimioterapia Taxol/ Avastin. E finalmente parece que estou tendo uma boa resposta ao tratamento e meu CA125 voltou aos 3 dígitos novamente. Esperançosa por uma queda ainda maior para dois dígitos no mês que vem. Vamos rezar por esse milagre!. OK, eu sei que o marcador tumoral CA125 não é algo muito preciso e ele pode subir por outros motivos, como infecções por exemplo. Mas no meu caso, até agora ele tem sido bem certeiro. Acho que nunca vou saber se essa boa notícia é devido ao Avastin ou não, porque até agora só recebi 3 doses. Os oncologistas estavam bem relutantes em me dar o Avastin porque eu ainda tinha muitos nódulos em cima dos meus intestinos e corria o risco de ter uma perfuração intestinal. Mas de qualquer modo, isso já me reacende a esperança, que é o que todos que estamos nessa luta contra o câncer precisamos. Quimioterapia é muito prejudicial ao nosso corpo e seus efeitos difíceis de se lidar, mas todos esses efeitos valem a pena se nos dão aquela paz de saber que células cancerígenas estão sendo eliminadas.

Atualmente o meu pior efeito colateral nem é a queda de cabelo, mas sim a neuropatia que piorou consideravelmente. Sinto choques até de teclar no computador! Minha oncologista mandou eu parar de tomar o Lyrica e me deu Cymbalta para tentar controlar minha neuropatia. Mas a equipe que trabalha com gerenciamento de dor e sintomas já me disse que tenho que parar com o Lyrica aos poucos pra evitar uma reação. Ah, outra coisa que também é horrível, é o aumento de peso e a cara de lua cheia por causa dos corticóides. Como se já não bastasse tudo que a gente tem que sofrer!!

Como vocês podem ver, eu tenho estado em tratamento permanente desde que fui diagnosticada em Junho de 2016. Eu pensei que iria amar nunca mais ver a cara de oncologistas e enfermeiros porque a essa altura eu estaria livre do cancer. Mas confesso que agora fico feliz por vê-los quase toda semana. Isso significa que ainda não cheguei ao fim de linha.

Continuem orando por mim, porque são suas orações que me sustentam nessa batalha,

Obrigada a todos e que Deus lhes abençoe abundantemente!

Gercione

16 outubro, 2019

Impactante homilia de Dom Azcona sobre o Sínodo.

Homilia proferida por Dom Frei José Luiz Azcona Hermoso, OAR, bispo emérito da Prelazia do Marajó, PA, na Santa Missa de 15 de outubro de 2019, na Basílica de Nazaré, em Belém, PA.

15 outubro, 2019

Bispo brasileiro diz que ordenará mulheres a diaconato, se Papa permitir.

Dom Adriano Ciocca Vasino (foto), bispo da prelazia de São Félix do Araguaia (MT), onde sucedeu a Dom Leonardo Ulrich Steiner e Dom Pedro Casaldáliga, disse no dia 12 de outubro que há mulheres em sua comunidade que já são formadas em teologia e “elas sabem que, se esse Sínodo, com a permissão do papa, abrir para a possibilidade do diaconato para as mulheres (…) eu as ordeno”.

Ciocca falou em uma coletiva de imprensa realizada durante o Sínodo dos Bispos sobre a Região Pan-Amazônica, um encontro entre os dias 6 e 27 de outubro no Vaticano sobre a vida e o ministério da Igreja nessa região.

O bispo descreveu aos jornalistas um modelo de formação que ele usa na prelazia de São Félix, com uma escola de teologia aberta a homens e a mulheres.

Após a conclusão do curso de quatro anos, pede-se aos homens que desejam se tornar padres que passem vários anos vivendo e trabalhando na comunidade local. Depois disso, eles são avaliados para a ordenação como diáconos ou padres, com base parcialmente na recomendação da comunidade em que vivem.

A ideia de que as mulheres podem ser ordenadas ou encarregadas de alguma maneira como diáconas na Igreja está em discussão desde que o Papa Francisco nomeou uma comissão para estudar o assunto em 2016.

 

14 outubro, 2019

O piedoso dever de protestar: uma prova de amor à Igreja.

