Posts tagged ‘Cardeal Odilo Pedro Scherer’

3 março, 2017

Apague a luz o último a sair.

Benção de cardeal a desfile de escola de samba com imagem de Nossa Senhora Aparecida continua rendendo desligamentos na Ujucasp. 

Por Catarina Maria B. de Almeida | FratresInUnum.com

A sangria na União dos Juristas Católicos de São Paulo – Ujucasp, decorrente da benção de Dom Odilo Scherer ao desfile de carnaval em “homenagem” a Nossa Senhora Aparecida, parece não ter fim.

apagueDepois das saídas de Dr. Ricardo Dip e Dr. Edson Sampel, ontem, desligou-se da entidade o juiz de direito Dr. Daniel Serpentino.

Anteriormente, pela mesma razão, havia se desvinculado também o Dr. Marcelo Andrade, advogado, proeminente membro da Associação Cultural Montfort, em cujo site estão diversas vídeo-aulas por ele proferidas.

Saída essa ainda mais significativa, uma vez que o grupo Montfort vivia, até então, em lua-de-mel com Dom Odilo, tendo recebido gestos de boa vontade do arcebispo e contado, inclusive, com sua participação em um congresso da entidade. O rompimento de tão nobre expoente da associação poderia, de certo modo, abalar essa relação. O temor de que isso ocorresse poderia explicar a tímida manifestação da Montfort acerca do assunto, tendo o Dr. Marcelo que publicar artigo muito mais contundente em outro veículo.

Outros membros da União dos Juristas manifestaram formalmente seu descontentamento com o ato de Dom Odilo, Moderador da entidade, porém, preferiram não se desligar.

Por sua vez, o presidente da Ujucasp, o respeitado Dr. Ives Gandra da Silva Martins, saiu em defesa do Cardeal de São Paulo e tentou vetar a discussão da questão entre as fileiras da Ujucasp, o que acirrou ainda mais os ânimos.

Espera-se que outros membros ainda formalizem seu desligamento, enquanto se cogita a criação de outra associação de juristas católicos para representar os resignatários.

3 março, 2017

De saída (II).

Como prevíamos, outro jurista abandona a Ujucasp por conta da chancela de seu moderador, Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, à “homenagem” carnavalesca a Nossa Senhora Aparecida. 

Por Catarina Maria B. de Almeida | FratresInUnum.comA União dos Juristas Católicos de São Paulo (Ujucasp) perde mais um membro. Desta vez, o canonista dr. Edson Sampel se desliga da associação pelo mesmo motivo que o desembargador dr. Dip, isto é, por discordar da autorização dada pelo arcebispo de São Paulo para a malsucedida “homenagem” a Nossa Senhora Aparecida no desfile de carnaval. Eis, abaixo, trecho da carta que dr. Sampel endereçou ao presidente da Ujucasp e aos integrantes da entidade:

“São Paulo, 1.º de março de 2017.

Exmo. sr. dr. presidente da União dos Juristas Católicos de São Paulo (Ujucasp).

Irmãs e irmãos.

(…)

2) Tenho participado dos debates cibernéticos desta sociedade sempre com argumentos ad rem; jamais com argumentos ad hominem, em consideração aos consócios.

3) Manifesto-me, sem respeito humano, embasado em inconcusso direito de expressão, assim estatal (cf. artigo 5.º, IV, da constituição da república) como canônico (cf. cânon 212, § 2.ºdo C.I.C.).

4) Move-me, outrossim, a correção fraterna (cf. Mt 18,15).

5) Consumatum est! Perpetrou-se a profanação da imagem de nossa Senhora Aparecida. Com efeito, ensina santo Tomás de Aquino que “toda irreverência às coisas sagradas será injúria feita a Deus e terá razão de sacrilégio” (II-II, q. 99, a. 1.º).

6) Eis a tradução do cânon 1171 do C.I.C.: “as coisas sagradas, destinadas ao culto divino, sejam tratadas com reverência e não se empreguem para uso profano ou não próprio a elas, mesmo que pertençam a particulares.”

