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24 maio, 2016

Defensora do aborto é escolhida para Direitos Humanos e gera reação de pró-vidas.

Defensora do aborto é escolhida para Direitos Humanos e gera reação de pró-vidas

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Mai. 16 / 06:00 pm (ACI).- Nomeada para chefiar a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Flávia Piovesan, reafirmou recentemente sua postura a favor da descriminalização do aborto. A escolha da nova secretária, por sua vez, provocou reações entre os principais grupos e lideranças pró-vida do Brasil, que se mobilizam para reverter a decisão do governo.

Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Flávia Piovesan afirmou ao jornal ‘O Globo’ que sua “posição pessoal, talvez não seja a posição do governo, é de revisitar a legislação repressiva” em relação ao aborto.“É consenso que o aborto deve ser visto como caso de saúde pública e não como caso de polícia. É lamentável a morte de mulheres em razão da prática do aborto ilegal”, declarou Piovesan, que tomará posse do novo cargo na próxima semana. Para o Prof. Hermes Rodrigues Nery, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, a nomeação de Flávia Piovesan significa que a agenda das fundações internacionais que querem fazer do aborto um direito humano permanecerá na gestão do presidente interino Michel Temer.“A sua presença na Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, pela sua conhecida atuação, sinaliza que a agenda das fundações internacionais promotora do aborto deve avançar, por isso nos preocupa”, comenta. Segundo o Prof. Nery, a nomeação de Piovesan “causou muita preocupação para nós, católicos e pró-vidas, tendo em vista suas conhecidas posições em favor da legalização do aborto, ainda mais do aborto como direito humano”.

“Há mais de duas décadas – esclarece – que ela defende a agenda das fundações internacionais, nesse sentido, que querem legalizar o aborto na América Latina”.

Flávia é formada em direito pela PUC-SP e tem mestrado e doutorado nesta área. Faz parte do corpo docente da faculdade em que se formou e também da PUC-PR. Além disso, é professora de direitos humanos nos cursos de pós-graduação das universidades Pablo de Olavide, em Sevilha (Espanha), e de Buenos Aires (Argentina).

Hermes Nery recorda que o nome da Piovesan já havia sito cogitado em 2011 para o Supremo Tribunal Federal (STF) para substituir a ministra Ellen Gracie. Tal possibilidade se deu “justamente na época em que o STF estava debatendo a ADEPF54, em relação ao aborto nos casos de anencefalia”.

Além disso, assinala, ela “tem muita proximidade com a Fundação Ford (da qual já foi bolsista) e também como membro do Comitê Latino-Americano e Caribenho para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), que há muitos anos vem trabalhando para difundir o conceito do aborto como direito humano nos países da América Latina” e “atua nas instâncias de organismos internacionais para condenar os países que resistem à legalização do aborto, acusando-os de violarem os direitos humanos das mulheres”.

“Por isso – explica o Prof. Hermes –, a sua nomeação representa um grande perigo à defesa da vida humana, à sua inviolabilidade, desde a concepção, garantida no artigo 5º da Constituição Federal”.

Diante desta nomeação de Flávia Piovesan, os grupos pró-vida e os católicos estão preparando uma petição a ser direcionada diretamente ao presidente interino Michel Temer. O objetivo, conforme indica Hermes Rodrigues Nery, é expor “nossa posição e requerendo que seja revista essa nomeação”.

A petição também irá exortar o governo a não “enviar ao Congresso Nacional nenhuma medida que esteja de acordo com o propósito das fundações internacionais, de legalizar o aborto e muito menos de favorecer esse conceito do aborto como direito humano”. Isto, porque “o primeiro e principal de todos os direitos humanos é o direito à vida, desde a concepção”.

Para o Prof. Nery, o caminho para evitar que a agenda abortista seja implantada no Brasil passa, primeiramente, pela oração. “Temos fé que se trata de uma batalha espiritual, pois o inimigo de Deus tem sede de sangue inocente”, enfatiza.

Outro ponto que indica como importante é a “ação integrada, consciente, pautada em argumentos racionais, consistentes”, para convencer os que têm poder de decisão “de que a vida humana deve ser amada, defendida, promovida e valorizada desde seu início, desde a concepção”.

“Isso sim é promover os verdadeiros direitos humanos, do homem e da mulher”, ressalta, ao acrescentar que “a defesa do aborto como direito humano é o que há de mais terrível na lógica que move a ação das fundações internacionais”.

De acordo com Prof. Hermes, tais fundações são movidas pelo que São João Paulo II chamou de “cultura de morte”, na encíclica Evangelium Vitae. Neste mesmo documento, especifica, o Papa polonês exortava os cristãos a se oporem a essa lógica com a “cultura de vida”.

“É a relativização e a banalização da vida que leva muitas pessoas a não entender o valor da vida em sua inteireza”, pontua, ressaltando que, “se a vida humana fica vulnerável em sua fase mais fragilizada (no ventre materno ou na velhice), então ela fica ameaçada em qualquer uma de suas fases”.