Por FratresInUnum.com, 14 de outubro de 2019 – Os bispos estão com medo. Nunca pensaram que haveria uma manifestação tão forte, espontânea, contínua e contundente quanto às ameaças do Sínodo dos bispos e de toda a esquerdização da Igreja Católica.

Antes, ignoravam a resistência. Agora, já não podem mais fazê-lo. Mostram-se mordidos porque foram mordidos. A sua credibilidade está em queda livre e eles não sabem o que fazer.

A coalizão “Em ordem de batalha”, que reúne católicos do mundo todo, em manifestação, em Roma, no dia 28 de setembro de 2019.

Um dos modos de reagir é se sustentarem em um mútuo encorajamento. Na última assembleia geral da CNBB, por exemplo, um dos refrões era que o laicato está com uma crise adolescente e sente a necessidade de se autoafirmar batendo nos bispos. Obviamente, sempre existe aquela fatia de leigos lacaios que vivem de bajular bispos e padres, reproduzindo feito papagaios os seus mesmos clichês e cacoetes.

Um dos problemas do clero católico é justamente o fato de que foram formados para ser aduladores, sempre dizem o que o superior quer ouvir e, deste modo, a idiotização aguda vai se tornando cada dia mais crônica, progressiva e irreversível.

O maior exemplo disso é este Sínodo da Amazônia. O povo está dividido em dois grupos: de um lado, os revoltados que gritam sem cessar; de outro, os demais, que não estão nem aí para o assunto. Belo sucesso!

A Igreja está passando por um tremendo descrédito unicamente porque há um grupo de senhores deslumbrados e que se acham visionários, entusiastas de uma revolução que juntou há quarenta anos hippies e maconheiros, mas que hoje em dia já não emplaca na consciência de ninguém, muito menos dos fiéis católicos. Mas eles não percebem! Estão eufóricos demais com a sua própria besteira.

Boa parte do clero sabe que isso é apenas um delírio eclesio-senil. O clima de descontentamento é indisfarçável, também em seus silêncios.

Os leigos, porém, não temos por que ficarmos calados. Antes, o único modo de fazer esses alienados histéricos descerem da sua loucura é gritando, gritando muito. Não existe outra forma de ajudarmos a Igreja.

Quando uma pessoa está em delírio, a caridade se exerce acordando-a, mesmo contra a sua vontade. Precisamos falar, temos de protestar, não podemos deixar nossos pais se destruírem e destruírem a nossa família por conta de sua própria estupidez. Este é um dever de caridade, um dever de piedade.

Católicos, faltam ainda quinze dias para o final deste Sínodo. Não desanimemos! Continuemos! Que nosso brado acorde nossos bispos do sono profundo em que se encontram.

13 outubro, 2019

Foto da semana.

Vaticano canonizacao

Praça de São Pedro, Vaticano, 13 de outubro de 2019: A brasileira Ir. Dulce é canonizada, juntamente com o Cardeal John Henry Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan e Margarida Bays.

12 outubro, 2019

URGENTE! ESCÂNDALO! No altar de Aparecida, Dom Orlando Brandes ataca tradicionalistas e direita.

Por FratresInUnum.com, 12 de outubro de 2019 – Em sua homilia na missa solene em honra da Padroeira do Brasil, o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, não economizou palavras para atacar os tradicionalistas e a direita, comparando-os com o dragão, que, na segunda leitura da missa de hoje, é apresentado como “a primitiva serpente, o diabo ou satanás”.

Eis as palavras textuais do arcebispo:

“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário”.

Dom Orlando não consegue dissimular o ódio aos católicos tradicionais e, ao mesmo tempo, rasga as vestes do isentismo, endossadas em massa pelos bispos do Brasil. E é ótimo que seja assim!

Viva Nossa Senhora Aparecida, que fez, mais uma vez, a máscara deste esquerdista cair por terra em rede nacional!

Viva Nossa Senhora Aparecida, pois ele teve de mostrar que eles estão se sentindo fuzilados pelos leigos do país, que não estão engolindo a sua indignação contra este Sínodo herético e cismático.

Eles estão desesperados! Antigamente, apenas desprezavam o povo fiel. Agora, não conseguem mais, e esbravejam como demônios furiosos, porque perderam a hegemonia e estão desmoralizados diante da opinião pública. Ninguém mais acredita neles!

