Posts tagged ‘FSSPX’

23 abril, 2017

Foto da semana.

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Por Gercione Lima | FratresInUnum.comO quarto Domingo da Quaresma é tradicionalmente conhecido como Domingo Laetare por causa do introito da Missa: Alegra-te o Jerusalém!

A Estação para esse dia em Roma é a Igreja da Santa Croce in Gerusalemme que abriga as relíquias da Santa Cruz e foi construída com terra vinda de Jerusalém.

Um outro nome para o quarto domingo é Domenica de Rosa, porque antigamente era nesse dia que o Papa benzia as rosas de ouro que eram enviadas aos Soberanos Católicos. Por esse motivo também se usa paramentos de cor rosa.

A Epístola do dia nos recorda o direito se sermos chamados de filhos de Deus pelo Batismo, portanto, não poderíamos ter uma ocasião mais propícia para a celebração de um Batismo durante a Quaresma!

No quarto domingo da Quaresma, tivemos a graça de testemunhar mais um desses milagres da Providência Divina!

A história de Joseph, assim como José do Egito, é mais uma prova desses milagres divinos. Nascido na Indosésia, país de maioria muçulmana, Joseph imigrou bem cedo para o Canadá fugindo da pobreza e perseguição.

Como a maioria dos imigrantes, concentrou os anos de sua juventude em juntar dinheiro que pouco ou nada lhe serviu na velhice.

Atualmente doente, sozinho e praticamente abandonado pela família num Lar da Velhice, acabou entrando em contato com a FSSPX através de uma Legionária Mariana que visitava outra pessoa no mesmo local.

Não demorou muito para que ele mesmo se interessasse a saber mais sobre a fé Católica e assim Padre Herkel, da FSSPX, pessoalmente passou a visitá-lo para ensinar-lhe a catequese.

No Domingo Laetare, ao completar 80 anos de idade, Joseph foi batizado e recebeu sua Primeira Comunhão.

Rezemos, irmãos, para que a graça de Deus nele não seja em vão e que derrame sobre ele a graça da perseverança em abundância.

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4 abril, 2017

Novas disposições para sacerdotes da Fraternidade São Pio X.

Cidade do Vaticano (RV) –  Com o objetivo de evitar problemas de consciência nos fiéis que aderem à Fraternidade São Pio X, incertezas a respeito da validade do Sacramento do Matrimônio, e para apressar o caminho rumo à plena regularização institucional, a Congregação para a Doutrina da Fé divulgou um comunicado orientando os bispos das Conferências Episcopais.

O comunicado ressalta os diversos encontros e iniciativas que estão em andamento visando levar a Sociedade Sacerdotal São Pio X à plena comunhão. Neste sentido, recentemente o Santo Padre decidiu, por exemplo, conceder a todos os sacerdotes do referido instituto a faculdade de confessar validamente os fiéis (carta Misericordia et misera, n.12), a fim de garantir a validade e legitimidade do Sacramento por eles administrado, evitando assim provocar inquietação nos fiéis.

Na mesma linha pastoral – que deseja contribuir para o serenamento da consciência dos fiéis – apesar da objetiva persistência, “por ora”, da situação canônica de ilegitimidade enfrentada pela Sociedade São Pio X, o Santo Padre, por proposta da Congregação para a Doutrina da Fé e da Comissão Ecclesia Dei, decidiu autorizar os Reverendíssimos Ordinários do lugar para que possam conceder também licenças para a celebração de matrimônios de fiéis que seguem as atividades pastorais da Fraternidade, segundo as modalidades seguintes.

Sempre que possível, a incumbência do Ordinário para assistir ao matrimônio será concedida a um sacerdote da diocese (ou a um sacerdote plenamente regular) para que acolha o consenso das partes no rito do sacramento que, na liturgia do Vetus ordo, ocorre no início da Santa Missa, seguindo depois a celebração da Santa Missa votiva por parte de um sacerdote da Fraternidade.

Onde isto não for possível, ou não há sacerdotes da diocese que possam receber o consenso das partes, o Ordinário pode conceder atribuir diretamente as faculdades necessárias ao sacerdote da Fraternidade que celebrará também a Santa Missa, advertindo-o do dever de fazer chegar o quanto antes à Cúria diocesana a documentação da celebração do Sacramento. (JE)

* * *

A seguir, nossa tradução da íntegra da carta:

Eminência:

Excelência Reverendíssima:

Como é do vosso conhecimento, há algum tempo estão sendo realizados diversos encontros e iniciativas visando trazer à plena comunhão a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Recentemente, o Santo Padre decidiu, por exemplo,  conceder a todos os sacerdotes do referido Instituto a faculdade de confessar validamente os fiéis (cf. Carta Apostólica Misericordia et misera, n. 12), assegurando a validade e a licitude do Sacramento administrado por eles e para não deixar os fiéis na insegurança.

