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11 outubro, 2019

Sínodo da Amazônia: ameaça à soberania do Brasil e retorno ao primitivismo.

Príncipe Imperial do Brasil denuncia a histeria sobre a Amazônia como ‘a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país’. 

Por Church Militant, 9 de outubro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – Membros da família real brasileira, autoridades políticas e líderes tribais condenaram o “politicamente tendenciosos” Sínodo da Amazônia, como “desproporcional em relação à realidade e aos fatos objetivos” e uma “doutrinação” impulsionando os indígenas a “permanecer em seu estado primitivo”.

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Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Esta é a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país, é uma máquina de mentiras”, Sua Alteza Imperial, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança afirmou em um vídeo publicado em seu canal oficial. “A Amazônia brasileira não está sob ameaça”.

“O Sínodo não é proporcional à realidade ou aos fatos objetivos”, o princípe católico tradicionalista afirmou em um contra-sínodo realizado em Roma, no sábado.

O descendente do imperador Dom Pedro II desmascarou o mito inventado pelos padres sinodais de que os “índios da floresta devem ser protegidos, porque eles são puros, de modo que não sejam contaminados pelo capitalismo, egoísmo e desejo de lucro”.

“Isso é o contrário do que os verdadeiros índios desejam”, Sua Alteza disse na conferência intitulada “Amazônia: os interesses”, promovida pelo Instituto Plinio Correa de Oliveira, parte [proveniente] do movimento brasileiro Tradição, Família e Propriedade.

“Somos contrários ao comunismo e queremos evitá-lo em nossa pátria. Eu respeito este Papa, rezo por ele, mas a missão da Igreja é salvar almas” e não politizar o debate sobre o clima e a Amazônia, afirmou Dom Bertrand, que escreveu o popular livro em português Psicose Ambientalista, expondo o alarmismo climático.

“A maior parte dos índios brasileiros já são integrados”, afirmou. “Os [progressistas] querem mantê-los na escravidão. A teologia da libertação traz muitos males para o Brasil”.

Padre Jônatas Bragatto, chanceler do Círculo Monárquico brasileiro no Reino Unido, declarou à Church Militant que o Sínodo da Amazônia é uma ameçada globalista de esquerda à soberania do Brasil e que o Príncipe Bertrand, os generais das forças armadas e as autoridades do governo têm levantado essas preocupações há meses, sendo apenas ignorados pela mídia.

“Há grande preocupação em relação à soberania nacional quando a Igreja está sendo usada como instrumento de partidos corruptos de esquerda para impor sua agenda totalitária no Sínodo”, observou Bragatto.

“Eu apoio totalmente o trabalho da família imperial e o que eles têm feito pela fé Católica e pela soberania do Brasil”, acrescentou o missionário do Reino Unido.

Enquanto isso, falando no contra-sínodo, Jonas Marcolino Macuxí, chefe da tribo Macuxi, observou que uma “ditadura” dos missionários ensinando a teologia da libertação buscou impedir o desenvolvimento na região, deixando, assim, o povo indígena na pobreza e miséria.

Criticando a narrativa do “primitivismo”, Marcolino descreveu como o canibalismo e o infanticídio eram ambos parte da cultura tribal religiosa que o Sínodo da Amazônia está exaltando como virtuosa.

“O canibalismo acabou, mas não a matança de bebês”, afirmou.

“De acordo com as religiões tradicionais, quando uma criança nasce com um defeito, é enterrada viva, e isso continua a acontecer”, ele explicou. “Essas coisas estavam acabando; mas, agora, com a idéia de que se deve voltar ao primitivismo, elas continuam”.

“Os teólogos da libertação estão promovendo a ideia de que os índios que ainda vivem de maneira primitiva são muito felizes, vivendo em um paraíso, etc”, continuou. “Eles querem promover essa idéia a todo mundo. Mas isso não é verdade. É falso. Não estamos vivendo em um paraíso. É uma vida muito difícil; as pessoas têm insetos em toda parte, morcegos em casa”.

Ele continuou lamentando a situação econômica: “Deveriam nos permitir desenvolver nossa economia, porque a região é muito rica. Todos os recursos naturais estão lá. Mas, nas reservas indígenas, não podemos tocá-las, e isso em detrimento do povo que vive lá”.

Antes, o General Eduardo Villas Boas, ex-comandante do exército brasileiro, afirmou que o Sínodo da Amazônia é “politicamente tendencioso” e “pautado por uma série de dados distorcidos que não correspondem à realidade do que ocorre na Amazônia”.

Villas Boas, atualmente conselheiro do Gabite de Segurança Institucional da presidência na gestão conservadora de Jairo Bolsonaro, expressou preocupação com o que pode sair no relatório final do Sínodo da Amazônia: “Agora, sejamos claros: não admitiremos interferência em assuntos internos de nosso país”.

“Mas estamos preocupados com as resoluções do Sínodo, que poderiam levar à interferência (com assuntos da soberania nacional)”, afirmou.

A autoridade das forças armadas dispensou a romantização dos povos tribais.

