Archive for ‘Igreja’

9 junho, 2019

Foto da semana.

O Papa Francisco visitou, de 31 de maio a 2 de junho,  a Romênia. Na imagem, a discrepância entre a solenidade oriental e a vulgaridade dos paramentos modernos dos latinos. Na ocasião, o papa beatificou sete mártires romenos assassinados pelo regime comunista.

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7 junho, 2019

Summorum Pontificum no Brasil: Santa Missa em Jaú, SP.

6 junho, 2019

“Se os bispos pedissem padres casados, o Papa aceitaria”, afirma cardeal Kasper.

IHU – O cardeal Walter Kasper dá uma no cravo e outra na ferradura. O presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos descartou por completo a ordenação de mulheres, já que ao adotá-la a Igreja se situaria fora de uma tradição milenar que reserva o sacerdócio apenas para os homens, ao mesmo tempo que abriu a porta para a ordenação de homens casados.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 04-06-2019. A tradução é de André Langer.

“Com base no Novo Testamento, há uma tradição ininterrupta não só na Igreja Católica, mas em todas as Igrejas do primeiro milênio, segundo a qual a ordenação e a consagração são reservadas apenas aos homens”, disse Kasper ao jornal FrankfurterRundschau, de acordo com o sítio da internet dos bispos alemães, katholisch.de.

Mas, embora haja “pouco movimento atualmente” em relação inclusive ao diaconato feminino – depois que o Papa Francisco colocara um freio na ideia no voo de volta de sua recente viagem à Bulgária e à Macedônia –, ainda há coisas que a Igreja pode fazer e deve fazer para reconhecer a contribuição das mulheres, sem a qual qualquer diocese ou paróquia “entraria em colapso amanhã”, destacou Kasper.

“Parece-me mais importante que hoje – agentes de pastoral e ministras, assistentes da comunhão e professoras, na Caritas e na catequese, na teologia e na administração – façam dez vezes mais do que faziam as diaconisas”, observou o cardeal alemão, que considerou “importante” que se torne este serviço mais visível e que seja reconhecido publicamente.

A Igreja deve responder às legítimas demandas das mulheres por mais protagonismo e “dar os passos possíveis o mais rápido possível” às suas demandas, defendeu, enfatizando, por outro lado, que a solução não passa por greves eucarísticas como a da Campanha “Maria 2.0”, as organizadoras que o cardeal criticou por “instrumentalizar a Santíssima Virgem Maria”.

“O celibato não é um dogma”

Embora Kasper, desse modo, tenha jogado água fria sobre a possibilidade de a Igreja ordenar mulheres, não fez o mesmo com relação à ordenação de homens casados. Precisamente porque o celibato obrigatório, ao contrário do sacerdócio masculino, é uma mera disciplina que a Igreja adotou, razão pela qual pode ser alterada pelo Papa, e isso talvez já no próximo Sínodo para a Amazônia, em outubro deste ano.

“Se os bispos concordassem por consentimento mútuo ordenar homens casados – os chamados viri probati –, na minha opinião, o Papa aceitaria”, explicou Kasper, já que “o celibato… não é um dogma, não é uma prática inalterável”. “Sou, pessoalmente, muito favorável a manter o celibato como modo de vida obrigatório com um compromisso indiviso à causa de Jesus Cristo, mas isso não exclui que um homem casado possa realizar um serviço sacerdotal em situações especiais”, concluiu o cardeal.

4 junho, 2019

Novo livro expõe o esquema diabólico usado pelos inimigos da Igreja Católica para ganhar acesso ao papado.

Por Maike Hickson, LifeSiteNews, 28 de maio de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com: Dr. Taylor Marshall, um renomado teólogo e especialista em tomismo, bem como um defensor da Missa Latina Tradicional, escreveu um livro sobre a infiltração da Igreja Católica por forças anti-católicas. O livro é intitulado “Infiltração: O complô para destruir a Igreja de dentro”, e é publicado pela Sophia Institute Press.

ImageMarshall começa seu livro com a aparição de Nossa Senhora de La Salette na França e suas advertências contra o reinado de Satanás em Roma e com as instruções de Alta Vendita, que foram atribuídas à Maçonaria e publicadas com o apoio explícito de vários Papas no século XIX. Este documento explica que, para minar a Igreja Católica, é preciso infiltrá-la, em vez de lutar contra ela de fora. Para este fim, eles teriam como objetivo influenciar o chefe da Igreja Católica, o Papa.