Que caíam mais as máscaras e que eles mostrem o ódio que têm dos fiéis.

11 outubro, 2019

Sínodo da Amazônia: ameaça à soberania do Brasil e retorno ao primitivismo.

Príncipe Imperial do Brasil denuncia a histeria sobre a Amazônia como ‘a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país’. 

Por Church Militant, 9 de outubro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – Membros da família real brasileira, autoridades políticas e líderes tribais condenaram o “politicamente tendenciosos” Sínodo da Amazônia, como “desproporcional em relação à realidade e aos fatos objetivos” e uma “doutrinação” impulsionando os indígenas a “permanecer em seu estado primitivo”.

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Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Esta é a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país, é uma máquina de mentiras”, Sua Alteza Imperial, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança afirmou em um vídeo publicado em seu canal oficial. “A Amazônia brasileira não está sob ameaça”.

“O Sínodo não é proporcional à realidade ou aos fatos objetivos”, o princípe católico tradicionalista afirmou em um contra-sínodo realizado em Roma, no sábado.

O descendente do imperador Dom Pedro II desmascarou o mito inventado pelos padres sinodais de que os “índios da floresta devem ser protegidos, porque eles são puros, de modo que não sejam contaminados pelo capitalismo, egoísmo e desejo de lucro”.

“Isso é o contrário do que os verdadeiros índios desejam”, Sua Alteza disse na conferência intitulada “Amazônia: os interesses”, promovida pelo Instituto Plinio Correa de Oliveira, parte [proveniente] do movimento brasileiro Tradição, Família e Propriedade.

“Somos contrários ao comunismo e queremos evitá-lo em nossa pátria. Eu respeito este Papa, rezo por ele, mas a missão da Igreja é salvar almas” e não politizar o debate sobre o clima e a Amazônia, afirmou Dom Bertrand, que escreveu o popular livro em português Psicose Ambientalista, expondo o alarmismo climático.

“A maior parte dos índios brasileiros já são integrados”, afirmou. “Os [progressistas] querem mantê-los na escravidão. A teologia da libertação traz muitos males para o Brasil”.

Padre Jônatas Bragatto, chanceler do Círculo Monárquico brasileiro no Reino Unido, declarou à Church Militant que o Sínodo da Amazônia é uma ameçada globalista de esquerda à soberania do Brasil e que o Príncipe Bertrand, os generais das forças armadas e as autoridades do governo têm levantado essas preocupações há meses, sendo apenas ignorados pela mídia.

“Há grande preocupação em relação à soberania nacional quando a Igreja está sendo usada como instrumento de partidos corruptos de esquerda para impor sua agenda totalitária no Sínodo”, observou Bragatto.

“Eu apoio totalmente o trabalho da família imperial e o que eles têm feito pela fé Católica e pela soberania do Brasil”, acrescentou o missionário do Reino Unido.

Enquanto isso, falando no contra-sínodo, Jonas Marcolino Macuxí, chefe da tribo Macuxi, observou que uma “ditadura” dos missionários ensinando a teologia da libertação buscou impedir o desenvolvimento na região, deixando, assim, o povo indígena na pobreza e miséria.

Criticando a narrativa do “primitivismo”, Marcolino descreveu como o canibalismo e o infanticídio eram ambos parte da cultura tribal religiosa que o Sínodo da Amazônia está exaltando como virtuosa.

“O canibalismo acabou, mas não a matança de bebês”, afirmou.

“De acordo com as religiões tradicionais, quando uma criança nasce com um defeito, é enterrada viva, e isso continua a acontecer”, ele explicou. “Essas coisas estavam acabando; mas, agora, com a idéia de que se deve voltar ao primitivismo, elas continuam”.

“Os teólogos da libertação estão promovendo a ideia de que os índios que ainda vivem de maneira primitiva são muito felizes, vivendo em um paraíso, etc”, continuou. “Eles querem promover essa idéia a todo mundo. Mas isso não é verdade. É falso. Não estamos vivendo em um paraíso. É uma vida muito difícil; as pessoas têm insetos em toda parte, morcegos em casa”.

Ele continuou lamentando a situação econômica: “Deveriam nos permitir desenvolver nossa economia, porque a região é muito rica. Todos os recursos naturais estão lá. Mas, nas reservas indígenas, não podemos tocá-las, e isso em detrimento do povo que vive lá”.

