Posts tagged ‘Cardeal Odilo Pedro Scherer’

24 outubro, 2016

Fundo do poço: PUC-SP promove Curso de Verão com Jean Wyllys.

Congressos com hereges de todas as tendências, bem, isso já é habitual nas PUCs mundo afora. No entanto, chamar Jean Wyllys é não só um deboche, mas uma esculhambação sem precedentes.

Clique para ampliar:

A aberração está confirmada no site do evento:

puc

Dom Odilo, depois de toda a guerra comprada para colocar ao menos um pouco de compostura na PUC-SP [ver aqui e aqui], permitirá esse tipo de evento?

Manifeste-se!

NUNCIATURA APOSTÓLICA

Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico
Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF
Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF
Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916
Fax: (61) 3224 – 9365
E-mail: nunapost@solar.com.br

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ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Eminência Reverendíssima Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer
Facebook: http://www.facebook.com/domodiloscherer 
Twitter: http://twitter.com/DomOdiloScherer
E-mail: opscherer@terra.com.br 

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VIGÁRIO EPISCOPAL DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO PARA A EDUCAÇÃO E A UNIVERSIDADE 

Excelência Reverendíssima Dom Carlos Lema Garcia

E-mail: vicariatoeducacaouniversidade@gmail.com – Twitter: https://twitter.com/vicariatoeduca

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CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Eminência Reverendíssima Dom Gerhard Ludwig Müller
Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano
E-mail: cdf@cfaith.va – Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

25 julho, 2016

Falando com as paredes.

Enquanto um cardeal profere toda uma conferência para fundamentar seu pedido de retorno à posição “ad orientem” como um regresso à centralidade de Deus, outro purpurado limita-se, em sua tacanhez cnbbística,  a dizer que, nessa posição, o sacerdote celebra “voltado para a parede”…

Reforma da Liturgia. De novo?

Dias atrás, falou-se na imprensa e em alguns ambientes eclesiais de uma eventual nova reforma da Liturgia na Igreja. Propagou-se que os sacerdotes deveriam celebrar novamente a Missa voltados “ad Orientem” (para o Oriente), que significa que deveriam celebrar voltados para a parede, em vez de voltados para o povo, como se fazia antes da reforma do Concílio Vaticano II. Além disso, a santa Comunhão deveria ser recebida ajoelhados e diretamente sobre a língua.

A questão surgiu depois de uma recomendação, aos sacerdotes, do cardeal Roberto Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplinados Sacramentos, na abertura de um encontro sobre Liturgia, em Londres. Não se tratou de um ato oficial da Santa Sé, mas de um desejo do Cardeal,preocupado com o significado da liturgia do Advento; por ser ele o encarregado do Papa para a Liturgia em toda a Igreja, sua palavra foi tomada poralguns como se já fosse uma decisão da Santa Sé, com o aval do Papa.

Missa de Dom Odilo na Catedral da Sé em São Paulo.

Uma missa de Dom Odilo na Catedral da Sé em São Paulo. “A reforma promovida pelo Concílio não autoriza nem avaliza cometer abusos na liturgia”.

Sem demora, acaloradas discussões sobre uma suposta “reforma da reforma litúrgica” tomaram conta de alguns setores eclesiais; para alguns, seria necessário rever a reforma litúrgica promovida pelo Concílio, nas diretrizes da Constituição Sacrosanctum Concilium (1963). Isso significaria, na prática, voltar à maneira de celebrar a Liturgia antes do Concílio Vaticano II; motivos para tal revisão seriam a “intocabilidade” das normas litúrgicas anteriores ao Concílio, os abusos e a “dessacralização” das celebrações litúrgicas, supostamente causados pelas reformas conciliares.

Depressa, porém, a questão foi esclarecida durante uma audiência do cardeal Sarah com o Papa Francisco; e, no dia 11 de julho, o Padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé, emitiu um Comunicado oficial, com “alguns esclarecimentos sobre a celebração da Missa”. Com suas palavras, o cardeal Sarah não estava anunciando orientações diversas daquelas atualmente vigentes nas normas litúrgicas e nas palavras do próprio Papa sobre a celebração “de frente para o povo” e sobre o rito ordinário da Missa.

O Comunicado recorda as normas da Instrução Geral do Missal Romano, relativas à celebração eucarística: “O altar-mor seja erigido separado da parede, para ser facilmente circundável e para que nele se possa celebrar de frente para o povo, como convém fazer em toda parte onde isso for possível. O altar ocupe um lugar que seja, de fato, o centro para onde se volte espontaneamente a atenção de toda a assembleia dos fiéis. Normalmente, seja fixo e dedicado” (nº 299).

