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25 maio, 2020

A quarentena da Igreja no estado de São Paulo.

Por FratresInUnum.com, 25 de maio de 2020 – Na tarde de ontem, o Regional Sul 1, que compreende as dioceses do estado de São Paulo, da CNBB publicou uma nota em que informa que, em sua última reunião representativa, “foi refletido acerca da necessidade de se buscar convergência nas orientações dos bispos, visando a uma eficiente cooperação no sentido de se evitar a aglomeração causadora do aumento do contágio”.

Em seguida, explicou que “há consenso entre os bispos (do Regional) sobre a necessidade de se ter como ponto de partida as orientações emanadas do Governo do Estado, passíveis de desdobramentos diferenciados nos mais diversos municípios”. E, portanto, “medidas particulares, destituídas de uma visão mais ampla do conjunto das situações, podem comprometer o combate à pandemia, além de gerar mais pressão sobre quem tem a incumbência de tomar decisões nas áreas de maior incidência”.

Isso significa que os católicos do Estado de São Paulo, diferentemente dos outros Estados, não terão tão cedo o retorno das celebrações públicas — ao menos enquanto César não o quiser e determinar, para obediente e reverente acatamento episcopal. O próprio Regional “recomenda” aos bispos que não tenham outros encaminhamentos em suas dioceses. Lindo, não?! É a colegialidade conciliar aplicada: conferências episcopais, em “comunhão”, aniquilando a autonomia de governo dos bispos em suas dioceses. Com excessiva polidez, é um “Ai de quem destoar”! Ferirá a “comunhão” e, agora, ademais, “o combate à pandemia”! De cismático, qualquer bispo divergente se torna automaticamente também genocida.

Ai de quem, como o bispo de Cajazeiras (sorte dele estar na Paraíba!), ousar defender os direitos da Igreja e dos fiéis! Além da tirania estatal, terá de lidar com a tirania da “misericórdia” da Conferência Episcopal!

Para além de todas as lamentações acerca dos problemas sociais, os bispos não dão nenhuma palavra de conforto, solidariedade e compreensão para com os católicos que não suportam mais a privação dos sacramentos. Aliás, a explicação que a nota dá às súplicas dos fieis é interpretada como “compreensível fator de pressão”, provocado pelo “cansaço do isolamento do social” e também pelo “descompasso entre as opiniões das autoridades responsáveis”. A essa altura, surge uma pergunta: onde está a fé no coração desses bispos?

A resposta é muito simples. Estamos lidando com duas visões completamente antagônicas da função da Igreja no mundo: para os católicos, a missão da Igreja é salvar as almas pelos meios sobrenaturais, os sacramentos e a pregação da doutrina cristã. Para os bispos, formados segundo a teologia moderna, a missão da Igreja é a transformação social rumo ao igualitarismo e, por isso, os sacramentos são secundários, o mais importante é prática da “justiça”. Como explicava Leonardo Boff, é a primazia da ortopraxis sobre a ortodoxia.

É compreensível que, dadas as circunstâncias pandêmicas, a Igreja tenha de tomar precauções sérias quanto à aglomeração dos fieis. Contudo, a quarentena paulista já dura mais que a da Itália e a da Espanha sem que se dê qualquer alternativa de sobrevivência espiritual aos fieis. Enquanto isso, estamos assistindo a infração tirânica de direitos básicos dos cidadãos, e os bispos se posicionam de maneira a respaldar tudo isso, sem nenhuma palavra em defesa da liberdade de seus fieis, nenhuma palavra de preocupação pelo modo ditatorial como estão sendo tratados…

O que mais assusta, porém, é a forma como eles o fazem. Se quisessem entalar a observância de uma quarentena interminável, mas tivessem ao menos empatia com a fé dos católicos, dizendo explicitamente que o fazem a contragosto, que a carência dos sacramentos é uma tremenda provação, que os fieis rezem para que esta situação seja abreviada… ainda aliviaria a sensação de completo desprezo que os fieis têm. Mas não, isso está completamente fora dos seus horizontes.

Ao fim, precisamos entender que estamos lidando com uma Igreja e uma anti-Igreja, que já tomou conta da hierarquia católica quase que completamente e que os fieis estão praticamente privados de meios de ação, e que só lhes resta gritar, gritar a Deus e aos homens, protestar fortemente, protestar firmemente, até que os seus rogos sejam escutados.