Por fim, o presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família precisa que a defesa da vida deve ser por inteiro e, por isso, diz que é importante também a atuação “no campo legislativo, para alargar a consciência do direito à vida desde a concepção como o primeiro e principal de todos os direitos humanos”.

20 fevereiro, 2016

Microcefalia: o novo pretexto para o aborto.

(“Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”)

[www.providaanapolis.org.br]

Neste setor de abortos há uma corrente forte da qual participam muitos médicos, que acreditam no dogma de Hitler. O aborto deu a algumas pessoas grande poder sobre a vida e sobre a morte. Aguardamos o tempo em que a mãe terá o direito de matar o seu filho até algumas horas depois do parto normal. Quando a criança nasce a mãe deve ter a possibilidade de olhar bem para ela e ver se corresponde à sua expectativa e resolver se ela deve continuar vivendo. Isto é o ideal, o sonho, naturalmente. Mas ainda estamos muito longe do tempo em que a sociedade em seu conjunto aceite uma coisa destas. Temos que ir muito devagar.

Se se dissesse uma coisa destas logo no começo, quando entrou em vigor a Lei do Aborto, teria havido protestos, o público teria ficado horrorizado. Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro[1].

As palavras acima foram pronunciadas por um farmacêutico, dono de um consultório de teste de gravidez em Londres. Foram gravadas secretamente pelos jornalistas Michael Litchfield e Susan Kentish, que investigavam o que ocorria nas clínicas de aborto logo após a sua legalização na Inglaterra (o “Abortion Act”, de 1967). Esta foi uma das vezes em que os jornalistas se depararam com uma simpatia entre os praticantes do aborto e as ideias nazifascistas. Digna de nota é a frase: “Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”.

No Brasil está acontecendo algo semelhante. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), deixando de considerar crime o aborto de crianças anencéfalas. Agora, com o surto do nascimento de crianças com o perímetro cefálico menor que 32 centímetros (microcefalia), fato este supostamente associado ao vírus zika, eis que aparece um grupo desejando pleitear na Suprema Corte o aborto de tais bebês de cabeça pequena[2]. E o advogado que defendeu a ignóbil causa do aborto de anencéfalos é hoje ministro do STF: Luís Roberto Barroso. Pode-se imaginar qual será o voto dele quanto à morte dos portadores de microcefalia…

Uma jornalista portadora de microcefalia

Não foi à toa que a jornalista Ana Carolina Cáceres, 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), portadora de microcefalia, reagiu com indignação à notícia do plano de liberar o aborto de pessoas como ela. Eis o que ela disse em entrevista à BBC Brasil:

Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.

No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’.

Ele – como muita gente hoje – estava errado.

Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.

Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).

Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma ‘geração de sequelados’ por causa da microcefalia.

Se estivesse na frente dele, eu diria: ‘Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não’.

Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais – e tem microcefalia.

As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos[3].

Uma sobrevivente de um aborto tentado

Tatiana Alves Baliana, 34 anos, funcionária pública de Uberlândia (MG), sobrevivente de uma tentativa de aborto, dá o seguinte testemunho:

Amados irmãos, peço-lhes um favor:

Deitem em sua cama e aconcheguem em seus cobertores, edredons e lençóis.

Durmam…

De repente, vocês têm a sensação de perder o ar, ficam ofegantes, mas como saber se é sonho ou realidade?

É a realidade e, estão perdendo o ar, não conseguem respirar e, até mesmo desfalecem…

Têm a sensação de estar caindo em um abismo, mas de repente o ar volta!!!

Ai, como é bom ter a sensação de respirar, sentir o ar encher os seus pulmões…

Sensação de vida, né?

Pois bem, lembram-se da falta de ar, da vontade constante de respirar e não poder? De cair em um abismo e não conseguir voltar?

Sim, eu sei bem o que é isto, eu passei por isto…

Passei por isto como uma criança indefesa que não tinha para onde ir ou correr…

Nasci aos 5 meses e meio de gestação em um aborto provocado por sonda, onde esta sensação que vocês tiveram, eu tive, porém com um detalhe: nasci morta.

Para a honra e glória da Santíssima Trindade, da Santíssima Virgem e de meu Santo Anjo da Guarda, eu comecei a me mexer e gritaram: O feto está vivo!

Sim, eu era um feto, para os médicos, enfermeiras e técnicos de enfermagem, eu era apenas um feto lutando pela vida, após inúmeras tentativas de aborto, até a que culminou com o meu nascimento, abandono no hospital e a minha adoção.

Portanto amados, se vocês acham que o aborto é direito da mulher, pois “meu corpo, minhas regras”, pensem no corpo e nas regras da criança que está sendo gestada.

Só Deus sabe a minha missão e o motivo por que consegui sobreviver. Sou uma mulher feliz, pois tenho uma família maravilhosa, à qual só tenho a agradecer.

Mas, eu sei o que sinto todas as vezes que vejo notícias de abortos, ou até fotos de instrumentos usados para este infanticídio. Sinto que sou eu que estou sendo abortada, que o que aconteceu no dia 29/10/1981 está acontecendo novamente, só que desta vez com outros instrumentos, outras formas e outros jeitos.