No Comunicado, ficou claro que não está em andamento nenhuma “reforma da reforma da Liturgia”. E até se recomendou que seja evitado o emprego da expressão “reforma da reforma litúrgica”, que pode induzir a equívocos sobre a validade da disciplina litúrgica vigente na Igreja.

Resolvida a questão, vale lembrar, no entanto, que a reforma promovida pelo Concílio não autoriza nem avaliza cometer abusos na Liturgia. A disciplina litúrgica é regulada pelo Magistério da Igreja; e, sem prejuízo da criatividade, das liberdades e alternativas previstas nos ritos, ninguémestá autorizado, por iniciativa própria, a mudar a forma das celebrações e as normas litúrgicas prescritas. Mas a reforma do Concílio também supõe e requer uma contínua e adequada formação litúrgica do povo de Deus.

O critério fundamental da reforma litúrgica do Concílio é que “todos os fiéis sejam levados àquela plena, cônscia e ativa participação das celebrações litúrgicas, que a própria natureza da Liturgia exige e à qual, por força do Batismo, o povo cristão (…) tem direito e obrigação” (SC 14). A atenção e fidelidade criteriosa às normas litúrgicas deve sempre ter em vista essa “participação plena, consciente e ativa” dos fiéis nas celebrações da Liturgia, para que possam receber os abundantes frutos dos sagrados Mistérios celebrados.

Quanto à maneira de comungar, os fiéis têm a liberdade de receber a sagrada Comunhão na mão ou, diretamente, na boca; também podem recebê-la de joelhos, ou em pé. O que importa, mais que tudo, é que a recebam com fé, a fé da Igreja no Sacramento da Eucaristia, e com aquela dignidade interior e devoção exterior que convém à Eucaristia.

Cardeal Odilo Pedro Scherer

Arcebispo metropolitano de São Paulo

Publicado no Jornal O SÃO PAULO  edição 3111 – De 20 a 27 de julho de 2016.

22 junho, 2016

Nossa Senhora Aparecida no samba?

Por Edson Sampel, Zenit – Segundo a imprensa noticiou recentemente, certa escola de samba da cidade de São Paulo manifestou o interesse de “homenagear” nossa Senhora Aparecida no carnaval de 2017, quando serão comemorados os 300 anos da invenção (descoberta) de uma imagem de Maria santíssima no Rio Paraíba.

Por mais bem-intencionados que estejam os carnavalescos, o carnaval, festa pagã por excelência, não se compagina com a pureza de santa Maria. Como conciliar a sensualidade inerente ao carnaval com a castidade da mãe de Jesus, virgem antes, durante e depois de parir o salvador do mundo?

Nossa Senhora Aparecida não é simplesmente “patrimônio” da cultura popular; ela é um ser humano, que vive no céu com os bem-aventurados, donde medeia todas as graças. A devoção à padroeira do Brasil pertence, isto sim, à religiosidade popular.

Há alguns anos, sua eminência, dom Eugênio Salles, de saudosa memória, proibiu que uma escola de samba do Rio de Janeiro levasse à avenida uma imagem do Cristo Redentor, porque não se pode misturar o sagrado com o profano, principalmente no carnaval, notoriamente conhecido pela lascívia e pelos excessos de variegado jaez.

Se se permitir o descalabro dessa “homenagem”, provavelmente veremos no sambódromo paulistano bandeirolas e estatuetas da virgem Maria, rodeadas pela nudez e seminudez próprias desses desfiles. Um absurdo completo! Além de o carnaval lembrar a luxúria, contemporaneamente, ele está atrelado também ao luxo, à suntuosidade, circunstâncias que não têm nada a ver com a pobreza de uma manjedoura, onde santa Maria deitou o Deus recém-nado.

O local idôneo para homenagearmos a mãe de Deus, principalmente na efeméride dos 300 anos do achado da estatueta, é no claustro do templo, lugar santo e casto. Igualmente no nosso coração, devemos render graças a Deus por nos ter concedido uma mãe tão doce, tão humilde e portentosa intercessora.

Deixemos o carnaval para os foliões e roguemos a nossa Senhora Aparecida que intervenha a favor deles diante de Jesus, a fim de que não haja nenhuns males nos próximos carnavais, mas apenas saudáveis divertimentos.

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Assine uma petição direcionada a Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, a fim de evitar essa profanação.

7 abril, 2016

Dom Odilo rejeita mudanças na Missa por conta de H1N1: “Paranóia”.