Na mesma linha pastoral, que visa aliviar a consciência dos fiéis, apesar da objetiva persistência da situação canônica de ilegitimidade em que se encontra a Fraternidade São Pio X, o Santo Padre, por proposta da Congregação para a Doutrina Fé e da Comissão Ecclesia Dei decidiu autorizar os Reverendíssimos Ordinários locais para que concedam licenças para a celebração de casamentos de fiéis que seguem as atividades pastorais da Fraternidade, de acordo com as seguintes diretrizes.

Sempre que for possível, o bispo delegará um sacerdote diocesano (ou, um sacerdote de outra circunscrição eclesiástica com licença regular) para acolher o consentimento dos noivos durante o rito do casamento na liturgia Vetus Ordo que é feita no início da Missa. Seguido logo após a celebração da Santa Missa votiva por um sacerdote da Fraternidade.

Quando isso não for possível ou não houver sacerdotes da diocese que possam receber o consentimento das partes, o Ordinário poderá conceder diretamente as faculdades necessárias ao sacerdote da Fraternidade que celebrará também a Santa Missa, avisando-o da obrigação de dar a conhecer o mais breve possível à Cúria diocesana sobre a documentação da celebração do casamento.

Certos de que também deste modo seja possível remover os escrúpulos de consciência dos fiéis que aderem à SSPX e a incerteza no tocante à validade do sacramento do matrimônio, e ao mesmo tempo, buscando avançar o caminho em direção à plena regularização institucional, este Dicastério confia na Vossa colaboração.

O Sumo Pontífice Francisco, na audiência de 24 de Março de 2017, em uma audiência concedida ao Cardeal Presidente, aprovou a presente Carta e ordenou a sua publicação.

Dado em Roma, na sede da Congregação para a Doutrina da Fé,

27 março, 2017.

Cardeal Gerhard. L. Müller

Presidente

+ Guido Pozzo

tit Arcebispo. De Bagnoregio

Secretário

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26 março, 2017

Foto da semana.

São Paulo, 19 de março de 2017: Criada oficialmente a Casa Autônoma da Fraternidade Sacerdotal São Pio X no Brasil. Mais de 300 pessoas se apertaram no Priorado Pe. Anchieta para assistir a Missa solene cantada pelo Pe. Pablo Suárez (ecônomo da FSSPX), tendo como assistentes o Pe. Juan María de Montagut (antigo Prior do Priorado de São Paulo, agora Superior da Casa Autônoma) e o Pe. Mario Trejo (Superior do Distrito da América do Sul).

Mais informações aqui.

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19 março, 2017

Foto da semana.

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Por: FSSPX Itália – Tradução: Dominus Est

Um grande grupo de fiéis (cerca de oitenta), liderado pela Milizia dell’Immacolata e acompanhado por alguns sacerdotes do Priorado de Albano Laziale (Lazio-Italia), se reuniram na Praça de São Pedro na segunda-feira à tarde para um ato de profissão pública de fé.

Pouco antes havia sido realizada, de fato, a cerimônia do “Vésperas” anglicanas na basílica central do cristianismo, com a aprovação da hierarquia vaticana. Este ato, certamente não é o primeiro de molde ecumênico nesses últimos cinquenta anos, mas que teve o triste privilégio de tido lugar na Basílica do Príncipe dos Apóstolos, despertou a justa indignação de muitos fiéis que procuraram expressar seu desacordo com uma oração de reparação: o encontro foi, portanto, marcado para as 16h na capela da via Urbana, em Roma, para a missa “Ad Tollendum Schisma” e em seguida, partiram para a Via della Conciliazione para a recitação pública do Rosário.

Depois de alguma discussão com a polícia, que parecia não querer permitir a realização das orações muito perto da basílica, o grupo se manteve firme em seu lugar, no topo da Via della Conciliazione, e, guiado por sacerdotes, de joelhos na calçada e voltados para a basílica vaticana, recitaram o santo Rosário e a ladainha de Nossa Senhora.

O grupo, em seguida, moveu-se, conforme os pedidos da polícia, para o Castel Sant’Angelo para entoarem algumas canções marianas e distribuir panfletos à população, a fim de explicar o alcance desse gesto ecumênico e o significado da oração de reparação.

Após este belo testemunho de fé, tudo terminou de forma organizada por volta das 19h. Que o Senhor dê cada vez mais força aos católicos para resistir às tendências ecumênicas e coragem de expressar abertamente sua fé!