Eu passei por isto, e não quero que nenhuma criança sofra o que eu sofri. Tente, coloque-se no lugar daquela criança. Tenho certeza que você não ficaria feliz de morrer de formas tão cruéis.

Lembre-se: Deus deu a vida e somente Ele tem o poder para tirá-la.

O primeiro inocente

Infelizmente, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, célebre em Goiânia por autorizar abortos eugênicos, passou agora a defender publicamente o direito ao aborto de crianças microcéfalas. Eis suas palavras:

Se houver pedido oportuno por alguma gestante no caso de gravidez com microcefalia e zika com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, analogicamente a autorização judicial poderá ser concedida[4].

Acontece que a microcefalia não é nenhuma sentença de morte logo após o parto. Normalmente tais crianças nascem vivas (que o diga Ana Carolina Cáceres), a menos que haja alguém que queira abortá-las.

Embora o juiz Jesseir insista que o aborto deve ser avaliado “caso a caso” e que “é importante não banalizar”, não sei de um único caso em que esse magistrado tenha negado um pedido de aborto de deficientes.

Segundo Ricardo Dip, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo,

é conhecido o emblemático episódio — difundido até pela indústria do cinema — em que um oficial nazista, durante os processos do Tribunal de Nuremberg, explicou a um seu colega, médico e militar norte-americano, que as atrocidades do nacional-socialismo germinaram a contar do dia em que se aceitou, sem resistência, matar o primeiro inocente[5].

Conscientemente ou não, o juiz Jesseir, após ter autorizado a morte do primeiro inocente, tem conquistado centímetro por centímetro o terreno rumo ao aborto irrestrito e ao homicídio neonatal. Talvez ele venha a descobrir isso tarde demais…

Anápolis, 15 de fevereiro de 2016.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

[1] LITCHFIELD, Michael; KENTISH, Susan. Bebês para queimar: a indústria do aborto na Inglaterra. 6. ed. São Paulo, Paulinas, 1985, p. 52-54. Título original: Babies for burning: the abortion business in Britain. O “copyright” é de 1974.

[2] Ricardo SENRA. Grupo prepara ação no STF por aborto em casos de microcefalia. BBC Brasil, 26 jan. 2016, in:http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160126_zika_stf_pai_rs

[3] Ricardo SENRA. ‘Sou plena, feliz e existo porque minha mãe não optou pelo aborto’, diz jornalista com microcefalia. BBC Brasil, 1 fev. 2016, in: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160201_microcefalia_aborto_pontodevista_ss

[4] Jesseir Coelho de ALCÂNTARA. Aborto em casos de microcefalia. O Popular, 2 fev. 2016, p.7.

[5] Ricardo DIP. Os direitos humanos do neoconstitucionalismo: direito natural da pós-modernidade? Aquinate, n. 17 (2012), p. 14, in: http://www.aquinate.net/revista/edicao_atual/Artigos/17/C.Aq.17.Art.Dip.pp.13-27..pdf

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22 setembro, 2015

Faleceu o Prof. Humberto Leal Vieira.

“Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.” (II Tim 4, 7)

Humberto e sua esposa em audiência com o papa João Paulo II, que o nomeou Membro vitalício da Pontifícia Academia para a Vida, em 1993.

Humberto e sua esposa em audiência com o papa João Paulo II, que o nomeou Membro vitalício da Pontifícia Academia para a Vida, em 1993.

Recebemos com pesar a notícia de falecimento, ontem (21), do Prof. Humberto Leal Vieira, fundador da  Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família (a maior organização católica pró-vida do Brasil), membro vitalício da Pontifícia Academia pela vida e representante da organização pró-vida americana Human Life International.

Casado, pai de 8 filhos, avô e bisavô, durante mais de 20 anos, Humberto dedicou-se à defesa da vida humana e da família, e o fez com grade amor e bravura. Além da publicação e distribuição de livros, folhetos e outros materiais pró-vida de cunho científico e religioso, Humberto trabalhou incansavelmente para aproximar pró-vidas brasileiros e estrangeiros. Seu desejo era o de união entre todas as pessoas que acreditassem na inviolabilidade da vida humana para fazer frente aos projetos de lei que cada vez mais ameaçam a vida humana e a família. Igualmente incansáveis foram seus esforços para arregimentar sacerdotes, bispos e até cardeais para se engajarem na causa pró-vida e criarem comissões em defesa da vida em suas próprias dioceses. Sob sua direção, a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família organizou vários congressos nacionais e internacionais para treinamento e aprofundamento nas questões relacionadas à vida e à família, sempre à luz da doutrina católica.

bebeUm dos muitos materiais distribuídos pela Associação Nacional Pró-vida e Pró-Família é o “bebezinho nascituro”. Esse bonequinho, feito em plástico ou resina, mostra, em proporções reais, como é um bebê nascituro com 12 semanas de gestação. Muitas pessoas ao receberem esse bonequinho com o folheto explicativo sobre o desenvolvimento fetal mudam de ideia ao perceberem que um bebê nascituro não é exatamente um “amontoado de células”, como os defensores do aborto habitualmente descrevem. Na Jornada Mundial da Juventude de 2013, no Rio de Janeiro, milhares de bebezinhos nascituros foram colocados nas mochilas dos participantes.

