Posts tagged ‘Dom Orlando Brandes’

12 outubro, 2019

URGENTE! ESCÂNDALO! No altar de Aparecida, Dom Orlando Brandes ataca tradicionalistas e direita.

Por FratresInUnum.com, 12 de outubro de 2019 – Em sua homilia na missa solene em honra da Padroeira do Brasil, o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, não economizou palavras para atacar os tradicionalistas e a direita, comparando-os com o dragão, que, na segunda leitura da missa de hoje, é apresentado como “a primitiva serpente, o diabo ou satanás”.

Eis as palavras textuais do arcebispo:

“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário”.

Dom Orlando não consegue dissimular o ódio aos católicos tradicionais e, ao mesmo tempo, rasga as vestes do isentismo, endossadas em massa pelos bispos do Brasil. E é ótimo que seja assim!

Viva Nossa Senhora Aparecida, que fez, mais uma vez, a máscara deste esquerdista cair por terra em rede nacional!

Viva Nossa Senhora Aparecida, pois ele teve de mostrar que eles estão se sentindo fuzilados pelos leigos do país, que não estão engolindo a sua indignação contra este Sínodo herético e cismático.

Eles estão desesperados! Antigamente, apenas desprezavam o povo fiel. Agora, não conseguem mais, e esbravejam como demônios furiosos, porque perderam a hegemonia e estão desmoralizados diante da opinião pública. Ninguém mais acredita neles!

Que caíam mais as máscaras e que eles mostrem o ódio que têm dos fiéis.

2 julho, 2019

A nova “Igreja” do Arcebispo de Aparecida.

Trecho da homilia de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida, no último dia 30, festa de São Pedro e São Paulo. O que a esperança de se tornar Cardeal é capaz de fazer…

Recordemos a Dom Orlando algo recente, mas que sua memória seletiva faz questão de ignorar:

“Por um lado, existe uma interpretação que gostaria de definir “hermenêutica da descontinuidade e da ruptura”; não raro, ela pôde valer-se da simpatia dos mass media e também de uma parte da teologia moderna.

A hermenêutica da descontinuidade corre o risco de terminar numa ruptura entre a Igreja pré-conciliar e a Igreja pós-conciliar. Ela afirma que os textos do Concílio como tais ainda não seriam a verdadeira expressão do espírito do Concílio. […]

Precisamente porque os textos reflectiriam apenas de modo imperfeito o verdadeiro espírito do Concílio e a sua novidade, seria preciso ir corajosamente para além dos textos, deixando espaço à novidade em que se expressaria a intenção mais profunda, embora ainda indistinta, do Concílio. Em síntese: seria necessário seguir não os textos do Concílio, mas o seu espírito. Deste modo, obviamente, permanece uma vasta margem para a pergunta sobre o modo como, então, se define este espírito e, por conseguinte, se concede espaço a toda a inconstância. Assim, porém, confunde-se na origem a natureza de um Concílio como tal. Deste modo, ele é considerado como uma espécie de Constituinte, que elimina uma constituição velha e cria outra nova. Mas a Constituinte tem necessidade de um mandante e, depois, de uma confirmação por parte do mandante, ou seja, do povo ao qual a constituição deve servir. Os Padres não tinham tal mandato e ninguém lhos tinha dado; ninguém, afinal, podia dá-lo porque a constituição essencial da Igreja vem do Senhor e nos foi dada para que pudéssemos chegar à vida eterna e, partindo desta perspectiva, conseguimos iluminar também a vida no tempo e o próprio tempo.

Bento XVI, Discurso de Natal de 2005 à Cúria Romana.

24 maio, 2018

Lágrimas de crocodilo. Dom Orlando Brandes e Padre João Batista, renunciem já!

Por FratresInUnum.com, 24 de maio de 2018 – No último dia 20 de maio, conforme anunciado pela Senadora Gleisi Hoffman e denunciado pelo jornalista Bernardo Küster, aconteceu em Aparecida uma romaria em prol da libertação do ex-presidente Lula, recentemente condenado pela justiça.

Orlando Joao

Ironia das ironias: Dom Orlando Brandes e Padre João Batista lançaram, no início de 2018, o projeto “Eu sou o Brasil Ético”.

Anteriormente, o Santuário Nacional tinha emitido uma nota afirmando que “entende que o momento atual é propicio de reflexão e protagonismo do cidadão ao que tange às escolhas eleitorais, por isso, sob qualquer hipótese se posiciona ou se posicionará em favor de quaisquer líderes políticos, refutando toda e qualquer iniciativa que queira utilizar-se do Altar da Eucaristia para fins de promoção individual ou partidária”.