Antes, o General Eduardo Villas Boas, ex-comandante do exército brasileiro, afirmou que o Sínodo da Amazônia é “politicamente tendencioso” e “pautado por uma série de dados distorcidos que não correspondem à realidade do que ocorre na Amazônia”.

Villas Boas, atualmente conselheiro do Gabite de Segurança Institucional da presidência na gestão conservadora de Jairo Bolsonaro, expressou preocupação com o que pode sair no relatório final do Sínodo da Amazônia: “Agora, sejamos claros: não admitiremos interferência em assuntos internos de nosso país”.

“Mas estamos preocupados com as resoluções do Sínodo, que poderiam levar à interferência (com assuntos da soberania nacional)”, afirmou.

A autoridade das forças armadas dispensou a romantização dos povos tribais.

“A idéia de que colocar uma redoma sobre as comunidades indígenas promoverá a preservação de suas culturas não é verdadeira, pois os índios sentem que lhes é negada a possibilidade de evoluir”, declarou. “Eu nunca fui a uma aldeia sem receber dos índios uma lista de pedidos por eletricidade, internet, saúde, escola e atividades econômicas para apoiá-los”.

10 outubro, 2019

Tradicionalismo, sim… Mas só para os indígenas.

Por FratresInUnum.com, 10 de outubro de 2019 – O desprezo ao catolicismo tal como o conhecemos transparece a cada dia com mais força e violência nas palavras e nos gestos do Papa Francisco. Despido de pudores, ele avança contra qualquer sinal de legítima devoção católica, enquanto usa a mesma autoridade em favor de todas as tradições indígenas e pagãs.

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno.

Em seu discurso na abertura dos trabalhos sinodais, Dom Claudio Hummes — que alguns querem demonizar isoladamente, como se não estivesse ali nomeado por Francisco —   disse que “desde o início de seu ministério papal, Francisco sublinha a necessidade de a Igreja caminhar. Ela não pode ficar sentada em casa, cuidando de si mesma, cercada de muros de proteção. Muito menos ainda, olhando para trás com certa nostalgia de tempos passados. Ela precisa abrir as portas, derrubar muros que a cercam e construir pontes, sair e pôr-se a caminho na história, nos tempos atuais de mudança de época, caminhando sempre próxima de todos, principalmente de quem vive nas periferias da humanidade. (…) Esse caminhar a torna fiel à verdadeira tradição. Uma coisa é o tradicionalismo que fica preso no passado, outra é a verdadeira tradição que é a história viva da Igreja, em que cada geração, acolhendo o que lhe é entregue pelas gerações anteriores como compreensão e vivência da fé em Jesus Cristo, enriquece esta tradição com sua própria vivência e compreensão desta mesma fé em Jesus Cristo no tempo atual”.

Mas, ao mesmo tempo em que, com um chutinho, joga toda a tradição católica no lixo do esquecimento e da banalidade, o mesmo Dom Claudio assegura que:

“De fato, a humanidade tem uma grande dívida para com os povos indígenas nos diferentes continentes da terra e também na Amazônia. É preciso que aos povos indígenas seja devolvido e garantido o direito de serem sujeitos de sua história, protagonistas e não objetos do espírito e prática de colonialismo de quem quer que seja. Suas culturas, línguas, história, identidade, espiritualidade constituem riquezas da humanidade e devem ser respeitadas, preservadas e incluídas na cultura mundial”.

Cegados por sua ideologia, os promotores do Sínodo não percebem a gritante contradição: aos católicos, que superem o que consideram quinquilharias do passado. Mas, aos índios, — alto lá! — se alguém deseja qualquer tipo de progresso. Até o infanticídio das tribos mereceu uma resposta dura pelo Cardeal Pedro Barreto, que parece ter se sentido ofendido com uma pergunta feita a esse respeito por um jornalista.

É absolutamente nítido que não trata mais de uma guerra entre conservadores e progressistas, mas entre católicos e anti-católicos, que agora assumiram as instâncias de poder na Igreja.

