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28 julho, 2020

Uma análise parcial dos signatários da Carta comunista que rachou a CNBB.

Por FratresInUnum.com, 28 de julho de 2020 – Um entusiasta da tal carta escrita pela ala podre da CNBB publicou em seu perfil do facebook uma lista com os supostos nomes dos firmatários. A principal incongruência da lista é que a mesma anuncia 152 nomes, tal como noticiado pela Folha, mas, na contagem nome por nome, aparecem apenas 126. O que aconteceu com os demais? Por que não fizeram uma publicação oficial com a lista completa dos firmatários? Continuarão eles escondidos covardemente? Precisamos saber quem são para que o povo tenha um mapa exato do esquerdismo do episcopado brasileiro.

Alguns detalhes, porém, chamam a atenção.

Primeiramente, o número de assinaturas: 152 num total de 479 bispos (32%), sendo que a maioria visível deles é composta por bispos eméritos, ou seja, aposentados. O quadro é bastante interessante e sugere que a “Teologia da Libertação”, apesar de toda a pressão de Francisco, perdeu força no episcopado que está na ativa.

Outra surpresa muito interessante foi o comparecimento de Dom Alberto Taveira entre os apoiadores da carta contra o governo. 

Ele sempre se apresentou como bispo conservador, chegou até a celebrar a Missa na forma extraordinária do rito romano, sempre foi o queridinho da Renovação Carismática Católica e da Canção Nova, mas, agora, literalmente, “a máscara caiu”. Já há alguns anos, no Encontro Nacional de Formação da RCC em Aparecida, Dom Taveira deu um chilique em relação a muitos carismáticos que usavam correntes de consagração a Nossa Senhora, véu, saia, enfim, que adotavam usos tradicionais. 

Hoje, começou a se espalhar um áudio em que Dom Taveira tenta explicar o inexplicável: “foi elaborada uma carta por alguns bispos. Pediram que nós assinássemos. Nós, os bispos de Belém, dissemos ‘vamos, pelo menos, ficar unidos aos outros bispos’… Só que essa carta deveria passar por uma revisão do Conselho Permanente da CNBB. Infelizmente alguém vazou essa Carta. Agora, então, é sofrimento e correr atrás do prejuízo”. 

Em outras palavras, ele tentou se enturmar e acabou exposto, como não gostaria que acontecesse.

Em outras mensagens, alguns bispos disseram que a CNBB teria emitido alguma nota não pública em que afirmou: “que o documento nada tem a ver com a Conferência e é de responsabilidade dos signatários”, tomando distância daqueles que assinaram, o que, aliás, é muito razoável, pois, se os signatários não publicam o seu nome é porque sabem que fizeram algo errado.

Em participação nesta manhã na rádio Band News, a jornalista Mônica Bérgamo, que publicou o vazamento e teve contato direto com aquele que lhe forneceu o texto, disse que “a ‘Carta ao Povo de Deus’, assinada por 152 bispos, rachou a CNBB, reforçou esta divisão, que já vinha há algum tempo, entre uma parte dos religiosos que é muito crítica ao governo do Jair Bolsonaro e um outro setor, que inclusive já se reuniu com ele, discutiu questões de publicidade, rádio e televisão religiosa. Os bispos que assinaram este documento com críticas duríssimas ao presidente Jair Bolsonaro buscam agora o apoio até do Papa Francisco, para que o texto ganhe ainda mais peso do que já tem e não seja bombardeado pela ala dita conservadora da Igreja. Entre os signatários desta carta estão alguns amigos do Papa Francisco, inclusive Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo. A carta que a gente divulgou com exclusividade na Folha de São Paulo no domingo já foi enviada ao Papa Francisco e também a Dom João Brás de Aviz”. 

E, conclui a jornalista, “o temor de que ela fosse para a gaveta pelas mãos dos chamados conservadores fez com que um passarinho (sic!) chegasse com ela no bico pra mim e nós divulgássemos o texto. Esta divulgação gerou um desconforto enorme na cúpula do clero, com as divergências se acirrando. E foi marcada uma reunião para o dia 5, agora, do Conselho Permanente da CNBB, para discutir este documento”. 

Em síntese, eles estão com medo e, por isso, precisam pedir reforços!

