Posts tagged ‘Arquidiocese do Rio de Janeiro’

28 novembro, 2018

Summorum Pontificum no Brasil: uma Igreja dedicada à Missa Tradicional no Rio de Janeiro.

Missa RioPor FratresInUnum.com, 28 de novembro de 2018 – Informações que nos chegam do Rio de Janeiro dão conta de um acordo entre a Arquidiocese do Rio e a Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em que a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e da Boa Morte, em uma movimentada região do centro da capital fluminense, será dedicada ao apostolado dos padres de Campos, com Missas e atividades de apostolado diárias.
12 dezembro, 2017

Um momento “Quem sou eu para julgar?” no Convento de Santo Antônio, do Rio de Janeiro.

[Atualização – 13 de dezembro de 2017, às 7:58] Uma amiga escreve: “Acabo de chegar do Convento de Santo Antônio. Vi a exposição e até falei com o curador. Retiraram o presépio da diversidade (com o par gay) e esvaziaram o presépio relativista, deixando apenas uma estatueta do menino Jesus. Antes que eu falasse com o curador, pude ouvi-lo comentar com uma senhora que “infelizmente” a reportagem entendeu tudo errado e por isso ele estava triste. Conversei com ele dizendo que independente da reportagem as imagens transmitiam uma ideia muito contrária à fé católica. Ele tentou argumentar mas ficou aborrecido comigo e se esquivou dizendo que a intenção era o amor ao próximo. Rezemos por todos os freis franciscanos que lá residem ou atuam. Embora, certamente, o Convento de Santo Antônio conte com expoentes francamente progressistas, é um local querido e frequentado por centenas de católicos cariocas. Ele guarda não somente a memória de importantes eventos políticos e sociais da cidade do Rio de Janeiro, mas evoca, de maneira especial, a memória dos grandes santos franciscanos. Ademais, atualmente, o convento é uma das poucas igrejas da cidade que oferecem oportunidade de confissão durante os dias úteis, das 8h às 18h, e aos sábados na parte da manhã”.

24 agosto, 2017

Esquerdistas enfrentam evento na PUC-Rio, mas Bispo reforça identidade católica da instituição.

RIO DE JANEIRO, 21 Ago. 17 / 04:21 pm (ACI).- Um grupo de esquerda buscou fazer frente a um seminário contra ideologia de gênero promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), que contou com a presença do Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto Duarte; porém, para o Prelado, o evento serviu para deixar clara a “identidade católica” da instituição.

O “Seminário de Ideologia de Gênero” foi organizado pelo Programa de Liderança Católica (MOVE) da PUC-Rio, que é composto por jovens universitários, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja Católica.

Segundo o site da Arquidiocese do Rio de Janeiro, o evento tinha como intuito “esclarecer os fiéis sobre as implicações da ideologia de gênero, à luz do Magistério da Igreja”.

No dia do evento, um grupo de esquerda se reuniu na área externa da universidade, com cartazes, tentado “atrapalhar” o seminário “e bater de frente com o Bispo Auxiliar” do Rio de Janeiro, como relatou em sua página de Facebook Padre Augusto Bezerra.

O sacerdote postou um vídeo no qual indicou que o ato representou “a intolerância da esquerda com um Bispo numa Universidade Católica”.

Em resposta a tal ato, “num seminário contra a ideologia de gênero”, pontou o vídeo de Pe. Augusto Bezerra, “um Bispo tolerante tranquilamente dá a palavra para a esquerda falar o que quiser”. Assim, os manifestantes tiveram alguns minutos para falar aos participantes do evento.

Em resposta a tal ato, “num seminário contra a ideologia de gênero”, pontou o vídeo de Pe. Augusto Bezerra, “um Bispo tolerante tranquilamente dá a palavra para a esquerda falar o que quiser”. Assim, os manifestantes tiveram alguns minutos para falar aos participantes do evento.

