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14 setembro, 2020

Carreiristas da Teologia da Libertação escrevem carta ao Papa Francisco.

Por FratresInUnum.com, 14 de setembro de 2020 – Não se morre de tédio neste nosso país, e isso também vale para a nossa Igreja Católica! Ontem, o site PortalDasCEBs noticiou em primeira mão que um grupo de padres e bispos descontentes escreveram ao Papa Francisco tomando como motivo a campanha internacional Black Lives Matter (!!!).

O objetivo da missiva foi difamar o núncio apostólico em saída, Dom Giovanni d’Aniello, recém nomeado para a Rússia, e pautar, a exemplo do que já tentou fazer dom Leonardo Steiner, a atividade do próximo núncio apostólico, Dom Giovani Battista Diquattro. Segundo os firmatários, a nunciatura precisa adotar critérios raciais na escolha dos candidatos ao episcopado, privilegiando os candidatos negros sobre os provenientes de outra etnia ou grupo racial, bem como realizar as nomeações atendendo mais às tendências hegemônicas nas realidades locais (entenda-se, das máfias locais). Uma pergunta que não deixaríamos passar: mas, se o candidato negro for da estirpe de Sarah, Napier, Arinze… teria direito a essas quotas? Ou receberiam o tratamento dispensado pelo Cardeal Kasper e companhia ao episcopado africano no Sínodo da Família?

Ultimamente, a facção que assumiu a autoria da carta, autointitulada “Padres da Caminhada” (a qual não possui nenhuma personalidade jurídica, civil ou canônica, e, portanto, atua nos parâmetros da mais clamorosa clandestinidade), tem se empenhado em atuar como um verdadeiro grupo de pressão contra a CNBB e as instituições da Igreja, forçando uma ruptura interna no episcopado e, ao mesmo tempo, a mais aberta fanatização política. Não satisfeitos com o esquerdismo borocoxô de Dom Walmor e demais membros da presidência atual da CNBB, querem uma CNBB pujantemente militante, desavergonhadamente de punhos levantados — da nossa parte, concordaríamos somente se a CNBB entrasse numa bela greve, quiçá perene…!

Os signatários chegam a dizer que estão “cansados de diplomatas vaidosos e carreiristas, ansiosos por poder!”.

Resposta do Papa Francisco aos “Padres da Caminhada”.

A coisa mais interessante, porém, é que eles obtiveram uma resposta do Papa Francisco, na qual ele os agradece pela carta e acrescenta: “falarei do assunto com o cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos. Entendo o que dizem sobre a Nunciatura e o modo de escolher os candidatos ao Episcopado. Agora irá um Núncio novo e também falarei com ele”.

O que isso significa, realmente, ninguém sabe. Quem sondará os pensamentos de um jesuíta? De um lado, pode significar: “concordo com vocês e farei o que estão dizendo”, ou, de outro lado: “isso é um assunto meu e eu converso com os interessados”.

Em todos os casos, é bom que conheçamos quem são esses carreiristas ressentidos, que queriam brincar de mitra, mas não conseguem (ao menos até agora); que querem manipular as nomeações no Brasil, ousam pular toda a estrutura da Igreja e tentar acoplar diretamente o papa em suas políticas eclesiásticas; que hostilizam de modo tão desleal os seus superiores visando tê-los como pares no episcopado; enfim, destes que vivem falando de pobres e do povo, mas que se autodenunciam em sua própria ambição e volúpia pelo poder.

Aqueles “carreiristas, ansiosos por poder” que eles poderiam identificar facilmente se olhassem, não às nomeações do antigo núncio, mas, simplesmente, ao… espelho.

É excelente que o Portal das CEBs tenha divulgado a carta, pois, sendo insuspeito de direitismo ou de qualquer tipo de conservadorismo, é fonte totalmente segura da veracidade da informação e também de sua orientação ideológica. Agradecemos ao Portal das CEBs por mais este importante vazamento (embora sua audiência seja irrisória, sendo que o grande público tomará ciência do conteúdo aqui pelo Fratres!).