Incomodado por alguma risada indiscreta acerca da indumentária dos índios presentes na sala sinodal, Francisco reagiu: “Me entristeceu ouvir, aqui mesmo, um comentário sarcástico sobre um homem devoto que carregava oferendas com plumas na cabeça. Me digam: qual é a diferença entre ter plumas na cabeça e o chapéu de três pontas (barrete) utilizado por certos oficiais em nossos dicastérios?”

A diferença é simples: o barrete simboliza as três virtudes teologais que devem iluminar o pensamento dos sacerdotes, enquanto a arte plumária indígena é apenas um ornamento ritual e hierárquico, sem referência senão à religião natural e pagã.

Antes, em sua viagem a Moçambique, o Papa Francisco afirmara: “O clericalismo tem como consequência direta a rigidez. Nunca viram jovens sacerdotes totalmente rígidos de batina preta e capelo com a forma do planeta Saturno na cabeça? Aí estão eles. Por trás de todo rígido clericalismo há sérios problemas”.

Ousaríamos perguntar se há sérios problemas, além dos relativos à lógica e ao duplo padrão, também por trás de todo rígido ecologismo…

O tradicionalismo vale quando é para se adorar a Pachammama ou entronizar ídolos com o órgão viril ereto e desproporcional como símbolos de adoração, o tradicionalismo é lícito quando se deve adotar a nudez e a brutalidade de costumes, o tradicionalismo é aceito quando usado como arma para destruir uma outra tradição, a Católica.

Não existem sacerdotisas mulheres nas tribos indígenas. A cultura indígena é patriarcal. Mas isso não importa para os ideólogos. Eles querem diluir a Igreja e usar a “tradição” indígena apenas como elemento solvente. Os índios e o discurso ecológico não são mais que meros pretextos.

8 outubro, 2019

Basílica de São Pedro profanada com exaltação de divindade pagã Pacha Mamma.

O fato terrível ocorreu no dia de Nossa Senhora do Rosário, em que os católicos celebram a vitória na Batalha de Lepanto.

Por Hermes Rodrigues Nery, 8 de outubro de 2019

Na sexta-feira, 4 de outubro de 2019, o primeiro evento que marcou o início das atividades do Sínodo da Amazônia foi um ritual pagão nos jardins do Vaticano, que chocou os católicos do mundo inteiro. No mesmo dia, caiu parte do teto da Basílica de São Pedro, durante a celebração de uma missa para a ordenação de quatro novos bispos.

Durante a cerimônia sincretista, com danças, imagens pagãs estavam distribuídas no meio de um tapete em formato de mandala, dentre elas, a de Pacha Mamma, a Mãe Terra, e uma imagem fálica, de um indígena deitado sobre o tapete. Tudo isso na presença de clérigos e do próprio Francisco. A imagem fálica do ritual pagão lembra o curupira, que é um sátiro indígena, chamado por São José de Anchieta de “demônio da floresta”. E o pior é que eles fizeram aquele ritual pagão para homenagear São Francisco de Assis, no seu dia.

No domingo, na missa de abertura do Sínodo, Francisco utilizou uma expressão: “dar vida a uma fogueira”, para explicar o sentido de reacender o dom que está em nós.  Não há uma única passagem nas parábolas de Jesus em que se faça menção à fogueira (uma referência pagã). Mas, na homilia, há esta menção. Outra expressão utilizada na homilia, duas vezes, foi “prudência audaciosa”. Pois é óbvio que existe uma agenda a ser discutida e proposta pelo Sínodo, com brechas a ampliar ainda mais as fissuras no edifício católico.

Na segunda-feira, 7 de outubro, a imagem pagã de Pacha Mamma foi levada para o interior da Basílica de São Pedro, onde foi erguida numa canoa de madeira, com a presença de Francisco e os bispos sinodais, próximos ao altar, de onde saíram em procissão,  atravessaram a Praça de São Pedro e se dirigiram – todos a pé – até o auditório em que se realizam os trabalhos sinodais. Francisco estava à porta do auditório quando chegou a  imagem pagã. Enfim, o sonho de Leonardo Boff se realizou. Eles chegaram lá. Há anos que ele defende o culto à Pacha Mamma. Francisco lhe é gratíssimo. Sabemos também o que está por trás : Pacha Mamma diverge da concepção cristã da Virgem Maria. Os indígenas têm instituições pré-conjugais, que anulam o valor da virgindade. Tudo isso foi muito chocante, no dia em que os católicos celebram a vitória Nossa Senhora do Rosário, pela vitória na Batalha de Lepanto. A Virgem Maria Santíssima foi ultrajada nesse dia. Em seu lugar, foi exaltada a Pacha Mamma, a Mãe Terra. Meu Deus!

