Posts tagged ‘IPCO’

31 outubro, 2020

IPCO: Urgente apelo para resistir à traição e ruína do Ocidente.

FratresInUnum.com, 31 de outubro de 2020O Instituto Plínio Corrêa de Oliveira acaba de publicar uma conclamação à resistência diante do grave momento pelo qual passa a civilização ocidental, especialissimamente agravada pela crise abismal que atravessa a Santa Igreja Católica.

O documento está dividido em quatro partes: 

  1. Em primeiro lugar, analisa o momento atual, em que a crise sanitária e as agitações revolucionárias que eclodiram em diversas partes ameaçam a estabilidade das sociedades ocidentais, incitando a radicalismos mais acentuados que, além de desordens morais inaceitáveis, podem ocasionar perturbações cada vez maiores, sem excluírem-se guerras civis.
  2. Em face a este panorama desolador, percebe-se na população uma preocupante perplexidade, um “trauma coletivo” e uma crise de confiança generalizada.
  3. Ao invés de responder a estas necessidades acerbas dos povos apresentando-lhes a resposta sobrenatural da fé católica, com vista a retirar o ocidente desta lama em que se meteu pelo pecado e pelo secularismo, a Igreja resolveu seguir o caminho oposto, adaptando-se a toda a agenda revolucionária. O documento analisa fatos recentes: as declarações de Francisco I em favor das “uniões civis de pessoas homossexuais”, o igualitarismo e multiculturalismo da encíclica “Fratelli tutti”, o globalismo dos pactos econômico e educacional promovidos por Francisco I, o tribalismo da Exortação “Querida Amazônia” e a passividade da hierarquia diante das medidas draconianas dos governos durante a epidemia do vírus chinês.
  4. Por fim, diante de resposta tão inadequada da hierarquia católica, o IPCO e todas as entidades co-irmãs em diferentes lugars do mundo lançam um brado que já não pode mais ser ignorado: RESISTÊNCIA! É hora de nós, católicos, resistirmos a tudo isso de uma maneira ativa, enérgica e responsável.

O documento reproduz as palavras que seu inspirador, o militante católico Dr. Plínio Corrêa de Oliveira escreveu em 1974, diante da política de distensão do Vaticano com o regime soviético:

«Neste ato filial, dizemos ao Pastor dos Pastores: Nossa alma é Vossa, nossa vida é Vossa. Mandai-nos o que quiserdes. Só não nos mandeis que cruzemos os braços diante do lobo vermelho que investe. A isto nossa consciência se opõe.

Sim, Santo Padre – continuamos – São Pedro nos ensina que é necessário “obedecer a Deus antes que aos homens” (At. V, 29). Sois assistido pelo Espírito Santo e até confortado – nas condições definidas pelo Vaticano I – pelo privilégio da infalibilidade. O que não impede que em certas matérias ou circunstâncias a fraqueza a que estão sujeitos todos os homens possa influenciar e até determinar Vossa atuação. Uma dessas é – talvez por excelência – a diplomacia. E aqui se situa a Vossa política de distensão com os governos comunistas.

Aí o que fazer? As laudas da presente declaração seriam insuficientes para conter o elenco de todos os Padres da Igreja, Doutores, moralistas e canonistas – muitos deles elevados à honra dos altares – que afirmam a legitimidade da resistência. Uma resistência que não é separação, não é revolta, não é acrimônia, não é irreverência. Pelo contrário, é fidelidade, é união, é amor, é submissão».

Convidamos todos os nossos leitores a lerem a declaração do IPCO e a divulgarem amplamente entre todos os seus familiares, amigos e conhecidos. É hora de reagirmos. Não podemos ficar parados diante do desmonte da Civilização Cristã!

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6 agosto, 2020

Excelências: Chegou a hora de virar a página da Teologia da Libertação!

Carta Aberta do IPCO ao Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

“Errar é humano, mas perseverar no erro por arrogância é diabólico” (Santo Agostinho)

Segundo notícias de imprensa, o Conselho Permanente da CNBB irá discutir, no dia 5 de agosto, a “Carta ao Povo de Deus”, vazada para uma colunista da Folha de S. Paulo e assinada presumidamente por 152 bispos.