Segundo informações extra-oficiais, este posicionamento do Santuário estava em linha com as recomendações recentemente dadas pelo núncio apostólico durante a última assembleia geral da CNBB, de que a Igreja não se deve imiscuir em política, ainda menos em ano eleitoral.

Ora, contrariando as orientações do núncio e contradizendo as próprias declarações dadas anteriormente, o Pe. João Batista de Almeida, reitor do Santuário, acabou por, segundo suas próprias palavras, “utilizar-se do Altar da Eucaristia para fins de promoção individual ou partidária”, fazendo uma prece pela libertação de Lula. Como já havíamos dito, a esquerda dita católica não consegue conter sua psiconeurose socialista, após décadas de intoxicação via teologia da libertação.

A reação dos fieis pelas redes sociais foi imediata. Basta uma breve visita ao Facebook do Santuário Nacional para ver o número imenso de pessoas que execraram a apologia do ex-presidente condenado pela justiça, em plena missa de Pentecostes, diante da Imagem da Padroeira do Brasil.

A tática dos redentoristas, possivelmente alinhados com o seu arcebispo, Dom Orlando Brandes, estava sendo a de não pronunciar-se sobre o assunto, talvez na expectativa de que o mesmo “esfriasse”. Nada estranho para quem sempre se serviu das CEBs como instrumento de politização comuno-petista dos fieis católicos.

No entanto, ontem, a plataforma CitizenGo lançou uma petição pública ao núncio apostólico, com cópia ao arcebispo de Aparecida, pedindo-lhes que tomassem providências. A cada assinatura, um e-mail era imediatamente disparado para a nunciatura apostólica e para Dom Orlando Brandes. Não houve tempo para muitas assinaturas, mas o resultado foi quase imediato.

Ato seguido, o site do Santuário de Aparecida emitiu uma nota inexpressiva, em que os firmatários manifestaram, com linguagem ambígua, pesar pela “dor que causaram”, pedindo perdão a “todos que se sentiram ofendidos”. Em nenhum momento reconheceram que cometeram um erro, apenas lamentam que os outros se sentiram doídos e se ofenderam, transferindo, assim, a autoria do agravo às próprias vítimas do mesmo. É como se alguém lhe desse um tapa no rosto e lamentasse que você se sentiu estapeado.

É sabido que Dom Orlando Brandes, quando arcebispo de Londrina, foi a mente por trás do 14o Intereclesial de CEBs, ocorrido, porém, quando ele já estava transferido para Aparecida e tinha sido sucedido por Dom Gemerias Steinmetz. No fim das contas, este último foi quem sofreu as consequências. É de Dom Orlando Brandes o lema “Bíblia na mão e pé na missão”, slogan criado para insuflar as CEBs por todos os lugares em que passou.

Onde está o Núncio Apostólico nesta hora? Dom Giovanni D’Aniello, o Sr. alertou os bispos para que isto não acontecesse. E agora? Permitirá que este desacato permaneça impune? Precisaremos lembrar-lhe essas palavras de Francisco dirigidas justamente aos núncios apostólicos?

Recordai-vos que representais Pedro, rocha que sobrevive ao extravasar das ideologias, à redução da Palavra unicamente à conveniência, à submissão aos poderes deste mundo que passa. Por conseguinte, não abraceis linhas políticas ou batalhas ideológicas, porque a permanência da Igreja não se baseia no consenso dos salões ou das praças, mas sobre a fidelidade ao seu Senhor que, ao contrário das raposas e dos pássaros, não tem toca nem ninho para reclinar a sua cabeça” (Discurso aos núncios, 17/09/2016, n. 1).

Dom Orlando Brandes e Pe. João Batista de Almeida precisam ser afastados do seu cargo, precisam renunciar ao seu ofício, não são dignos pastores do rebanho de Deus, são lobos em pele de ovelha, querem usar o altar como palanque e Nossa Senhora Aparecida como instrumento de propaganda para um criminoso condenado, não é mais possível fingir-se de cego.

Não bastasse a dura realidade, há a piada pronta: em janeiro deste ano, Dom Orlando e Padre João Batista lançaram o projeto “Eu sou o Brasil ético”, em que pretendiam, em nome o Santuário Nacional, discutir “política em escola para formação de leigos e criar Pastoral Política, além de abrir salões das paróquias para candidatos; Santuário Nacional lança nova campanha por ética na política”. Para a dupla, melhor seria se lançassem a campanha “Eu sou o Brasil patético” (slogan a ser declamado na voz artificialmente impostada de Dom Orlando).

Que Nossa Senhora interceda pela nossa Igreja. Como Ela mesma nos advertiu em Fátima, “a Rússia espalhará os seus erros pela terra”, mas, “por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”.