A CNBB, que foi uma pioneira na colegialidade entre os bispos, agora está sendo a pioneira no sepultamento desta mesma colegialidade, e sob a presidência de Dom Walmor Azevedo. A ação, em si, é grave e, como toca interesses de fanatismo ideológico muito enraizados no atual Vaticano, pode desencadear um endosso papal que só virá a confirmar que a colegialidade foi uma experiência frustrada, a ser deixada para trás.

A esquerda, a propósito, não respeita e nunca respeitou as chamadas “regras do jogo”, que existem apenas para amarrar e impedir a ação dos seus opositores. Diferentemente dos conservadores, que têm estes apegos simbólicos às formalidades, os esquerdistas não têm compromisso nenhum com isso. Portanto, para eles, jogar fora a tal “colegialidade conciliar” é algo óbvio, justamente quando isso não convém mais para os interesses políticos deles.

Por outro lado, o desespero dos bispos libertadores com o avanço dos conservadores na política brasileira revela uma completa impotência. Eles já não sabem mais o que fazer, sobretudo porque um abismo os separa da opinião pública. O quadro, para eles, é de completo pânico: mesmo com epidemia, com crise econômica, com polêmicas e mais polêmicas artificiais, a esquerda continua inexpressiva em todas as pesquisas para as próximas eleições presidenciais. 

O que esses bispos não conseguem entender é que o protagonismo do debate político foi retirado de suas mãos justamente pela aliança espúria que os uniu em matrimônio indissolúvel com a esquerda petista. Eles não conseguem mais produzir um impacto real na sociedade brasileira. O povo não os quer mais e resolveu relegá-los ao completo ostracismo, ainda mais depois de serem expulso das Igrejas nesta aposta de desgaste do governo pela pandemia, aposta que eles, evidentemente, perderam.

Se continuarem com esta teimosia socialista, os bispos do PT terão fatalmente o que enquanto bispos não deveriam: começarão a ser desacatados publicamente pelo povo e, com isso, os dias de vergonha da Igreja no Brasil estarão apenas começando. Quem avisa, amigo é.

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11 julho, 2020

Foto da semana.

Father John Killackey walking down Interstate 81 southbound on July 8, 2020.

Padre solitário administra os últimos sacramentos a motorista após acidente de carro fatal. 

Por Alyssa Murphy, National Catholic Register, 10 de julho de 2020 | Tradução: FratresInUnum.com:

A imagem de um padre solitário caminhando pela Highway 81 despertou o interesse de milhares de católicos nesta semana.

Encharcado de tanta chuva, a imagem aparece como uma obra de arte de Norman Rockwell [ndt: um pintor norte-americano]; o preto de sua batina, pesado com a água, poderia ser manchas de tinta a óleo. O padre, agora identificado como padre John Killackey, ficou preso em uma fila de carros ao longo da rodovia depois que seis veículos foram envolvidos em um acidente na Interstate 81 South em East Hanover Township, em Lebanon, Pensilvânia, em 8 de julho de 2020.

O tráfego aparentemente parou devido a fortes chuvas. Um carro, sem perceber o tráfego parado, bateu na fila de carros e o motorista ficou gravemente ferido. O Padre Killackey então foi ao trabalho, caminhando entre os carros e os caminhões, oferecendo ajuda aos feriados. Padre Killackey conseguiu administrar os últimos sacramentos a uma pessoa, pouco antes da morte do motorista.

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6 julho, 2020

+ RIP Ennio Morricone.

“Hoje a Igreja cometeu um grande erro, atrasando o relógio 500 anos com as guitarras e as canções populares. Nada disso me agrada. O canto gregoriano é uma tradição vital e importante da Igreja e desperdiçá-lo por misturas juvenis de palavras religiosas e profanas, canções ocidentais, é extremamente grave, extremamente grave”.

Ennio Morricone, falecido hoje. RIP.

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25 maio, 2020

A quarentena da Igreja no estado de São Paulo.

Por FratresInUnum.com, 25 de maio de 2020 – Na tarde de ontem, o Regional Sul 1, que compreende as dioceses do estado de São Paulo, da CNBB publicou uma nota em que informa que, em sua última reunião representativa, “foi refletido acerca da necessidade de se buscar convergência nas orientações dos bispos, visando a uma eficiente cooperação no sentido de se evitar a aglomeração causadora do aumento do contágio”.

