Arquimortadela de Curitiba.

Curitiba será, nesta semana, a capital do Brasil. Também no âmbito eclesial.

Já há algum tempo, sua catedral tem sido palco de práticas do que há de mais desvairado na mente torpe dos progressistas, capitaneados pela extrema esquerda da CNBB — que, durante sua recém concluída assembléia geral, não pôde conter sua sanha petista, apesar da linguagem sempre afetando neutralidade.

Agora, a catedral da capital paranaense abrigará um evento que simbolizará o apoio da “esquerda católica” ao seu bezerro de ouro.

Segundo O Antagonista:

Na véspera do depoimento de Lula, o petista e seus apoiadores vão participar de um culto ecumênico na Catedral Metropolitana de Curitiba. A expectativa é de que quase toda a direção nacional do PT, além de dezenas de deputados, senadores e ex-ministros dos governos petistas, devem ir para a capital paranaense em solidariedade ao ex-presidente.

Os fiéis de Curitiba se manifestarão junto às autoridades eclesiásticas?

Arquidiocese de Curitiba volta atrás. E o suco de uva ficará só para as refeições.

Após a veiculação de matéria no Fratres in Unum sobre a autorização de Dom Moacyr Vitti para o uso de vinho sem álcool e suco de uva nas missas, a Arquidiocese de Curitiba retirou do ar a nota oficial então publicada em seu site. No fim da noite de ontem, a Folha de São Paulo divulgou a matéria a seguir, dando conta de que a arquidiocese paranaense teria voltado atrás, provavelmente, consideramos nós, após uma intervenção superior. Não deixa de ser curiosa a referência quase que literal, não se sabe se inserida por conta própria pela autora da matéria ou se diz respeito à comunicação da arquidiocese, à correção feita por vários leitores do Fratres à matéria publicada do G1, que afirmava que o “vinho representa o sangue de Cristo”.

Lei seca cria polêmica com Igreja Católica no Paraná

garrafas_suco_de_uvaPor Lorenna Rodrigues – Folha de São Paulo | A entrada em vigor da nova lei seca, que proíbe qualquer vestígio de álcool no sangue de motoristas, criou polêmica até mesmo na Igreja Católica.

A política de tolerância zero preocupou padres que, durante a celebração da eucaristia, bebem vinho com alto teor alcoólico, o chamado vinho canônico.

Esse vinho é licoroso, com graduação alcoólica de 16%. Os vinhos tradicionais têm, geralmente, graduação alcoólica de 7% a 13%. O alto teor de álcool e de açúcar na bebida usada nas celebrações serve para conservá-la por mais tempo, já que será consumida lentamente.

Com receio de ver os párocos barrados em alguma blitz, o arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, autorizou, na semana passada, que o vinho canônico fosse trocado por vinho sem álcool ou suco de uva.

A orientação foi seguida por arquidioceses do interior do Paraná, como a de Maringá.

Ontem, porém, a arquidiocese de Curitiba voltou atrás e informou que nova nota com orientação para os padres será distribuída nesta sexta-feira.

A recomendação agora é que os celebrantes reduzam ao máximo a ingestão do vinho durante as missas. A substituição da bebida alcoólica por outra só será feita apenas nos casos autorizados pela Santa Sé, que permite a troca somente para padres com problemas de saúde ou com histórico de alcoolismo.

A arquidiocese orientou ainda que os celebrantes parados pela fiscalização apresentem documentos comprovando sua ligação com a igreja, para justificar algum teor alcoólico flagrado pelo bafômetro.

O Ministério das Cidades informou que a lei é válida para todos os casos e não há brechas que permita a liberação de padres flagrados dirigindo com concentração de álcool no sangue.

Segundo a arquidiocese, a substituição do vinho só é permitida em casos extremos porque a bebida é considerada a “matéria do sangue de Jesus Cristo”, que teria transformado pão e vinho em seu corpo e sangue na última ceia.

Para os católicos, o vinho não apenas representa, mas se transforma no sangue de Jesus após a consagração eucarística.

Procurada, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) disse não ter porta-voz disponível para comentar o assunto.

SOS Curitiba.

Depois da publicação, aqui no Fratres, da matéria Padres de Curitiba podem trocar vinho por suco de uva em missas, a página que indicávamos com a orientação do senhor Arcebispo, dentro do sítio da Arquidiocese de Curitiba, simplesmente desapareceu! Que coisa! Quem clica no link agora cai na página principal da arquidiocese. Essa internet viu, nos apronta cada uma…

Em comunhão com a Igreja do Brasil, vamos, então, ao encontro das necessidades de nossos irmãos do Paraná e dispobilizamos um print screen da tela:

curitiba

A consciência negra da Arquidiocese de Curitiba.

Imagens do culto inter-religioso em comemoração ao dia da Consciência Negra, na Igreja do Rosário de São Benedito, em Curitiba, Paraná:

Embora não seja possível, por estas imagens, concluir se houve a celebração da missa, não podem ser esquecidas as palavras do Papa Bento XVI aos bispos do Norte II em visita ‘Ad Limina’: “como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa”.

Após a “cerimônia”, houve ainda a lavação das escadarias da igreja (fotos aqui).

Pedimos a nossos leitores que não deixem de respeitosamente escrever ao senhor arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, protestando contra este absurdo.