Uma homenagem de 2011 ao Prof. Humberto Leal Vieira prestada por pró-vidas de longa data pode ser vista aqui.

Requiescat in pace.

6 agosto, 2015

Planned Parenthood desmascarada! Não basta lucrar com o assassinato de bebês nascituros, é preciso vender seus cadáveres para ganhar mais dinheiro sujo!

O grupo pró-vida americano Center for Medical Progress divulga na internet uma série de vídeos com conversas estarrecedoras de funcionárias de alto escalão da Planned Parenthood, um conglomerado de clínicas financiadas com dinheiro público, que, segundo fontes abalizadas, responde por grande parte dos abortos realizados nos Estados Unidos.

Consequentemente, grupos pró-vidas se mobilizam para pedir o cancelamento imediato dos subsídios públicos às clínicas, e alguns governadores reagem suspendendo os convênios. Políticos pró-aborto entram em pânico e tentam impedir a divulgação de mais vídeos!

Por FratresInUnum.com | Com informações de LifeNews – Na última terça-feira (4), foi divulgado o 5º vídeo da série. Nele, tem-se a impressão que  as clínicas de aborto da Planned Parenthood, possivelmente, estão vendendo corpos de bebês nascituros “completamente intactos” e propositalmente nascidos com vida e abandonados à morte.

Assim, a Planned Parenthood estaria violando a legislação federal norte-americana conhecida como Lei das Crianças Nascidas Vivas, que exige que as clínicas de aborto, hospitais e outros lugares que fazem abortos prestem assistência médica apropriada para os bebês que nascem com vida após uma tentativa fracassada de aborto ou intencionalmente nascidos com vida para “virem a morrer por falta de assistência”.

Essa poderia ser uma das maneiras que a Planned Parenthood usa para obter bebês “completamente intactos” para vendê-los à StemExpress para fins de pesquisa — métodos abortivos mais “esmagadores” danificariam o corpo do bebê.

O quinto vídeo produzido secretamente no contexto da polêmica venda de partes de bebês abortados pela Planned Parenthood mostra a Diretora de Pesquisa da instituição, Melissa Farrell, divulgando o histórico das vendas de tecidos fetais da filial texana da Planned Parenthood, incluindo sua capacidade de entregar bebês abortados intactos.

No vídeo, atores que se fizeram passar por representantes de uma empresa de produtos biológicos humanos encontram-se com Farrell na sede da clínica de abortos Gulf Coast da Planned Parenthood, em Houston, para discutir uma possível parceria, a fim de recolher órgãos fetais.

“Temos uma vantagem competitiva sobre as demais organizações. A nossa organização tem feito pesquisa há muitos, muitos anos,” explica Farrell. Quando os pesquisadores precisam de uma parte específica dos fetos abortados, Farrell diz: “Providenciamos isso no nosso contrato e no nosso protocolo, que seguimos. Assim, desviamos do nosso padrão para fazer isso.”

Ao ser indagado especificamente se isso significa que a Planned Parenthood Gulf Coast pode mudar os procedimentos de aborto para fornecer amostras fetais intactas, Farrell afirma: “Alguns dos nossos médicos no passado tinham projetos e eles estão recolhendo amostras. Assim, eles fazem (aborto), de modo a obter as melhores amostras; eu sei que isso pode ocorrer.”

Os investigadores indagam a Farrell como ela irá estruturar o contrato em que eles pagam um preço mais elevado por partes de corpos de fetos de mais qualidade, e ela responde: “Podemos  calcular isso em um contexto óbvio, o próprio procedimento é mais complicado,” dando a entender que “se vocês não cobrirem o custo do procedimento” e pagarem pelo aborto, o preço maior da amostra pode ser estruturado como “tempo, custo e encargo administrativo adicionais.”

Farrell também indica aos investigadores, durante um almoço, que as vendas de amostras do seu departamento contribui de maneira significativa para as finanças gerais da Planned Parenthood Gulf Coast: “Creio que todo mundo percebe, especialmente porque o meu departamento contribui tanto para o resultado final da nossa organização aqui, você sabe que somos as maiores afiliadas, o nosso Departamento de Pesquisa é o maior dos Estados Unidos. Ele é maior do que as demais afiliadas juntas”.

Em um momento do vídeo, funcionários da Planned Parenthood mostram o corpo de um bebê gêmeo de 20 semanas abortado e vendido em partes:

David Daleiden do Center for Medical Progress falou sobre o vídeo mais recente do seu grupo:

Agora esta é a quinta funcionária de alto escalão da Planned Parenthood que discute pagamentos por partes de bebês abortados sem qualquer relação com custos reais de “doação” dos supostos tecidos. A conspiração do amplo sistema da Planned Parenthood para escapar à lei e auferir dinheiro de tecido de bebês abortados agora é inegável. Qualquer pessoa que assiste a esses vídeos sabe que a Planned Parenthood está envolvida em práticas bárbaras e abusos de direitos humanos que precisam acabar. Não há motivo para uma organização que utiliza métodos ilegais de aborto venda partes de bebês e cometa essas atrocidades contra a humanidade para ainda receber mais de US$500 milhões anualmente dos contribuintes.”

