Posts tagged ‘Atualidades’

5 outubro, 2019

Parte do teto da Basílica de São Pedro cai em missa do Papa.

ANSA, 4 de outubro de 2019 – Pequenos fragmentos do teto da Basílica de São Pedro, no Vaticano, caíram no chão na tarde desta sexta-feira (4) durante a missa celebrada pelo Papa Francisco para a ordenação de quatro novos bispos. Segundo fontes presentes na igreja, apesar do susto, não há danos e feridos porque “eram fragmentos muito pequenos”. A parte do teto que caiu fica na ala à esquerda do altar. Como precaução, a área afetada foi evacuada.

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15 setembro, 2019

Foto da semana.

Fortaleza,  10 de setembro de 2019 – Frei Roberto, OFM Cap., rezando a Missa Tridentina na Igreja de São Bernardo, no centro de Fortaleza, no dia em que completou 99 anos. Créditos das imagens.

17 agosto, 2019

Foto da semana.

FratresInUnum.com, 16 de agosto de 2019 – Um jovem polonês de 15 anos está sendo ovacionado como um “herói” católico, após ousar bloquear uma parada de orgulho LGBT com um crucifixo e um rosário em mão.

Jakub Baryła, que se descreve como “católico, tradicionalista, conservador e patriota” no Twitter, tornou-se sensação nas mídias sociais após se colocar diante do caminho de uma marcha pela igualdade LGBT na cidade de Plock, no sábado passado.

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27 julho, 2019

Foto da semana.

Guarulhos, SP, 27 de julho de 2019 – Uma Santa Missa Solene no Rito Tradicional é celebrada na catedral de Guarulhos, por um clero diocesano sem vínculo direto com institutos “tradicionalistas”. A Tradição da Igreja é indestrutível, modernistas de todos os matizes!

24 julho, 2019

+ Dom Juan Rodolfo Laise.

Por FratresInUnum.com, 24 de julho de 2019 – Faleceu na última segunda-feira, 22, Dom Juan Rodolfo Laise, bispo emérito de San Luis, na Argentina. Nasceu em 22 de fevereiro de 1926, em Buenos Aires. Ordenado sacerdote em 1949 e sagrado bispo em 1971, era da ordem dos Frades Menores Capuchinhos.

foto da semana

Foi bispo de San Luis, na Argentina, e ficou conhecido por sua forte rejeição à Comunhão na mão, introduzida em seu país em 1996. Enfrentando fortes resistência, sobretudo do episcopado, que o acusava de romper a comunhão eclesial, Dom Laise publicou um livro sobre a Comunhão na mão, no qual fundamenta, teológica e canonicamente, a sua posição. (lançado em italiano, com prefácio de Dom Athanasius Schneider, por ocasião da peregrinação Summorum Pontificum de 2015, na qual celebrou a Missa Pontifical – foto) e, enquanto bispo ativo, impediu a prática em sua diocese.

Passou seus últimos anos em San Giovanni Rotondo, onde faleceu. Rezemos por seu descanso eterno.

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1 junho, 2019

Foto da semana.

Roma, 11 de abril de 2019: O Cardeal Vigário de Roma, dom Angelo De Donatis, abençoa a Escada Santa. Depois de 300 anos, até a Solenidade de Pentecostes, os 28 degraus estarão sem a cobertura em madeira, colocada por ordem do Papa Inocêncio XIII para proteger a Escada.

 

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24 maio, 2019

Saiu o Hino do Sínodo Pan-Amazônico.

🎼🎧
*Hino do Sínodo da Amazônia*

(Composição: Antônio Carlos)

Na vazante do Rio
Todos se põem ao plantio
Pois, quando as águas subirem
Eis o maior desafio que é viver.

A colheita há de ser
Antes das águas revoltas
Pois, quando a vazante inundar
Sei onde vou aportar o meu barco.

*Ribeirinhos guardiões*
*Da nossa casa comum*
*“Laudato si”*
*É Francisco chamando um à um.*

10 mil anos de história
Pan-Amazônia ancestral
Pão de uma eucaristia
Cosmo da “Ecologia integral”.

Nem uma folha se cai
Sem a vontade do PAI
Pois na vazante da vida
CRISTO é semente de LUTA e de PAZ.

*Ribeirinhos guardiões*
*Da nossa casa comum*
*“Laudato si”*
*É Francisco chamando um à um.*

Igreja samaritana
Contra-cultura da grana
Tantas feridas abertas
No seio da floresta e a ganância.

Irmão sol, irmão lua
Irmão de todos os povos
É Deus Tupã que reclama
Deus que nunca abandona a sua OBRA.