7) A Igreja não deve ser politicamente correta! Leia-se, a propósito, a lucipotente ensinança do papa emérito: “Ela [a Igreja católica] ainda tem poder de provocação, que é aguilhão e sinal de contradição, ou, como diz são Paulo, skandalon (…) Isso mostra que ela significa alguma coisa e que não se pode simplesmente passar por cima dela, passando à ordem do dia” (O Sal da Terra, p. 101).

8) Entre outras vicissitudes, causaram bastante desconforto certas incongruências na PUC-SP, coirmã da Ujucasp, denunciadas pelo confrade dr. Dávio Júnior e pelo confrade resignatário dr. Dip, bem como o silêncio da colenda cúria metropolitana aquando da “passeata gay” no território da Arquidiocese de São Paulo, no exato instante em que os confrades redigíamos um livro contra a ideologia de gênero.

9) O beneplácito à escola de samba constitui apenas a gota d’água.

10) Posto isto, por discordar veementemente da autorização politicamente correta concedida pelo ínclito moderador da Ujucasp e arcebispo de São Paulo (purpurado digno de toda deferência e devoção), permitindo-se, assim, a equivocada “homenagem” momesca à nossa Senhora Aparecida, hic et nunc, nos termos do artigo 7.º, I, do estatuto,desligo-me desta sociedade .

P.s.: um sotaina, conhecido de longos anos, perguntou-me: o que você acha? Se Bergoglio fosse o ordinário da Arquidiocese de São Paulo, daria ele a autorização à escola de samba? Respondi: acho que não/ a escola de samba ficou em 7.º lugar e nem sequer conseguiu veicular o mínimo de “evangelização”, isto é, não logrou “informar” aos foliões que nossa Senhora Aparecida é Maria, a mãe de Jesus (bela assessoria!)/ as baianas travestidas de nossa Senhora Aparecida não fazem alusão ao candomblé (sincretismo)? Não são as baianas que todo ano lavam a escadaria da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, na Bahia?/ informou há pouco dr. Dávio Jr. que Jesus não foi mencionado no desfile (não deveriam cantar no samba-enredo que a homenageada nasceu há dois mil anos, se chama Maria etc; qualquer homenagem sempre faz isso)/ o brilhante advogado e confrade dr. Rodrigo Pedroso acaba de expor mais uma incoerência da PUC-SP, coirmã da Ujucasp, qual seja, a nomeação de Haddad, ex-prefeito de São Paulo, de linha comunista, para integrar órgão importante da universidade.”

1 março, 2017

Pé-frio. A derrota carnavalesca de Dom Odilo.

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Há semanas o laicato católico está em polvorosa: Nossa Senhora Aparecida foi usada no carnaval 2017, e com total apoio de Dom Odilo e da CNBB. O Cardeal de São Paulo chegou a escrever um artigo para defender a alegada homenagem, contando com o apoio entusiasta de decadentes “celebridades” da música católica, como os diminutivos Padres Zezinho e Joãozinho, além de rebolados de padres cantores e assanhados comerciais na TV Aparecida. E a massa aplaude: Dom Odilo é do balacobaco!

Contudo, nada detém o azar de Dom Odilo. É inacreditável! Tudo que este senhor toca seca imediatamente! Ele se consagrou como uma espécie de Mick Jagger brasileiro.

Os fatos não negam! Ele tem um histórico nada invejável. Confiram:

Tentou conseguir a presidência da CNBB. PERDEU!

Tentou ganhar o Conclave de 2013, e tinha até escolhido seu nome de papa, segundo a sua própria família. PERDEU!

Estava no Conselho de Finanças do Vaticano. Foi demitidoPERDEU!

Capitaneou a reforma política da CNBB na Arquidiocese de São Paulo. Ficou bravo com fiéis que protestaram contra ela na Assembléia da CNBB em AparecidaPERDEU!

Foi aventurar-se no samba e nem o Carnaval consegue ganhar! A Unidos da Vila Maria amargou um pífio 7º lugar na classificação geral das escolas da samba. Tivesse vencido, seria um alvoroço só nas redes sociais e nos sites chapa-branca. Como perdeu, silêncio…

Fizeram os católicos passar um papelão em dois níveis: profanando a Sagrada Imagem de Nossa Senhora; e fazendo-o de graça, para perderem de lavada!