Quinto vídeo: cenas fortes, desaconselhável para pessoas sensíveis:

* * *

Vídeos anteriores:

Primeiro vídeoAleteia: Deborah Nucatola, diretora sênior de Serviços Médicos da rede de clínicas de aborto Planned Parenthood America, explica a supostos representantes de uma empresa de “tecidos humanos” como as suas clínicas realizam o chamado “aborto por nascimento parcial”, a fim de extrair intactas as partes dos fetos mais solicitadas.

Deborah Nucatola cita um preço de 30 a 100 dólares, que, de acordo com declarações da empresa depois do escândalo, se referiria à conservação e transporte dos tecidos destinados a “doação altruísta para fins de pesquisa científica”.

“Muita gente quer corações intactos”, explica Deborah, com naturalidade, durante a refeição. “Eu sempre digo: todos os fígados possíveis. Muita gente quer fígados (…) Também querem extremidades inferiores. Isso é fácil. Eu não sei o que fazem com elas, imagino que queiram músculos”.

“Somos muito bons para conseguir corações, pulmões e fígados, porque sabemos como fazer isso sem perfurar essa parte, quebrando por cima e por baixo e garantindo que tudo saia intacto”, assegura ela.

Para conseguir isto, “o funcionário segue a orientação ecográfica, para saber onde está colocando o fórceps”, explica a diretora. A parte mais difícil de preservar é o crânio, mas “em geral, o que alguns fazem é tentar mudar a orientação do feto para que ele não saia de cabeça. Se ele for colocado para sair virado, a dilatação quando ele sai permite tirar a cabeça intacta na última etapa”.

“Ontem, por exemplo, tive oito casos. Eu sabia exatamente o que queria, então olhei a lista para saber quais eram os casos e aí tomei as minhas decisões. É bom ter uma reunião no começo do dia. É isso o que eu faço”.

Segundo David Daleiden, responsável pela investigação de três anos de duração que inclui a apresentação deste vídeo, “a conspiração criminosa da Planned Parenthood para fazer dinheiro com órgãos de crianças abortadas envolve os níveis mais altos da organização”.

Segundo Vídeo: A diretora da Planned Parenthood, Maru Gartter, discute o preço das partes dos bebês abortados, dizendo a funcionários da empresa de biotecnologia que os preços de produtos como fígado, cabeça ou coração dos bebês abortados são negociáveis. Ela também diz aos funcionários que ela poderia falar com os médicos que praticam aborto na Planned Parenthood para possivelmente alterar o procedimento de aborto e matar o bebê de maneira a preservar melhor aquelas partes do bebê. Ao final do almoço, Gatter dá a entender que $100 por amostra não são suficientes e conclui:  “Deixe eu saber o que os outros estão conseguindo, e se esse preço estiver na média, então, tudo bem, se ainda estiver baixo, então, podemos aumentar. Eu quero um Lamborghini.

Terceiro vídeo: Este vídeo mostra o depoimento de Holly O’Donnel, que trabalhava como técnica de aquisições para a empresa de biotecnologia StemExpress LLC. O trabalho dela consistia em ir às clínicas da PP e escolher as partes dos cadáveres de bebês abortados que fossem mais convenientes para a sua empresa. Além disso, o vídeo mostra também uma conversa com a Dra. Savita Ginde, Vice-Presidente e Diretora Médica da Planned Parenthood da clínica de Rocky Mountains (PPRM), em Denver. Ela supervisiona as instalações em Colorado, Nevada, New Mexico e Wyoming. A médica revela que é preciso vender os bebês abortados em partes, para aumentar a receita da clínica.

Quarto vídeo: Uma funcionária conta que eles estão tomando precauções jurídicas para não serem enquadrados na lei que proíbe a venda de tecidos fetais e os chamados “abortos pós-parto”. Nos minutos finais, a funcionária exibe uma bandeja e narra com uma pinça os diversos órgãos fetais, gabando-se de que alguns deles estão “intactos”.

8 março, 2015

Foto da semana.

Abortado espontaneamente na 19ª semana de gestação, a vida do bebê Walter está mudando o debate sobre o aborto

Por Live Action News, 3 de março de 2015 | Tradução: Teresa Maria Freixinho – Fratres in Unum.com: “Um amontoado de células”; “Tecido”; “Apenas um feto”. Estas são expressões comuns que as pessoas favoráveis ao aborto utilizam para descrever o nascituro, a fim de diminuir a humanidade dessas novas vidas. Porém, aquilo que as pessoas falam para rotular os nascituros não é o que os define, e isso está comprovado pela vida de uma criança pequena. No verão de 2013, Walter Joshua Fretz nasceu com apenas 19 semanas de gestação. Ele viveu somente durante alguns momentos, mas sua vida tem tido um impacto duradouro.