“A idéia de que colocar uma redoma sobre as comunidades indígenas promoverá a preservação de suas culturas não é verdadeira, pois os índios sentem que lhes é negada a possibilidade de evoluir”, declarou. “Eu nunca fui a uma aldeia sem receber dos índios uma lista de pedidos por eletricidade, internet, saúde, escola e atividades econômicas para apoiá-los”.

1 março, 2018

IPCO escreve carta de apoio ao Cardeal Zen.

Fonte: ABIM

Eminentíssimo Senhor

Cardeal Joseph Zen Ze-kiun

Hong Kong – China

Eminência Reverendíssima

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, associação cívica continuadora da obra do insigne professor cujo nome ostenta, e associações autônomas e coirmãs nos cinco continentes, dedicam-se a defender os valores fundamentais da Civilização Cristã. Seus diretores, membros e simpatizantes são católicos apostólicos romanos que combatem as investidas do comunismo e do socialismo.

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A posição fundamentalmente anticomunista que resulta das convicções católicas dos membros de nossas organizações ficou revigorada pela heroica resistência da “Igreja clandestina” chinesa fiel a Roma. Seus bispos, sacerdotes e milhões de católicos recusam a se submeter à assim chamada Igreja Patriótica, cismática em relação a Roma e inteiramente submissa ao poder central de Pequim.

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2 agosto, 2016

Amoris laetitia: Pronunciamento do IPCO – Apelo aos bispos, aos sacerdotes e movimentos de leigos silenciosos.

Pronunciamento do IPCO demonstra as graves consequências do documento pós sinodal Amoris laetitia.

Apelo aos bispos, aos sacerdotes e aos movimentos de leigos silenciosos

Por Instituto Plinio Corrêa de Oliveira: Face às sérias reservas e objeções apresentadas por personalidades da Igreja e do laicato católico à Exortação Apostólica Amoris Laetitia (AL), e dada a crescente confusão que esse documento vem semeando nos espíritos em temas de moral familiar, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) julgou seu dever se pronunciar publicamente a respeito. No dia 16 de julho, festa de Nossa Senhora do Carmo, ele emitiu uma declaração pública sob o título acima.

Integrado por leigos católicos, o Instituto tem-se empenhado desde sua fundação na defesa da instituição da família, alvo central da ofensiva revolucionária no século XXI.

O documento lembra os quase novecentos mil católicos do mundo todo, incluindo Cardeais, Arcebispos e Bispos, que enviaram ao Papa Francisco umaFilial Súplica, na qual Lhe pediam respeitosamente que não permitisse “a relativização do próprio ensinamento de Jesus Cristo” no tocante à família. Após a publicação de Amoris laetitia esse escol da população católica mundial só experimentou o gosto amargo da decepção. O Papa Francisco, tão pródigo em receber e afagar acatólicos e até anticatólicos do mundo todo, não teve sequer uma palavra para essa porção de seu rebanho.

Leia o Documento completo aqui.

Grave ruptura com o ensinamento da Igreja – Relativização do Decálogo

Caberia esperar que um documento pontifício dedicado à família advertisse sobre essa gravíssima situação em que ela se encontra. Mas, pelo contrário, na AL se encontra uma indissimulada mudança fundamental na prática pastoral relativa aos chamados “casais irregulares”, e em particular os divorciados ditos “recasados”, permitindo que sejam absolvidos na confissão e recebam a Sagrada Comunhão, com a única ressalva de que seja “caso a caso”, conforme o “discernimento” do sacerdote.

Autorizadas figuras da Igreja e do laicato têm denunciado que tal mudança não é apenas disciplinar, mas implica grave ruptura com o ensinamento tradicional da Igreja. E pedem, portanto, a revogação da AL, pedido com o qual o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira se solidariza, fundamentadamente. Isso se dá enquanto eclesiásticos progressistas aplaudem calorosamente a AL. O cardeal Cristoph Schönborn, ao apresentar oficialmente o texto, regozijou-se porque este “supera” a divisão — que ele julga “artificial”— entre uniões ditas regulares e irregulares, ou seja, lícitas e pecaminosas.

De fato, conforme as circunstâncias, o concubinato e o adultério (a AL evita as palavras, mas o sentido é claro) poderiam até constituir para a AL uma “doação” a Deus!; e nessas situações de pecado haveria inclusive “sinais de amor” que “refletem de algum modo o amor de Deus”. Com essa linguagem insidiosa, não apenas perdem sua validade prática o 6° e o 9° Mandamentos (“Não cometerás adultério” e “Não desejarás a mulher do teu próximo”), mas é toda a ordem natural e divina sintetizada no Decálogo que fica relativizada, em nome de uma apreciação subjetiva das circunstâncias.

Um novo modelo familiar anti-hierárquico

Gravemente questionável é também o modelo “comunitário” de família proposto pela AL, que abunda em alusões negativistas e depreciativas à família tradicional baseada na autoridade paterna, enquanto apresenta a figura idílica de um modelo familiar igualitário, que despoja o marido de sua função de chefe de família e dilui o princípio de autoridade.