O vídeo postado por Pe. Bezerra teve grande repercussão, com pessoas que estiveram no evento ressaltando que “o seminário foi excelente”. “Quanto a este episódio – sublinhou um dos participantes –, nem liguei. Ouvimos, eles falaram e foram embora”.

Por outro lado, ressaltou Pe. Augusto Bezerra, “Dom Antônio foi ovacionado no final”.

Após o término do seminário, o Prelado concedeu uma entrevista ao MOVE, na qual destacou que, para ele, o evento “foi uma bela representação do mundo católico na nossa Universidade Católica”.

“Creio que foi um momento bastante significativo para que os universitários que aqui estudam vejam que a identidade católica da Universidade é predominante”, completou, ressaltando em seu agradecimento à PUC-Rio que, além do auditório onde aconteceu o seminário, foi preciso disponibilizar mais sete salas de aula, com transmissão ao vivo, para acolher todos os participantes.

Ao divulgar o seminário no site da Arquidiocese do Rio de Janeiro, o reitor da Igreja Sagrado Coração de Jesus da PUC e responsável pelo MOVE, Pe. Alexandre Paciolli, explicou que o tema do evento foi escolhido juntamente com o Arcebispo, Cardeal Orani Tempesta, por observar a necessidade de abordar o tema da ideologia de gênero dentro da universidade.

“A PUC, enquanto referência de formação e liderança em vários campos, aglutina pessoas com um forte desejo de mudança e melhoria social, a partir do cristianismo”, afirmou o sacerdote.

Nesse sentido, indicou que a ideia do seminário era levar as pessoas a conhecer “a fundo um tema importante para a nossa fé e amplamente discutido nos dias de hoje”.

Por sua vez, Dom Antônio Augusto assinalou que “esse foi o grande significado desse seminário, dar uma identidade realmente católica à nossa Pontifícia Universidade”.

O Programa de Liderança Católica (MOVE) já planeja mais um seminário na PUC-Rio, com o tema “Medicina e vida”, a ser realizado em outubro deste ano.

15 julho, 2014

Cineasta desejava usar a imagem do Cristo Redentor para cena desrespeitosa e Arquidiocese do Rio reage prontamente.

Segundo informações do blog O Correio Chegou, o episódio Inútil Paisagem” do filme “Rio Eu te Amo”, do cineasta José Padilha, incluiria a seguinte cena protagonizada pelo personagem de Wagner Moura — dirigindo-se ao Cristo Redentor enquanto voa de asa delta (a censura — isso mesmo, censura — aos palavrões é nossa):

E aí?Cristo

Vai me pedir desculpa não?
Com a Clara você nunca me ajudou, rapaz.
É tudo uma mentira.
Esse braço aberto teu é mentira também.
Essa cidade ai é uma mentira.
Já foi lá embaixo?
Lá embaixo você não vai, né?
Lá embaixo não tem amor, né?
Aí você fica aí.
A policia matando as pessoas.
Quando chove alaga a xxxxx toda, todo mundo morre.
As crianças sem escola.
Mas aqui em cima é melhor, né, de ver, né.
Quer saber de uma coisa, eu vou embora.
Cidade maravilhosa é o xxxxxxx.
Boa Olimpíada.


A cena terminaria, então, com o ator mandando uma “banana” para o Cristo.

Tal ato, evidente e acertadamente, foi censurado pela Arquidiocese do Rio, que não permitiu o uso da imagem do Cristo Redentor.

* * *

Nota oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro em resposta à matéria do Jornal O Globo (destaques nossos):

A Arquidiocese do Rio de Janeiro, em razão da entrevista publicada no dia 8 de julho, no Segundo Caderno do Jornal O Globo, denominada “O veto é censura, representa um enorme retrocesso”, esclarece o seguinte:

1 – A utilização da imagem do Cristo Redentor deve ser autorizada pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, detentora dos direitos patrimoniais de autor sobre o Monumento que não só é um símbolo da Cidade do Rio e do Brasil, mas é um Santuário que comporta dentro da Imagem uma capela.