Esse tipo de movimentação mafiosa pela parte sempre descontente e baderneira do clero brasileiro, insuflada por bispos em fim de carreira e desejosos de perpetuação, deveria ser frontalmente neutralizada pela Conferência Episcopal. Tal iniciativa é claramente afrontosa e mostra exatamente quem são e onde estão os inimigos da Igreja.

Sairão Dom Walmor, Dom Jaime Spengler e Dom Joel, membros da atual presidência da CNBB, de seu sonolento  e burocrático mundinho de notas insípidas, sobre todos os temas possíveis e imagináveis, para tratar de um assunto que realmente lhes compete?

Abaixo, seguem os nomes de todos que assinaram a carta, segundo a divulgação do Portal das CEBs:

  1. Adamor Lima – Paróquia das Ilhas – Diocese de Abaetetuba – PA
  2. Dom Adriano Ciocca Vasino – Prelazia de São Feliz do Araguaia – MT
  3. Altair Manieri – Arquidiocese de Londrina – PR
  4. Antônio Carlos Fernandes, SDN – Espera Feliz – Diocese de Caratinga – MG
  5. Antônio De Jesus Sardinha – Vigário Geral – Diocese de Jales/SP
  6. Antônio José de Almeida – Diocese de Apucarana – PR
  7. Antonio Lopes de Lima – Diocese de Limoeiro do Norte – CE
  8. Antonio Manzatto – Arquidiocese de São Paulo
  9. Basilio Vidal Vileci – Diocese de Crato – CE
  10. Benedito Ferraro – Arquidiocese de Campinas – SP
  11. Brasílio Alves de Assis – Diocese de Registro – SP
  12. Celso Carlos Puttkammer dos Santos – Prelazia do Marajó – Soure/PA
  13. Danilo Lago Severiano – São Félix do Xingu – Prelazia de São Félix – PA
  14. Danilo Vitor Pena – Diocese de Jacarezinho – PR
  15. Dennis Koltz – PIME – Macapá
  16. Diego Giuseppe Pelizzari – Diocese de Londrina – Conselho Indigenista Missionario – CIMI
  17. Dirceu Luiz Fumagalli – Arquidiocese de Londrina – PR
  18. Domingos Rodrigues – Paróquia Arcanjo Gabriel – Diocese de Bagé – RS
  19. Edegard Silva Junior – Missionário Saletino – Diocese de Pemba – Moçambique
  20. Edmar Augusto Costa – Arquidiocese do Rio de Janeiro – RJ
  21. Edson André Cunha Thomassim
  22. Edson Zamiro da Silva – Diocese de Apucarana – PR
  23. Elauterio Conrado da Silva Junior – Diocese de Bagé – RS
  24. Dom Erwin Käutler – Bispo Prelado Emérito da Diocese do Xingu – Altamira – PA
  25. Ezael Juliatto – Arquidiocese de São Paulo – SP
  26. Flávio Corrêa de Lima – Diocese de Novo Hamburgo – RS.
  27. Dom Flávio Giovenale, SDB – Diocese de Cruzeiro do Sul – AC
  28. Francisco de Aquino Junior – Diocese de Limoeiro do Norte – CE
  29. Francisco Gecivam Garcia – Arquidiocese de Maringá – PR
  30. Geraldino Rodrigues de Proênça – Diocese de Apucarana – PR
  31. Gilberto Tomazi – Vigário Geral – Diocese de Caçador-SC
  32. Hermes Antonio Tonini – Diocese de Lages – SC
  33. Ivanil Pereira da Silva – Paróquia Santa Rita de Cássia – Cianorte – Diocese de Umuarama – PR
  34. Jean Fabio Santana, SJ – Arquidiocese de São Paulo – SP
  35. Jorge Corsini – Diocese de Registro – SP
  36. Diác. Jorge Luiz A. Souza – Arquidiocese de São Paulo – SP
  37. Jorge Pereira de Melo – Arquidiocese de Londrina – Paróquia Santo Antônio – Londrina.
  38. José Amaro Lopes de Sousa – Diocese de Xingú – Altamira – PA
  39. José Cristiano Bento dos Santos – Arquidiocese de Londrina – PR