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22 maio, 2019

Salvini brande rosário e compra briga com católicos.

Publicações criticaram o gesto do ministro do Interior.

Por Ansa Brasil – Já criticado nos últimos meses por expoentes e publicações do mundo católico devido à sua ofensiva contra os migrantes resgatados no Mediterrâneo, Salvini comprou uma nova briga ao subir no palco do comício de Milão com um rosário em mãos.

“Eu, pessoalmente, confio a minha vida e a de vocês ao coração imaculado de Maria, que, tenho certeza, nos levará à vitória”, disse Salvini a dezenas de milhares de apoiadores, que também não se furtaram a vaiar o papa Francisco quando seu nome foi citado pelo ministro.

Em um editorial publicado neste domingo (19), a influente revista católica Famiglia Cristiana chamou a exibição de Salvini com o rosário e as vaias a Jorge Bergoglio de “soberanismo fetichista” e acusou o ministro de “instrumentalizar a religião para justificar a violação sistemática dos direitos humanos” por parte da Itália.

“Enquanto o líder da Liga exibia o Evangelho, outro navio carregado de vidas humanas era rechaçado”, diz o texto, em referência à embarcação da ONG alemã Sea Watch, que não teve autorização para descer na ilha de Lampedusa 45 migrantes resgatados no Mediterrâneo.

O navio foi apreendido neste domingo pela Guarda de Finanças, que denunciará a tripulação às autoridades judiciárias. Ainda não se sabe o destino dos 45 deslocados internacionais que estão a bordo.

Antes disso, o diretor da revista jesuíta La Civiltà Cattolica, Antonio Spadaro, afirmara que “rosários e crucifixos ainda são usados como sinais de valor político, mas de forma inversa em relação ao passado”. “Se antes se atribuía a Deus aquilo que deveria ficar nas mãos de César, agora é César quem empunha e brande aquilo que é de Deus”, escreveu Spadaro no Facebook, sem citar Salvini.

“A consciência crítica e o discernimento deveriam ajudar a entender que um comício político não é o lugar para fazer ladainhas. Está claro que o identitarismo nacionalista e soberanista precisa se fundar sobre as religiões para se impor”, acrescentou.

Também sem citar Salvini, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, segundo na hierarquia católica, afirmou que “Deus é de todos” e que é “muito perigoso invocar Deus para si mesmo”.

O ministro, por sua vez, rebateu que “uma Europa que nega as próprias raízes não tem futuro”. “Sou crente, e meu dever é salvar vidas e despertar consciências. Estou orgulhoso de testemunhar, com ações concretas e gestos simbólicos, minha vontade de uma Itália mais segura e acolhedora, mas no respeito de limites e regras”, disse.

Salvini também afirmou que recebe mensagens de “freiras, padres e cardeais” pedindo para ele manter sua política de linha dura. “Sou o último dos bons cristãos, mas tenho orgulho de andar sempre com o rosário no bolso”, ressaltou.

Desde que chegou ao poder, em junho passado, o ministro e vice-premier não se reuniu com o papa Francisco nenhuma vez, apesar de o próprio líder ultranacionalista ter anunciado certa vez que se encontraria com o Pontífice.

Essa distância se aprofundou no início de maio, quando Francisco recebeu uma família cigana alvo de protestos de neofascistas por ganhar um apartamento popular em Roma. Além disso, o esmoleiro do Papa, cardeal Konrad Krajewski, reativou por conta própria o fornecimento de energia elétrica a um prédio ocupado por mais de 400 pessoas – incluindo muitos migrantes – na capital.

A ação gerou críticas de Salvini, que pediu para Krajewski “pagar as contas dos italianos em dificuldade”. A gestão do ministro do Interior também é alvo de ataques entre padres, como dom Paolo Tofani, de Pistoia, que em uma homilia chegou a dizer que Jesus teria morrido ainda criança se o Egito tivesse uma política migratória como a da Itália.

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15 maio, 2019

Homossexuais no seminário. Uma pesquisa clamorosa no Brasil.

Por Sandro Magister, 13 de maio de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – A pesquisa não é muito recente, seus resultados foram publicados na primavera de 2017 em português, na “Revista Eclesiástica Brasileira”. Mas,“Il Regno – Documenti” publicou nestes dias a tradução integral para o italiano, fazendo-a, assim, conhecida a um público mais vasto, em uma questão que é ardente atualidade.

OmoA questão é a da homossexualidade nos seminários.