“Agora, a fim de assegurar-nos um papa de acordo com o nosso próprio coração, é necessário criar para esse papa uma geração digna do reino do qual sonhamos. Deixar de um lado a velhice e a meia-idade, ir para a juventude e, se possível, até para as crianças”. Esses maçons decidiram introduzir no pensamento católico idéias liberais que finalmente chegariam ao topo da Igreja.

“O plano”, escreve Marshall, “não inclui panfletos, armas, derramamento de sangue, nem mesmo eleições políticas. Requer uma infiltração passo a passo, primeiro a partir da juventude, próxima do clero, e então, à medida que o tempo passa, daqueles jovens e clero que se tornam cardeais e depois o papa”.

Como esse documento da Alta Vendita pode não ser conhecido por muitas pessoas, o LifeSiteNews recebeu permissão para publicar o capítulo de Marshall sobre ele na íntegra, como uma espécie de introdução (leia aqui).

Nos capítulos seguintes de seu livro de 300 páginas, que foi publicado agora por Sophia Press, o autor lida com a história de meados do século 19 até nossos dias, mostrando como o Papa Pio X lutou vigorosamente contra as idéias modernistas que estavam se espalhando no início do século XX, dentro da Igreja Católica. No Grupo de Sankt Gallen – o grupo de prelados progressistas decepcionados com o reinado do Papa João Paulo II e que tentaram, após sua morte, eleger um Papa de seu agrado – esta corrente modernista encontra um ponto crucial, mesmo porque aqueles prelados que reinaram sobre a Igreja Católica na Europa – e efetivamente contribuíram para o enfraquecimento da fé nesta região do mundo – foram as principais figuras do Grupo de Sankt Gallen. Aqui, o cardeal Carlo Maria Martini, o cardeal Basil Hume e o cardeal Godfried Danneels nos vêm à mente.

O Dr. Marshall também apresenta em detalhes como algumas dessas idéias modernistas afetaram o Concílio Vaticano II, bem como o Novus Ordo da Missa. No final, ele aborda a eleição do Papa Francisco e mostra alguns de seus “ensinamentos problemáticos” que agora afetam a Igreja Católica de maneira negativa. Aqui, o autor – ele próprio pai de oito filhos – aponta para a exortação apostólica de Francisco, Amoris Laetitia, e sua afirmação de que “ninguém é condenado para sempre”, mas também para declarações como o Documento de Abu Dhabi: “Francisco também ensinou isso. Deus divina e sabiamente deseja a ‘diversidade e pluralidade de religiões’ com a mesma vontade ‘pela qual ele criou os seres humanos”.

Aqui, o Dr. Marshall conclui: “São Pio X teria colocado o Papa Francisco sob a proibição do Modernismo. Como podemos ter dois papas em contradição teológica?”.

Marshall também discute as aparições de Fátima e a questão do Terceiro Segredo confiado à Irmã Lúcia.

ImageEm um recente podcast de 24 de maio, Marshall revelou que, durante sua visita a Roma há uma semana, pôde se encontrar em breve com o Papa Francisco e que lhe deu a primeira cópia de seu novo livro, com uma dedicatória para o papa. Ele havia escrito este livro durante a Quaresma. “Jejuei toda a Quaresma por ele.” O livro, acrescenta o autor, “foi um trabalho de amor”. Marshall disse que “amaria que o homem [o papa Francisco] fosse um dos maiores papas santificados de todos os tempos, que dirigiria a Igreja através de toda esta crise. Não é tarde demais.”

O Bispo Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, no Cazaquistão, escreveu um prefácio para o livro do Dr. Marshall (leia aqui). Ele elogia o livro, afirmando que “Em Infiltração: O enredo para destruir a Igreja a partir de dentro”, Taylor Marshall toca em um tópico que é deliberadamente ignorado hoje. A questão de uma possível infiltração na Igreja por forças externas a ela não se encaixa no quadro otimista que o Papa João XXIII, e particularmente o Concílio Vaticano II, desenhou irrealisticamente e sem críticas do mundo moderno. Schneider se pergunta como é que hoje “não poucos membros de alto escalão da hierarquia da Igreja Católica não só cederam às exigências implacáveis ​​do mundo moderno, mas estão, com ou sem convicção, colaborando ativamente na implementação de seus princípios na vida cotidiana da Igreja, em todas as áreas e em todos os níveis.”