Em seguida, explicou que “há consenso entre os bispos (do Regional) sobre a necessidade de se ter como ponto de partida as orientações emanadas do Governo do Estado, passíveis de desdobramentos diferenciados nos mais diversos municípios”. E, portanto, “medidas particulares, destituídas de uma visão mais ampla do conjunto das situações, podem comprometer o combate à pandemia, além de gerar mais pressão sobre quem tem a incumbência de tomar decisões nas áreas de maior incidência”.

Isso significa que os católicos do Estado de São Paulo, diferentemente dos outros Estados, não terão tão cedo o retorno das celebrações públicas — ao menos enquanto César não o quiser e determinar, para obediente e reverente acatamento episcopal. O próprio Regional “recomenda” aos bispos que não tenham outros encaminhamentos em suas dioceses. Lindo, não?! É a colegialidade conciliar aplicada: conferências episcopais, em “comunhão”, aniquilando a autonomia de governo dos bispos em suas dioceses. Com excessiva polidez, é um “Ai de quem destoar”! Ferirá a “comunhão” e, agora, ademais, “o combate à pandemia”! De cismático, qualquer bispo divergente se torna automaticamente também genocida.

Ai de quem, como o bispo de Cajazeiras (sorte dele estar na Paraíba!), ousar defender os direitos da Igreja e dos fiéis! Além da tirania estatal, terá de lidar com a tirania da “misericórdia” da Conferência Episcopal!

Para além de todas as lamentações acerca dos problemas sociais, os bispos não dão nenhuma palavra de conforto, solidariedade e compreensão para com os católicos que não suportam mais a privação dos sacramentos. Aliás, a explicação que a nota dá às súplicas dos fieis é interpretada como “compreensível fator de pressão”, provocado pelo “cansaço do isolamento do social” e também pelo “descompasso entre as opiniões das autoridades responsáveis”. A essa altura, surge uma pergunta: onde está a fé no coração desses bispos?

A resposta é muito simples. Estamos lidando com duas visões completamente antagônicas da função da Igreja no mundo: para os católicos, a missão da Igreja é salvar as almas pelos meios sobrenaturais, os sacramentos e a pregação da doutrina cristã. Para os bispos, formados segundo a teologia moderna, a missão da Igreja é a transformação social rumo ao igualitarismo e, por isso, os sacramentos são secundários, o mais importante é prática da “justiça”. Como explicava Leonardo Boff, é a primazia da ortopraxis sobre a ortodoxia.

É compreensível que, dadas as circunstâncias pandêmicas, a Igreja tenha de tomar precauções sérias quanto à aglomeração dos fieis. Contudo, a quarentena paulista já dura mais que a da Itália e a da Espanha sem que se dê qualquer alternativa de sobrevivência espiritual aos fieis. Enquanto isso, estamos assistindo a infração tirânica de direitos básicos dos cidadãos, e os bispos se posicionam de maneira a respaldar tudo isso, sem nenhuma palavra em defesa da liberdade de seus fieis, nenhuma palavra de preocupação pelo modo ditatorial como estão sendo tratados…

O que mais assusta, porém, é a forma como eles o fazem. Se quisessem entalar a observância de uma quarentena interminável, mas tivessem ao menos empatia com a fé dos católicos, dizendo explicitamente que o fazem a contragosto, que a carência dos sacramentos é uma tremenda provação, que os fieis rezem para que esta situação seja abreviada… ainda aliviaria a sensação de completo desprezo que os fieis têm. Mas não, isso está completamente fora dos seus horizontes.

Ao fim, precisamos entender que estamos lidando com uma Igreja e uma anti-Igreja, que já tomou conta da hierarquia católica quase que completamente e que os fieis estão praticamente privados de meios de ação, e que só lhes resta gritar, gritar a Deus e aos homens, protestar fortemente, protestar firmemente, até que os seus rogos sejam escutados.

Os bispos, quando não se comportam como mocinhos obedientes de quem quer que seja o mandatário esquerdista, dão-se ao trabalho de justificar a sua subserviência até com argumentos teológicos postiços, construídos artificialmente para dar-lhes suporte, como já mostramos em artigos anteriores.

Entretanto, se eles quisessem realmente minorar os nossos sofrimentos espirituais e psíquicos nesta quarentena, poderiam fazer-nos um favor: entrar em completa quarentena, se possível perpétua. Poupem-nos de suas notas incolores, politiqueiras, vergonhosas, deem-se conta de que ninguém mais os leva a sério (uma live, na semana passada, com Dom Joel, secretário da CNBB, era assistida pela multidão de 30 heróicas pessoas). Percebam a mágoa profunda que estão causando na alma dos seus fieis. No mais, resta-nos viver estes tempos sombrios confiando apenas em Deus, pois os homens já o traíram há muito tempo e trocaram a fé pelas opiniões circulantes.