Os bispos, quando não se comportam como mocinhos obedientes de quem quer que seja o mandatário esquerdista, dão-se ao trabalho de justificar a sua subserviência até com argumentos teológicos postiços, construídos artificialmente para dar-lhes suporte, como já mostramos em artigos anteriores.

Entretanto, se eles quisessem realmente minorar os nossos sofrimentos espirituais e psíquicos nesta quarentena, poderiam fazer-nos um favor: entrar em completa quarentena, se possível perpétua. Poupem-nos de suas notas incolores, politiqueiras, vergonhosas, deem-se conta de que ninguém mais os leva a sério (uma live, na semana passada, com Dom Joel, secretário da CNBB, era assistida pela multidão de 30 heróicas pessoas). Percebam a mágoa profunda que estão causando na alma dos seus fieis. No mais, resta-nos viver estes tempos sombrios confiando apenas em Deus, pois os homens já o traíram há muito tempo e trocaram a fé pelas opiniões circulantes.

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13 maio, 2020

O ópio do povo.

Por FratresInUnum.com, 13 de maio de 2020 – A Igreja comemora hoje o aniversário da primeira aparição da Santíssima Virgem em Fátima, onde, para três pastorinhos, Ela falou sobre os maiores problemas da humanidade: a perda de Deus, o pecado, as guerras e os erros da Rússia. A Mãe do céu apresentou-lhes a solução, a Consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados de cinco meses seguidos.

A hierarquia da Igreja se fez de surda aos apelos de Fátima. Não obstante se diga o contrário, a Rússia nunca foi consagrada nominalmente ao Imaculado Coração e os fieis não aderiram às Comunhões reparadoras na medida esperada, como pedira Nossa Senhora. O desfecho da desobediência é claro: o mundo será punido por causa do pecado e já o está sendo.

Naqueles dias desencadeou-se a revolução Bolchevique e, com ela, a perseguição religiosa mais sangrenta jamais vista na história. O ateísmo militante dos comunistas pretendia expulsar a ideia mesma de Deus dos corações, mas sua pretensão não prevaleceu.

Para atingir os mesmos objetivos, isto é, criar uma sociedade sem Deus, sem religião, sem família, sem liberdade, os comunistas não tiveram dificuldade alguma em mudar de tática. Já Antônio Gramsci entendera que, mais do que suplantar a Igreja, era necessário dominá-la. Se Marx chamava-a de ópio do povo, o marxismo cultural iria usá-la justamente como ópio para primeiro drogá-la e, depois, através dela, drogar a população.

Os sociólogos modernos também entenderam, contrariamente aos cientificistas de então, que a religião era muito útil para arrebanhar as pessoas, pois não seria necessário, segundo eles, fazê-lo mediante o convencimento filosófico, bastaria valer-se do discurso religioso fanatizante, obediente, submisso, e as “ovelhas” seriam facilmente engolidas pelo lobo.

Fieis rezam diante da praça fechada do Santuário de Fátima.

O plano deu certo. Os comunistas conseguiram criar a sua versão do catolicismo, a Teologia da Libertação, incharam partidos políticos através dela, galgaram o poder, acumpliciaram-se com todas as classes dominantes, ganharam o papado, mas, para a sua desgraça, a sua própria ideologia voltou-se contra si mesma: o povo percebeu que eles se tornaram a elite que sempre combateram e os relegou ao ostracismo. Ninguém mais os leva a sério e as igrejas pentecostais souberam tirar proveito disso.

Impressionantemente, o instrumento utilizado para jogar o povo todo no paganismo prático não foi diretamente o Partido Comunista, mas a própria hierarquia da Igreja. Bastou surgir um vírus relativamente letal para todos os pastores expulsarem suas ovelhas para qualquer lugar, menos para dentro do rebanho, enquanto utilizam a ideologia sanitária como método de apavoramento para tentar recuperar a hegemonia perdida.

No Brasil, mais uma vez, o tiro saiu pela culatra. O povo percebeu a mentira do discurso e voltou-se contra os ditadores filiados ao esquema de dominação chinesa e aos capelães que lhes deram suporte. Xingamentos contra os eclesiásticos inundam as redes sociais e eles se afundam no mais podre pântano do desprestígio.