Fotografia: Bebê Walter aconchegado à sua mãe.

Fotografia: Bebê Walter aconchegado à sua mãe.

Os pais de Walter, Lexi e Joshua Fretz, pais de duas meninas (que acolheram sua terceira filha, Mia, em setembro passado), aguardavam ansiosamente a chegada do seu novo bebê, quando, de acordo com o blog de Lexi, ela começou a ter sangramento. Isso não era algo incomum para ela durante a gestação, mas, quando o sangramento ficou rosado ela ficou mais preocupada e telefonou para sua parteira, que a aconselhou a ir para uma Unidade de Emergência.

Na sala de emergência, várias gestantes que chegaram depois dela foram levadas imediatamente para a maternidade. Porém, uma vez que Lexi ainda não completara 20 semanas – ela estava com 19 semanas e 6 dias – as regras do hospital determinavam que ela permanecesse na Sala de Emergência. Cerca de uma hora mais tarde, Lexi conseguiu ouvir as batidas do coração de seu bebê e sentiu-se aliviada, mas, enquanto aguardava um ultrassom, Lexi começou a sentir as típicas dores de parto. Quase cinco horas depois de ter chegado ao hospital, Lexi deu à luz seu filho, Walter Josué Fretz. Ela escreve:

Eu estava chorando copiosamente naquele momento, mas ele era perfeito. Ele estava completamente formado e tudo estava no lugar; eu podia ver o seu coração batendo em seu pequenino peito. Joshua e eu o seguramos e choramos por ele e olhamos para o nosso filho perfeito e pequenino.

Bebê Walter

Bebê Walter

A próxima decisão de Joshua parecia sem importância e natural, mas acabaria se tornando um divisor de águas e até mesmo um salva-vidas para muitas pessoas. Ele foi para o carro pegar a câmera de Lexi para tirar fotos de seu filho. A princípio, isso não era o que Lexi queria, mas as fotos de Walter logo se espalharam por toda a Internet. As fotos alcançaram mães enlutadas, ajudando-as a superar a perda de seus próprios bebês, e elas foram usadas para ajudar mulheres a optarem pela vida de seus filhos nascituros. Lexi recebeu muitas mensagens positivas e compartilhou algumas, incluindo as seguintes:

Acabo de ver as fotos de Walter… Estou grávida e estive em um lugar muito ruim esta semana. Fiz minha primeira ultra na semana passada e ele também é um menino. Mas esta semana comecei a rezar para sofrer um aborto espontâneo ou decidir interromper a gravidez, porque o pai do bebê esquivou-se de toda a responsabilidade. Pedi a Deus que me enviasse um sinal hoje de que ficaremos bem, ou então seguirei adiante e farei um aborto amanhã. Algumas horas mais tarde vi o link no Facebook. Ele me pôs a chorar. Porém, o mais importante é que isso me fez saber, sem sombra de dúvida, que não posso fazer isso com o bebê.

* * *

Walter e seu pai.

Walter e seu pai.

Eu costumava acreditar que havia razões que justificassem alguns abortos. [ …] E agora, vendo Walter deitado sobre o seu peito, sinto vergonha de minhas opiniões anteriores e desgosto por todas as mulheres que decidem abortar sem entender o valor da vida que trazem dentro de si.

* * *

Sempre pensei que coubesse à mulher a escolha de abortar uma gestação! Novamente falta de entendimento, pensando, ou melhor, eu estava sendo levada a crer que nessa fase a mulher estaria abortando um feto (uma massa de células!). Como eu estava equivocada!!! Estou contente por você ter decidido compartilhar a sua história e pelas belas fotos de um momento triste em sua vida, porque você me educou!

* * *

Estou grávida de 8 semanas e há 3 semanas estou sentindo agonia total quanto ao que fazer em relação a manter ou abortar o bebê (este não é o melhor momento para ter filhos), mas você colocou a minha vida em perspectiva, posso amar esse bebê e “sobreviver”, assim, agora, isso é o que basta pra mim, estou mantendo este bebê que trago dentro de mim e vou valorizá-lo para a eternidade.

Bebê Walter e suas irmãs mais velhas.

Bebê Walter e suas irmãs mais velhas.

Essas fotos de Walter revelam a humanidade da criança nascitura. Elas provam sem sombra de dúvida que se trata de uma pessoa, e não de uma bolha ou um aglomerado de tecido. E suscita a pergunta: Por que então é legalmente permitido terminar a vida de um ser humano nascituro?

“O fato de não podermos enxergar a criança dentro da barriga da mãe não significa que ela seja uma bolha de células,” escreve Lexi. “Walter estava perfeitamente formado e era muito ativo no útero. Se ele tivesse apenas algumas semanas a mais, ele teria tido uma chance de lutar pela vida. [ …] Em meio a toda nossa dor, sinto-me feliz por que algo de bom pode resultar dessa experiência. Rezo para que o Senhor continue usando as fotos de Walter para impactar a muitos.”