A carta é um forte ataque ao atual Governo, baseado muito mais em uma posição ideológica de esquerda do que na doutrina social da Igreja.

Os primeiros nomes dos signatários, que se tornaram públicos, são representativos de uma corrente episcopal cuja doutrina claramente inspirou a redação do documento. São prelados de ascendência alemã, hoje aposentados, que vibraram na sua juventude com a revolução marxista promovida pelos corifeus da Teologia da Libertação. Após o colapso da URSS, esses prelados – e outros da mesma corrente ideológica – se reciclaram com as utopias ambientalistas e indigenistas e, em outubro passado, promoveram o escandaloso culto à Pachamama nos jardins do Vaticano.

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11 outubro, 2019

Sínodo da Amazônia: ameaça à soberania do Brasil e retorno ao primitivismo.

Príncipe Imperial do Brasil denuncia a histeria sobre a Amazônia como ‘a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país’. 

Por Church Militant, 9 de outubro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – Membros da família real brasileira, autoridades políticas e líderes tribais condenaram o “politicamente tendenciosos” Sínodo da Amazônia, como “desproporcional em relação à realidade e aos fatos objetivos” e uma “doutrinação” impulsionando os indígenas a “permanecer em seu estado primitivo”.

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Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Esta é a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país, é uma máquina de mentiras”, Sua Alteza Imperial, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança afirmou em um vídeo publicado em seu canal oficial. “A Amazônia brasileira não está sob ameaça”.

“O Sínodo não é proporcional à realidade ou aos fatos objetivos”, o princípe católico tradicionalista afirmou em um contra-sínodo realizado em Roma, no sábado.

O descendente do imperador Dom Pedro II desmascarou o mito inventado pelos padres sinodais de que os “índios da floresta devem ser protegidos, porque eles são puros, de modo que não sejam contaminados pelo capitalismo, egoísmo e desejo de lucro”.

“Isso é o contrário do que os verdadeiros índios desejam”, Sua Alteza disse na conferência intitulada “Amazônia: os interesses”, promovida pelo Instituto Plinio Correa de Oliveira, parte [proveniente] do movimento brasileiro Tradição, Família e Propriedade.

“Somos contrários ao comunismo e queremos evitá-lo em nossa pátria. Eu respeito este Papa, rezo por ele, mas a missão da Igreja é salvar almas” e não politizar o debate sobre o clima e a Amazônia, afirmou Dom Bertrand, que escreveu o popular livro em português Psicose Ambientalista, expondo o alarmismo climático.

“A maior parte dos índios brasileiros já são integrados”, afirmou. “Os [progressistas] querem mantê-los na escravidão. A teologia da libertação traz muitos males para o Brasil”.

Padre Jônatas Bragatto, chanceler do Círculo Monárquico brasileiro no Reino Unido, declarou à Church Militant que o Sínodo da Amazônia é uma ameçada globalista de esquerda à soberania do Brasil e que o Príncipe Bertrand, os generais das forças armadas e as autoridades do governo têm levantado essas preocupações há meses, sendo apenas ignorados pela mídia.

“Há grande preocupação em relação à soberania nacional quando a Igreja está sendo usada como instrumento de partidos corruptos de esquerda para impor sua agenda totalitária no Sínodo”, observou Bragatto.

“Eu apoio totalmente o trabalho da família imperial e o que eles têm feito pela fé Católica e pela soberania do Brasil”, acrescentou o missionário do Reino Unido.

Enquanto isso, falando no contra-sínodo, Jonas Marcolino Macuxí, chefe da tribo Macuxi, observou que uma “ditadura” dos missionários ensinando a teologia da libertação buscou impedir o desenvolvimento na região, deixando, assim, o povo indígena na pobreza e miséria.

Criticando a narrativa do “primitivismo”, Marcolino descreveu como o canibalismo e o infanticídio eram ambos parte da cultura tribal religiosa que o Sínodo da Amazônia está exaltando como virtuosa.