2 – Consultada acerca da possibilidade de uso da imagem do Monumento ao Cristo Redentor no filme “Inútil Paisagem”, a Arquidiocese do Rio de Janeiro comunicou à Produtora ter constatado que as cenas produzidas, acaso exibidas ao público, atentariam contra a Fé Católica, caracterizando inclusive o crime de vilipêndio, razão pela qual recomendou fortemente a exclusão da cena que considerou atentatória;

3. Na entrevista publicada pelo referido jornal a Instituição é atacada por artistas que claramente desconhecem as razões explicitadas pela Arquidiocese e desconsideram que atuação da Instituição visa unicamente evitar dano e ofensa ao sentimento religioso de milhares de fiéis.

Por fim, a Arquidiocese ressalta que a decisão de não autorizar a veiculação das imagens não é uma forma de cerceamento à liberdade de expressão, mas sim, meio hábil de garantia da preservação de imagem religiosa e da fé.

29 janeiro, 2013

Gays “católicos praticantes” buscam seu espaço na Igreja. Sob o olhar “caridoso” da Arquidiocese do Rio e do Arcebispo de Maringá.

Você, caro leitor, costuma receber resposta aos e-mails enviados à sua diocese solicitando a Missa Tradicional, o uso do confessionário, a pregação da sã doutrina? Bem, no Rio de Janeiro e em Maringá as autoridades são muito solícitas, mas para outras questões.

* * * 

O Estado de São Paulo – A psicóloga Cristiana Serra, de 38 anos, brinca que deve sua união com a confeiteira Juliana Luvizaro, de 32, ao papa Bento XVI.

Não há nenhum tom desrespeitoso na brincadeira. É que, no Natal de 2008, o pontífice fez um pronunciamento em que considerou tão importante “salvar” a humanidade do comportamento gay quanto livrar as florestas do desmatamento. Indignada, Juliana mandou e-mail à Arquidiocese do Rio. Dizia que era gay e católica, mas que uma restrição da própria Igreja poderia fazê-la deixar a religião.

Juliana conta que recebeu de um padre da arquidiocese uma resposta “mais que amorosa” e a sugestão de entrar em contato com o padre Luís Corrêa Lima [notícia no Fratres aqui e aqui], que coordena um grupo de pesquisa sobre diversidade sexual na PUC-RJ. Esse contato a levou ao Diversidade Católica, um grupo leigo de reflexão, oração e debate formado por gays católicos, em que conheceu Cristiana.

As duas estão juntas desde março de 2009 e há três anos formalizaram em cartório a união estável. Têm expectativa de convertê-la em casamento civil.

Cristiana e Juliana fazem parte de um movimento de gays católicos praticantes que pretendem conciliar as duas identidades. Nos últimos anos, eles têm se reunido em espaços como o Diversidade Católica, no Rio, e a Pastoral da Diversidade, em São Paulo. Participam de celebrações, estudam, trocam experiências. No cotidiano, frequentam igrejas e muitas vezes participam das atividades paroquiais.

Os grupos têm o apoio de alguns padres, como d. Anuar Battisti (mais informações nesta pág.), que atuam com discrição para evitar sanções da hierarquia da Igreja, como o silêncio (restrição a entrevistas e pronunciamentos públicos), já imposto a alguns sacerdotes.

A doutrina católica, reforçada nos textos e discursos do papa Bento XVI, acolhe o homossexual, mas condena a prática da homossexualidade. E rejeita vigorosamente a união de pessoas do mesmo sexo e mais ainda a adoção de crianças por esses casais.

Para mostrar o outro lado da Igreja, os integrantes do Diversidade Católica recorrem a palavras do próprio Bento XVI: “A Igreja não é apenas os outros, não é apenas a hierarquia, o papa e os bispos; a Igreja somos nós todos, os batizados”. Como primeiro passo, eles querem participar da vida religiosa sem ter de esconder que são gays, como relatam terem feito durante anos.