  40. José Geraldo Magela Vidal – Arquidiocese de Mariana – MG
  41. Dom José Luiz Ferreira Salles, CSsR – Diocese de Pesqueira –
  42. Dom José Mário Stroeher – Bispo Emérito do Rio Grande – RS
  43. José Oscar Beozzo – Diocese de Lins – SP
  44. José Roberto Moreira – Paróquia Nsa. Sra. Da Boa Viagem – Bocaina do Sul – Diocese de Lages – SC
  45. Lazaro Gabriel Lourenço – Diocese de Limeira – SP
  46. Leandro de Mello – Arquidiocese de Passo Fundo – RS
  47. Leomar Antonio Montagna – Arquidiocese de Maringá – PR
  48. Lino Mayer – Diocese de Rio Grande – RS
  49. Luciano da Paixão – Arquidiocese de Londrina – PR
  50. Luis Miguel Modino – Missionário Fidei Donum – Arquidiocese de Manaus – AM
  51. Luiz Carlos Palhares – Diocese de Apucarana – PR
  52. Luiz Roberto Sandini – Diocese de Chapecó – SC
  53. Dom Manoel João Francisco – Bispo da Diocese de Cornélio Procópio – PR
  54. Manoel José de Godoy – Paróquia São Tarcísio – Arquidiocese de Belo Horizonte – MG
  55. Marcos Roberto Almeida dos Santos – Arquidiocese de Maringá – PR
  56. Mauro Batista Pedrinelli. Arquidiocese de Londrina – PR
  57. Medoro de Oliveira Souza Neto – Diocese de Valênça – RJ
  58. Nadir Luiz Zanchet – Diocese de Balsas – MA
  59. Nelito Dornelas – Governador Valadares – MG
  60. Pascal Atumissi B., SX. CIMI – Redenção – PA
  61. Paulo Humberto Rodrigues Cruz – Arquidiocese de Belém do Pará – Área Missionária São Clemente – PA
  62. Paulo Joanil da Silva, OMI – Diocese de Belém – PA
  63. Paulo Sérgio Bezerra – Paróquia N. Sra. do Carmo – Itaquera – Diocese de São Miguel Paulista – SP
  64. Pedro Curran, OMI – Arquidiocese de Manaus – AM
  65. Roberto Valicourt, OMI – Arquidiocese de Manaus – AM
  66. Rui Fernando de Oliveira Santos -Diocese de Apucarana – PR
  67. Sebastião Rodrigues da Silva – Paróquia São Francisco de Assis CP – Diocese de Cornélio Procópio – PR
  68. Sérgio Eduardo Mariucci, SJ –
  69. Sérgio Lima Pereira – Arquidiocese de Pelotas – RS
  70. Severino Leite Diniz – Paróquia Nsa. Sra. Aparecida – Promissão – Diocese de Lins – SP
  71. Sisto Magro – PIME – Macapa – AP Pe. Vilmar Gazaniga – Diocese de Caçador – SC
  72. Vilson Groh – Florianópolis – SC
  73. Vitor Galdino Feller – Vigário Geral – Arquidiocese de Florianópolis- SC. Pe. Wilfrido Mosquer, OSFS – Arquidiocese de Pelotas – RS
  74. Frei Wilmar Villalba Ortiz, OFM Conv – Paróquia Exaltação da Santa Cruz – Ubatuba – SP
  75. Wilner Charles, OSFS Brasil,
12 setembro, 2020

Roma locuta, causa…

Em carta aos presidentes das Conferências Episcopais, enviada pelo cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, e aprovada pelo próprio papa Francisco no último dia 3, pede-se facilitar:

“A participação dos fiéis nas celebrações, mas sem experiências rituais improvisadas e em plena conformidade com as normas contidas nos livros litúrgicos que regulam seu desenvolvimento”, e reconhecendo “aos fiéis o direito de receber o Corpo de Cristo e adorar o Senhor presente na Eucaristia nas formas previstas, sem limitações que até mesmo possam ir além do previsto pelas normas higiênicas emanadas pelas autoridades públicas ou pelos Bispos”.

