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1 dezembro, 2016

CNBB emite nota contra o aborto diante da decisão do STF.

Por CNBB – Os bispos conclamam as comunidades a se manifestarem publicamente em defesa da vida

Nesta quinta-feira, 01 de dezembro, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta nota oficial na qual reafirma a posição da Igreja de “defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”.

Os bispos reafirmam também “incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto. Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção”.

Leia a Nota:

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA VIDA

“Propus a vida e a morte; escolhe, pois, a vida ” (cf. Dt. 30,19)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, manifesta sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural (cf. Constituição Federal, art. 1°, III; 3°, IV e 5°, caput).

A CNBB respeita e defende a autonomia dos Poderes da República. Reconhece a importância fundamental que o Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha na guarda da Constituição da República, particularmente no momento difícil que atravessa a nação brasileira. Discorda, contudo, da forma com que o aborto foi tratado num julgamento de Habeas Corpus, no STF.

Reafirmamos nossa incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto.

Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção.

Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe, interceda por nós, particularmente pelos nascituros.

Brasília, 1º de dezembro de 2016

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador-BA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

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1 dezembro, 2016

À espera de um milagre.

Por FratresInUnum.com: Esperamos todo um dia, longo e inteiro dia, aguardando um comunicado, uma mísera nota da CNBB se indignando com a decisão abominável do STF da última terça-feira (29). Em vão.

No mesmíssimo dia, a CNBB foi ágil o bastante para lamentar a tragédia do vôo da Colômbia e manifestar seu “veemente repúdio à anistia do caixa dois”.

Abaixo, imagem do site da CNBB neste instante (1 de dezembro de 2016, às 8:04).

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21 novembro, 2016

Coluna de O Globo: “A CNBB confunde os católicos”.

Por Eurico Borba, O Globo, 21 de novembro de 2016 – A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota em outubro criticando fortemente a PEC que trata de estabelecer um teto para as despesas do governo federal. A referida proposta de emenda constitucional está sendo duramente combatida pelo PT e alguns outros poucos partidos de uma esquerda ultrapassada.

Ao apoiar, anos atrás, o PT que começava a se insinuar como sendo o único porta-voz da justiça social, da política sadia e da moralidade pública, parte da Igreja acreditou e induziu milhões de fiéis a aceitarem aquela proposta, ajudando o partido e o seu líder a chegarem ao poder em 2003.

Agora, vamos sofrer por décadas com as consequências das erradas decisões sociais, políticas e econômicas. O Brasil foi destroçado — só os despreparados intelectualmente e os irresponsáveis se recusam a aceitar a evidência dos fatos e das estatísticas.

Os leigos fazem política, cuidam da economia e do funcionamento da sociedade — a Igreja indica os caminhos para a observância do Evangelho e da lei natural. A Igreja, com a sua doutrina social, cada vez mais explicitada desde a encíclica “Rerum Novarum”, de 1891, aconselha os grandes princípios da moral e da justiça social, mas não faz nem pode fazer opções políticas partidárias. Não é esta a sua missão. São várias as indicações do magistério oficial desde o Concílio Vaticano II na constituição pastoral “Gaudium et Spes” (1965, nº 76) e nas encíclicas “Octogesima Adveniens” (1981, nº 48), “Sollicitudo Rei Socialis” (1987, nº 41) e “Centesimus Annus” (1991, nº 43).

Parte da atual liderança da Igreja Católica, numa manifestação equivocada e indevida, passa a criticar os esforços que o atual governo está fazendo para tentar salvar o salvável, evitando que o povo mais humilde venha a sofrer ainda mais com o desemprego, com o não pagamento de salários e de aposentadorias dos funcionários públicos, o que já está acontecendo em alguns estados, com a insegurança pública, com a educação de má qualidade, com a saúde publica precária, com o meio ambiente em acentuado processo de deterioração.

O PT começa a se aproveitar — principalmente pela internet — da ingenuidade de alguns membros da Igreja, tentando se reerguer depois da recente fragorosa derrota eleitoral em todo o Brasil. O eleitorado sofrido e enganado não se esqueceu dos processos de corrupção a que as lideranças do PT respondem. A Igreja Católica vai se juntar a este bando e, mais uma vez, colaborar com o erro e a mentira?

Por que os senhores bispos não pedem o aconselhamento dos cientistas sociais das universidades católicas? Os professores das universidades católicas estão a serviço das elites? As universidades católicas não estariam habilitadas para assessorar a Igreja? Breve vamos enfrentar as imprescindíveis reformas da Previdência Social, política e trabalhista. A Igreja também vai se intrometer, dando palpites sobre detalhes técnicos que envolvem cálculo atuarial, demografia, economia etc.? Voltará a insinuar que os “maus” que agora assumiram o poder estão maltratando e explorando os trabalhadores mais humildes e pobres?