Medo de pegar H1N1 na igreja é ‘paranoia’ , diz arcebispo de São Paulo

D. Odilo Scherer afirmou na abertura da 54ª Assembleia da CNBB que a recomendação dada às dioceses é a mesma das autoridades

Por José Maria Tomazela – O Estado de São Paulo: ­ O arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, considerou “paranoia” o medo das pessoas de pegar a gripe H1N1 ao frequentar a igreja.

Como registrou o Estado, algumas dioceses, como a de Taubaté e São José dos Campos, no interior de São Paulo, estão mudando os rituais nas missas e batizados, que incluem abraços e orações de mãos dadas, para reduzir o risco e evitar possível debandada dos fiéis.

“Por que a igreja deveria espalhar H1N1 mais do que outros lugares? Isso é paranoia. As pessoas deveriam antes ter medo de ir para o banco, o metrô, o cinema, o estádio e o restaurante”, afirmou.

Na abertura da 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida, nesta quarta­-feira, 6, d. Odilo disse que não haverá uma recomendação para que a igreja mude seus rituais por causa da gripe.

“Ninguém está obrigado a receber a hóstia na boca, mas isso não deve ser visto com preocupação. Não creio que a igreja seja um lugar perigoso para se espalhar doenças. Não gostaria de espalhar essa psicose. Acho muito maior o risco em outras circunstâncias e situações.”

Segundo ele, a recomendação passada às dioceses é a mesma das autoridades sanitárias, válidas para quaisquer circunstâncias em que há risco de doenças: evitar o contato com pessoas que têm o problema, lavar bem as mãos depois do contato físico e evitar aglomerações em locais com pouca ventilação.

“Essas são as orientações do Ministério da Saúde que nós adotamos. Nas igrejas, geralmente, os espaços são amplos e bem ventilados. Não é na igreja que alguém vai pegar H1N1.”

18 março, 2016

Dom Odilo Scherer fala sobre atual momento político do Brasil.

3 novembro, 2015

“O Zelo por tua casa me consome” (Sl 69,10).

Do Facebook de Dom Odilo Pedro Scherer, imagens dos jovens católicos que se ofereceram, voluntariamente, para limpar as pichações feitas por feministas na Catedral da Sé, de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa da Arquidiocese de São Paulo, o “arcebispo lamentou as pichações e ressaltou que a Igreja seguirá proclamando com firmeza e serenidade a Palavra de Deus”.

“Pô, meu, sacanagem meu, essa é a casa de Deus e também a minha! Eu durmo aqui”! Depoimento, segundo o padre João Bechara Ventura, de um morador de rua que no último domingo ajudou a limpar as pichações feitas na Catedral de SP pelos abortistas.

17 outubro, 2015

Foto da semana.

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Vaticano, 13 de outubro de 2015: Dom Odilo Cardeal Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, visita o Papa Bento XVI, com quem rezou o Santo Terço. “Ele está muito bem!”, disse o arcebispo em seu perfil do Facebook.

25 agosto, 2015

A eclética Arquidiocese de São Paulo.

Dom Odilo Cardeal Pedro Scherer, arcebispo, e seu bispo-auxiliar Dom Edmar Peron, Vigário Episcopal da Região Belém (onde, no último sábado, ocorreram as ordenações tradicionalistas), abrem a arquidiocese a todos: de tradicionalistas a socialistas e sambistas.

Dom Odilo dá aval e escola de samba fará homenagem a Nossa Senhora Aparecida

Veja SP – O tabu do uso de imagens de santos em escolas de samba vai cair no Anhembi, com a bênção do arcebispo de São Paulo, o cardeal dom Odilo Scherer. Recentemente, ele deu aval à Unidos de Vila Maria para homenagear Nossa Senhora Aparecida em 2017, quando se celebram 300 anos do surgimento da santa às margens do Rio Paraíba do Sul. “É sempre melindroso levar motivos religiosos ao Carnaval. Mas a devoção à padroeira está muito ligada à cultura popular”, diz dom Odilo. Ele recomendou que buscassem a consultoria de história do Santuário de Aparecida [ndr: aqueles que fazem as lindíssimas alegorias que entram no Santuário em todas as festas importantes?…] para o enredo e designou dois padres para acompanhar os trabalhos. “Faremos um negócio de respeito”, promete o presidente da escola Adilson de Souza, que vetará nudez e citações a religiões africanas no desfile.