Enquanto isso, o Papa Francisco, que chancelou o fechamento dos templos na Itália, aceitando a proposta do Alto Comitê para a Fraternidade Humana, convocou os católicos e crentes de diferentes religiões a se unirem em oração para pedir a cessação da pandemia, com adesão pública da própria maçonaria. No Brasil, enquanto os fieis pedem missa e sacramentos, guardados os cuidados necessários, a agenda política dos bispos continua: o presidente da CNBB lança uma nota pedindo que se adie a discussão de uma medida provisória sobre regularização fundiária (!!!)

Em outras palavras, como dizia recentemente a freira Ivone Gebara, a mesma que há décadas foi censurada pelo Vaticano por sua excessiva tolerância quanto ao aborto, analisando a vitória eminentemente neopentecostal nas eleições 2020, a ideia de um Estado Laico deve ser espanada da modernidade: a esquerda precisa é de um Estado multi-religioso, pois a laicidade do Estado é uma ideia ingênua e simplista. Trata-se de usar a religião como um braço da ideologia esquerdista, como um braço do próprio secularismo!

O catolicismo precisa ser censurado, criminalizado, proibido, mas o pluralismo religioso tem de ser defendido, aclamado, promovido… E tudo pela própria Igreja! Note-se que, hoje, solenidade de Fátima, mais de três mil soldados portugueses circundam o Santuário das Aparições e o Altar do Mundo para garantirem que nenhum católico se aproxime daquele lugar sagrado, ao mesmo tempo em que se inaugura na Rússia um templo ortodoxo com homenagens a Stalin, a Putin e aos heróis do comunismo.

Os apelos de Fátima continuam desatendidos. Entretanto, há uma garantia que deve bradar no centro dos nossos corações, que é a promessa da Mãe do Céu: “por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”. Nós, leigos, estamos sozinhos em relação à hierarquia da Igreja, mas, ao mesmo tempo, estamos muito bem acompanhados, tanto quanto aqueles pastorinhos: Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a Virgem Mãe de Deus, Nossa Senhora das Vitórias, está ao nosso lado e, não sabemos como nem quando, o mundo terá um tempo de paz e o Reino de Maria estender-se-á por toda a terra.

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6 maio, 2020

Declaração do Arcebispo de Juiz de Fora sobre nota de algumas Comissões de Justiça e Paz a respeito de política.

Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

Considerando que circula nas redes sociais um texto  [ver aqui] com o título: “Afastar o Presidente para Salvar Vidas e a Democracia”, publicado no dia 24 de abril passado;

Considerando que entre os signatários, figura “Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora”;

Considerando que só tomamos conhecimento deste fato através da internet, sem que qualquer pessoa tenha procurado nosso parecer ou nossa autorização para tal iniciativa;

Considerando que consultei a vários sacerdotes colaboradores mais próximos no governo da Arquidiocese sobre possíveis pessoas que possam ter agido de forma desautorizada neste presente particular, e nenhum deles soube informar;

Declaro

que a Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz de Juiz de Fora, já há algum tempo, se encontra desativada, não tendo sido ainda reorganizada por nós e que possíveis grupos anteriores não foram oficialmente confirmados.

Peço aos organizadores do referido texto que retirem da lista dos signatários a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora.

Quanto ao momento político nacional, oriento paternal e fraternalmente aos meus arquidiocesanos que nos coloquemos em oração para que se manifeste a vontade Deus em favor do povo brasileiro, prevaleçam o diálogo, o respeito mútuo e a paz. Além disso, rezemos, em sintonia com o coração do Papa Francisco, pelo fim da pandemia covid-19, e para que os graves problemas econômicos decorridos dela, não causem grandes danos, sobretudo às famílias mais pobres, mas despertem em toda a sociedade brasileira os sentimentos de solidariedade e compreensão fraterna.

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano

Juiz de Fora, 4 de maio de 2020

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30 abril, 2020

Um caminho sem retorno? O Estado avança sobre os direitos da Igreja.

Por FratresInUnum.com, 30 de abril de 2020 — Apesar das manifestações do Papa Francisco nos últimos dias, em alinhamento com a política de Estado da Itália, do Primeiro Ministro Giuseppe Conte, no sentido de manter-se a proibição do culto público em todo o território italiano, os bispos continuam a insurgir-se contra este abuso de autoridade, contra o atentado à liberdade de culto reconhecida a todos os cidadãos.