“O canibalismo acabou, mas não a matança de bebês”, afirmou.

“De acordo com as religiões tradicionais, quando uma criança nasce com um defeito, é enterrada viva, e isso continua a acontecer”, ele explicou. “Essas coisas estavam acabando; mas, agora, com a idéia de que se deve voltar ao primitivismo, elas continuam”.

“Os teólogos da libertação estão promovendo a ideia de que os índios que ainda vivem de maneira primitiva são muito felizes, vivendo em um paraíso, etc”, continuou. “Eles querem promover essa idéia a todo mundo. Mas isso não é verdade. É falso. Não estamos vivendo em um paraíso. É uma vida muito difícil; as pessoas têm insetos em toda parte, morcegos em casa”.

Ele continuou lamentando a situação econômica: “Deveriam nos permitir desenvolver nossa economia, porque a região é muito rica. Todos os recursos naturais estão lá. Mas, nas reservas indígenas, não podemos tocá-las, e isso em detrimento do povo que vive lá”.

Antes, o General Eduardo Villas Boas, ex-comandante do exército brasileiro, afirmou que o Sínodo da Amazônia é “politicamente tendencioso” e “pautado por uma série de dados distorcidos que não correspondem à realidade do que ocorre na Amazônia”.

Villas Boas, atualmente conselheiro do Gabite de Segurança Institucional da presidência na gestão conservadora de Jairo Bolsonaro, expressou preocupação com o que pode sair no relatório final do Sínodo da Amazônia: “Agora, sejamos claros: não admitiremos interferência em assuntos internos de nosso país”.

“Mas estamos preocupados com as resoluções do Sínodo, que poderiam levar à interferência (com assuntos da soberania nacional)”, afirmou.

A autoridade das forças armadas dispensou a romantização dos povos tribais.

“A idéia de que colocar uma redoma sobre as comunidades indígenas promoverá a preservação de suas culturas não é verdadeira, pois os índios sentem que lhes é negada a possibilidade de evoluir”, declarou. “Eu nunca fui a uma aldeia sem receber dos índios uma lista de pedidos por eletricidade, internet, saúde, escola e atividades econômicas para apoiá-los”.

1 março, 2018

IPCO escreve carta de apoio ao Cardeal Zen.

Fonte: ABIM

Eminentíssimo Senhor

Cardeal Joseph Zen Ze-kiun

Hong Kong – China

Eminência Reverendíssima

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, associação cívica continuadora da obra do insigne professor cujo nome ostenta, e associações autônomas e coirmãs nos cinco continentes, dedicam-se a defender os valores fundamentais da Civilização Cristã. Seus diretores, membros e simpatizantes são católicos apostólicos romanos que combatem as investidas do comunismo e do socialismo.

cardeal-zen-china

A posição fundamentalmente anticomunista que resulta das convicções católicas dos membros de nossas organizações ficou revigorada pela heroica resistência da “Igreja clandestina” chinesa fiel a Roma. Seus bispos, sacerdotes e milhões de católicos recusam a se submeter à assim chamada Igreja Patriótica, cismática em relação a Roma e inteiramente submissa ao poder central de Pequim.

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2 agosto, 2016

Amoris laetitia: Pronunciamento do IPCO – Apelo aos bispos, aos sacerdotes e movimentos de leigos silenciosos.

Pronunciamento do IPCO demonstra as graves consequências do documento pós sinodal Amoris laetitia.

Apelo aos bispos, aos sacerdotes e aos movimentos de leigos silenciosos

Por Instituto Plinio Corrêa de Oliveira: Face às sérias reservas e objeções apresentadas por personalidades da Igreja e do laicato católico à Exortação Apostólica Amoris Laetitia (AL), e dada a crescente confusão que esse documento vem semeando nos espíritos em temas de moral familiar, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) julgou seu dever se pronunciar publicamente a respeito. No dia 16 de julho, festa de Nossa Senhora do Carmo, ele emitiu uma declaração pública sob o título acima.

Integrado por leigos católicos, o Instituto tem-se empenhado desde sua fundação na defesa da instituição da família, alvo central da ofensiva revolucionária no século XXI.