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30 janeiro, 2017

Fraternidade São Pio X, reconciliação cada vez mais próxima.

Por Andrea Tornielli, La Stampa, 30 de janeiro de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com –  “Neste momento, estamos trabalhando no aprimoramento de alguns aspectos da figura canônica, que será a prelazia pessoal”. O Arcebispo Guido Pozzo, secretário da Comissão “Ecclesia Dei”, encarregada do diálogo com a Fraternidade São Pio X, confirma a Vatican Insider que a fase de plena comunhão com os lefebvrianos se aproxima. A meta do acordo está à vista, embora ainda demore algum tempo.

O superior da Fraternidade São Pio X, Dom Bernard Fellay, em 29 de janeiro de 2017, participou como convidado no programa “Terres de Mission” da TV Liberté. Durante a entrevista, Fellay confirmou que o acordo está a caminho e que para chegar à solução jurídica não será necessário esperar até que a situação da Igreja torne-se “totalmente satisfatória” aos olhos da Fraternidade São Pio X, que, ademais, em todos esses anos nunca deixou de mencionar o nome do Papa e de rezar por ele na celebração da Missa. Fellay enquadrou a atitude de Francisco para com a Fraternidade como parte da atenção às “periferias” e explicou a importância de colocar um fim à separação com Roma.

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Quanto aos problemas doutrinais, o essencial parece alcançado em vista do acordo. Aos membros da Fraternidade de São Pio X seria pedido o que é necessário para ser católicos, ou seja, a “professio fidei”, reconhecer a validade dos sacramentos celebrados com o Novus Ordo (a liturgia resultante da reforma pós-conciliar), a obediência ao Papa. Houve um diálogo e uma discussão sobre a relação entre magistério e tradição, enquanto ainda são objeto de aprofundamento – e até mesmo de desacordo que poderia permanecer – tópicos relacionados ao ecumenismo, à liberdade religiosa e ao relacionamento Igreja-mundo.

[…]

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21 novembro, 2016

Misericordia et Misera: nova Carta Apostólica de Francisco.

Íntegra no site do Vaticano da Carta Apostólica para o encerramento do Ano da Misericórdia.

Sobre a FSSPX, dispõe o Papa Francisco:

No Ano do Jubileu, aos fiéis que por variados motivos frequentam as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade de São Pio X, tinha-lhes concedido receber válida e licitamente a absolvição sacramental dos seus pecados.[16] Para o bem pastoral destes fiéis e confiando na boa vontade dos seus sacerdotes para que se possa recuperar, com a ajuda de Deus, a plena comunhão na Igreja Católica, estabeleço por minha própria decisão de estender esta faculdade para além do período jubilar, até novas disposições sobre o assunto, a fim de que a ninguém falte jamais o sinal sacramental da reconciliação através do perdão da Igreja.

A seguir, matéria da agência Ecclesia, da Conferência Episcopal de Portugal:

Igreja/Aborto: Papa decide alargar faculdade de absolvição a todos os sacerdotes

Decisão tomada no Jubileu da Misericórdia ganha agora caráter definitivo

Cidade do Vaticano, 21 nov 2016 (Ecclesia) – O Papa Francisco anunciou hoje a decisão de alargar definitivamente a faculdade de absolvição de quem praticou o aborto a todos os sacerdotes, mantendo assim a prática do Ano Jubilar da Misericórdia que se concluiu este domingo.

“Para que nenhum obstáculo exista entre o pedido de reconciliação e o perdão de Deus, concedo a partir de agora a todos os sacerdotes, em virtude do seu ministério, a faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto”, escreve, no número 12 da carta apostólica ‘Misericórdia e Mísera’, divulgada esta manhã pelo Vaticano.

Francisco precisa que aquilo que concedera a todos os padres, de forma limitada ao período jubilar, fica agora “alargado no tempo, não obstante qualquer disposição em contrário”.

“Quero reiterar com todas as minhas forças que o aborto é um grave pecado, porque põe fim a uma vida inocente; mas, com igual força, posso e devo afirmar que não existe algum pecado que a misericórdia de Deus não possa alcançar e destruir, quando encontra um coração arrependido que pede para se reconciliar com o Pai”, explica.

O Papa espera que os sacerdotes católicos sejam “guia, apoio e conforto no acompanhamento dos penitentes neste caminho de especial reconciliação”.

A prática do aborto implica, segundo o Direito Canónico, a excomunhão ‘latae sententiae’ (automática), exigindo até agora a confissão ao bispo (ou os padres a quem o bispo desse essa faculdade) para a remissão da pena.