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Premiados com Medalha “São Paulo Apóstolo” 

medalha

Destaque à premiação da socialista Luíza Erundina na categoria Testemunho Laical: “Coube ao PT em 1989, durante a gestão de Luíza Erundina como prefeita de São Paulo, o pioneirismo na implantação da prática do aborto em um hospital público: o Hospital Dr. Arthur Ribeiro de Saboya (Hospital Jabaquara)”, segundo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Confirmando ainda a tendência à esquerda da premiação, constam os nomes de Padre Júlio Lancelotti e dr. Dalmo Dallari, petistas lulo-dilmistas de carteirinha.

30 junho, 2015

Dom Odilo Scherer responde à carta aberta de Marilena Chauí: “A PUC-SP, como todas as Universidades, tem o direito de possuir a própria identidade”.

Resposta de Dom Odilo Pedro Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo, a carta aberta de Marilena Chauí.

30 abril, 2015

Um duelo. Uma análise.

Fratres in Unum.com: Foi um barraco e tanto! Não é que Dom Odilo Scherer retrucou o Olavo de Carvalho?!

Mas, enfim, Olavo conseguiu aquilo que ninguém tinha conseguido ainda: fazer Dom Odilo sair de cima do muro.

Até então, muitos da “nova direita” simpatizavam com Dom Odilo, por causa de seu layout conservador. Agora, ele sucumbiu aos fatos: mesmo que não seja assumida e explicitamente socialista, coopera convictamente com a “reforma política” favorecedora do PT, que, contrariamente às suas palavras, é, sim, marxista.

Contrariando os milhões de paulistanos que protestaram clamorosamente contra a tal “reforma”, Dom Odilo não temeu opor-se às suas ovelhas. Antes o fazia discretamente; agora, acabou sendo forçado a sair da toca.

Cartaz de divulgação da Missa de 1º de Maio, na Catedral da Sé, tradicionalmente celebrada pelo Arcebispo de São Paulo.

Cartaz de divulgação da Missa de amanhã, 1º de Maio, na Catedral da Sé, tradicionalmente celebrada pelo Arcebispo de São Paulo.

Acontece que, irremediavelmente, ele dará com os burros n’água. Nenhum esquerdista que se preze apoiará alguém que tenha passado, mesmo que aparentemente, nem que seja por um único dia, para o “outro lado”.

Progressista de origem, Dom Odilo adotou modos conservadores quando trabalhara na Cúria Romana e, sobretudo, quando foi promovido a cardeal arcebispo de São Paulo. Com o advento da era Francisco, porém, aquela configuração se lhe tornara um estorvo, e que lhe custou caro: foi “excomungado” da comissão que supervisiona o IOR.

Preterido no conclave, não é à toa que, mesmo sacrificando sua suposta neutralidade, Dom Odilo não foi eleito sequer para a presidência da CNBB, tendo recebido algo como quarenta votos…

A única coisa que lhe restava era a tal simpatia da “direita” que, graças aos assessores esquerdistas que o rodeiam, ele acaba de perder. Mesmo que com aquele arremedo de sorriso, típico dos engravatadinhos da elite paulistana constrangida, se lhe queira assegurar a simpatia, as relações de Odilo com ela nunca mais serão as mesmas.

E o pior! A alegação de que a pena de excomunhão tenha cessado pode até isentá-lo juridicamente, já que é tema disputado aos olhos clínicos dos canonistas, mas não moralmente. De fato, ninguém respondeu à questão de fundo, e não o fez porque não era possível fazê-lo sem entrar numa “sinuca de bico”:

– Se respondesse que não estava excomungado por não ser comunista, excomungaria todos os comunistas com os quais coopera;

– Se dissesse que não estava excomungado porque a pena de comunismo não é mais vigente, se confessaria comunista, comprovando com as palavras o que as suas ações testemunham.

E a pergunta é respondida pelo silêncio confessante!

Baixando a poeira da discussão, porém, resta ainda a certeza de que, com ou sem pena, as doutrinas socialistas são sempre incongruentes com a fé católica, e isso vale para qualquer fiel, leigo ou clérigo, mesmo cardeal ou papa. Nisso, mesmo que se discuta minúcias canônicas, os decretos papais não perderam sua atualidade. O problema jurídico é apenas a positivação do problema de facto, e, sinceramente, é questão deveras secundária.

E, neste aspecto, que nos perdoe o magoado Arcebispo ou todos os demais que meio envergonhadamente o defenderam – aliás, ele foi defendido dos xingamentos, de fato, lamentáveis, nunca dos argumentos! –, mas, o Olavo tem razão.