De fato, se Dom Odilo ganha em algo, é no quesito de maior pé-frio do Brasil!

E, como segundo alguns pseudo-téologos diminutos, é preferível “errar com a Igreja”, bem…, se for com Dom Odilo, será necessário também perder com ela!

Agora, já sabem. Se Dom Odilo passar em seu lado da calçada, se benza! Ele chegou no Titanic com um século de atraso.

24 outubro, 2016

Fundo do poço: PUC-SP promove Curso de Verão com Jean Wyllys.

Congressos com hereges de todas as tendências, bem, isso já é habitual nas PUCs mundo afora. No entanto, chamar Jean Wyllys é não só um deboche, mas uma esculhambação sem precedentes.

Clique para ampliar:

A aberração está confirmada no site do evento:

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Dom Odilo, depois de toda a guerra comprada para colocar ao menos um pouco de compostura na PUC-SP [ver aqui e aqui], permitirá esse tipo de evento?

Manifeste-se!

NUNCIATURA APOSTÓLICA

Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico
Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF
Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF
Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916
Fax: (61) 3224 – 9365
E-mail: nunapost@solar.com.br

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ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Eminência Reverendíssima Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer
Facebook: http://www.facebook.com/domodiloscherer 
Twitter: http://twitter.com/DomOdiloScherer
E-mail: opscherer@terra.com.br 

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VIGÁRIO EPISCOPAL DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO PARA A EDUCAÇÃO E A UNIVERSIDADE 

Excelência Reverendíssima Dom Carlos Lema Garcia

E-mail: vicariatoeducacaouniversidade@gmail.com – Twitter: https://twitter.com/vicariatoeduca

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CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Eminência Reverendíssima Dom Gerhard Ludwig Müller
Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano
E-mail: cdf@cfaith.va – Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

25 julho, 2016

Falando com as paredes.

Enquanto um cardeal profere toda uma conferência para fundamentar seu pedido de retorno à posição “ad orientem” como um regresso à centralidade de Deus, outro purpurado limita-se, em sua tacanhez cnbbística,  a dizer que, nessa posição, o sacerdote celebra “voltado para a parede”…

Reforma da Liturgia. De novo?

Dias atrás, falou-se na imprensa e em alguns ambientes eclesiais de uma eventual nova reforma da Liturgia na Igreja. Propagou-se que os sacerdotes deveriam celebrar novamente a Missa voltados “ad Orientem” (para o Oriente), que significa que deveriam celebrar voltados para a parede, em vez de voltados para o povo, como se fazia antes da reforma do Concílio Vaticano II. Além disso, a santa Comunhão deveria ser recebida ajoelhados e diretamente sobre a língua.

A questão surgiu depois de uma recomendação, aos sacerdotes, do cardeal Roberto Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplinados Sacramentos, na abertura de um encontro sobre Liturgia, em Londres. Não se tratou de um ato oficial da Santa Sé, mas de um desejo do Cardeal,preocupado com o significado da liturgia do Advento; por ser ele o encarregado do Papa para a Liturgia em toda a Igreja, sua palavra foi tomada poralguns como se já fosse uma decisão da Santa Sé, com o aval do Papa.

Missa de Dom Odilo na Catedral da Sé em São Paulo.

Uma missa de Dom Odilo na Catedral da Sé em São Paulo. “A reforma promovida pelo Concílio não autoriza nem avaliza cometer abusos na liturgia”.

Sem demora, acaloradas discussões sobre uma suposta “reforma da reforma litúrgica” tomaram conta de alguns setores eclesiais; para alguns, seria necessário rever a reforma litúrgica promovida pelo Concílio, nas diretrizes da Constituição Sacrosanctum Concilium (1963). Isso significaria, na prática, voltar à maneira de celebrar a Liturgia antes do Concílio Vaticano II; motivos para tal revisão seriam a “intocabilidade” das normas litúrgicas anteriores ao Concílio, os abusos e a “dessacralização” das celebrações litúrgicas, supostamente causados pelas reformas conciliares.