Francisco decidiu ainda manter o serviço dos “Missionários da Misericórdia”, mais de mil sacerdotes de vários países, incluindo Portugal, que foram enviados no ano santo extraordinário (dezembro 2015-novembro 2016) para promover o perdão dos pecados.

“Desejo que permaneça ainda, até novas ordens, como sinal concreto de que a graça do Jubileu continua a ser viva e eficaz nas várias partes do mundo”, adianta o Papa.

A carta anuncia também que os fiéis que assim o desejarem podem continuar a confessar-se nas igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade de São Pio X, um gesto explicado com o desejo de restabelecer “a plena comunhão na Igreja Católica”.

O pontífice argentino pede a todos os padres que se preparem com “grande cuidado” para o ministério da Confissão, acolhendo cada pessoa com misericórdia e comunicando o amor de Deus.

“Isto requer, sobretudo por parte do sacerdote, um discernimento espiritual atento, profundo e clarividente, para que toda a pessoa sem exceção, em qualquer situação que viva, possa sentir-se concretamente acolhida por Deus”, escreve.

Francisco deseja uma redescoberta do “ministério da reconciliação”, particularmente valorizada em iniciativas como as ‘24 horas para o Senhor’, na Quaresma.

“Que a ninguém sinceramente arrependido seja impedido de aceder ao amor do Pai que espera o seu regresso e, ao mesmo tempo, a todos seja oferecida a possibilidade de experimentar a força libertadora do perdão”, apela.

A nova carta apostólica propõe ainda iniciativas para a valorização da Bíblia na vida dos católicos, sugerindo às comunidades que escolham um domingo do ano litúrgico para “renovar o compromisso em prol da difusão, conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura”.

‘Misericordia et misera’ foi assinada publicamente este domingo, na Praça de São Pedro, após o final da Missa que encerrou o Jubileu da Misericórdia, 29.º Ano Santo na história da Igreja Católica.

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16 outubro, 2016

Foto da semana.

No dia 24 de setembro último, foi realizada a Peregrinação Anual ao Santuário dos Mártires Canadenses pelos membros da SSPX- Canadá. A caminhada tem sempre como ponto de partida o local do martírio dos Jesuítas Gabriel Lalemant e Jean de Brébeuf e termina no Santuário onde estão depositadas suas relíquias.

São Jean de Brébeuf foi martirizado pelos índios em St-Ignace, Huronia no dia16 Março de 1649 e canonizado no dia 29 Junho de 1930.

Seguindo as pegadas desses mártires, a peregrinação se inicia com o Santo Sacrifício da Missa e uma exortação à penitência.

O Sacramento da Confissão enfatiza a necessidade do arrependimento e da purificação, pois Jerusalém é também hoje o nosso destino, e sem sermos purificados de nossas faltas não podemos subir à Jerusalém celestial. “Portanto, confessai vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros”.( Tiago 5:16)

Encerrando a peregrinação, uma missa solene é celebrada em um dos vários altares ao ar livre na área do Santuário. Não nos é permitido a celebração da Santa Missa no interior do Santuário e será assim enquanto a SSPX permanecer no exílio.

A caminhada penitencial é outra forma de recordar-nos que caminhamos na fé e não na visão. Após o retorno do exílio, seguido de um certo período de reestruturação da sociedade, a cidade de Jerusalém e o povo de Israel também tiveram que se deparar com uma nova realidade: a cidade santa foi invadida e o templo profanado ao ser entronizado nele um deus pagão para ser cultuado.

Estes acontecimentos foram a base da revolta dos Macabeus e a presente crise da Igreja é também o motivo pelo qual devemos nos purificar, nos penitenciar, caminhar pacientemente, e sobretudo resistir para Instaurare Omnia in Christo.

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8 julho, 2016

FSSPX lança nova Cruzada de Rosários.

Fonte: La Porte Latine – Tradução: Dominus Est

Por ocasião das ordenações sacerdotais em Zaitzkofen (Alemanha), no dia 02 de julho de 2016, D. Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, anunciou o lançamento de uma nova Cruzada de Rosários, a fim de uma boa preparação espiritual para a centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima (Maio à Outubro/1917).

Esta cruzada será realizada de 15 de agosto de 2016 a 22 de Agosto 2017 .