É muito importante tomar ciência destes fatos, pois os bispos de vários países em que o regime de quarentena foi mais rigoroso percebem que a concessão feita lhes custará muito caro e que a dificuldade de retomada das missas se impõe quase que por princípio por parte dos governos laicistas.

Infelizmente, existe uma miopia extraordinária por detrás do entreguismo bom-mocista dos nossos pastores. Eles são incapazes de enxergar um palmo à sua frente e, obedecendo bovinamente as indicações politicamente corretas da Conferência Episcopal, por puro medo de que isso “pegue mal” em relação aos outros bispos, acabam cedendo de maneira complacente aos avanços dessa intromissão ditatorial, ao invés de garantirem nem que seja o mínimo de liberdade de culto aos seus fieis. Faça-se a devida ressalva a alguns poucos bispos que começam a permitir as celebrações, ainda reticentes sobre qual será a reação de seus regionais.

Há algumas semanas, poder-se-ia alegar que não se estava percebendo o que iria acontecer. Agora, já está suficientemente claro. A hierarquia, em sua maioria, cedeu nos princípios e isso poderá custar muito caro para todos os fieis.

Manifeste-se. Continue solicitando uma reação por parte dos seus bispos.

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20 abril, 2020

Abram as Igrejas! Queremos as missas de volta!

Instituto Plínio Correa de Oliveira lança campanha pelo retorno imediato dos sacramentos.

Por FratresInUnum.com, 20 de abril de 2020 – É indissimulável o sentimento de vazio no coração dos católicos por uma Páscoa incompleta, distante do Santo Sacrifício da Missa, distante do sacramento da Comunhão, distante da confissão… A retórica dos bispos e dos padres – “assistam a missa pelas redes sociais” – tornou a situação ainda mais dolorosa, pois é de conhecimento comum entre os fieis que nada supre a assistência direta dos sacramentos. Simplesmente parece que a Páscoa não aconteceu!

A Igreja nunca esteve tão subserviente aos governos seculares, tanto da ONU quanto dos governos locais. À mínima insinuação da conveniência do isolamento, toda a estrutura eclesiástica se trancou em uníssono, deixando os fieis do lado de fora. Os padres obedecem os bispos e os bispos se aconchavam segundo suas próprias articulações internas, e o povo só assiste, atônito, gritando de fome.

E criou-se um precedente ainda pior: se um vírus é o bastante para fechar de maneira indiscriminada as Igrejas e interromper o culto público, então, já não haverá mais legitimidade, de agora em diante, para nunca mais acontecer nenhuma reunião de fieis, visto que existem e existirão milhões de vírus em circulação, de menor ou maior letalidade, e todos somos vetores. De forma subliminar, o clero católico cometeu o mais absurdo “eclesiocídio”, auto-relegando-se à perpétua clandestinidade.

Ao reivindicar o retorno das missas públicas, não pedimos que se faça de maneira descuidada e irresponsável. O Papa Francisco deu um bom exemplo em sua missa da última Quinta-feira Santa:

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Por que não se multiplicam as missas ou as celebram em locais abertos, com os devidos cuidados de higienização e distância entre os fiéis?

Pelo jeito, o único modo de retomarmos a normalidade da vida sacramental será uma reação forte dos fieis, exigindo dos governos civil e eclesiástico o imediato retorno do culto divino, com todas as cautelas que forem necessárias, com a recomendação de que as pessoas em faixa de risco permaneçam em casa, mas sem abdicar do direito de publicamente cultuar a Deus, administrar os sacramentos aos fieis desejosos e garantindo a inviolabilidade dos locais de culto.

É hora de nos manifestarmos, como leigos. Não podemos abrir mão de nossa liberdade e deixar a Igreja entregar-se tão voluntariamente na mão de seus sequestradores. Precisamos transformar este sentimento de vazio em atitude. Fomos privados da Páscoa! Agora, precisamos garantir que não seremos privados indefinidamente (ou para sempre?) da nossa religião.

Assine e ajude a divulgar a campanha do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira clicando aqui.

ABRAM AS IGREJAS JÁ!

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19 abril, 2020

Foto da semana.

Brasília, Sábado, 18 de abril de 2020 – Católicos liderados pelo padre Pedro Stepian, participam de manifestação contra o aborto e entregam a Jair Bolsonaro um quadro de Jesus Misericordioso e uma bandeira do movimento. Que ele se guie por esse ideal e deixe para trás ideias políticas que destoam da reta moral.