Aqui, o livro do Dr. Marshall poderia ajudar a esclarecer como a Igreja chegou a esse ponto. Para entender essa crise, acrescenta Schneider, precisamos examinar as próprias raízes da crise”. Essa crise pode ser vista “como uma infiltração da Igreja pelo mundo incrédulo, e especialmente pelos maçons – uma infiltração que, pelos padrões humanos, efetivamente só poderia ter sido bem sucedida através de um processo longo e metódico”. Todavia, no final de sua introdução, o Bispo Schneider nos lembra que “até mesmo o plano mais pérfido para destruir a Igreja de dentro não terá sucesso”.

Entre os católicos tradicionais, alguns desses documentos apresentados pelo Dr. Marshall já foram estudados e incorporados à compreensão da crise atual da Igreja (poderíamos lembrar aqui, por exemplo, o livro de Arnaud de Lassus Ofício Profano: Maçonaria e as Raízes da Cristofobia, ou o livro de John Vennari sobre a Alta Vendita.)

A contribuição do Dr. Marshall foi ter atualizado esse entendimento – incluindo o papel do Grupo de Sankt Gallen – e ter colocado todos os documentos relevantes em um único compêndio.

1 junho, 2019

Foto da semana.

Roma, 11 de abril de 2019: O Cardeal Vigário de Roma, dom Angelo De Donatis, abençoa a Escada Santa. Depois de 300 anos, até a Solenidade de Pentecostes, os 28 degraus estarão sem a cobertura em madeira, colocada por ordem do Papa Inocêncio XIII para proteger a Escada.

 

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31 maio, 2019

Lula lá (em Roma).

Por FratresInUnum.com, 31 de maio de 2019 — O mesmo papa que se recusou responder aos dubia de quatro cardeais, dois dos quais viram a morte sem verem uma resposta sua, preferiu responder pessoalmente à carta do ex-presidente e atual presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em duas instâncias, pela justiça brasileira.

Os cleaners de plantão se apressaram em justificar a atitude do pontífice, alegando que ele apenas respondeu misericordiosamente à carta de um ex-chefe de estado e atribuindo a utilização política da missiva aos petistas e a crítica à mesma aos maldosos conservadores. É óbvio que esta tática não passa de um fingimento estúpido.

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Com efeito, embora seja possível que um papa cometa lapsos, não pode ser um lapso o fato de os cometer sempre na mesma direção. Errar sempre no mesmo sentido não é um erro, mas um acerto.

Francisco é um papa de esquerda e não se esforça por disfarçá-lo. É simples! Basta aceitar os fatos. O negacionismo dos cleaners não é apenas uma tentativa de “tapar o sol com a peneira” mediante análises textuais forçadas, em que se procura dissimular a realidade através da exploração do campo semântico das palavras, interpretadas em seu sentido mais estrito, mas é um esforço completamente inútil: querem tornar ambíguo o que o próprio Francisco faz questão de desambiguar. Ele quer ser o líder da esquerda mundial, quer ocupar o lugar que Lula pretendia quando fundou o Foro de São Paulo.

O paralelo entre o pontífice argentino e o presidiário brasileiro transcende em muito o recurso da negação – assim como Lula, Francisco acaba de conceder entrevista a uma televisão mexicana em que, perguntado sobre o caso do ex-cardeal McCarrick, simplesmente tentou se eximir, dizendo que “não sabia de nada”. Na verdade, ele não se limita à histérica defesa do multiculturalismo na política de imigração e do ecologismo psicótico, mas acaba de promover um seminário sobre a “ameaça dos nacionalismos” e de convocar uma conferência para a criação de uma nova ordem econômica mundial em 2020, na cidade de Assis.

Não é de hoje que Bergoglio se oferece para encabeçar a esquerda internacional! Quem não se lembra daquele encontro com os movimentos sociais em Roma, em que quis congregar todos os revoltados do mundo, no início do seu pontificado? Agora, com o sínodo da Amazônia, ele avança com a sua revolução, rumo a uma Igreja a serviço do tribalismo e de toda a desagregação do ocidente cristão!

Papa Francisco está interessado em fazer política, e não em evangelizar. Ele sabe muito bem o que faz e escreve: “no final, o bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a salvação vencerá a condenação”; além disso, ele assegura que a avaliação de Lula sobre o atual contexto sócio-político brasileiro lhe será de “grande utilidade”… Para quê?

Nenhum chefe de estado se prestaria a uma instrumentalização tão deplorável, quanto mais o chefe da Igreja Católica! Imputar ingenuidade ao papa seria desconsiderar a sua perspicácia confessa. Como ele mesmo acaba de dizer em entrevista, os seus silêncios são muito bem pensados, quanto mais as suas palavras.

