MILAGRE | Painel de Nossa Senhora Aparecida fica intacto após fogo destruir carreta de algodão

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – G1 – Uma carreta carregada com fardos de algodão pegou fogo, na manhã da quinta-feira (28), na Rodovia Federal 267, em Bataguassu (MS). Apesar das chamas terem consumido a parte de carga do veículo, um painel de Nossa Senhora Aparecida, que estava acoplado na carroceria, ficou intacto.

O chamado cavalo mecânico, onde fica a cabine, rodas e motor do veículo, que estavam diante do painel da padroeira do Brasil, também não foi afetado pelo fogo. O motorista não se feriu.

Conforme o Corpo de Bombeiros da cidade, foram utilizados cerca de 600 mil litros de água para conter as chamas.

Foto do Corpo de Bombeiros

Card. Müller ataca a reforma da Cúria

FratresInUnum.com, 29 de julho de 2022 – InfoCatólica – O cardeal Gerhard Müller criticou duramente a reforma da cúria do Papa Francisco: “Tudo carece da ideia básica uniforme a partir da qual os elementos individuais se unem organicamente”. O ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé concedeu uma entrevista à CNA Deutsch na qual também falou do “Caminho Sinodal”.

“Muitos cozinheiros estragam o caldo”, disse Müller sobre a reforma da Cúria, em vigor há quase dois meses. “O grupo de nove cardeais que deveria trabalhar neste documento era muito heterogêneo. Também faltavam representantes verdadeiramente competentes da teologia dogmática, que pudessem entender o significado do Colégio dos Cardeais como meio de representar a Igreja Romana”, acrescentou o cardeal.

Além disso, Müller disse que “a ideia de que a cúria seja um modelo para as dioceses ou mesmo para a Igreja universal é completamente equivocada”. “Os cardeais da Cúria Romana e seus colaboradores estão lá apenas para apoiar o Papa em seu serviço especial pela unidade da Igreja na fé e pela comunhão dos bispos e de todos os crentes”, diz o cardeal.

«Fala-se muito de sinodalidade e se envolve tudo numa linguagem bíblico-espiritual de serviço, de trabalho comum, etc. O que surgiu, no entanto, é uma cúria totalmente adaptada à pessoa do Papa e às suas ideias pessoais, inclusive sobre questões que não são relevantes para a fé, de modo que a eleição do próximo Papa será determinada mais pelas limitações dessa reorganização curial do que pela vontade de Jesus para o ministério de Pedro”, afirmou o cardeal alemão.

Sobre o aumento da participação dos leigos, Müller disse: “Quando uma pessoa entra em um relacionamento pessoal com Deus por meio do batismo e da confirmação e se torna membro do corpo de Cristo, a Igreja, ninguém pode reivindicar fortalecer ou melhorar o papel de os leigos na igreja”.

No “Caminho Sinodal” (Alemão), explicou o cardeal na mesma entrevista, a questão do abuso sexual “só foi apresentada como motivo”. Em vez disso, as questões abordadas como parte do “Caminho Sinodal” “não estão relacionadas à prevenção de crimes sexuais”, afirmou Müller.

“O Caminho Sinodal não é legítimo sob o direito canônico”, enfatizou Müller. Ele também acrescentou que este processo está tentando “anular a lei divina dada por Jesus Cristo para estabelecer uma Igreja diferente, uma Igreja que se apresenta como moderna e eleva o mainstream que está atualmente no poder para o próprio fundamento de sua própria concepção do igreja. Essa concepção reflete exatamente o contrário da Igreja e, portanto, não é compatível com os fundamentos teológicos da Igreja”, afirmou o ex-Prefeito para a Doutrina da Fé.

Card. Müller e Papa Francisco

Ministério Público de Crotone-Italia abre inquérito sobre a Missa na praia por “ofensa à confissão religiosa”

FratresInUnum.com, 28 de julho de 2022 – CrotoneNews – “O Ministério Público da República de Cortone informa ter feito uma denúncia e começado um inquérito por ‘ofensa à uma confissão religiosa’ relativamente a uma presumível celebração religiosa realizada no mar que está na praia de nossa cidade, cujas imagens foram difundidas pela mídia. Os indícios foram delegados à Divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais de Cortone”.

É impressionante que o Estado laico tenha mais fé, reverência e seriedade que as instituições da Igreja Católica! Para defender a fé religiosa, os católicos agora precisam recorrer à polícia laica.