Vivências. Após infância e adolescência vividas no ambiente católico, o empresário Arnaldo Adnet, um dos fundadores do Diversidade Católica, se afastou da Igreja no período em que assumiu ser gay. Anos depois, quando retornou à religião, ia discretamente à missa aos domingos, na Igreja da Ressurreição. Aos poucos, passou a participar da vida da paróquia. Foi chamado para cantar no coro e fez parte da coordenação pastoral. “Para mim, dizer que sou católico é que foi sair do armário“, diz Adnet, que vai às missas dominicais com o companheiro e a mãe.

Cristiana e Juliana frequentavam as missas de um padre “acolhedor” no bairro da Glória e, após se mudaram para Copacabana, também passaram a ir na Igreja da Ressurreição. “A gente vê gays antirreligiosos e, entre os religiosos, a homofobia é cada vez mais arraigada. Isso tende a obscurecer um campo intermediário que fica silencioso, por não ser tão extremista. A polarização impede o diálogo”, diz Cristiana.

Histórias de acolhimento e rejeição se alternam. Um rapaz que cumpria atividades em uma paróquia conta que, ao revelar ao padre que era homossexual, foi perdendo suas funções. Na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, em 2011, ele encaminhou por escrito, sem esperança de ser atendido, uma pergunta ao arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, sobre como a Igreja lida com a presença dos gays católicos. O rapaz se surpreendeu ao ver que sua pergunta foi respondida por d. Orani, que, segundo ele, pregou a existência de uma Igreja para todos. Hoje, o rapaz participa da organização da nova edição da JMJ, que ocorrerá em julho no Rio, com a presença de Bento XVI.

Em São Paulo, os integrantes Pastoral da Diversidade, que não tem vínculo com a arquidiocese, reúnem-se a cada 15 dias em uma missa comandada pelo padre inglês James Alison, na casa do sacerdote ou em espaços de ONGs.

Por ter deixado a ordem dominicana e não ser subordinado à hierarquia da Igreja, Alison fala sem restrições. Ele sustenta que a Igreja parte de um pressuposto equivocado ao considerar que a homossexualidade vai contra a natureza e, portanto, não pode ser aceita como prática.

“Será verdade que os gays são héteros defeituosos ou será que é uma variante minoritária e não patológica da condição humana? Na medida em que a sociedade se dá conta de que não é um defeito, a situação vai mudando, queira a hierarquia da Igreja ou não”, diz Alison. “Expus minha consciência há 17 anos e eles (autoridades do Vaticano) nunca me chamaram a dar explicações. Eles têm uma dificuldade sobre qual é o meu status canônico como padre. A única razão por que posso falar abertamente é que não tenho nada a perder”, afirma.

Créditos ao leitor Lucas Janusckiewicz Coletta.

* * *

Ele já se desculpou por viver em um país católico, tomou cafézinho com líder homossexual e prometeu propor aos bispos do Brasil a criação da “Pastoral da Diversidade” e mobilizou toda uma arquidiocese contra uma usina de incineração de lixo. Entrevista com o Arcebispo de Maringá, PR, Dom Anuar Battisti.

“Uma conversão de todos nós se faz necessária”.

O Estado de São Paulo – Em meados do ano passado, o convite para a Passeata LGBT de Maringá (PR) trazia a imagem da catedral da cidade atingida por um facho de luz transformado em arco-íris. A Arquidiocese de Maringá protestou e o conflito se tornou diálogo. O arcebispo de Maringá, d. Anuar Battisti, convidou participantes de vários grupos para uma reunião. Nesta entrevista por e-mail, d. Anuar fala sobre essa experiência.

Como o episódio do convite para a Parada LGBT de maringá refletiu no seu ponto de vista em relação à comunidade homossexual?

Tudo começou com o cartaz. Esse fato abriu um caminho de diálogo no qual prevaleceu a compreensão e o respeito. Na oportunidade foi nos solicitada uma pastoral da diversidade.