“Falei que ele (o Lula) está condenado em segunda instância e não vou mudar o discurso porque quem não vê a realidade é louco”, disse o próprio Ciro Gomes esta semana, em sua discussão com a deputada Maria do Rosário. A realidade é que já não é mais possível defender o indefensável. E indefensável também se tornou Bergoglio, a despeito de todas as tentativas dos cleaners, mobilizados devotamente para defendê-lo e anestesiar o povo.

No final das contas, enquanto o pontífice argentino desprestigia o papado e se consagra ao completo descrédito, todos os seus defensores também se condenam ao mesmo destino, mas, infelizmente, não de modo isolado. Trata-se de todo um movimento suicida, mas que se comporta ao modo dos terroristas, que se matam para levar consigo toda a multidão de inocentes, no caso, para lançar no abismo a Santa Igreja Católica.

Contudo, diferentemente de Lula, “a Palavra de Deus não está presa” (2 Tm 2,9): os cardeais dos dubia podem morrer, mas a verdade é imortal. Francisco pode não os responder, mas a resposta virá da história.

29 maio, 2019

Viganò responde: o Papa mente.

Por Carlos Esteban – InfoVaticana | Tradução: Marcos Fleurer – FratresInUnum.com: O Papa não sabia de nada, nem tinha ideia, das “andanças” do defenestrado McCarrick, disse ele em entrevista concedida à Televisa, tentando desmoralizar a credibilidade do arcebispo Viganò. Mentira, respondeu em declarações ao LifeSiteNews o ex- núncio.

“O que o papa disse sobre não saber de nada é mentira”, respondeu o arcebispo Viganò, de seu desconhecido paradeiro ao portal LifeSiteNews.

“Ele finge não se lembrar do que eu disse sobre McCarrick, e finge que não foi ele quem me perguntou sobre McCarrick em primeiro lugar.”

E responde Carlo Maria Viganò, autor de um testemunho que inquietou e chocou o mundo católico e deixou literalmente sem palavras Sua Santidade, a entrevista concedida pelo Papa para a rede mexicana Televisa, no qual ele negou ter qualquer ideia das aventuras homossexuais e abusivas do ex-cardeal Theodore McCarrick, agora secularizado, e investiu contra o arcebispo que em seu documento sustentava ao contrário.

Infelizmente para a versão de Sua Santidade, no mesmo dia em que foi publicada no Vatican News a transcrição da entrevista, a revista Crux relatou o vazamento da correspondência do Papa e do secretário de Estado Pietro Parolin, no qual o cardeal confirma a existência de sanções privadas impostas ao ex-arcebispo de Washington pelo Vaticano em 2008 e das viagens de McCarrick por todo o globo durante o pontificado de Francisco desempenhando um papel fundamental para alcançar o polêmico pacto secreto entre a Santa Sé e o governo comunista chinês.

Não ajuda a credibilidade do Santo Padre, na entrevista, que parece ignorar seus próprios “discursos” contra a calúnia para atribuir a um julgamento civil sobre uma herança como “prova” de que Viganò não é crível no que diz. “O trabalho foi feito por vocês, foi ótimo, e tomei muito cuidado em dizer (certas) coisas, mas depois as disse três ou quatro meses depois, um juiz em Milão que o condenou”, afirma, surpreendentemente o Papa na entrevista, relacionando estranhamente a disputa trivial por uma herança com a veracidade do testemunho do ex-núncio nos Estados Unidos.

E ele acrescenta: “Eu fiquei quieto, para não denegri-lo, pois estragaria tudo. Que os jornalistas encontrem as coisas. E vocês encontraram, encontraram todo esse mundo. Foi um silêncio de confiança em relação a vocês, e ainda mais, essa é uma das razões que eu disse: “Aqui têm, estudem, isso é tudo “. E o resultado foi bom, foi melhor do que se eu me colocasse para explicar, para me defender … Vocês julgaram com as provas nas mãos “.

27 maio, 2019

Terror no Vaticano.

Por FratresInUnum.com, 27 de maio de 2019 – Mais um final de semana difícil para o papa argentino. Depois de semanas de uma campanha feroz contra o vice-primeiro ministro italiano Matteo Salvini, o único resultado que Papa Francisco conseguiu foi eleger o seu partido com ainda mais força nas eleições para o Parlamento Europeu.