Depressa, porém, a questão foi esclarecida durante uma audiência do cardeal Sarah com o Papa Francisco; e, no dia 11 de julho, o Padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé, emitiu um Comunicado oficial, com “alguns esclarecimentos sobre a celebração da Missa”. Com suas palavras, o cardeal Sarah não estava anunciando orientações diversas daquelas atualmente vigentes nas normas litúrgicas e nas palavras do próprio Papa sobre a celebração “de frente para o povo” e sobre o rito ordinário da Missa.

O Comunicado recorda as normas da Instrução Geral do Missal Romano, relativas à celebração eucarística: “O altar-mor seja erigido separado da parede, para ser facilmente circundável e para que nele se possa celebrar de frente para o povo, como convém fazer em toda parte onde isso for possível. O altar ocupe um lugar que seja, de fato, o centro para onde se volte espontaneamente a atenção de toda a assembleia dos fiéis. Normalmente, seja fixo e dedicado” (nº 299).

No Comunicado, ficou claro que não está em andamento nenhuma “reforma da reforma da Liturgia”. E até se recomendou que seja evitado o emprego da expressão “reforma da reforma litúrgica”, que pode induzir a equívocos sobre a validade da disciplina litúrgica vigente na Igreja.

Resolvida a questão, vale lembrar, no entanto, que a reforma promovida pelo Concílio não autoriza nem avaliza cometer abusos na Liturgia. A disciplina litúrgica é regulada pelo Magistério da Igreja; e, sem prejuízo da criatividade, das liberdades e alternativas previstas nos ritos, ninguémestá autorizado, por iniciativa própria, a mudar a forma das celebrações e as normas litúrgicas prescritas. Mas a reforma do Concílio também supõe e requer uma contínua e adequada formação litúrgica do povo de Deus.

O critério fundamental da reforma litúrgica do Concílio é que “todos os fiéis sejam levados àquela plena, cônscia e ativa participação das celebrações litúrgicas, que a própria natureza da Liturgia exige e à qual, por força do Batismo, o povo cristão (…) tem direito e obrigação” (SC 14). A atenção e fidelidade criteriosa às normas litúrgicas deve sempre ter em vista essa “participação plena, consciente e ativa” dos fiéis nas celebrações da Liturgia, para que possam receber os abundantes frutos dos sagrados Mistérios celebrados.

Quanto à maneira de comungar, os fiéis têm a liberdade de receber a sagrada Comunhão na mão ou, diretamente, na boca; também podem recebê-la de joelhos, ou em pé. O que importa, mais que tudo, é que a recebam com fé, a fé da Igreja no Sacramento da Eucaristia, e com aquela dignidade interior e devoção exterior que convém à Eucaristia.

Cardeal Odilo Pedro Scherer

Arcebispo metropolitano de São Paulo

Publicado no Jornal O SÃO PAULO  edição 3111 – De 20 a 27 de julho de 2016.

22 junho, 2016

Nossa Senhora Aparecida no samba?

Por Edson Sampel, Zenit – Segundo a imprensa noticiou recentemente, certa escola de samba da cidade de São Paulo manifestou o interesse de “homenagear” nossa Senhora Aparecida no carnaval de 2017, quando serão comemorados os 300 anos da invenção (descoberta) de uma imagem de Maria santíssima no Rio Paraíba.

Por mais bem-intencionados que estejam os carnavalescos, o carnaval, festa pagã por excelência, não se compagina com a pureza de santa Maria. Como conciliar a sensualidade inerente ao carnaval com a castidade da mãe de Jesus, virgem antes, durante e depois de parir o salvador do mundo?

Nossa Senhora Aparecida não é simplesmente “patrimônio” da cultura popular; ela é um ser humano, que vive no céu com os bem-aventurados, donde medeia todas as graças. A devoção à padroeira do Brasil pertence, isto sim, à religiosidade popular.

Há alguns anos, sua eminência, dom Eugênio Salles, de saudosa memória, proibiu que uma escola de samba do Rio de Janeiro levasse à avenida uma imagem do Cristo Redentor, porque não se pode misturar o sagrado com o profano, principalmente no carnaval, notoriamente conhecido pela lascívia e pelos excessos de variegado jaez.