Ela corresponde às intenções indicadas pela própria Virgem Santíssima:

(I) Jesus quer estabelecer no mundo a devoção ao Coração Imaculado de Maria. Para que seja feita, todos os fiéis são convidados a:

  • Recitar diariamente o rosário, sozinho ou em família;
  • Realizar a devoção da Comunhão reparadora nos cinco primeiros sábados do mês, e multiplicar os sacrifícios diários, em espírito de reparação pelos ultrajes cometidos contra Maria;
  • Levar consigo a medalha milagrosa e difundi-la;
  • Consagrar seus lares ao Imaculado coração de Maria .

Além da propagação desta devoção, rezemos também:

(II) para apressar o triunfo do Coração Imaculado; 

(III) Para que seja realizado pelo Papa e todos os bispos do mundo católico a consagração da Rússia ao Coração Imaculado e Doloroso de Maria.

E nós adicionamos (IV) como uma intenção especial, a proteção da Santíssima Virgem à Fraternidade São Pio X e todos os seus membros, bem como as comunidades religiosas da Tradição .

Dom Bernard Fellay fixa como objetivo um buquê de 12 milhões de rosários e 50 milhões de sacrifícios ofertados a Nossa Senhora de Fátima.

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29 junho, 2016

Comunicado da FSSPX após reunião de seus superiores.

Comunicado oficial da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Por FSSPX | Tradução: FratresInUnum.com: No final da reunião dos Superiores Maiores da Fraternidade São Pio X, que foi realizada na Suíça, entre os dias 25 a 28 de junho de 2016, o Superior Geral fez o seguinte comunicado:

O propósito da Fraternidade São Pio X é principalmente a formação de sacerdotes, condição essencial para a renovação da Igreja e para a restauração da sociedade.

Em meio à grande e dolorosa confusão que atualmente reina na Igreja, a proclamação da doutrina católica exige a denúncia de erros que penetraram em seu seio e, infelizmente, são encorajados por um grande número de pastores, incluindo o próprio Papa.

A Fraternidade São Pio X, no presente estado de grave necessidade, que lhe dá o direito e o dever de administrar o auxílio espiritual para as almas que se voltam para ela, não busca primariamente o reconhecimento canônico a que tem direito enquanto obra católica. Ela tem apenas um desejo: fielmente levar a luz da Tradição bimilenar que mostra a única rota a seguir nesta época de escuridão na qual o culto do homem substitui o culto a Deus, tanto na sociedade como na Igreja.

A “restauração de todas as coisas em Cristo” almejada por São Pio X, seguindo São Paulo (cf. Ep.h 1:10), não pode acontecer sem o apoio de um Papa que concretamente favoreça o retorno à Sagrada Tradição. Enquanto esperamos por esse dia abençoado, a Fraternidade São Pio X tem a intenção de redobrar os seus esforços para estabelecer e difundir, com os meios que a Providência Divina nos dá, o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Fraternidade São Pio X reza e faz penitência pelo Papa, para que ele possa ter a força de proclamar a Fé Católica e a moral em sua totalidade. Desta forma, ele apressará o triunfo do Coração Imaculado de Maria, o que sinceramente desejamos que aconteça na medida em que vamos nos aproximando do centenário das aparições em Fátima.

Dom Bernard Fellay, Superior Geral da Sociedade de São Pio X

Ecône, 29 de junho de 2016

Festa de São Pedro e São Paulo

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1 junho, 2016

Dom Bernard Fellay, superior da FSSPX: Pouco a pouco, Roma nos está dando tudo o que precisamos para a reconciliação.

Em uma longa entrevista ao Register [ver vídeos legendados aqui], o líder da Fraternidade Sacerdotal tradicionalista detalha como Papa Francisco abriu a porta para a plena integração da FSSPX à Igreja.

Por Edward Pentin, National Catholic Register, 19 de maio de 2016 | Tradução: FratresInUnum.comMenzingen, Suíça – A reconciliação entre a Fraternidade São Pio X e Roma parece ser iminente, já que o principal obstáculo – oposição a certos aspectos do Concílio Vaticano II – não mais seria uma causa para uma separação contínua da Igreja.

Dom Bernard Fellay

Dom Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade São Pio X.

Dom Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade São Pio X, disse ao Register no dia 13 de maio que ele está “persuadido, pelo menos em parte, de uma abordagem diferente”, segundo a qual ele acredita que o Papa Francisco está colocando menos peso sobre o Concílio e mais ênfase em “salvar almas e encontrar uma maneira de fazê-lo”.

Essa mensagem foi reforçada esta semana quando o próprio Papa Francisco sugeriu que uma reconciliação poderia estar próxima, ao declarar ao jornal católico francês La Croix, em 16 de maio, que os membros da FSSPX são “católicos a caminho da plena comunhão” e que um “bom diálogo e um bom trabalho estão em andamento”.