Roma locuta, causa…

Causa no máximo riso e desprezo em nossos bispos, salvo raríssimas exceções, que antes mesmo de qualquer autoridade sanitária se apressaram em pisar sobre o direito dos fiéis de comungar na boca.

 

 

28 julho, 2020

Uma análise parcial dos signatários da Carta comunista que rachou a CNBB.

Por FratresInUnum.com, 28 de julho de 2020 – Um entusiasta da tal carta escrita pela ala podre da CNBB publicou em seu perfil do facebook uma lista com os supostos nomes dos firmatários. A principal incongruência da lista é que a mesma anuncia 152 nomes, tal como noticiado pela Folha, mas, na contagem nome por nome, aparecem apenas 126. O que aconteceu com os demais? Por que não fizeram uma publicação oficial com a lista completa dos firmatários? Continuarão eles escondidos covardemente? Precisamos saber quem são para que o povo tenha um mapa exato do esquerdismo do episcopado brasileiro.

Alguns detalhes, porém, chamam a atenção.

Primeiramente, o número de assinaturas: 152 num total de 479 bispos (32%), sendo que a maioria visível deles é composta por bispos eméritos, ou seja, aposentados. O quadro é bastante interessante e sugere que a “Teologia da Libertação”, apesar de toda a pressão de Francisco, perdeu força no episcopado que está na ativa.

Outra surpresa muito interessante foi o comparecimento de Dom Alberto Taveira entre os apoiadores da carta contra o governo. 

Ele sempre se apresentou como bispo conservador, chegou até a celebrar a Missa na forma extraordinária do rito romano, sempre foi o queridinho da Renovação Carismática Católica e da Canção Nova, mas, agora, literalmente, “a máscara caiu”. Já há alguns anos, no Encontro Nacional de Formação da RCC em Aparecida, Dom Taveira deu um chilique em relação a muitos carismáticos que usavam correntes de consagração a Nossa Senhora, véu, saia, enfim, que adotavam usos tradicionais. 

Hoje, começou a se espalhar um áudio em que Dom Taveira tenta explicar o inexplicável: “foi elaborada uma carta por alguns bispos. Pediram que nós assinássemos. Nós, os bispos de Belém, dissemos ‘vamos, pelo menos, ficar unidos aos outros bispos’… Só que essa carta deveria passar por uma revisão do Conselho Permanente da CNBB. Infelizmente alguém vazou essa Carta. Agora, então, é sofrimento e correr atrás do prejuízo”. 

Em outras palavras, ele tentou se enturmar e acabou exposto, como não gostaria que acontecesse.

Em outras mensagens, alguns bispos disseram que a CNBB teria emitido alguma nota não pública em que afirmou: “que o documento nada tem a ver com a Conferência e é de responsabilidade dos signatários”, tomando distância daqueles que assinaram, o que, aliás, é muito razoável, pois, se os signatários não publicam o seu nome é porque sabem que fizeram algo errado.

Em participação nesta manhã na rádio Band News, a jornalista Mônica Bérgamo, que publicou o vazamento e teve contato direto com aquele que lhe forneceu o texto, disse que “a ‘Carta ao Povo de Deus’, assinada por 152 bispos, rachou a CNBB, reforçou esta divisão, que já vinha há algum tempo, entre uma parte dos religiosos que é muito crítica ao governo do Jair Bolsonaro e um outro setor, que inclusive já se reuniu com ele, discutiu questões de publicidade, rádio e televisão religiosa. Os bispos que assinaram este documento com críticas duríssimas ao presidente Jair Bolsonaro buscam agora o apoio até do Papa Francisco, para que o texto ganhe ainda mais peso do que já tem e não seja bombardeado pela ala dita conservadora da Igreja. Entre os signatários desta carta estão alguns amigos do Papa Francisco, inclusive Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo. A carta que a gente divulgou com exclusividade na Folha de São Paulo no domingo já foi enviada ao Papa Francisco e também a Dom João Brás de Aviz”. 