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13 maio, 2020

O ópio do povo.

Por FratresInUnum.com, 13 de maio de 2020 – A Igreja comemora hoje o aniversário da primeira aparição da Santíssima Virgem em Fátima, onde, para três pastorinhos, Ela falou sobre os maiores problemas da humanidade: a perda de Deus, o pecado, as guerras e os erros da Rússia. A Mãe do céu apresentou-lhes a solução, a Consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados de cinco meses seguidos.

A hierarquia da Igreja se fez de surda aos apelos de Fátima. Não obstante se diga o contrário, a Rússia nunca foi consagrada nominalmente ao Imaculado Coração e os fieis não aderiram às Comunhões reparadoras na medida esperada, como pedira Nossa Senhora. O desfecho da desobediência é claro: o mundo será punido por causa do pecado e já o está sendo.

Naqueles dias desencadeou-se a revolução Bolchevique e, com ela, a perseguição religiosa mais sangrenta jamais vista na história. O ateísmo militante dos comunistas pretendia expulsar a ideia mesma de Deus dos corações, mas sua pretensão não prevaleceu.

Para atingir os mesmos objetivos, isto é, criar uma sociedade sem Deus, sem religião, sem família, sem liberdade, os comunistas não tiveram dificuldade alguma em mudar de tática. Já Antônio Gramsci entendera que, mais do que suplantar a Igreja, era necessário dominá-la. Se Marx chamava-a de ópio do povo, o marxismo cultural iria usá-la justamente como ópio para primeiro drogá-la e, depois, através dela, drogar a população.

Os sociólogos modernos também entenderam, contrariamente aos cientificistas de então, que a religião era muito útil para arrebanhar as pessoas, pois não seria necessário, segundo eles, fazê-lo mediante o convencimento filosófico, bastaria valer-se do discurso religioso fanatizante, obediente, submisso, e as “ovelhas” seriam facilmente engolidas pelo lobo.

Fieis rezam diante da praça fechada do Santuário de Fátima.

O plano deu certo. Os comunistas conseguiram criar a sua versão do catolicismo, a Teologia da Libertação, incharam partidos políticos através dela, galgaram o poder, acumpliciaram-se com todas as classes dominantes, ganharam o papado, mas, para a sua desgraça, a sua própria ideologia voltou-se contra si mesma: o povo percebeu que eles se tornaram a elite que sempre combateram e os relegou ao ostracismo. Ninguém mais os leva a sério e as igrejas pentecostais souberam tirar proveito disso.

Impressionantemente, o instrumento utilizado para jogar o povo todo no paganismo prático não foi diretamente o Partido Comunista, mas a própria hierarquia da Igreja. Bastou surgir um vírus relativamente letal para todos os pastores expulsarem suas ovelhas para qualquer lugar, menos para dentro do rebanho, enquanto utilizam a ideologia sanitária como método de apavoramento para tentar recuperar a hegemonia perdida.

No Brasil, mais uma vez, o tiro saiu pela culatra. O povo percebeu a mentira do discurso e voltou-se contra os ditadores filiados ao esquema de dominação chinesa e aos capelães que lhes deram suporte. Xingamentos contra os eclesiásticos inundam as redes sociais e eles se afundam no mais podre pântano do desprestígio.

Enquanto isso, o Papa Francisco, que chancelou o fechamento dos templos na Itália, aceitando a proposta do Alto Comitê para a Fraternidade Humana, convocou os católicos e crentes de diferentes religiões a se unirem em oração para pedir a cessação da pandemia, com adesão pública da própria maçonaria. No Brasil, enquanto os fieis pedem missa e sacramentos, guardados os cuidados necessários, a agenda política dos bispos continua: o presidente da CNBB lança uma nota pedindo que se adie a discussão de uma medida provisória sobre regularização fundiária (!!!)

Em outras palavras, como dizia recentemente a freira Ivone Gebara, a mesma que há décadas foi censurada pelo Vaticano por sua excessiva tolerância quanto ao aborto, analisando a vitória eminentemente neopentecostal nas eleições 2020, a ideia de um Estado Laico deve ser espanada da modernidade: a esquerda precisa é de um Estado multi-religioso, pois a laicidade do Estado é uma ideia ingênua e simplista. Trata-se de usar a religião como um braço da ideologia esquerdista, como um braço do próprio secularismo!