Se se permitir o descalabro dessa “homenagem”, provavelmente veremos no sambódromo paulistano bandeirolas e estatuetas da virgem Maria, rodeadas pela nudez e seminudez próprias desses desfiles. Um absurdo completo! Além de o carnaval lembrar a luxúria, contemporaneamente, ele está atrelado também ao luxo, à suntuosidade, circunstâncias que não têm nada a ver com a pobreza de uma manjedoura, onde santa Maria deitou o Deus recém-nado.

O local idôneo para homenagearmos a mãe de Deus, principalmente na efeméride dos 300 anos do achado da estatueta, é no claustro do templo, lugar santo e casto. Igualmente no nosso coração, devemos render graças a Deus por nos ter concedido uma mãe tão doce, tão humilde e portentosa intercessora.

Deixemos o carnaval para os foliões e roguemos a nossa Senhora Aparecida que intervenha a favor deles diante de Jesus, a fim de que não haja nenhuns males nos próximos carnavais, mas apenas saudáveis divertimentos.

* * *

Assine uma petição direcionada a Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, a fim de evitar essa profanação.

7 abril, 2016

Dom Odilo rejeita mudanças na Missa por conta de H1N1: “Paranóia”.

Medo de pegar H1N1 na igreja é ‘paranoia’ , diz arcebispo de São Paulo

D. Odilo Scherer afirmou na abertura da 54ª Assembleia da CNBB que a recomendação dada às dioceses é a mesma das autoridades

Por José Maria Tomazela – O Estado de São Paulo: ­ O arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, considerou “paranoia” o medo das pessoas de pegar a gripe H1N1 ao frequentar a igreja.

Como registrou o Estado, algumas dioceses, como a de Taubaté e São José dos Campos, no interior de São Paulo, estão mudando os rituais nas missas e batizados, que incluem abraços e orações de mãos dadas, para reduzir o risco e evitar possível debandada dos fiéis.

“Por que a igreja deveria espalhar H1N1 mais do que outros lugares? Isso é paranoia. As pessoas deveriam antes ter medo de ir para o banco, o metrô, o cinema, o estádio e o restaurante”, afirmou.

Na abertura da 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida, nesta quarta­-feira, 6, d. Odilo disse que não haverá uma recomendação para que a igreja mude seus rituais por causa da gripe.

“Ninguém está obrigado a receber a hóstia na boca, mas isso não deve ser visto com preocupação. Não creio que a igreja seja um lugar perigoso para se espalhar doenças. Não gostaria de espalhar essa psicose. Acho muito maior o risco em outras circunstâncias e situações.”

Segundo ele, a recomendação passada às dioceses é a mesma das autoridades sanitárias, válidas para quaisquer circunstâncias em que há risco de doenças: evitar o contato com pessoas que têm o problema, lavar bem as mãos depois do contato físico e evitar aglomerações em locais com pouca ventilação.

“Essas são as orientações do Ministério da Saúde que nós adotamos. Nas igrejas, geralmente, os espaços são amplos e bem ventilados. Não é na igreja que alguém vai pegar H1N1.”

18 março, 2016

Dom Odilo Scherer fala sobre atual momento político do Brasil.

3 novembro, 2015

“O Zelo por tua casa me consome” (Sl 69,10).

Do Facebook de Dom Odilo Pedro Scherer, imagens dos jovens católicos que se ofereceram, voluntariamente, para limpar as pichações feitas por feministas na Catedral da Sé, de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa da Arquidiocese de São Paulo, o “arcebispo lamentou as pichações e ressaltou que a Igreja seguirá proclamando com firmeza e serenidade a Palavra de Deus”.

“Pô, meu, sacanagem meu, essa é a casa de Deus e também a minha! Eu durmo aqui”! Depoimento, segundo o padre João Bechara Ventura, de um morador de rua que no último domingo ajudou a limpar as pichações feitas na Catedral de SP pelos abortistas.

17 outubro, 2015

Foto da semana.

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Vaticano, 13 de outubro de 2015: Dom Odilo Cardeal Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, visita o Papa Bento XVI, com quem rezou o Santo Terço. “Ele está muito bem!”, disse o arcebispo em seu perfil do Facebook.