Desde há alguns meses, a homossexualidade é tabú na cúpula da Igreja. Proibiu-se de falar dela também no encontro sobre os abusos sexuais, realizado de 21 a 24 de fevereiro. Mas a sua presença difusa no clero e nos seminários é uma realidade conhecida há tempos, a ponto de, em 2005, a Congregação para a Educação Católica ter difundido uma instrução, precisamente sobre como enfrentá-la.

Essa instrução confirmou não só que os atos homossexuais são “pecado grave”, mas também as “tendências homossexuais profundamente arraigadas” são “objetivamente desordenadas”. Por isso, aquele que pratica esses atos, manifesta essas tendências ou de alguma forma apoia a “cultura gay”, de forma alguma deveria ser admitido às ordens sagradas.

Estas são as diretrizes pastorais de então. Mas, na verdade, quando elas foram aplicadas? A pesquisa mencionada teve como objetivo verificar o que ocorre hoje em dois seminários do Brasil, tomados como amostra.

Os autores da pesquisa, Elismar Alves dos Santos e Pedrinho Arcides Guareschi, ambos religiosos da Congregação do Santíssimo Redentor e especialistas em psicologia social, com prestigiosos títulos acadêmicos, questionaram a fundo 50 estudantes de teologia desses seminários, chegando a resultados absolutamente alarmantes.

Antes de tudo, dizem os entrevistados, a homossexualidade em seus seminários “é algo comum, uma realidade cada vez mais presente”. Tão normal que “chega inclusive a ser banalizada”. É uma convicção difundida entre eles “que, na realidade, 90% dos seminaristas hoje é homossexual”.

Alguns homossexuais — dizem — “buscam o seminário como meio de fuga para não assumir diante da família e da sociedade as responsabilidades vinculadas a seu comportamento”. Outros “se descobrem homossexuais quando já estão no seminário”, encontrando ali um ambiente favorável. E quase todos, fala-se de 80%, “vão em busca de parceiros sexuais”.

Com efeito, a homossexualidade — declaração — “é uma realidade presente nos seminários não só na ordem do ser, mas também na ordem do agir”. Muitos a praticam “como se fosse algo normal”. Escrevem os autores da pesquisa: “Na visão dos que participaram da investigação, no contexto atual dos seminários uma boa parte dos seminaristas é favorável à homossexualidade. E ainda mais, sustentam que se há amor na relação homossexual, não há nada de mal. Dizem: ‘Se há amor, o que tem de mal’?

Os participantes da pesquisa pedem, antes de tudo, que “deve haver um diálogo entre os homossexuais e a Igreja”. Mas justamente um diálogo para fazer que a “homossexualidade no interior dos seminários seja bem acompanhada e orientada”.

Em outras palavras, os entrevistados lamentam que os superiores não façam nada em matéria de homossexualidade, mas esperam ser aceitos e admitidos à Ordem Sagrada enquanto tais, com “uma acolhida que aceite humanamente a pessoa como é”.

“É claro — concluem os autores — que existe uma discrepância entre o que a Igreja propõe sobre como orientar a homossexualidade nos seminários e o modo em que os seminários ou casa de formação percebem e afrontam este fenômeno”.

Mas que discrepância” Entre a instrução de 2005 e os comportamentos revelados na pesquisa há um abismo.

Mas se adverte também que a instrução de 2005 é como se já não tivesse nenhum valor, a julgar por como se move hoje a cúpula da Igreja acerca deste assunto crucial.

Para romper o silêncio sobre a homossexualidade nos seminários e entre o clero, teve que se mover o Papa emérito Bento XVI, nos “Apontamentos” sobre o escândalo dos abusos, publicados por ele em 11 de abril passado, depois de durante dois meses o seu sucessor Francisco tê-los guardado na gaveta do escritório. “Vox clamantis in deserto” [Voz que clama no deserto].

15 abril, 2019

A Igreja arde.

FratresInUnum.com, 15 de abril de 2018 – Pelo que se noticia, o fogo foi controlado e a estrutura de Notre Dame, pelo visto, está a salvo. Conseguiram retirar o Santíssimo Sacramento a tempo, bem como as relíquias sacras (inclusive a da Coroa de Espinhos). Por enquanto, dizem que o fogo foi originado nos locais onde se estava fazendo restauração. Pelo visto, pode ser um acidente… ou um maometano.

Parece um sinal a nos dizer que o mínimo essencialmente necessário está a salvo: o Senhor e as relíquias — enquanto o exterior da Igreja ruiu. A Igreja Católica arde em chamas, mas o Senhor não nos deixou. Apesar dos modernistas, dos hereges de todas as estirpes. Exsurge Domine!

 

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