Inclusive desvaloriza o preceito de São Paulo, “as mulheres sejam submissas a seus maridos” (Ef. 5: 22), aduzindo ser uma mera “roupagem cultural” da época. E nisto se contrapõe à doutrina católica magistralmente exposta na Encíclica Casti Connubi de Pio XI, que ensina ser imutável a ordem hierárquica na família.

Leia o Documento na íntegra aqui.

Evolucionismo antropológico – inversão da ordem nas finalidades do casamento

Tanto a relativização do adultério quanto o novo paradigma familiar preconizado pela AL se justificariam por uma suposta “mudança antropológica” que estaria a requerer “soluções mais inculturadas”, conforme o grau evolutivo dessa mudança em cada lugar. O cardeal Kasper, principal inspirador da AL, traz exemplos dessa “inculturação”, nos quais o sentimentalismo e o subjetivismo erigem-se em critério para admitir divorciados “recasados” aos Sacramentos.

Afastando-se do modelo tradicional e institucional do matrimônio e aproximando-se do modelo individualista contemporâneo, no qual o vínculo matrimonial fica reduzido a um mero reconhecimento social e legal do afeto mútuo do casal, a AL consagra uma radical inversão na hierarquia dos fins do matrimônio, ao sustentar que este seria “em primeiro lugar”, uma “comunidade da vida e do amor conjugal”. Esta afirmação contradiz frontalmente o claro ensinamento da Igreja, magistralmente recapitulado por Pio XII no seu famoso discurso sobre o Apostolado das Parteiras, de 29 de outubro de 1951, de que o casamento “tem por fim primeiro e íntimo, não o aperfeiçoamento pessoal dos esposos, mas sim a procriação e a educação da nova vida. Os outros fins, embora sendo igualmente queridos pela natureza, … lhe são essencialmente subordinados”.

Nesse sentido, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz notar que, ao se rebaixar a finalidade procriativa do casamento a um segundo lugar e dar a primazia ao “compromisso público de amor”, até os indivíduos LGBT poderão alegar que eles também se “amam”, e reclamar assim um status matrimonial!

Legítima e respeitosa resistência – Apelo aos Prelados silenciosos

Em conclusão de sua pormenorizada e documentada análise, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira assinala que, ante um texto tão próprio a desorientar os fiéis e a diluir neles a adesão aos ensinamentos morais da Igreja, “por um dever de consciência e com todo o respeito que merecem a investidura e a pessoa do Sumo Pontífice, vemo-nos obrigados a externar publicamente os graves reparos que o documento suscita em nós”, e “dizer lealmente ao Papa Francisco que não podemos em consciência aceitar os enunciados, a disciplina sacramental e as propostas pastorais da Amoris laetitia que vimos questionando aqui”.

Ao dar este passo de “legítima e respeitosa resistência” aos pontos da AL conflitantes com a doutrina da Igreja, os membros do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sentem-se amparados no ensinamento de São Pedro, de que é preciso “obedecer a Deus antes que aos homens” (At. 5, 29); bem como no exemplo de São Paulo, que “resistiu em face” ao mesmo São Pedro (Gal. 2, 11), precisamente a propósito de erros disciplinares que este propunha; e também pelo Direito Canônico, que no cânon 212 § 3 consagra o direito, e por vezes o até dever, de expor respeitosamente a discordância da Autoridade eclesiástica. E acrescenta: “Pela similitude de situações, adotamos aqui a afirmação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na conclusão de seu famoso manifesto de Resistência à política de distensão do Vaticano com os governos comunistas: ‘Esta explicação se impunha. Ela tem o caráter de uma legítima defesa de nossas consciências de católicos’”.

É fato que entre os católicos, particularmente entre aqueles votados à defesa da vida e da família, cresce o descontentamento com “as iniciativas e os escritos controvertidos do Papa Francisco” em geral, e com a AL em particular. Mas nas fileiras do Episcopado mundial e do Clero, das Ordens e das instituições religiosas observa-se um sugestivo silêncio; que não é apenas um ausentar-se da luta, mas pode indicar também “a retidão de consciência daquele que evita empenhadamente a colaboração ativa com o mal”, inclusive sacrificando eventuais vantagens. 

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conclui instando aos Prelados e movimentos até aqui silenciosos a “dissipar a confusão doutrinária reinante”, e reafirmar “publicamente e por todos os meios ao seu alcance, os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja sobre a natureza divina e irreformável do matrimônio, seu caráter indissolúvel, à primazia da procriação sobre as demais finalidades do casamento, a estrutura hierárquica da família, e “a impossibilidade de se dar a absolvição sacramental e a Sagrada Comunhão aos que se obstinam em viver publicamente numa situação objetiva de pecado”

Leia o Documento na íntegra aqui.

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24 janeiro, 2013

Igreja Militante, eis o que somos!

Parabéns aos bravos jovens do IPCO que, com sua fortaleza e civilidade, escancararam ao Brasil a verdadeira face do movimento gay. E que isso sirva aos católicos de lição: é hora de despertar! Não, não somos meramente “igreja peregrina”, ou “povo de Deus a caminho” seja lá do que… Somos católicos, somos Igreja Militante!

Nossa solidariedade e orações ao Sr. Coutinho, alvo da pedrada covarde.