É óbvio que tudo aquilo aconteceu com a anuência de Francisco, que caminhou junto com a procissão e acolheu a imagem no auditório, com os demais bispos sinodais. O fato é que o maior e o principal templo católico foi profanado. Sabemos das consequências terríveis disso!

“Portas e portões de bronze para os inimigos não conseguirem invadir, e agora o inimigo entra no ombro dos bispos”, afirmou um comentário recebido pelo Whatsapp.

O que dizer daqueles tantos cristãos e santos, que não foram poucos, que morreram mártires por não aceitarem o paganismo? “Não servirá a dois senhores!” Mas foi assim, com tais fatos, que se iniciou o Sínodo da Amazônia.

7 outubro, 2019

A cumplicidade culposa dos cleaners bergoglianos.

Por FratresInUnum.com, 7 de outubro de 2019 – Começou ontem o Sínodo da Amazônia, antecedido na manhã de sexta-feira por um ritual indígena na presença do próprio Papa Francisco — coitado, certamente se dirigiu até lá na melhor das intenções e, oh, quem poderia imaginar!?, viu-se enganado em uma cerimônia pagã!

Imediatamente, começou a euforia dos cleaners, tentando criar a narrativa de um papa inocente, sequestrado por conspiradores ecoteólogos da libertação maus ou, no máximo, enganado por sua própria bondade “franciscana”.

Pajelança também após a Missa de abertura do Sínodo.

“Francisco chorou no consistório, ao impor o barrete num Cardeal torturado por comunistas”. “Bento XVI recebe Francisco, com os treze novos cardeais”. “Francisco adota um tom mais moderado e conciliador, trazendo a Cruz para o centro do Sínodo”.

Anestesias! Anestesias em doses dinossáuricas, calculadas para produzir um efeito meticulosamente planejado: paralisar a opinião pública católica para neutralizar a única resistência que tem conseguido fazer frente à apostasia aberta desse Sínodo, ao esquerdismo declarado, à absoluta sujeição da Igreja à agenda anticristã da ONU.

Nós, aqui, reafirmamos: Francisco é a causa e o cérebro por trás de toda esta balbúrdia que estamos para presenciar.  O Sínodo forma um todo coerente com tudo aquilo que ele diariamente implementa em seu pontificado. Faz parte de um programa minuciosamente elaborado! Só não o vê quem deliberadamente prefere ignorar os fatos acachapantes que se impõem todo santo dia deste infelizmente pontificado.

Ele está desfigurando a Igreja Católica e, diante disso, é a fé dos nossos filhos que não pode ser colocada em risco. É hora de lutar e se opor com todas as forças. O nosso, é um chamado à resistência.

O bom-mocismo dos cleaners é apenas uma tentativa irresponsável de conservarem a sua própria imagem de “católicos” e “papistas”, a despeito do verdadeiro bem da Igreja e das almas. É o bom-mocismo de sempre, tingido com o falso verniz da ingenuidade crédula, mas que consiste no puro e simples negacionismo dos fatos: Bergoglio não é um coadjuvante, ele é o protagonista do desmonte. Digamo-lo claramente!

A manobra de mídia, orquestrada por Vatican News e outros órgãos oficiosos da intelligentsia vaticana, visa apenas causar a impressão de que Francisco recuou e de que está levantando a “bandeira branca da paz”, proclamando uma anistia para todos os católicos de bem!

Ora, qualquer pessoa minimamente esclarecida sobre a psicologia dos ideólogos sabe que eles nunca agem movidos por princípios racionais, mas são cegos pelas suas próprias fixações e fanatismos. A cúpula do Sínodo toda se enquadra nisso.

Afinal, quem convocou o Sínodo? Quem nomeou seus cabeças? Quem lançou o debate em entrevistas a jornalistas ateus, ou em cartinhas desaforadas a hereges silenciados por um Papa emérito que vive ali, a alguns metros de Francisco?

Então, por que o resultado seria diferente?