E, conclui a jornalista, “o temor de que ela fosse para a gaveta pelas mãos dos chamados conservadores fez com que um passarinho (sic!) chegasse com ela no bico pra mim e nós divulgássemos o texto. Esta divulgação gerou um desconforto enorme na cúpula do clero, com as divergências se acirrando. E foi marcada uma reunião para o dia 5, agora, do Conselho Permanente da CNBB, para discutir este documento”. 

Em síntese, eles estão com medo e, por isso, precisam pedir reforços!

A CNBB, que foi uma pioneira na colegialidade entre os bispos, agora está sendo a pioneira no sepultamento desta mesma colegialidade, e sob a presidência de Dom Walmor Azevedo. A ação, em si, é grave e, como toca interesses de fanatismo ideológico muito enraizados no atual Vaticano, pode desencadear um endosso papal que só virá a confirmar que a colegialidade foi uma experiência frustrada, a ser deixada para trás.

A esquerda, a propósito, não respeita e nunca respeitou as chamadas “regras do jogo”, que existem apenas para amarrar e impedir a ação dos seus opositores. Diferentemente dos conservadores, que têm estes apegos simbólicos às formalidades, os esquerdistas não têm compromisso nenhum com isso. Portanto, para eles, jogar fora a tal “colegialidade conciliar” é algo óbvio, justamente quando isso não convém mais para os interesses políticos deles.

Por outro lado, o desespero dos bispos libertadores com o avanço dos conservadores na política brasileira revela uma completa impotência. Eles já não sabem mais o que fazer, sobretudo porque um abismo os separa da opinião pública. O quadro, para eles, é de completo pânico: mesmo com epidemia, com crise econômica, com polêmicas e mais polêmicas artificiais, a esquerda continua inexpressiva em todas as pesquisas para as próximas eleições presidenciais. 

O que esses bispos não conseguem entender é que o protagonismo do debate político foi retirado de suas mãos justamente pela aliança espúria que os uniu em matrimônio indissolúvel com a esquerda petista. Eles não conseguem mais produzir um impacto real na sociedade brasileira. O povo não os quer mais e resolveu relegá-los ao completo ostracismo, ainda mais depois de serem expulso das Igrejas nesta aposta de desgaste do governo pela pandemia, aposta que eles, evidentemente, perderam.

Se continuarem com esta teimosia socialista, os bispos do PT terão fatalmente o que enquanto bispos não deveriam: começarão a ser desacatados publicamente pelo povo e, com isso, os dias de vergonha da Igreja no Brasil estarão apenas começando. Quem avisa, amigo é.

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9 abril, 2020

Consagração do Brasil a Nossa Senhora.

Consagração a Nossa Senhora de Guadalupe

Unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil.

Vatican News – No Domingo de Páscoa, 12 de abril, às 14 horas, festa maior de nossa fé, dia que o Senhor fez para nós, unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe, conforme solicitação do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil, rogando-lhe a intercessão para que a pandemia causada pelo coronavírus seja superada.

A Consagração a Nossa Senhora será transmitida, ao vivo, por todas as TVs de inspiração católica, por rádios e pelas redes sociais da CNBB.

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6 abril, 2020

Frase da semana.

CNBB Dom Joel“São, na verdade, duas dimensões do ser humano, com consequências sociais e políticas.

No entanto, existe uma hierarquia entre elas.

Primeiro, nós cuidamos das pessoas no sentido de não as deixar morrer; e o coronavírus é praticamente certeza de morte”.

 

Da entrevista do Secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella Amado, bispo auxiliar do Rio de Janeiro, ao Valor Econômico de hoje, 6 de abril de 2020.