O padre e os fiéis em trajes de banho

Lançamento: Catecismo do Eleitor Católico.

Nossos amigos do apostolado Obras Católicas continuam com seu grande trabalho de restauração da literatura sepultada pelos inimigos da Igreja. Parabéns e sigam em frente!

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Essa é a republicação de uma pequena mas valorosa obra escrita originalmente no ano de 1960 pelo Revmo. Padre Edmundo Henrique Dreher (Companhia de Jesus), um grande educador e exemplar sacerdote que, assim como ele mesmo vai dizer em seu prefácio, o fez com a intenção de prestar “um serviço a Deus, à Igreja e à pátria”.

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O intento do “CATECISMO DO ELEITOR CATÓLICO” é suprir uma lacuna que se encontra na maioria dos catecismos católicos editados em língua vernácula, no que concerne à exposição do 4º mandamento da Lei de Deus. Não se expõem nesses catecismos ou, ao menos, não se expõem com a minúcia e a clareza merecidas, os deveres cívicos dos católicos como, por exemplo, o de votarem, e de votarem bem; nem, muito menos ainda, se trata do dever da Igreja de orientar seus filhos acerca da desobriga do voto, mormente em tempo de eleições políticas. A consequência imediata deste lamentável estado de coisas é a de se deparar com católicos, e mesmo com bem intencionados, que julgam os deveres cívicos um assunto de alçada exclusivamente política, como se não assistisse à Igreja o menor direito de orientá-los. E a consequência mediata é a de vermos, com o coração confrangido, nações inteiras, de origem e sentimento católicos, fadadas por Deus a grande prosperidade temporal, desgovernadas politicamente por hábeis aproveitadores que, esquecidos de sua dignidade não só de cristãos, mas mesmo de homens, fomentam entre os cidadãos católicos a ignorância dos deveres cívicos-religiosos, com medo de que, esclarecidos, lhes pudessem interceptar a fonte de seu vergonhoso e impatriótico enriquecimento. Desejando, pois, suprir tal lacuna, o “CATECISMO DO ELEITOR CATÓLICO” propôs-se a esclarecer o eleitorado católico de tal sorte que tome plena consciência do seu sagrado dever cívico-religioso, em cujo cumprimento não poderá, por vezes, furtar-se a aceitar os conselhos de sua santa mãe, a Igreja, a qual, porque quer a salvação eterna de seus filhos, deve querer também a sua prosperidade temporal. Não cabe dúvida de que a Igreja é também competente em matéria de deveres cívicos, porquanto toda a vez que o católico se defrontar com um dever, seja ele de que ordem for, entra no campo moral e, como sabido, a Igreja não só é competente no que concerne à fé, mas também no que diz respeito à moral.

TITULO: Catecismo do eleitor católico

ISBN: 978-65-89613-44-2

FORMATO: 10,0 x 14,0cm

CAPA: Brochura

LAMINAÇÃO: Fosca

MIOLO: 60 Paginas em Offset 75g

ACABAMENTO: PUR + Refile + Shirink Individual

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT – Divinópolis-MG

FratresInUnum.com, 26 de julho de 2022 – No último sábado, 23 de julho, fieis católicos rezaram diante da Igreja Santa Cruz, Divinópolis-MG, em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT e ao seu candidato ao governo de MG, Kalil.

Chama a atenção a clareza com que os simples fieis percebem a doutrina de fé católica, segundo a qual ninguém pode ser comunista e católico ao mesmo tempo. Em crises tão absurdas como a que vivemos, na qual boa parte do clero sucumbiu à revolução anticatólica, a resistência dos fieis deve nos servir como estímulo e inspiração.

Fieis rezam em desagravo pelo apoio dos franciscanos ao PT

Padre celebra Missa na praia, dentro do mar, sobre uma boia – Milão, Itália

FratresInUnum.com, 25 de julho de 2022 – Com informações de CrotoneNews – Dias de calor intenso na Itália, férias, praia de Crotone (Italia). O Pe. Mattia Bernasconi, da Paróquia São Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Milão), teve uma ideia pitoresca: como não encontraram um lugar na sombra, tendo em vista o grande calor e as águas tão convidativas, propôs celebrar a S. Missa dentro do mar, com todo mundo em trajes de banho. A notícia rapidamente correu pelo ambiente e uma família ofereceu a sua boia para servir de mesa do altar… As imagens são desconcertantes.