A vitória do partido  de Salvini é a derrota de Francisco e do subserviente episcopado italiano, que não economiza bajulações ao bispo de Roma. O povo não suporta mais o discurso esquerdista de Bergoglio, cuja obsessão pelos “imigrantes” chegou ao ápice do delírio. Entre um político que fala de Deus e um papa que fala de política, o povo italiano fez a sua escolha.

Contudo, não foi apenas a vitória de Salvini. Le Pen derrotou Macron na França, os Brexit levaram nova vitória do Reino Unido, Orban ganhou com vantagem na Hungria, a Polônia impôs sua agenda conservadora… A Europa começa a tomar um novo rumo e o pontificado de Francisco isola-se no rumo oposto, suicida-se na irrelevância, dando provas de seu completo autismo, incapaz de ser outra coisa que uma prorrogação do governo de Barack Obama.

No Brasil, o sucesso das manifestações também frustrou os críticos esquerdistas, especialmente os eclesiásticos. Em clima pacífico, com discurso ostensivamente anti-comunista e em defesa de todos os valores conservadores (vida, família, nação, propriedade privada, tradição), a população não deixou de ostentar a sua fé, realizando inclusive piedosos momentos de oração, coisa impensável há dez anos, e, vale dizer, com zero protagonismo do clero.

Francisco, a CNBB e a esquerda “católica” perderam o povo, a força moral e o contato com a realidade. Inúteis são seus esforços de fingir relevância e dignidade, declarando, como Dom Walmor, que “estamos abertos ao diálogo”. Eles não entenderam. Ninguém quer dialogar com gente sem importância.

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26 maio, 2019

Foto da semana.

Na sexta-feira, 24 de maio de 2019, o cardeal Robert Sarah visitou a Catedral de Notre Dame de Paris. Mas redes sociais, sua eminência escreveu: “Que alegria e emoção vir a esta Casa de Deus que tanto sofreu. Rezei para que a reconstrução deste belo local seja verdadeiramente fiel à Fé de todos  os nossos pais na Fé”.

Em outro post, Sarah prosseguiu: “Caros amigos, a Catedral de Notre Dame possuía uma seta que era como que um dedo apontando para o céu. Aquela seus nos direcionava para Deus. No coração de Paris, ela pareceria dizer a todos o sentido último de toda a vida. Ela simbolizava, de fato, a única razão de ser da Igreja: nos conduzir a Deus, nos direcionar a Ele. Uma Igreja não orientada para Deus é uma Igreja que morre e desmorona.

Você quer reerguer a Igreja? Então, ajoelhe-se! Quer reerguer essa bela catedral que é a Igreja Católica? Coloque-se de joelhos! Pois, uma catedral é antes de tudo um lugar onde os homens podem de ajoelhar, um santuário da presença de Deus no Santíssimo Sacramento.

Gostaria de encorajar os padres. De lhes dizer: amem o seu sacerdócio. Sejam orgulhosos de serem crucificados com Cristo! Não tenham medo do ódio do mundo! Gostaria de expressar o meu afeto de pai e irmão aos padres de todo o mundo! Gostaria de, diante de vocês e com vocês, expressar o meu afeto aos padres fiéis de todo o mundo! Quero, diante de vocês e com vocês, prestar-lhes homenagem!

Caros amigos, amem os seus padres! Não lhes sejam gratos pelo que fazem, mas pelo que são!

 

 

24 maio, 2019

Saiu o Hino do Sínodo Pan-Amazônico.

🎼🎧
*Hino do Sínodo da Amazônia*

(Composição: Antônio Carlos)

Na vazante do Rio
Todos se põem ao plantio
Pois, quando as águas subirem
Eis o maior desafio que é viver.

A colheita há de ser
Antes das águas revoltas
Pois, quando a vazante inundar
Sei onde vou aportar o meu barco.

*Ribeirinhos guardiões*
*Da nossa casa comum*
*“Laudato si”*
*É Francisco chamando um à um.*

10 mil anos de história
Pan-Amazônia ancestral
Pão de uma eucaristia
Cosmo da “Ecologia integral”.

Nem uma folha se cai
Sem a vontade do PAI
Pois na vazante da vida
CRISTO é semente de LUTA e de PAZ.

*Ribeirinhos guardiões*
*Da nossa casa comum*
*“Laudato si”*
*É Francisco chamando um à um.*

Igreja samaritana
Contra-cultura da grana
Tantas feridas abertas
No seio da floresta e a ganância.

Irmão sol, irmão lua
Irmão de todos os povos
É Deus Tupã que reclama
Deus que nunca abandona a sua OBRA.

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