De acordo com Dom Fellay, o Vaticano está dizendo à Fraternidade, por meio de palavras cheias de nuances, que agora é possível questionar os ensinamentos do Concílio sobre a liberdade religiosa, o ecumenismo e a reforma litúrgica “e permanecer católicos”.

“Isso significa, também, que os critérios que eles impõem sobre nós, para provarmos para eles que somos católicos, não mais serão necessários , disse ele. “Isso, para nós, seria muito importante”.

Em 1970, o Arcebispo Marcel Lefebvre, dos Padres do Espírito Santo, fundou a fraternidade internacional para formar e apoiar sacerdotes destinados a espalhar a fé católica pelo mundo inteiro.

Mas a sua oposição a alguns ensinamentos do Concílio Vaticano II no tocante ao ecumenismo, a liberdade religiosa e aspectos da reforma litúrgica veio à tona em 1988, quando Dom Lefebvre sagrou quatro bispos em 1988 contra a vontade expressa do Papa João Paulo II. Todos os cinco incorreram em excomunhão automática, e a fraternidade permaneceu em uma situação canonicamente irregular desde então.

Dom Lefebvre morreu em 1991 e o Vaticano e a FSSPX começaram a trabalhar por uma reconciliação desde o ano 2000.

Bento XVI procurou melhorar as relações, em primeiro lugar, em 2007, confirmando que os sacerdotes podem celebrar a missa em latim segundo o Missal Romano de 1962 (oficialmente chamado de forma extraordinária da Liturgia) e salientando que ele jamais havia sido revogado, e em seguida anulando as excomunhões dos quatro bispos vivos da FSSPX em 2009.

Ele também abriu colóquios de reconciliação formais com a FSSPX em 2011, mas tais colóquios posteriormente fracassaram porque o Vaticano, aparentemente em contraste com os próprios desejos de Bento XVI, elevou suas exigências sobre a questão central: que a fraternidade deveria aceitar a validade de todos os ensinamentos do Concílio, incluindo os textos sobre liberdade religiosa e direitos humanos, que a FSSPX rejeita como erros teológicos.

A última inovadora e surpreendente concessão sobre esta questão tem, portanto, o poder de trazer a FSSPX à beira da regularização,  que segundo algumas fontes, poderá acontecer em questão de semanas ou meses.

Papa Francisco recebeu Dom Fellay, pela primeira vez em audiência privada no mês passado, sinalizando uma intenção clara da parte do Santo Padre, o qual deseja que a fraternidade seja regularizada. “Dom Fellay é um homem com quem se pode dialogar “, disse Francisco ao La Croix.

O Papa também anunciou que confissões da FSSPX seriam válidas e lícitas tanto durante como após o Ano Jubilar da Misericórdia. Até então, Roma as considerava como inválidas porque faltava-lhes a jurisdição necessária.

Acredita-se agora que a FSSPX está com um rascunho de um acordo do Vaticano para assinar e formalizar a regularização, mas quer ter certeza de que tem garantias seguras. “A bola está na quadra deles”, disse uma fonte do Vaticano ao Register do dia 12 de maio. “Queremos que eles a toquem pra frente.”

A mensagem de Menzingen

Dom Fellay sentou-se para uma longa entrevista com o Register numa chuvosa e tempestuosa sexta-feira de maio, festa de Nossa Senhora de Fátima, na Casa Geral da FSSPX em Menzingen, perto de Zurique, Suíça.

O edifício modesto, uma ex-pousada suíça, cercada por campos agrícolas ao sopé dos Alpes, está passando por uma reforma. Cerca de 25 padres e freiras vivem lá; e devido às abundantes vocações da FSSPX, eles estão contemplando a busca por instalações maiores em breve. Em uma mesa repousa um jarro de estanho único, rodeado por várias pequenas canecas, cada uma gravada com um momento chave da vida de Dom Lefebvre.

Apesar de uma agenda lotada e cansativa marcada por longas viagens, Dom Fellay chegou de bom humor e falou livre e abertamente em inglês. Ele está bem ciente do quão surpreendente e estranho parece ser o fato de que uma reconciliação estaria tão perto, sob o pontificado de um papa considerado como sendo muito mais preocupado com outros assuntos.

“[A situação] é realmente paradoxal, porque nós não mudamos nada, e nós continuamos a denunciar o que está acontecendo”, disse ele. “No entanto, você vê esse movimento a nosso favor, dentro de Roma.” Ele disse que tem notado que quanto mais tempo as negociações tomam, mais leniente Roma se torna.”