Os senhores bispos nunca foram veementes na condenação da incompetência e da corrupção que grassava no Estado brasileiro. Parecem não entender nem perceber a gravidade da crise nacional. Por favor, não se manifestem sobre detalhes técnicos de como proceder — este é o papel dos leigos comprometidos com sua fé. Não contribuam, com suas proclamações equivocadas, para aumentar a confusão do povo de Deus, fazendo crescer a impressão de que somos uma Igreja decadente.

Eurico Borba é escritor e foi presidente do IBGE.

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27 outubro, 2016

Nota da CNBB sobre a PEC 241.

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de outubro, durante entrevista coletiva à imprensa, a Nota da CNBB sobre a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241), que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos vinte anos. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da entidade, reunido, em Brasília, entre os dias 25 e 27 deste mês.

Leia o texto na íntegra:

Brasília-DF, 27 de outubro de 2016
P –  Nº. 0698/16

NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241

“Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
 (São João Crisóstomo, século IV)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.

Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?

A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.

A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).

A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.

É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.

A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB

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23 setembro, 2016

CNBB: “Causa-nos estranheza e indignação a introdução do aborto na ADI. Repudiamos o aborto e quaisquer iniciativas que atentam contra a vida”

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA INTEGRIDADE DA VIDA

“ Escolhe, pois, a vida, para que vivas. ” (Dt 30,19b)

O Conselho Episcopal Pastoral – CONSEP, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 e 21 de setembro de 2016, vem manifestar sua posição com relação a Ação Direta de Inconstitucionalidade-ADI 5581 que tramita no Supremo Tribunal Federal-STF. Essa ADI questiona a lei 13.301/2016 que trata da adoção de medidas de vigilância em saúde, relativas ao vírus da dengue, chikungunya e zika.

Urge, de fato, como pede a ADI, que o Governo implemente políticas públicas para enfrentar efetivamente o vírus da zika, como, por exemplo, um eficiente diagnóstico e acompanhamento na rede pública de saúde. Além disso, seja estendido por toda a vida o benefício para criança com microcefalia e não por apenas três anos, como estabelece o artigo 18 da lei 13.301/2016. Ao contrário do que prevê o parágrafo segundo desse artigo, o benefício seja concedido imediatamente ao nascimento da criança e não após a cessação do salário maternidade.

Causa-nos estranheza e indignação a introdução do aborto na ADI. É uma incoerência que ela defenda os direitos da criança afetada pela síndrome congênita e, ao mesmo tempo, elimine seu direito de nascer. Nenhuma deficiência, por mais grave que seja, diminui o valor e a dignidade da vida humana e justifica o aborto. “Merecem grande admiração as famílias que enfrentam com amor a difícil prova de um filho com deficiência. Elas dão à Igreja e à sociedade um precioso testemunho de fidelidade ao dom da vida” (Papa Francisco, Amoris Laetitia, 47).

Repudiamos o aborto e quaisquer iniciativas que atentam contra a vida, particularmente, as que se aproveitam das situações de fragilidade que atingem as famílias. São atitudes que utilizam os mais vulneráveis para colocar em prática interesses de grupos que mostram desprezo pela integridade da vida humana.

As paralimpíadas trouxeram uma lição a ser assimilada por todos. O sentimento humano que brota da realidade dos atletas paralímpicos, particularmente das crianças que participaram das cerimônias festivas, nasce da certeza de que a humanidade se revela ainda mais na fragilidade.

Solidarizamo-nos com as famílias que convivem com a realidade da microcefalia e pedimos às nossas comunidades que lhes ofereçam acolhida e apoio. Rogamos a proteção de Nossa Senhora, Mãe de Jesus, para todos os brasileiros e brasileiras.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB

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25 julho, 2016

Drag queen distribui a Sagrada Comunhão em paróquia de Itaquera ao som de “Paula e Bebeto”.

E a barbárie de Itaquera continua, sob o olhar complacente do bispo diocesano Dom Manuel Parrado Carral.

Posts anteriores sobre a mesma paróquia:

DENÚNCIA: Paróquia de Itaquera a serviço da destruição da Igreja.

Folheto escandaloso atribuído a paróquia da diocese de São Miguel Paulista causa perplexidade em redes sociais.

A beata Chaui, da Diocese de São Miguel Paulista, SP.

Estadão repercute polêmico folheto de Paróquia da Diocese de São Miguel Paulista: ‹‹ Blog católico qualificou o texto como ‘escandaloso’ ››. Bispo permanece em completo silêncio.

Uma pergunta a Dom Odilo Scherer.

Isto é.

Hereges de Itaquera, seguros da impunidade. Será?