Todas as fotos são cortesia de: F2 Fotografia de Lexi

* * *

Nota do Fratres: de nossa parte, desejamos que o pequeno Walter tenha recebido o Santo Batismo e ingressado no Reino Daquele que outrora disse: “Vinde a mim os pequeninos”.

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15 fevereiro, 2015

Foto da semana.

Sem título

Padre Pedro Stepien, sacerdote polonês residente em Brasília, e suas manifestações em favor da vida, contra o aborto. À direita, grupo de crianças levado pelo sacerdote para conscientizar o Congresso Nacional contra o abominável assassinato dos pequenos indefesos.

Segundo o jornal O Globo, de 11 de fevereiro de 2015, Padre Pedro interpelou o furibundo deputado abortista Jean Willys, pedindo-lhe que assinasse um requerimento de criação de uma frente parlamentar “a favor da vida e da família”, contra o aborto e o casamento gay. Evidentemente, recebeu um rotundo não, porém, não se calou: “Aborto é um crime hediondo em qualquer caso, é assassinato de criança que não tem advogado. A pessoa que é a favor do aborto não tem direito de falar de direitos humanos”. O deputado, por sua vez, denunciou à polícia legislativa o que chamou de “exploração” das crianças levadas ao Congresso e se irritou ao saber que o sacerdote rezava por ele.

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12 fevereiro, 2015

Padre pede a Jean Willys apoio para grupo contra casamento gay.

Religioso coletava assinaturas para criar frente parlamentar ‘a favor da vida e da família’.

Júnia Gama, O Globo – BRASÍLIA – Uma cena inusitada ocorreu na tarde desta quarta-feira no Congresso Nacional. Um padre de batina coletava assinaturas em frente ao plenário da Câmara, já esvaziada nesses dias que antecedem o Carnaval, para criar uma frente parlamentar “a favor da vida e da família”, contra o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Deparou-se com o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), um militante da causa gay, e pediu seu apoio. A resposta do deputado foi curta:

– Não vou assinar, eu defendo outro tipo de família – disse.

O padre Pedro Stepien, um polonês que vive em Brasília e dirige a associação pró-vida e pró-família, disse que conhecia a história de Jean Wyllys, mas mesmo assim quis tentar sua assinatura.

– Eu sabia e respeito, até rezo muito por esse deputado, sei que ele precisa – afirmou.

A instituição comandada pelo padre é radicalmente contra o aborto. Até mesmo nos casos previstos em lei, como estupro, anencefalia e risco à saúde da mulher.

– É mais fácil salvar uma criança quando a mulher é violentada do que quando ela pula a cerca. Aborto é um crime hediondo em qualquer caso, é assassinato de criança que não tem advogado. A pessoa que é a favor do aborto não tem direito de falar de direitos humanos – justifica o padre.

Procurado pelo GLOBO, Jean Wyllys contou que já havia tido dois embates com o padre. Na primeira vez, denunciou-o à polícia legislativa por trazer crianças da periferia de Brasília para frente do Congresso com cartazes mostrando fotos de fetos e palavras de ordem contra o aborto. A segunda fez foi durante a votação do Plano Nacional de Educação, quando uma reação de grupos conservadores, em que se incluía o padre Pedro, conseguiu retirar do texto menções a identidade de gênero e orientação sexual.

– Acho lamentável que esse padre fale em direitos humanos e apareça na porta do Congresso com crianças esquálidas segurando esses cartazes. Denunciei ele à polícia legislativa e avisei que o denunciaria ao conselho tutelar se continuasse explorando essas crianças – diz o deputado.

O deputado se irritou ao saber que o padre “orava” por ele.

– Dispenso as orações dele, ele deveria orar para si mesmo para tentar salvar a própria alma dele do inferno.

Jean Wyllys diz que há mobilização para reconstituir as frentes parlamentares ligadas aos direitos humanos, especificamente direitos das mulheres, cidadania LGBT e enfrentamento de DSTs/Aids. O deputado acredita, no entanto, que na gestão de Eduardo Cunha esses grupos deverão funcionar mais para manter os temas politicamente vivos, mas dificilmente trarão resultados legislativos.

– Interrupção da gravidez indesejada é a quarta causa de morte de mulher no Brasil. É preciso explicar ao padre que ninguém é a favor do aborto, a gente é a favor de política pública em torno da interrupção da gravidez indesejada. As políticas públicas de estado laico não podem ser determinadas por concepções religiosas – defende Jean Wyllys.

A polêmica sobre o aborto foi suscitada esta semana por declarações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é evangélico, de que não colocaria em votação pautas que flexibilizassem as regras sobre o tema. O padre se animou então para vir ao Congresso coletar as assinaturas para criar a comissão.

– Apoiamos muito ele (Cunha), nessa linha estamos juntos: católicos, evangélicos, espíritas – disse o padre, referindo-se ao grupo que articula a frente parlamentar, comandado pelo senador evangélico Magno Malta (PR-ES).

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17 dezembro, 2014

Perigo! Votação que abre (ainda mais) as portas do Brasil ao aborto ocorre hoje! Manifeste-se!