O catolicismo precisa ser censurado, criminalizado, proibido, mas o pluralismo religioso tem de ser defendido, aclamado, promovido… E tudo pela própria Igreja! Note-se que, hoje, solenidade de Fátima, mais de três mil soldados portugueses circundam o Santuário das Aparições e o Altar do Mundo para garantirem que nenhum católico se aproxime daquele lugar sagrado, ao mesmo tempo em que se inaugura na Rússia um templo ortodoxo com homenagens a Stalin, a Putin e aos heróis do comunismo.

Os apelos de Fátima continuam desatendidos. Entretanto, há uma garantia que deve bradar no centro dos nossos corações, que é a promessa da Mãe do Céu: “por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”. Nós, leigos, estamos sozinhos em relação à hierarquia da Igreja, mas, ao mesmo tempo, estamos muito bem acompanhados, tanto quanto aqueles pastorinhos: Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a Virgem Mãe de Deus, Nossa Senhora das Vitórias, está ao nosso lado e, não sabemos como nem quando, o mundo terá um tempo de paz e o Reino de Maria estender-se-á por toda a terra.

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6 maio, 2020

Declaração do Arcebispo de Juiz de Fora sobre nota de algumas Comissões de Justiça e Paz a respeito de política.

Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

Considerando que circula nas redes sociais um texto  [ver aqui] com o título: “Afastar o Presidente para Salvar Vidas e a Democracia”, publicado no dia 24 de abril passado;

Considerando que entre os signatários, figura “Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora”;

Considerando que só tomamos conhecimento deste fato através da internet, sem que qualquer pessoa tenha procurado nosso parecer ou nossa autorização para tal iniciativa;

Considerando que consultei a vários sacerdotes colaboradores mais próximos no governo da Arquidiocese sobre possíveis pessoas que possam ter agido de forma desautorizada neste presente particular, e nenhum deles soube informar;

Declaro

que a Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz de Juiz de Fora, já há algum tempo, se encontra desativada, não tendo sido ainda reorganizada por nós e que possíveis grupos anteriores não foram oficialmente confirmados.

Peço aos organizadores do referido texto que retirem da lista dos signatários a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora.

Quanto ao momento político nacional, oriento paternal e fraternalmente aos meus arquidiocesanos que nos coloquemos em oração para que se manifeste a vontade Deus em favor do povo brasileiro, prevaleçam o diálogo, o respeito mútuo e a paz. Além disso, rezemos, em sintonia com o coração do Papa Francisco, pelo fim da pandemia covid-19, e para que os graves problemas econômicos decorridos dela, não causem grandes danos, sobretudo às famílias mais pobres, mas despertem em toda a sociedade brasileira os sentimentos de solidariedade e compreensão fraterna.

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano

Juiz de Fora, 4 de maio de 2020

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30 abril, 2020

Um caminho sem retorno? O Estado avança sobre os direitos da Igreja.

Por FratresInUnum.com, 30 de abril de 2020 — Apesar das manifestações do Papa Francisco nos últimos dias, em alinhamento com a política de Estado da Itália, do Primeiro Ministro Giuseppe Conte, no sentido de manter-se a proibição do culto público em todo o território italiano, os bispos continuam a insurgir-se contra este abuso de autoridade, contra o atentado à liberdade de culto reconhecida a todos os cidadãos.

É muito importante tomar ciência destes fatos, pois os bispos de vários países em que o regime de quarentena foi mais rigoroso percebem que a concessão feita lhes custará muito caro e que a dificuldade de retomada das missas se impõe quase que por princípio por parte dos governos laicistas.

Infelizmente, existe uma miopia extraordinária por detrás do entreguismo bom-mocista dos nossos pastores. Eles são incapazes de enxergar um palmo à sua frente e, obedecendo bovinamente as indicações politicamente corretas da Conferência Episcopal, por puro medo de que isso “pegue mal” em relação aos outros bispos, acabam cedendo de maneira complacente aos avanços dessa intromissão ditatorial, ao invés de garantirem nem que seja o mínimo de liberdade de culto aos seus fieis. Faça-se a devida ressalva a alguns poucos bispos que começam a permitir as celebrações, ainda reticentes sobre qual será a reação de seus regionais.