* * *

Por Ancoradouro – Albert Roggenbuck, criador da Drag Queen Dindry Buck, muito atuante em Itaquera, São Paulo, foi convidado pelos padres Paulo Sérgio Bezerra e Eduardo Brasileiro [Nota do Fratres: ao que nos consta, este último não é padre] para ministrar a homilia em uma das missas do novenário de Nossa Senhora do Carmo.

O presidente da Celebração Eucarística ainda concedeu ao drag queen o cálice com o sangue de Cristo para ser erguido durante a missa, função exclusiva do diácono ou concelebrante, e o chamou para distribuir a comunhão aos fieis, serviço designado também a um  sacerdote ou a ministros extraordinários que passam uma séries de formações para cumprir a função.

Ao blog Mural da Folha de São Paulo padre  Paulo Sérgio Bezerra explicou que falta ousadia no trato da homossexualidade na liturgia.  “há pouquíssimas iniciativas mais ousadas aqui e ali, no sentido da homossexualidade. É um tabu e tratar disso num contexto litúrgico, uma aberração e ‘heresia’ para certo tipo de catolicismo acostumado a sublimar isso como coisa impura, e abraçar o sacrifício como legítima vontade de Deus é a melhor forma de prestar-lhe louvor”.

Alberto destaca o momento mias emocionante da celebração: “Fui convidado para distribuir a comunhão e minha mãe recebeu o ‘Corpo de Cristo’ de minhas mãos, enquanto uma menina linda e talentosa cantava  ‘Paula e Bebeto’ de Milton Nascimento com o lindo refrão ‘Qualquer maneira de amor vale a pena’“, relembrou.

4 julho, 2016

Bomba fraterna.

Brasília, 30 de junho de 2016: Grupo antibomba e viaturas policiais cercam a Nunciatura Apostólica.

Não, não houve nenhuma ameaça terrorista. Na verdade, tratou-se apenas de uma varredura preventiva para a solenidade que, na noite daquela quinta-feira, receberia o Presidente em exercício Michel Temer em uma homenagem ao Papa Francisco.

A verdadeira bomba ficou por conta do secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Leonardo Ulrich Steiner, que, no mesmíssimo dia, em entrevista à Rádio bolivariana do Vaticano, declarou que Michel Temer “não tem legitimidade”, “não é efetivo” e “não é reconhecido pela Constituição”.

Quem se move nos corredores eclesiásticos sabe muito bem que um torpedo calculado como esse não é mera coincidência. Quis Steiner, diplomaticamente, deixar o Núncio Apostólico, tido como “conservador” para os padrões cnbbísticos, em maus lençóis?

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30 junho, 2016

#EndireitaCNBB!

A hashtag criada e difundida por FratresInUnum.com em vários tuítaços chegou ao O Antagonista.  

A figura envolvida não poderia ser outra: D. Leonardo Ulrich Steiner, o lamentável secretário geral da CNBB, a quem nenhum católico leva a sério. 

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22 junho, 2016

Papa Francisco nomeia bispos para Roraima e São Carlos.

CNBB – O papa Francisco nomeou hoje, 22, dom Mário Antônio da Silva como bispo da diocese de Roraima (RR), transferindo-o da sede titular de “Arena” e do ofício de auxiliar na arquidiocese de Manaus.

Na mesma data, foi nomeado para a diocese de São Carlos (SP) dom Paulo Cezar Costa (foto à direita), que deixará o ofício de auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) e da sede titular de “Esco”.

Dom Mário Antônio da Silva é natural de Itararé (SP). Foi nomeado bispo em 9 de junho de 2010. Escolheu como lema episcopal “Testemunhar e servir”. Possui mestrado em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma (Itália).

Dom Paulo Cezar Costa foi nomeado bispo em 24 de novembro de 2010. É natural de Valença (RJ). Recebeu a ordenação episcopal no dia 05 de fevereiro de 2011 e escolheu como lema “Tudo suporto pelos eleitos”. É mestre e doutor em Teologia Sistemática pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália). Na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, no quadriênio (2011-2015).

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12 junho, 2016

Foto da semana.

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Dom Flávio Giovenale, SDB, bispo diocesano de Santarém, PA, e até o ano passado presidente da Cáritas brasileira, em procissão na festa de Corpus Christi deste ano.

Assim respondeu, com certo desdém, a página da Diocese de Santarém a um fiel:

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Nossa despretensiosa pergunta ao bispo: por que Vossa Excelência não faz a caridade de, misericordiosamente, renunciar às suas funções e mandar essa simples velhinha ocupar o seu lugar de maneira mais ampla, quiçá nas assembléias da CNBB, onde o senhor é tão ativo? Veja, ela substituiu o senhor tão bem, não é mesmo? Pois então, que tal adotar o mesmo gesto de grandeza e humildade que os senhores progressistas reconheceram tão prontamente em Bento XVI?… Que lindo gesto de misericórdia seria, querido!

Foto: Diocese de Santarém