Por Aline Castilho – Fratres in Unum.com: Na última quarta-feira, 10 de dezembro, foi apresentado pelo relator Senador Vital do Rego (PMDB-PA), o relatório do PLS 236/2012, o Novo Código Penal. O prazo dado aos membros da Comissão de Constitucionalidade do Senado foi de apenas 2 dias para ler o relatório de 300 páginas e apresentar as emendas. Como era de se esperar, os Senadores não tiveram tempo para ler as centenas de páginas, nem uma assessoria jurídica para elaborar adequadamente emendas que contribuíssem para o Novo Código Penal.

Dentre as várias alterações absurdas, o Novo Código descriminaliza o aborto usando uma redação ainda mais ampla que aquela utilizada para introduzi-lo na Inglaterra. O art. 217 da proposta afirma:

Não há crime de aborto praticado por médico se houver risco à vida ou à saúde da gestante”.

Além disso, o projeto altera importantíssimas disposições penais em nosso código:

  • Suprime a criminalização da venda de drogas abortivas,
  • Retira a menção à proibição da pena de morte aplicada pelos indígenas,
  • Remove a pena de homicídio culposo entre parentes (art. 121),
  • Descriminaliza o terrorismo movido por propósitos sociais (art. 245 § 2),
  • Revoga a proibição da fabricação e uso de minas terrestres (art; 541),
  • Revoga as penas para quem impede por ameaça ou violência uma CPI (art. 541),
  • Eliminam os artigos que criminalizavam a prática e divulgação de atos obscenos em público e
  • Introduz a ideologia de gênero pela inserção do crime de “transgenerização forçada”, além de muitas coisas conhecidas e desconhecidas.

A votação está prevista para hoje, 17 de dezembro. Muitas pessoas estão ligando e mandando e-mails para os Senadores e é importante que mais pessoas se posicionem pela não aprovação do Novo Código Penal sem a devida discussão e revisão desses pontos.

Há também uma petição no site CitizenGo e é igualmente importante a nossa assinatura e divulgação.

Não deixe de manifestar o seu repúdio aos Senadores da Comissão de Constitucionalidade:

renan.calheiros@senador.leg.brvital.rego@senador.leg.brgab.josepimentel@senado.leg.br;

anibal.diniz@senador.leg.brgleisi@senadora.leg.brpedrotaques@senador.leg.br;

antoniocarlosvaladares@senador.leg.brinacioarruda@senador.leg.brcrivella@senador.leg.br;

randolfe.rodrigues@senador.leg.breduardo.suplicy@senador.leg.breduardo.braga@senador.leg.br;

simon@senador.leg.brricardoferraco@senador.leg.brluizhenrique@senador.leg.br;

eunicio.oliveira@senador.leg.brfrancisco.dornelles@senador.leg.brsergiopetecao@senador.leg.br;

romero.juca@senador.leg.braecio.neves@senador.leg.brcassio@senador.leg.br;

alvarodias@senador.leg.brjose.agripino@senador.leg.braloysionunes.ferreira@senador.leg.br;

armando.monteiro@senador.leg.brmozarildo@senador.leg.brmagnomalta@senador.leg.br;

vicentinho.alves@senador.leg.br;

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9 setembro, 2014

É assim que se faz.

Uma organização de mulheres pró-vida nos Estados Unidos (SBA List) mostra como se faz. Depois de já ter destruído candidaturas passadas de políticos abortistas, e apesar de ter sido processada inúmeras vezes por eles, a SBA List não pára. Se os meios de comunicação não dão espaço, assim a organização esclarece a opinião pública sobre certos políticos:

"Senador Landrieu votou a favor do aborto custeado pelo contribuinte".

“Senadora Landrieu votou a favor do aborto custeado pelo contribuinte”.

No Brasil, na eleição presidencial passada, mal se produziu panfletos e a Polícia Federal já estava na porta da gráfica para realizar a apreensão. Hoje, mesmo críticas econômicas são motivo para intimidação oficial. Que o exemplo das associações americanas pró-vida nos ajude a não desistir.

Créditos da imagem: Creative Minority Report

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18 agosto, 2014

Papa faz uma forte e silenciosa declaração anti-aborto.

Kkottongnae (Rádio Vaticano) – O Papa Francisco, em geral, evita pronunciar-se sobre temas como o aborto, argumentando que a doutrina da Igreja para a santificação da vida é bastante clara e conhecida e, por isso, ele prefere enfatizar outros aspectos do ensinamento da Igreja.

No entanto, o Papa fez, neste sábado, um forte pronunciamento, apesar de silencioso, contra o aborto, ao reter-se em oração diante de um monumento para crianças que jamais viram a luz do mundo. O local faz parte da comunidade dedicada aos cuidados de pessoas com deficiências genéticas que, frequentemente, são utilizadas para justificar os abortos.

O Papa baixou a cabeça em oração diante das centenas de cruzes brancas do monumento e conversou com um ativista anti-aborto que não tem nem os braços e nem as pernas. (R.B)

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