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9 abril, 2020

Consagração do Brasil a Nossa Senhora.

Consagração a Nossa Senhora de Guadalupe

Unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil.

Vatican News – No Domingo de Páscoa, 12 de abril, às 14 horas, festa maior de nossa fé, dia que o Senhor fez para nós, unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe, conforme solicitação do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil, rogando-lhe a intercessão para que a pandemia causada pelo coronavírus seja superada.

A Consagração a Nossa Senhora será transmitida, ao vivo, por todas as TVs de inspiração católica, por rádios e pelas redes sociais da CNBB.

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27 março, 2020

24 países consagrados ao Sagrado Coração de Jesus, enquanto o mundo luta contra o coronavírus.

Cardeal português António Marto recitou a oração de consagração em Fátima.

Por LifeSiteNews, 26 de março de 2020 | Tradução: FratresInUnum.com – Na festa da Anunciação, que os católicos celebraram nesta quarta-feira, 24 países foram consagrados ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. A consagração foi iniciada pelos bispos de Portugal em resposta à pandemia de coronavírus.

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Além de Portugal, os outros 23 países consagrados foram Albânia, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Eslováquia, Guatemala, Hungria, Índia, México, Moldávia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Quênia, República Dominicana, Romênia, Espanha, Tanzânia, Timor Leste e Zimbábue.

Na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, Portugal, o cardeal António Marto, bispo local de Leiria-Fátima, recitou a oração de consagração.

O cardeal rezou: “Coração de Jesus Cristo, médico das almas e Filho da Virgem Santa Maria, pelo Coração de tua Mãe, a quem se entrega a Igreja peregrina sobre a terra, em Portugal e Espanha, nações que, desde há séculos, suas são, e em tantos outros países, aceita a consagração da tua Igreja”.

“Ao consagrar-se ao teu Sagrado Coração, entrega-se a Igreja à guarda do Coração Imaculado de Maria, configurado pela luz da tua Páscoa e aqui revelado a três crianças como refúgio e caminho que ao teu coração conduz”, continuou Marto.

Ele pediu que Nossa Senhora do Rosário de Fátima fosse “a Saúde dos Enfermos e o refúgio de seus discípulos nascidos aos pés da cruz do seu amor”.

Durante a consagração, Marto pediu a Deus que concedesse diversos favores.

Ele começou: “assiste a tua Igreja, inspira os governantes das nações, ouve os pobres e os aflitos, exalta os humildes e os oprimidos, cura os doentes e os pecadores, levanta os abatidos e os desanimados, liberta os cativos e os prisioneiros e livra-nos da pandemia que nos atinge”.

Em seguida, acrescentou: “ampara as crianças, os anciãos e os mais vulneráveis, conforta os médicos, os enfermeiros, os profissionais de saúde e os voluntários cuidadores, fortalece as famílias e reforça-nos na cidadania e na solidariedade, sê a luz dos moribundos, acolhe no teu reino os defuntos, afasta de nós todo o mal e livra-nos da pandemia que nos atinge. ”

Por fim, ele fez a seguinte súplica a Deus:”acolhe os que perecem, dá alento aos que a Ti se consagram e renova o universo e a humanidade”.

A cerimônia de consagração, assistida ao vivo por dezenas de milhares de fiéis, também incluiu o rosário, orado em português, espanhol, inglês e polonês.

A princípio, apenas os bispos portugueses anunciaram sua intenção de consagrar seu país ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. Logo depois, os bispos espanhóis pediram para participar dessa consagração. No início desta semana, os bispos de Portugal começaram a aceitar pedidos de conferências de outros bispos [nota do Fratres: lamentavelmente, a brasileira, aparentemente também quarentena religiosa, não está entre elas].

Em Fátima, Nossa Senhora apareceu várias vezes a três crianças em 1917. Duas dessas crianças morreram nos anos seguintes após contrair a gripe espanhola, uma pandemia que levou a pelo menos 25 milhões de mortes em poucos anos.

As duas crianças, os irmãos Francisco e Jacinta Marto, foram canonizadas pelo Papa Francisco quando ele visitou Fátima, em 2017.

Uma das mensagens de Nossa Senhora aos três filhos de Fátima foi: “Reze o rosário todos os dias, a fim de obter paz para o mundo e o fim da guerra”.