Há algumas semanas, poder-se-ia alegar que não se estava percebendo o que iria acontecer. Agora, já está suficientemente claro. A hierarquia, em sua maioria, cedeu nos princípios e isso poderá custar muito caro para todos os fieis.

Manifeste-se. Continue solicitando uma reação por parte dos seus bispos.

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20 abril, 2020

Abram as Igrejas! Queremos as missas de volta!

Instituto Plínio Correa de Oliveira lança campanha pelo retorno imediato dos sacramentos.

Por FratresInUnum.com, 20 de abril de 2020 – É indissimulável o sentimento de vazio no coração dos católicos por uma Páscoa incompleta, distante do Santo Sacrifício da Missa, distante do sacramento da Comunhão, distante da confissão… A retórica dos bispos e dos padres – “assistam a missa pelas redes sociais” – tornou a situação ainda mais dolorosa, pois é de conhecimento comum entre os fieis que nada supre a assistência direta dos sacramentos. Simplesmente parece que a Páscoa não aconteceu!

A Igreja nunca esteve tão subserviente aos governos seculares, tanto da ONU quanto dos governos locais. À mínima insinuação da conveniência do isolamento, toda a estrutura eclesiástica se trancou em uníssono, deixando os fieis do lado de fora. Os padres obedecem os bispos e os bispos se aconchavam segundo suas próprias articulações internas, e o povo só assiste, atônito, gritando de fome.

E criou-se um precedente ainda pior: se um vírus é o bastante para fechar de maneira indiscriminada as Igrejas e interromper o culto público, então, já não haverá mais legitimidade, de agora em diante, para nunca mais acontecer nenhuma reunião de fieis, visto que existem e existirão milhões de vírus em circulação, de menor ou maior letalidade, e todos somos vetores. De forma subliminar, o clero católico cometeu o mais absurdo “eclesiocídio”, auto-relegando-se à perpétua clandestinidade.

Ao reivindicar o retorno das missas públicas, não pedimos que se faça de maneira descuidada e irresponsável. O Papa Francisco deu um bom exemplo em sua missa da última Quinta-feira Santa:

Imagem

Por que não se multiplicam as missas ou as celebram em locais abertos, com os devidos cuidados de higienização e distância entre os fiéis?

Pelo jeito, o único modo de retomarmos a normalidade da vida sacramental será uma reação forte dos fieis, exigindo dos governos civil e eclesiástico o imediato retorno do culto divino, com todas as cautelas que forem necessárias, com a recomendação de que as pessoas em faixa de risco permaneçam em casa, mas sem abdicar do direito de publicamente cultuar a Deus, administrar os sacramentos aos fieis desejosos e garantindo a inviolabilidade dos locais de culto.

É hora de nos manifestarmos, como leigos. Não podemos abrir mão de nossa liberdade e deixar a Igreja entregar-se tão voluntariamente na mão de seus sequestradores. Precisamos transformar este sentimento de vazio em atitude. Fomos privados da Páscoa! Agora, precisamos garantir que não seremos privados indefinidamente (ou para sempre?) da nossa religião.

Assine e ajude a divulgar a campanha do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira clicando aqui.

ABRAM AS IGREJAS JÁ!

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19 abril, 2020

Foto da semana.

Brasília, Sábado, 18 de abril de 2020 – Católicos liderados pelo padre Pedro Stepian, participam de manifestação contra o aborto e entregam a Jair Bolsonaro um quadro de Jesus Misericordioso e uma bandeira do movimento. Que ele se guie por esse ideal e deixe para trás ideias políticas que destoam da reta moral.

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9 abril, 2020

Consagração do Brasil a Nossa Senhora.

Consagração a Nossa Senhora de Guadalupe

Unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil.

Vatican News – No Domingo de Páscoa, 12 de abril, às 14 horas, festa maior de nossa fé, dia que o Senhor fez para nós, unimo-nos aos demais países da América Latina e Caribe, conforme solicitação do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), colocando-nos aos pés da Bem Aventurada Virgem Maria, consagrando o Brasil, rogando-lhe a intercessão para que a pandemia causada pelo coronavírus seja superada.

A Consagração a Nossa Senhora será transmitida, ao vivo, por todas as TVs de inspiração católica, por rádios e pelas redes sociais da CNBB.

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