É possível que católicos gays possam viver a vida religiosa, recebendo sacramentos, indo à missa e participando das atividades das paróquias sem terem de esconder que são gays?

Todos têm o direito de participar da sua comunidade religiosa, independentemente da sua orientação sexual. Nenhuma religião tem o direito de excluir. Diante do direito também temos os deveres. Por isso devemos fazer um longo caminho para acolher a todos plenamente. No caso da questão da homossexualidade, devemos acolher os que têm essa orientação, o que não significa que devemos concordar com a prática homossexual. As nossas comunidades ainda não estão preparadas para acolher essas pessoas. Uma conversão de todos nós se faz necessária, mesmo sabendo que a doutrina e as normas são para todos.

O diálogo entre Igreja e gays pode se intensificar?

Estamos longe de uma aproximação verdadeira. Algumas experiências isoladas estão acontecendo, mas não avançam como resposta efetiva.

27 setembro, 2010

Flores para o lobo, veneno para os fiéis.

Dilma Roussef é recebida com flores por Dom Moacyr José Vitti, seu bispo auxiliar Dom Rafael Biernaski e o arcebispo emérito, Dom Pedro Fedalto, na Cúria de Curitiba. Agradecimento ao leitor Marcos Mattke pelo envio da foto.

Dilma Roussef é recebida com flores por Dom Moacyr José Vitti, seu bispo auxiliar Dom Rafael Biernaski e o arcebispo emérito, Dom Pedro Fedalto, na Cúria de Curitiba. Agradecimento ao leitor Marcos Mattke pelo envio da foto.

Embora alguns bispos e padres, diferentemente do que ocorria em campanhas eleitorais passadas,  tenham levantado suas vozes abertamente contra a candidatura da abortista Dilma Roussef, do socialista Partido dos Trabalhadores, alguns epíscopos continuam fiéis à tradição “libertadora”, que há décadas caracteriza os prelados brasileiros,  de acariciar o lobo e condenar as ovelhas.

Enquanto Dom Moacyr Vitti, arcebispo de Curitiba, recebe Dilma Roussef com flores e afagos, a Arquidiocese do Rio de Janeiro, por meio de nota, “desautoriza todos os que, no exercício do ministério ordenado ou mesmo em nome da Igreja Católica, apóiem, indiquem ou rejeitem candidatos ou partidos políticos”.

Já o bispo caótico Dom Demétrio Valentini, o verdadeiro papa da pastorais sociais, pontifica: “Os candidatos têm todo o direito de tentar convencer os eleitores a apoiarem suas propostas e a votarem nos seus nomes. Por sua vez, os eleitores têm todo o direito de votar, livremente, em quem eles querem. […] ninguém tem o direito de proibir que se vote em determinado candidato, seja por que motivo for. […] é pior ainda para a religião, seja qual for, pressionar seus adeptos para que votem em determinados candidatos, ou proibir que votem em determinados outros, em nome de convicções religiosas. A religião que não é capaz de incentivar a liberdade de consciência dos seus seguidores, que se retire de campo. Pois a religião não pode se tornar aliada da dominação das consciências.”

Triste Brasil! Tristes católicos! Seus pastores libertam os fiéis do jugo suave de Cristo e de sua Lei para, veladamente, fazer campanha eleitoral e aprisioná-los nas correntes vermelhas do socialismo.

Nós, católicos, ficamos com o ensinamento bi-milenar da Santa Igreja: o erro não tem direito à existência, e, portanto, não pode ser propagado, devendo vigorosamente ser repreendido por aqueles que foram incumbidos por Nosso Senhor deste múnus!

Nossa Senhora Aparecida, livrai o Brasil da maldição do aborto! Livrai o Brasil do flagelo do comunismo! Mas, antes e acima de tudo, livrai nossa Pátria daqueles que não matam o corpo, mas a alma dos brasileiros!

Agradecimento ao leitor Marcos Mattke pelo envio da foto.