Mas ele também observou duas abordagens diferentes em Roma para a questão da FSSPX. “Temos de distinguir a posição do Papa, que é uma coisa, e, em seguida, a posição do CDF”, explicou ele, fazendo referência ao órgão doutrinário do Vaticano, a Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal Gerhard Müller, que está oferecendo maiores concessões para a regularização. “Eles não têm a mesma abordagem, mas têm a mesma conclusão, que é: vamos acabar com o problema dando o reconhecimento para a fraternidade”.

De acordo com o líder da FSSPX, a Congregação para a Doutrina da Fé tem uma “nova perspectiva” sobre a fraternidade, e, contrariamente às observações feitas pelo cardeal Müller em 2014, ele já não vê o grupo como cismático.

“Isso significa que os pontos que nós defendemos não tocam naqueles pontos que separariam a fraternidade da Igreja, quer seja no nível do cisma ou pior, quer seja no nível de heresia, contra a fé”, disse Dom Fellay. “Eles [CDF] ainda estimam que algo deveria ser esclarecido sobre a questão da percepção do que é o magistério. Mas nós alegamos que são eles que o fazem confuso”.

Em uma entrevista à Zenit, em fevereiro, Dom Guido Pozzo, secretário da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, encarregado da regularização da FSSPX, disse que a Santa Sé quer mais “esclarecimentos” sobre as críticas da Fraternidade ao Concílio, mas isso poderia ter lugar “mesmo depois da plena reconciliação.” Ele disse que a FSSPX deve também afastar-se de “confrontos polêmicos e antagônicos.” Uma fonte do Vaticano revelou que a Fraternidade já “baixou o tom em alguns de seus escritos, entrevistas e publicações”.

Confirmando o que fontes em Roma disseram ao Register, Dom Fellay implicitamente deixou claro que é o Vaticano que se aproximou da FSSPX, em vez do contrário, mesmo porque a Fraternidade vê a reconciliação como um direito e porque seria uma “injustiça não dá-la a nós”. De acordo com o líder do grupo, o Arcebispo Lefebvre nunca quis romper com Roma, e a Fraternidade sempre insistiu que nunca estiveram em cisma.

Dom Fellay disse que alguns no Vaticano vêem a FSSPX como vindo para o “resgate” da Igreja e por outros como vindo em auxílio da Igreja e revelou que isso é mencionado no documento de conciliação que lhes fora oferecido para assinar. Uma fonte informou disse que Roma está dando à fraternidade “tudo” o que precisam para a plena reconciliação.

Mas alguns ligados à FSSPX – incluindo o ex-bispo da FSSPX Richard Williamson, que foi expulso da fraternidade em 2012, alegadamente por ter semeado dissidência dentro da FSSPX e aconselhado contra a reconciliação com o Vaticano – acusam Dom Fellay de estar buscando a reconciliação a qualquer custo e com isso a fraternidade corre o risco de ficar sob a influência do que o bispo Williamson chama de “loucos modernistas” que ocupam o Vaticano.

Dom Fellay rejeita essa posição como “totalmente errada”, insistindo: “Nós não vamos fazer concessões que firam a fé ou a disciplina da Igreja”. Em vez disso, declarou: “estamos pedindo de Roma garantias de que nós podemos continuar da forma como fazemos”.

“Roma está, pouco a pouco, concedendo o que vemos como uma necessidade e o que eles começam a ver como uma necessidade, dada a situação da Igreja”, disse ele.

Uma prelazia pessoal semelhante à do Opus Dei seria a estrutura canônica mais provável e, já com relação à questão sensível das nomeações episcopais, a FSSPX concordou que seja o Papa a escolher um candidato de uma lista de três candidatos propostos pela Fraternidade.

Dom Fellay disse que o Papa Francisco o deixa perplexo mas que é alguém com quem ele pode finalmente lidar a nível pessoal. “O modo normal de julgar alguém é decorrente de suas ações e concluir que ele está agindo assim porque é assim que ele pensa”, explicou. “Com o atual Papa, você fica totalmente confuso, porque um dia ele faz ou diz alguma coisa e no dia seguinte ele faz ou diz, quase o contrário.”

Diálogo com o Papa Francisco

Mas o franco-suiço líder da FSSPX aprendeu a se comunicar com este Papa, reconhecendo que Francisco muitas vezes parece ver a doutrina como um obstáculo para levar as pessoas até Jesus. Para o Papa, disse Dom Fellay: “o que é importante é a vida, é a pessoa, e assim ele tenta olhar para a pessoa, e é nisso, se assim posso dizer, é que ele é muito humano.”