26 março, 2020

A “Igreja em saída” adverte: não saiam. Mas, alguns bispos discretamente pedem relaxamento ao governo.

O presidente da CNBB lançou um apelo para que as pessoas não saiam de casa (ver vídeo abaixo). No entanto, segundo Andréia Sadi, outros bispos católicos ignoram a CNBB e apelam diretamente ao presidente:

Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro disseram ao blog, nesta quinta-feira (26), que ele atendeu a um pedido de religiosos de diferentes igrejas — como a católica e evangélica — ao autorizar o decreto que inclui atividade religiosa como essencial, mesmo durante a quarentena. Procurados pelo blog, assessores justificaram “preocupação” dos religiosos com a Semana Santa, que acontece em abril, “com a parte emotiva” das pessoas — e, por isso, o presidente autorizou missas. Segundo palacianos, pastores e arcebispos procuraram o governo com esse apelo.

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27 novembro, 2019

Steiner, novo Arcebispo de Manaus.

Divulgada hoje a nomeação de Dom Leonardo Ulrich Steiner como novo Arcebispo de Manaus. Que Deus tenha piedade do povo manauense.

Já antecipávamos em março deste ano:

Há quem diga que o seu “cardinale protettore”, Dom Claudio Hummes, irá providenciar sua transferência para uma arquidiocese “amazônica”– possivelmente Manaus ou Cuiabá – onde poderia alimentar, de forma mais efetiva, a histeria ecológica do Sínodo Pan-Amazônico.

 

 

 

10 setembro, 2019

Eles não se cansam de passar vergonha.

Por FratresInUnum.com, 10 de setembro de 2019 – Não bastasse a cafonice do discurso semi-hippie paz e amor, considerando-se o suprassumo da modernidade enquanto estão presos eternamente nos anos 70, os nossos bispos não se cansam de passar vergonha.

A CNBB lançou uma série de vídeos para mobilizar os fiéis e mostrar a força de seu neo papismo — eles, que até há poucos anos eram a vanguarda da resistência ao centralismo romano. Todavia, para o que deveria causar embaraço geral, a campanha de apoio artificial foi destruída por uma reação espontânea, sem nenhuma articulação central, que reflete o bom senso que, apesar dos pastores, ainda resta entre os fiéis católicos.

As mais de mil negativações ao vídeo de Dom Jaime Spengler deveria ser uma boa dose de “semancol” na empedernida CNBB. Entretanto, a idolatria bergogliana não lhes permite ver um palmo sequer diante da face.

Do alto de seu clericalismo, acham que os fiéis são completos idiotas a ponto de darem um apoio prévio, como que assinando um cheque em branco, a uma hierarquia que quer utilizar-se de um sínodo para impor suas preferências ideológicas alheias à Fé.

Acordem pra vida, senhores!

13 abril, 2019

Lembre-se: não dê um tostão sequer na coleta de sua paróquia neste domingo.

cf envelope

11 março, 2019

Eleições na CNBB: Dom Leonardo ou Dom Walmor?

A batalha entre o ecologismo apocalíptico e o gay-friendly.

Por FratresInUnum.com, 11 de março de 2019:  Aproxima-se a eleição da nova presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a ocorrer em sua próxima assembléia geral, no mês de maio, em Aparecida.

Duas alas, aparentemente opostas, mas complementarmente progressistas, aparecem na disputa: Dom Leonardo Ulrich Steiner, atual Secretário Geral da CNBB, e Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, despontam como os principais candidatos.

* * *

Todo esquerdista que chega ao poder continua posando de vítima. Assim, Dom Leonardo Ulrich Steiner agora tem o álibi perfeito: o infarto. Como vítima do sistema, vai preparando a sua candidatura a Presidente da CNBB.

steiner walmor

Dom Leonardo Steiner (esquerda) e Dom Walmor (direita).