O documento lembra os quase novecentos mil católicos do mundo todo, incluindo Cardeais, Arcebispos e Bispos, que enviaram ao Papa Francisco umaFilial Súplica, na qual Lhe pediam respeitosamente que não permitisse “a relativização do próprio ensinamento de Jesus Cristo” no tocante à família. Após a publicação de Amoris laetitia esse escol da população católica mundial só experimentou o gosto amargo da decepção. O Papa Francisco, tão pródigo em receber e afagar acatólicos e até anticatólicos do mundo todo, não teve sequer uma palavra para essa porção de seu rebanho.

Leia o Documento completo aqui.

Grave ruptura com o ensinamento da Igreja – Relativização do Decálogo

Caberia esperar que um documento pontifício dedicado à família advertisse sobre essa gravíssima situação em que ela se encontra. Mas, pelo contrário, na AL se encontra uma indissimulada mudança fundamental na prática pastoral relativa aos chamados “casais irregulares”, e em particular os divorciados ditos “recasados”, permitindo que sejam absolvidos na confissão e recebam a Sagrada Comunhão, com a única ressalva de que seja “caso a caso”, conforme o “discernimento” do sacerdote.

Autorizadas figuras da Igreja e do laicato têm denunciado que tal mudança não é apenas disciplinar, mas implica grave ruptura com o ensinamento tradicional da Igreja. E pedem, portanto, a revogação da AL, pedido com o qual o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira se solidariza, fundamentadamente. Isso se dá enquanto eclesiásticos progressistas aplaudem calorosamente a AL. O cardeal Cristoph Schönborn, ao apresentar oficialmente o texto, regozijou-se porque este “supera” a divisão — que ele julga “artificial”— entre uniões ditas regulares e irregulares, ou seja, lícitas e pecaminosas.

De fato, conforme as circunstâncias, o concubinato e o adultério (a AL evita as palavras, mas o sentido é claro) poderiam até constituir para a AL uma “doação” a Deus!; e nessas situações de pecado haveria inclusive “sinais de amor” que “refletem de algum modo o amor de Deus”. Com essa linguagem insidiosa, não apenas perdem sua validade prática o 6° e o 9° Mandamentos (“Não cometerás adultério” e “Não desejarás a mulher do teu próximo”), mas é toda a ordem natural e divina sintetizada no Decálogo que fica relativizada, em nome de uma apreciação subjetiva das circunstâncias.

Um novo modelo familiar anti-hierárquico

Gravemente questionável é também o modelo “comunitário” de família proposto pela AL, que abunda em alusões negativistas e depreciativas à família tradicional baseada na autoridade paterna, enquanto apresenta a figura idílica de um modelo familiar igualitário, que despoja o marido de sua função de chefe de família e dilui o princípio de autoridade.

Inclusive desvaloriza o preceito de São Paulo, “as mulheres sejam submissas a seus maridos” (Ef. 5: 22), aduzindo ser uma mera “roupagem cultural” da época. E nisto se contrapõe à doutrina católica magistralmente exposta na Encíclica Casti Connubi de Pio XI, que ensina ser imutável a ordem hierárquica na família.

Leia o Documento na íntegra aqui.

Evolucionismo antropológico – inversão da ordem nas finalidades do casamento

Tanto a relativização do adultério quanto o novo paradigma familiar preconizado pela AL se justificariam por uma suposta “mudança antropológica” que estaria a requerer “soluções mais inculturadas”, conforme o grau evolutivo dessa mudança em cada lugar. O cardeal Kasper, principal inspirador da AL, traz exemplos dessa “inculturação”, nos quais o sentimentalismo e o subjetivismo erigem-se em critério para admitir divorciados “recasados” aos Sacramentos.