Contudo, não podemos nos esquecer: o grande problema da Igreja no século XXI é a Missa Tridentina! É ela que precisa ser abolida, segundo o espírito inquisitorial de Traditionis Custodes. Bem… Já que os bispos são os custódios da tradição, caso os leitores queiram, podem deixar o seu protesto na página da arquidiocese de Milão reservada para atender o público: https://newsletter.chiesadimilano.it/contatti-chiesa-di-milano/

Kyrie, eleison!

Padre celebra Missa dentro do mar, sobre uma boia, em trajes de banho

Saudades de Sião.

Por Padre Jerome Brown, FratresInUnum.com, 23 de julho de 2022 – No Salmo 136 (137), o povo hebreu senta-se junto aos rios da Babilônia e chora não apenas por estar no exílio, mas, sobretudo, por “saudades de Sião”. O cativeiro por si mesmo já era um sofrimento, mas a recordação de Jerusalém, saber que ela existia, e que – dor maior – ele não estava lá por causa de seus próprios pecados, conduzia-o às lagrimas.

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Assim, os rios de Babilônia se encontravam com os rios das lágrimas de um povo castigado por seus pecados que não podia parar de pensar em um “se” sempre mais doloroso: “e se estivéssemos em Jerusalém…”

Há uma semana partia desse mundo S. A. I. R. Dom Luiz de Orleans e Bragança.

Numa entrevista a uma apresentadora estupefata, na década de 90, seu irmão e agora Chefe da Casa Imperial, S. A. I. R. Dom Bertrand, com sobrenatural naturalidade afirmava a castidade de seu irmão (e também a própria), uma vez que escolheram por não casar. E, com a simplicidade própria dos grandes, dizia que sendo católicos, não sendo casados, viviam puramente.

Nessa semana, considerando o passamento de Sua Alteza Imperial e Real, pensava eu num “se”.

O que seria do Brasil se fosse governado por um homem casto?

E pareceu-me ver como um castigo de Deus que não fosse assim. Um castigo merecido. Esse Brasil imoral, do funk, do carnaval, do orgulho gay, do adultério, da pornografia… não merecia um Imperador casto.

Como o Brasil maçom e positivista não mereceu a Princesa Isabel.

O exílio da Princesa foi um castigo divino para o Brasil. Castigo que perdura.

A providência quis que Dom Luiz partisse no mesmo dia em que a Igreja celebra o Imperador Santo Henrique, que mesmo tendo se casado com Santa Cunegundes, viveu virginalmente e, quando de sua morte, sua esposa estava ilibada.

A monarquia, particularmente considerando os últimos chefes da Casa Imperial, é a Jerusalém do povo brasileiro — povo que precisa chorar os seus pecados para lavar sua imundície e merecer um governante totalmente submetido a Deus e à Santa Igreja.

O bispo e a leiga que presidem o Caminho Sinodal Alemão mostram seu espanto e irritação com a declaração da Santa Sé 

FratresInUnum.com, 23 de julho de 2022 – InfoCatólica – Na noite de quinta-feira houve uma declaração conjunta do presidente da Conferência Episcopal Alemã e da presidente do Comitê Central dos Católicos Alemães (ZdK), no qual, além de demonstrarem o seu “assombro” ante a Declaração do Vaticano, escrevem:

“Não é testemunho de um bom estilo de comunicação dentro da Igreja que sejam publicadas declarações que não sejam assinadas por um nome. A igreja sinodal vai para o outro lado, de acordo com o nosso entendimento”.

Da mesma forma, eles afirmam que o Presidium do Caminho Sinodal se esforçou desde o início para encontrar canais de comunicação direta com as autoridades romanas:

“A nosso ver, este seria o local para esses esclarecimentos. Infelizmente, a Presidência sinodal não foi convidada para um debate até agora. Lamentamos irritadamente que esta comunicação direta não tenha ocorrido até agora. Em nosso entendimento, uma igreja sinodal é diferente”.

Além disso, Bätzing e Stetter-Karp também rejeitaram o conteúdo da declaração da Santa Sé:

“Não cansamos de sublinhar que a Igreja na Alemanha não seguirá um ‘caminho especial alemão’. No entanto, consideramos nosso dever expor claramente as mudanças que consideramos necessárias. Ao fazê-lo, sentimos que os problemas e questões que nomeamos são semelhantes em todo o mundo”.

Mons. Georg Bätzing e Irme Stetter-Karp, presidentes do Caminho Sinodal alemão