Quanto aos motivos do Papa, Fellay acredita que Francisco é alguém que quer ver todos salvos, assim “como alguém que trabalha com resgate, ele desamarra a corda, que é a sua segurança, e colocar-se em uma situação de risco para tentar chegar às outras pessoas”, e “que é provavelmente o que ele está fazendo com a gente”.

Ao ser perguntado se ele achava que as condenações frequentes do Papa contra os “doutores da lei” e “fundamentalistas” foram parcialmente dirigidas a ele e à Fraternidade, ele riu, dizendo que as pessoas em Roma lhe disseram que nem eles mesmos sabem a quem o Papa se refere. “A resposta que mais obtive foi “os conservadores americanos”! Ele riu. “Então, realmente, francamente, eu não sei.”

No tocante à visão geral do Papa em relação à FSSPX, Dom Fellay falou que a sua familiaridade com a FSSPX em Buenos Aires ajuda. Na verdade, em sua entrevista com La Croix, Francisco disse que “muitas vezes falou” com os membros da FSSPX em Buenos Aires. “Eles me cumprimentavam, me pediam de joelhos uma bênção”, disse Francisco.

O Papa vê que “nós nos preocupamos com as pessoas”, disse o Bispo Fellay.

“Certamente ele não concorda com a gente sobre estes pontos do Concílio, que estamos atacando. Definitivamente, ele não concorda. Mas, para ele, como a doutrina não é tão importante – e sim o homem, as pessoas, que são importantes – então já demos prova suficiente de que somos Católicos”.

“Ele vê que somos genuínos – ponto final”, afirmou Dom Fellay. “Ele certamente vê as coisas em nós com as quais discorda, coisas que ele gostaria de ver-nos mudar, mas para ele, isso não é o que é importante. O que é importante é amar a Jesus, e só isso”.

Preocupações internas
Dom Fellay falou antes de sua preocupação de que a fraternidade poderia “se desintegrar,” ao invés de ser “integrada”, caso venha a ser regularizada. Será então que ele teme que o Papa pode estar cortejando-os com  uma “plena comunhão”, a fim de neutralizá-los?
“Essa não é sua perspectiva”, disse ele. “Eu diria o contrário. Ele seria alguém que vê vantagem em criar controvérsia… Assim eu preferiria vê-lo como alguém querendo que sejamos nós a controvérsia para provocar e criar uma nova situação, a qual talvez, de uma forma hegeliana, traria uma situação melhor. Claro, somos contra uma tal abordagem dialética, mas poderia ser isso”.

Ainda assim, a FSSPX está tentando inserir garantias de sua identidade em qualquer acordo com Roma. E sentem-se confiantes de que podem continuar a criticar a Igreja pós-conciliar e o Concílio se for necessário, em grande parte porque muitas outras vozes agora estão fazendo o mesmo. “Vamos manter a urgência de fazer correções, e eu diria que, em parte, eles [Roma] estão começando a reconhecer essa urgência”, disse o Bispo Fellay.

E se estas “correções” não vierem? “Bem, nós vamos ser pacientes”, disse ele, antes de abrir um largo sorriso. “Elas virão.”

Mas, dadas as preocupações expressas sobre aspectos da Igreja pós-conciliar de hoje, com destaque para a recente controvérsia sobre a Exortação Apostólica Amoris Laetitia, a FSSPX pode ter certeza do apoio dos fiéis da FSSPX para a reconciliação?

Esta parece ser uma das incógnitas mais significativas e um grande desafio para a Fraternidade. “Vai ser uma grande tarefa, e vai levar tempo para sermos capazes de fazer com que os fiéis compreendam esta nova fase na história da Igreja, esta nova realidade,” Dom Fellay concedeu. Mas, acrescentou, “não avançar porque as coisas estão ruins de maneira alguma é o que Deus, Nosso Senhor, está solicitando de Seus apóstolos.”

“Eu vejo isso como um passo”

Dom Fellay é mais seguro sobre a situação da Igreja, que ele vê como inevitavelmente se agravando:

“A situação da Igreja, quando olhamos agora, vai se transformar em uma situação realmente muito confusa”, disse ele, acrescentando que “todos os católicos” devem fazer a sua parte para fortalecer a Igreja. A regularização canônica da Fraternidade não será uma solução, afirmou, porque o problema “está na Igreja” e no que está acontecendo agora, “que é a confusão em todos os níveis, moral e doutrinário.”

Então será que ele vê a mão estendida do Vaticano como uma recompensa por tudo pelo que a FSSPX  lutou e defendeu ao longo das últimas décadas?

“Eu vejo isso como um passo”, disse Dom Fellay: “o que prova o quão certos estivemos e que de maneira alguma significa o fim”.

Edward Pentin é correspondente em Roma do Register.