Afastando-se do modelo tradicional e institucional do matrimônio e aproximando-se do modelo individualista contemporâneo, no qual o vínculo matrimonial fica reduzido a um mero reconhecimento social e legal do afeto mútuo do casal, a AL consagra uma radical inversão na hierarquia dos fins do matrimônio, ao sustentar que este seria “em primeiro lugar”, uma “comunidade da vida e do amor conjugal”. Esta afirmação contradiz frontalmente o claro ensinamento da Igreja, magistralmente recapitulado por Pio XII no seu famoso discurso sobre o Apostolado das Parteiras, de 29 de outubro de 1951, de que o casamento “tem por fim primeiro e íntimo, não o aperfeiçoamento pessoal dos esposos, mas sim a procriação e a educação da nova vida. Os outros fins, embora sendo igualmente queridos pela natureza, … lhe são essencialmente subordinados”.

Nesse sentido, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz notar que, ao se rebaixar a finalidade procriativa do casamento a um segundo lugar e dar a primazia ao “compromisso público de amor”, até os indivíduos LGBT poderão alegar que eles também se “amam”, e reclamar assim um status matrimonial!

Legítima e respeitosa resistência – Apelo aos Prelados silenciosos

Em conclusão de sua pormenorizada e documentada análise, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira assinala que, ante um texto tão próprio a desorientar os fiéis e a diluir neles a adesão aos ensinamentos morais da Igreja, “por um dever de consciência e com todo o respeito que merecem a investidura e a pessoa do Sumo Pontífice, vemo-nos obrigados a externar publicamente os graves reparos que o documento suscita em nós”, e “dizer lealmente ao Papa Francisco que não podemos em consciência aceitar os enunciados, a disciplina sacramental e as propostas pastorais da Amoris laetitia que vimos questionando aqui”.

Ao dar este passo de “legítima e respeitosa resistência” aos pontos da AL conflitantes com a doutrina da Igreja, os membros do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sentem-se amparados no ensinamento de São Pedro, de que é preciso “obedecer a Deus antes que aos homens” (At. 5, 29); bem como no exemplo de São Paulo, que “resistiu em face” ao mesmo São Pedro (Gal. 2, 11), precisamente a propósito de erros disciplinares que este propunha; e também pelo Direito Canônico, que no cânon 212 § 3 consagra o direito, e por vezes o até dever, de expor respeitosamente a discordância da Autoridade eclesiástica. E acrescenta: “Pela similitude de situações, adotamos aqui a afirmação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na conclusão de seu famoso manifesto de Resistência à política de distensão do Vaticano com os governos comunistas: ‘Esta explicação se impunha. Ela tem o caráter de uma legítima defesa de nossas consciências de católicos’”.

É fato que entre os católicos, particularmente entre aqueles votados à defesa da vida e da família, cresce o descontentamento com “as iniciativas e os escritos controvertidos do Papa Francisco” em geral, e com a AL em particular. Mas nas fileiras do Episcopado mundial e do Clero, das Ordens e das instituições religiosas observa-se um sugestivo silêncio; que não é apenas um ausentar-se da luta, mas pode indicar também “a retidão de consciência daquele que evita empenhadamente a colaboração ativa com o mal”, inclusive sacrificando eventuais vantagens. 

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conclui instando aos Prelados e movimentos até aqui silenciosos a “dissipar a confusão doutrinária reinante”, e reafirmar “publicamente e por todos os meios ao seu alcance, os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja sobre a natureza divina e irreformável do matrimônio, seu caráter indissolúvel, à primazia da procriação sobre as demais finalidades do casamento, a estrutura hierárquica da família, e “a impossibilidade de se dar a absolvição sacramental e a Sagrada Comunhão aos que se obstinam em viver publicamente numa situação objetiva de pecado”

Leia o Documento na íntegra aqui.

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24 janeiro, 2013

Igreja Militante, eis o que somos!

Parabéns aos bravos jovens do IPCO que, com sua fortaleza e civilidade, escancararam ao Brasil a verdadeira face do movimento gay. E que isso sirva aos católicos de lição: é hora de despertar! Não, não somos meramente “igreja peregrina”, ou “povo de Deus a caminho” seja lá do que… Somos católicos, somos Igreja Militante!

Nossa solidariedade e orações ao Sr. Coutinho, alvo da pedrada covarde.