Para alcançar seu intento, porém, Dom Leonardo precisa ser transferido para uma diocese — é praxe que a presidência seja ocupada por um bispo diocesano, e não um auxiliar. Há quem diga que o seu “cardinale protettore”, Dom Claudio Hummes, irá providenciar sua transferência para uma arquidiocese “amazônica”– possivelmente Manaus ou Cuiabá – onde poderia alimentar, de forma mais efetiva, a histeria ecológica do Sínodo Pan-Amazônico.

Em recente entrevista à mídia Vaticana, Dom Leonardo já vai entrando no clima dos dramas ecológicos e indigenistas. Nada como matar dois coelhos com uma só cajadada: agradar o ecologismo de Papa Francisco e marcar posição contra o governo Bolsonaro. Só faltou derramar lágrimas e dizer: “Que saudades do Gilberto Carvalho! Aqueles sim eram bons tempos!”

Mas, o Apocalipse ecológico pode esperar. O Sínodo sobre a Amazônia só virá em outubro e as eleições da CNBB serão em maio.

Em 2011, para sua primeira eleição como Secretário Geral, Dom Leonardo contou com uma mãozinha do então Núncio Apostólico Dom Lorenzo Baldisseri, que “possibilitou” sua eleição, transferindo-o de São Felix do Araguaia para auxiliar em Brasília.

Já para maio de 2019, não consta que Dom Leonardo conte com as graças do atual Núncio. E, o que é pior, Dom Leonardo não parece ser o candidato do poderoso Dom Ilson Montanari, secretário da Congregação para os Bispos, o arcebispo brasileiro responsável pelas nomeações bergoglianas dos bispos do mundo inteiro.

Fontes murmurantes nos dão conta de que Dom Montanari, Secretário da Congregação para os Bispos, foi interrogado sobre uma eventual eleição de Steiner como presidente da Conferência Episcopal brasileira. A resposta teria sido incisiva: “Não! Agora é a vez de Dom Walmor”, o arcebispo de Belo Horizonte.

Dom Walmor de Azevedo, cuja simples em nosso histórico de posts demonstra a orientação. Sim, daquela mesma arquidiocese que recentemente foi denunciada pelo Instituto São Pedro de Alcântara como defensora da agenda LGBT através de uma “pastoral da diversidade”. A Arquidiocese desmentiu tudo e Dom Walmor fez de conta que não era com ele, mas… Quem convive na intimidade com Dom Walmor e com seu auxiliar Dom Joaquim Mól sabe perfeitamente que eles jamais poderão ser acusados de homofóbicos.

As pré-candidaturas de Dom Leonardo e Dom Walmor para presidência da CNBB revelam uma luta de titãs: Hummes vs. Montanari. Senhores bispos, façam suas apostas!

Mas, será que o episcopado brasileiro continuará permitindo que grupos de interesse os controle e fale por eles? Será que não darão um basta a esse aparelhamento e apresentarão uma chapa de bispos sensatos, que não tomem ações ideológicas? Será que não sairão da passividade e começarão a se organizar, a conversar entre si, a reagir, a tomar as rédeas dessa bagunça? Tudo depende só deles. Como leigos, só nos cabe esperar e rezar.

É um fato, porém, que os destinos da conferência episcopal brasileira ainda não estão determinados. A esquerda está perdida e dividida, ataca-se a si mesma, perdeu a força e a dinâmica. Há bispos inquietos com o afastamento do povo e da realidade. As urnas —  as coletas — demonstram o cansaço do povo fiel quanto a ideologias senis.

Sim, senis que, como Leonardo Boff, só sabem se lamentar que os jovens não embarcaram no seu sonho socialista: “Como pôde acontecer tudo isso e tanta insensatez em nosso país? Onde nós erramos? Como não conseguimos prever esse salto rumo à Idade Média?

Não há mais nada que se fazer? Rezemos para que os bispos, ao menos por graça de estado, sejam iluminados e se deem conta de que é chegada a hora da mudança, a hora de romper com aquilo que já está condenado ao fracasso e à total irrelevância histórica.