Como os católicos em muitas partes do mundo são incapazes de ir à missa, eles mais uma vez recorrem ao rosário. Como explicou a irmã Lúcia, a criança de Fátima que se tornou freira e viveu até 2005, o rosário é “algo que todos podem fazer, ricos e pobres, sábios e ignorantes, grandes e pequenos”.

Para ler a oração completa da consagração do Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria: https://cleofas.com.br/portugal-espanha-e-outros-22-paises-solenemente-consagrados-ao-imaculado-coracao-em-fatima/

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3 março, 2020

Construindo muros, e não pontes.

O Vaticano se blinda 

Com informações de AFP – Segundo um jornal romano, o Vaticano se blindou para evitar a propagação do vírus. Dentro do pequeno Estado, onde também vive o papa emérito Bento XVI, de 92 anos, os controles foram reforçados.

Os funcionários que trabalham em contato com os turistas deverão usar máscaras e luvas, de acordo com o jornal Messaggero.

Os guardas suíços e a gendarmaria do Vaticano, que monitoram as entradas a pé ou de carro, reforçaram os controles nos cinco acessos à Santa Sé, escreveu o jornal La Stampa.

A maior preocupação é com o papa anterior, Bento XVI, que tem a saúde muito frágil e está prestes a completar 93 anos, enquanto mora em um monastério em frente aos jardins do Vaticano.

“As visitas foram reduzidas e os controles intensificados”, afirmou o jornal.

O escritório de um padre francês que trabalha no dicastério da Comunicação do Vaticano também foi desinfetado nesta segunda-feira, após a quarentena de sua comunidade de vinte padres da igreja de Saint-Louis-des-Français.

Todos os padres de Saint-Louis, incluindo o membro do dicastério, foram confinados por precaução, depois de terem entrado em contato com um pároco que retornou a Paris em meados de fevereiro e depois testou positivo para o coronavírus.

As informações sobre o dicastério da Comunicação apareceram em uma carta interna, que vazou para a imprensa. “Nosso colega está bem e não apresenta sintomas”, afirmou o texto.

– Menos turistas, eventos adiados –

Os museus do Vaticano, entre os mais visitados do mundo com uma média de seis milhões de turistas ao ano, registrou uma queda de até 60% de visitação, segundo “Il Messaggero”.

Um encontro mundial com dois mil jovens de 115 países, programado para o final de março em Assis, na Itália, com objetivo de combater a desigualdade dos modelos econômicos e que o papa se fará presente, foi adiado para novembro devido as dificuldades para viajar para o país por causa da epidemia.

A chamada “Cúpula Mundial para a Educação”, proposta para maio, será também adiada para outubro.

Nesta terça-feira, o Vaticano enviou, como de costume, os formulários de credenciamento de imprensa para os eventos dos próximos dias, incluindo o Angelus no próximo domingo, onde a presença papal é anunciada.

A Santa Sé também transmitiu uma mensagem de vídeo, pré-gravada em data não revelada – provavelmente há vários meses -, na qual Francisco recorda o conteúdo de sua encíclica “Laudato Si”, sobre a preservação do planeta e de seus habitantes: “Renovo meu apelo urgente para responder à crise ecológica”, declara o papa.

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20 fevereiro, 2020

Ainda sobre Lula com Francisco

Por FratresInUnum.com, 20 de fevereiro de 2020 – O Vaticano ainda não entendeu o nível do escândalo provocado nos fiéis brasileiros pela visita absurda de Lula a Francisco. A indignação não para de crescer e o número de pessoas alarmadas é simplesmente impressionante.

Se os bispos não vivessem em sua bolha ideológica e tivessem contato com o mundo real, perceberiam facilmente que o povo está revoltado com o fato e pediriam pronta retratação à Santa Sé.

Para as pessoas normais, é um absurdo injustificável que o Papa respalde a personalidade grotesca de um criminoso que perdeu toda a sua credibilidade junto à população.

A atitude de Francisco foi um tiro misericórdia no catolicismo brasileiro. A Igreja (referimo-nos aqui a seus hierarcas), que já tinha caído em imenso descrédito junto à opinião pública por causa de suas posturas socialistas, agora se atirou no abismo do desprestígio.

Apenas uma coisa precisa ficar bem clara para o clero deste país: não adianta fazer uma defesa doutrinal e bom-mocista do Papa. Acordem! O povo não é mais bobo. Se quiserem justificar políticos corruptos, a população vai atirá-los na lata do lixo junto com o PT.

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